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October 14, 2026
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Miroshnik questiona imparcialidade da missão da ONU na Ucrânia

O embaixador itinerante do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Rodion Miroshnik, questionou a imparcialidade da Missão de Monitoramento dos Direitos Humanos das Nações Unidas na Ucrânia (HRMMU), em declaração dirigida ao Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, em 14 de outubro. Segundo Miroshnik, a missão é financiada por doadores ocidentais e utiliza informações coletadas exclusivamente em territórios controlados por Kiev. “A cada trimestre, ela apresenta ao mundo conclusões cada vez mais absurdas, baseadas em dados não confiáveis”, afirmou. O diplomata também questionou a estrutura de financiamento e a origem das informações utilizadas nos relatórios, alegando que a missão foi estabelecida por um acordo bilateral entre Kiev e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH). “Alguém realmente acredita em sua imparcialidade?”, perguntou. As declarações foram divulgadas pela agência russa TASS.
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O acordo de dez páginas prevê duas novas bases militares e abre caminho para o sistema antimísseis “Domo de Ouro”, ao mesmo tempo que reafirma a soberania dinamarquesa e o direito dos groenlandeses à autodeterminação. A Groenlândia proibiu a exploração de petróleo e a mineração de urânio em 2021. O governo avalia se a empresa texana Greenland Energy pode utilizar licenças anteriores à proibição. Em agosto, a companhia anunciou planos para perfurar uma bacia inexplorada na costa leste em 2027, embora não possua licença própria.
O consultor dinamarquês Jacob Kaarsbo alertou que as declarações de Trump indicam que sua intenção de controlar a ilha permanece. Trump também afirmou que a localização da Groenlândia permitiria interceptar drones e mísseis direcionados aos Estados Unidos.
A reportagem foi publicada pela Reuters e reproduzida pela Agência Brasil.


Conforme o portal Brasil 247, os advogados alegaram tratamento desigual na produção e distribuição de conteúdo político e questionaram o alcance das publicações do deputado federal Nikolas Ferreira, do Partido Liberal, aliado de Flávio. A Meta rejeitou as acusações em resposta apresentada em 12 de outubro, afirmando que não existem evidências técnicas que as sustentem e que a integridade eleitoral é uma prioridade.
A organização brasileira CTRL+Z também lançou uma petição solicitando esclarecimentos sobre remoções de publicações, bloqueios de contas e restrições políticas. A entidade informou ter documentado mais de mil casos, dos quais 22% envolveriam contas ou publicações restringidas sem explicação. Entre os episódios citados está a desativação, em 23 de setembro, da conta publicitária da campanha de Lula. A petição também menciona uma rede de 255 perfis automatizados que teria alcançado 58 milhões de visualizações em um mês, com dados atribuídos ao projeto VigIA, da agência de checagem Lupa. O documento, dirigido ao presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, pede medidas de proteção para jornalistas, veículos de comunicação e movimentos sociais.

A senadora Elizabeth Warren, democrata de Massachusetts, afirmou que a inflação acumulada desde dezembro de 2024 chegou a 5,9%, elevando em US$ 3.772 os gastos das famílias durante o governo Trump, segundo sua publicação nas redes sociais. Warren questionou o secretário do Tesouro, Scott Bessent, sobre os resultados da política econômica do governo.

Nesta fase, são cumpridos 23 mandados de busca e apreensão e 19 de prisão preventiva no Paraná, em São Paulo e em Mato Grosso do Sul. A Justiça Federal também determinou o sequestro de até R$ 139.246.450,80 e a indisponibilidade de bens e valores dos investigados.
Os suspeitos poderão responder por tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa. A informação foi divulgada pela Polícia Federal e pela Agência Gov em 14 de outubro.

Em entrevista à Rádio Brasil de Fato, o professor de economia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Caio Vilela, avaliou que a proposta tem estrutura adequada, embora ainda faltem detalhes. Ele afirmou que a atualização do teto atende a uma demanda antiga, pois a inflação e o aumento dos preços podem levar trabalhadores a ultrapassar o limite vigente sem que isso represente expansão real dos negócios.
Vilela também rejeitou a interpretação de que a medida estimularia a evasão fiscal e destacou que muitos MEIs são trabalhadores em situação precária. Sobre as contas públicas, explicou que o governo abre mão de receber tributos, em vez de transferir recursos novos à população, o que pode reduzir despesas dos contribuintes sem representar injeção direta de dinheiro na economia.

O artigo afirma que o orçamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) foi reduzido em 73,7% e que, em fevereiro de 2021, o órgão informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o governo havia zerado a edição de decretos de desapropriação para Reforma Agrária.
A autora também cita a PEC 80/2019, apresentada por Flávio no Senado, que busca flexibilizar o princípio constitucional da função social da propriedade e dificultar desapropriações. O plano de governo do senador, intitulado Para o Brasil Vencer o Atraso, tem 76 páginas e não menciona a expressão “Reforma Agrária”. O artigo contrapõe a proposta de garantir o direito de propriedade “sem margem para relativizações” ao artigo 184 da Constituição, que prevê desapropriações de imóveis rurais que não cumpram sua função social.

Falcão quer apurar se informações falsas ou divergentes dos documentos foram usadas nos pedidos ou nas decisões, sob suspeita de falsidade ideológica eleitoral, e solicita o afastamento temporário de Nunes Marques do comando do TSE, sem pedir que ele deixe o STF.
Em 11 de outubro, Nunes Marques determinou a retirada do canal do ar, mas o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, reverteu a decisão. Uma análise técnica do TSE sobre publicações entre 2 e 11 de outubro não identificou novas reproduções das afirmações apontadas no processo, embora os vídeos não tenham sido transcritos.
Em 13 de outubro, Nunes Marques condicionou o funcionamento do canal ao registro formal na Justiça Eleitoral, realizado pela campanha de Lula no mesmo dia. Falcão também questiona documentos apresentados pela campanha de Flávio e a alegação de centenas de denúncias contra o canal.
A representação pede que o STF confronte os registros com as alegações, sem afirmar que a análise técnica, isoladamente, prove o uso de informações falsas.

Segundo reportagem de Malu Gaspar, Yago Godoy e Johanns Eller, publicada em O Globo em 14 de outubro de 2026, o senador aparecia como “usuário master” da conta bancária da empresa, condição que permite acesso e gerenciamento de recursos.
A Alcazar pertence formalmente ao advogado Willer Tomaz, investigado no caso dos descontos indevidos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A empresa detinha um terço da Fraction 024, proprietária do jatinho Legacy 650 utilizado por Flávio em viagem entre os Estados Unidos e o Brasil, em janeiro de 2025.
Outra cotista da aeronave era a Prime You, empresa da qual Daniel Vorcaro foi sócio. Documentos recuperados do iCloud de Tomaz incluem um e-mail de 22 de maio de 2025 no qual uma funcionária pediu ao Santander a desvinculação de uma conta identificada com o nome do senador.
A assessoria de Flávio afirmou que a vinculação era indevida e negou que ele tivesse mantido conta nessas condições. Tomaz também negou vínculos financeiros ou societários com o senador.

Questionada sobre o bloqueio relacionado a Lula, a ferramenta afirmou não ter detalhes específicos sobre o motivo da recusa. O Brasil de Fato informou que procurou a Meta para esclarecer os critérios aplicados à propaganda eleitoral e que o texto seria atualizado caso houvesse resposta.
O episódio ocorreu após a campanha de Lula denunciar, em 10 de outubro, problemas técnicos e restrições em contas de anúncios e publicações nas plataformas da empresa. A campanha acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e anunciou que recorreria à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
O ministro do TSE Marco Aurélio Bellizze concedeu 48 horas para esclarecimentos e determinou a preservação de registros sobre moderação, anúncios e métricas. A Meta reconheceu falhas técnicas em anúncios e publicações, mas negou viés ideológico ou favorecimento de candidaturas. A empresa afirmou que os problemas não se limitaram ao Brasil ou a contas específicas e não alteraram a distribuição de conteúdo.
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