

Trump chama presença militar no Iraque de “excursão ao inferno” ao anunciar retirada das tropas estadunidenses
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, em 30 de setembro de 2026, a retirada das últimas tropas estadunidenses do Iraque, encerrando a presença militar remanescente da Operação Inherent Resolve no país. Em publicação na rede Truth Social, Trump classificou a operação como “uma excursão muito cara ao inferno” e atribuiu a retirada a uma série de decisões equivocadas que envolveram Washington na intervenção. O presidente apresentou a saída como uma vitória estadunidense e iraquiana, além de um desfecho da campanha militar contra o Estado Islâmico.
O anúncio foi feito em Washington e divulgado pela agência russa TASS. Trump afirmou que as últimas forças estadunidenses estavam deixando o território iraquiano e declarou que as decisões que levaram à permanência militar no país haviam provocado um prolongado envolvimento dos Estados Unidos. “Hoje, tenho o prazer de anunciar que as últimas forças americanas estão deixando o Iraque! Foram muitas decisões ruins que nos envolveram nesse atoleiro, mas em breve isso será história”, escreveu na Truth Social.
Ao comentar a retirada, Trump declarou que a operação representava “uma vitória para os Estados Unidos, uma vitória para o Iraque e uma vitória decisiva sobre o ISIS”, sigla em inglês do Estado Islâmico, organização classificada pelos EUA como terrorista. A declaração atribui o encerramento da presença militar ao resultado da campanha contra o grupo, embora não apresente um balanço das operações nem detalhe as condições políticas e militares que acompanharam a saída das tropas.

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