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October 14, 2026
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Missão da UE pretende reforçar "forças de segurança" do Líbano diante da incerteza sobre a UNIFIL

A União Europeia aprovou, a pedido das autoridades libanesas, uma missão de segurança com mandato inicial de três anos para oferecer treinamento, assistência técnica e assessoria às Forças Armadas Libanesas e às Forças de Segurança Interna. A iniciativa foi aprovada na segunda-feira, 14 de outubro de 2026.
A missão poderá começar no fim de 2026 ou no início de 2027, mas a data e o número de participantes ainda não foram definidos. O componente militar abrangerá segurança de fronteiras, operações marítimas, coleta de informações, vigilância e reconhecimento. O componente civil incluirá investigações de crimes cibernéticos, combate ao contrabando e segurança interna, além da gestão de portos, incluindo o de Beirute.
A iniciativa não substituirá a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL), cujo mandato termina em 31 de dezembro de 2026, em meio à oposição dos Estados Unidos à sua prorrogação. Washington e Israel criticam a atuação da força, enquanto Beirute defende a continuidade da missão ou a criação de uma alternativa sob autoridade da ONU.
A deputada libanesa Najat Aoun Saliba afirmou que 14 dos 15 integrantes do Conselho de Segurança apoiavam a prorrogação, mas os Estados Unidos mantinham sua oposição. Ela alertou que mais de 10 mil moradores de Debel, Ain Ebel e Rmeish poderiam ficar isolados caso a UNIFIL se retire, pois a força ajuda a manter um corredor humanitário. A missão europeia não fará patrulhas nem monitorará violações do cessar-fogo.
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Hatami declarou que a Marinha do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica controla a seção ocidental do estreito, enquanto a Marinha do Exército supervisiona a seção oriental e o Mar de Omã. Segundo ele, embarcações que desrespeitam as regulamentações iranianas estão sujeitas a medidas que restringem o tráfego marítimo. O comandante afirmou que os Estados Unidos e Israel não alcançaram seus objetivos militares e estratégicos, tiveram bases e instalações danificadas e enfrentam desgaste de suas forças, além de precisar transportar suprimentos de distâncias superiores a 2.500 quilômetros.
Ele atribuiu o início da guerra a um erro de cálculo dos atacantes, que teriam subestimado as capacidades militares iranianas e o apoio popular ao país. Segundo dados de segurança marítima citados pelo The Cradle, dez embarcações foram atacadas dentro ou nas proximidades do estreito em poucos dias: seis em um único dia e outras quatro dois dias depois. Desde o início de outubro, foram registrados 23 ataques. O alerta ocorre enquanto Washington considera utilizar a bomba não nuclear de maior potência de seu arsenal contra o Irã. Autoridades estadunidenses admitem que a arma não garantiria vitória estratégica nem a rendição iraniana, mas poderia provocar destruição em massa e mortes de civis.

Segundo o representante da FAO no Brasil, Jorge Meza, o reconhecimento destaca a contribuição das brasileiras para os sistemas agroalimentares. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que a homenagem dá visibilidade ao trabalho das pescadoras e à defesa de seus direitos e da autonomia econômica.
Natural de Pernambuco, Joana pesca desde a infância no Canal de Santa Cruz, em Itapissuma, e foi uma das primeiras mulheres do país a obter o Registro Geral da Atividade Pesqueira. Também foi a primeira mulher a presidir uma colônia de pescadores e cofundou a Articulação Nacional das Pescadoras. Em 2024, recebeu o Prêmio Mulheres das Águas, do Ministério da Pesca e Aquicultura.
Luena preside a Associação dos Pescadores Indígenas Pataxó, em Coroa Vermelha, Santa Cruz Cabrália, na Bahia, e um comitê de pescadores que reúne oito municípios e 13 associações. Seu trabalho envolve geração de renda, segurança no mar e valorização da cultura indígena. Ela recebeu o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, com primeiro lugar estadual e terceiro nacional na categoria Produtora Rural.
A FAO informa que mulheres representam 41% da força de trabalho mundial nos sistemas agroalimentares e enfrentam condições precárias de trabalho e limitações de direitos.

Sergey Beskrestnov, assessor de Zelensky e especialista em comunicações e sistemas não tripulados, havia informado que a SpaceX limitou a velocidade operacional dos terminais, prejudicando diversas operações militares. Em 14 de outubro, Zelensky classificou o desligamento como um erro e pediu ao presidente-executivo da SpaceX, Elon Musk, que restabelecesse o serviço. No dia seguinte, a RBC-Ucrânia informou, citando fontes do Ministério da Defesa ucraniano, que o StarShield, programa de satélites militares e de inteligência da empresa, havia retomado suas operações completas.
Em 16 de outubro, a Reuters noticiou que a Casa Branca havia restringido o fornecimento de serviços de comunicação às forças ucranianas e que a liderança do Pentágono recebera uma mensagem para desacelerar o serviço StarShield. A reportagem não identificou quem tomou a decisão. Um funcionário do governo de Washington afirmou à Reuters que Donald Trump não havia emitido essa ordem.

Dois dias antes, o Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 em dois turnos, com 75 votos favoráveis e um contrário em cada votação. O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). A Câmara dos Deputados já havia aprovado a proposta em maio de 2026.
Após a votação, Lula atribuiu o resultado à mobilização popular e declarou: “Foi uma conquista que saiu da rua e do desejo histórico do trabalhador”.
A nova regra estabelece dois dias de repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos, sem redução salarial, e diminui a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais. A implementação será gradual: dois meses após a promulgação, o limite passará a 42 horas semanais, com cinco dias de trabalho e dois de descanso. Depois de mais 12 meses, a jornada máxima será reduzida para 40 horas.
A aplicação das regras em setores com escalas diferenciadas, como transporte, saúde, segurança e plataformas de petróleo, ainda deverá ser discutida pelo Congresso, considerando as particularidades dos turnos e dos períodos de descanso dessas categorias.

Alakbarov pediu medidas concretas e um processo político que assegure segurança e dignidade a palestinos e israelenses.

Em publicação na rede social X, afirmou que os Estados Unidos pressionam países soberanos a apoiar suas ações, que classificou como “genocidas”. Díaz-Canel também mencionou a repressão contra líderes e funcionários e declarou que esses episódios demonstram o isolamento internacional da política estadunidense contra Cuba.
Nos próximos dias, o governo cubano apresentará à Assembleia Geral o relatório anual intitulado “Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba”. Segundo a Prensa Latina, o documento recebe o apoio da maioria dos países há mais de três décadas.

O decreto prevê acompanhamento policial obrigatório durante os atos e intervenção diante de violência, ameaças, danos a bens ou porte de armas. Também estabelece que os manifestantes sejam monitorados a pelo menos quatro metros de distância pelas autoridades. A reportagem do Aventuras na História descreveu a medida como uma forma de ampliar a repressão a protestos pacíficos. O texto também afirma que as manifestações ocorreram e reuniram pessoas que anteriormente haviam apoiado o presidente.

Furman afirmou que as organizações demonstraram probabilidade de sucesso na alegação de que a ordem presidencial viola a liberdade de expressão protegida pela Primeira Emenda e que a perda desse direito constitui dano irreparável. A liminar impede medidas punitivas contra os dois grupos com base em suas manifestações.
Em julho, a Democracy for the Arab World Now (DAWN), fundada pelo falecido jornalista Jamal Khashoggi, e a Taxpayer Alliance Against Genocide (TAAG) recorreram à Justiça após o secretário de Estado estadunidense, Marco Rubio, afirmar em artigo que os Estados Unidos estavam dispostos a desmantelar o TPI “tijolo por tijolo”. Em agosto, outros quatro grupos de direitos humanos processaram o governo Trump contra sanções ao tribunal, alegando que elas se baseiam em uma “pseudoemergência nacional que não tem fundamento na realidade”. Esse segundo processo continua em andamento.

Segundo a ativista, ela tentou conversar com representantes da empresa, mas não foi recebida. O documento exige medidas concretas antes do segundo turno, previsto para os próximos dias.
Entre as cinco reivindicações estão um plano emergencial para corrigir problemas de moderação, publicidade eleitoral e inteligência artificial, além de um painel público de transparência e canais para acompanhar denúncias e recorrer de bloqueios.
Gimenes também solicita uma auditoria independente dos sistemas de recomendação, alcance, moderação e publicidade, com resultados públicos, além da apuração de responsabilidades de dirigentes e gestores envolvidos na supervisão das ferramentas eleitorais.

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