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29 de octubre de 2026
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Promotores sul-coreanos voltam a pedir pena de morte para Yoon Suk-yeol por insurreição

Promotores da Coreia do Sul voltaram a pedir pena de morte para o ex-presidente Yoon Suk-yeol durante uma audiência de apelação realizada na quinta-feira, 29 de outubro de 2026, no Tribunal Superior de Seul.
A equipe liderada pela procuradora especial Cho Eun-suk argumentou que a tentativa de impor um regime militar ameaçou a democracia do país. Segundo a agência sul-coreana Yonhap, um promotor declarou que “não havia motivo para hesitar” em aplicar a pena capital. Yoon foi condenado à prisão perpétua em fevereiro, após ser considerado culpado de liderar uma insurreição. A acusação já havia solicitado a pena de morte no julgamento original, em janeiro. Embora a legislação sul-coreana mantenha essa punição, o país não executa condenados desde 1997.
Em 3 de dezembro de 2024, Yoon declarou lei marcial e mobilizou soldados e policiais para a Assembleia Nacional. Parlamentares superaram o bloqueio de segurança e votaram contra a medida, que foi retirada cerca de seis horas após o anúncio. A sentença de primeira instância concluiu que Yoon tentou impedir o funcionamento do Parlamento, deter opositores políticos e manter o controle do país por um período prolongado. Seus advogados afirmaram que ele pretendia alertar o Parlamento, controlado pela oposição, contra o que considerava tentativas de obstruir seu governo, e não estabelecer um regime autoritário. Em depoimento ao Tribunal Superior de Seul em 27 de outubro, Yoon também negou intenção de instaurar uma ditadura de longo prazo, segundo o jornal Hankyoreh.
A crise levou o Parlamento a iniciar um processo de impeachment em dezembro de 2024, e o Tribunal Constitucional o destituiu em abril de 2025. A corte de apelação prevê mais duas audiências, incluindo a declaração final de Yoon, marcada para 5 de novembro.



















































