

PUBLICADO EM:
23 de octubre de 2026
POR:
...
Camila Pitanga questiona atuação de Flávio na defesa de policial acusado pela morte de criança

Durante uma transmissão ao vivo com o presidente Lula e o deputado André Janones, a atriz Camila Pitanga questionou a atuação de Flávio Bolsonaro na defesa do policial militar Bruno Delaroli, acusado pela morte de Ana Clara Gomes Machado, menina de 5 anos morta durante uma ação policial em Niterói, no Rio de Janeiro. “Não dá para compreender uma pessoa que quer ser chefe de Estado defender alguém acusado de matar uma criança de 5 anos. E ele não explica nada!”, declarou a atriz.
Camila voltou a abordar o caso, que também foi tema do episódio “O Julgamento que Nunca Aconteceu”, da série Revelando, apresentado por ela. Flávio atuou como advogado na defesa de Delaroli, que ainda não foi julgado pela morte da criança.
NOSSA LOJA



ÚLTIMAS HISTÓRIAS

Segundo a carta, a conta de anúncios da campanha de Lula foi desativada em 23 de setembro, e restrições no Instagram entre 9 e 10 de outubro teriam impedido impulsionamentos por quase 24 horas, com estimativa de 1,3 milhão de pessoas sem acesso aos anúncios. O documento cita reportagem da Folha de S.Paulo baseada em mensagens internas da empresa, que apontariam conhecimento de restrições prejudiciais à campanha de Lula e recomendações automatizadas favoráveis a Flávio Bolsonaro. Também menciona relatos reunidos pela organização Ctrl+Z e testes com a inteligência artificial da Meta.
Os parlamentares perguntam se houve conversas com o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a eleição brasileira e solicitam registros dessas comunicações, caso existam. A carta ainda cobra explicações sobre medidas anunciadas pela empresa para cumprir decisões da Justiça Eleitoral.
Fonte: PT, Rede PT de Comunicação.

Faleiros afirma que, durante o governo de Jair Bolsonaro, o desmatamento na Amazônia aumentou 59,6% e as áreas de garimpo ilegal cresceram 92% em quatro anos. Em contraste, atribui à fiscalização do Ibama e do Exército, durante o governo Lula, ações para retirar garimpeiros da Terra Indígena Yanomami e a redução recente das derrubadas.
O artigo também critica a declaração de Flávio de que não demarcaria novas terras indígenas e suas propostas de revisão das atribuições do Ibama, do ICMBio e da Funai. Segundo o autor, a regularização de terras sem titulação, anunciada pelo candidato em evento no Pará em 19 de outubro, pode beneficiar ocupantes irregulares de áreas protegidas. Faleiros relaciona a preservação florestal à disponibilidade de água, energia e alimentos e critica o negacionismo climático de Flávio.
Fonte: MST, por Gustavo Faleiros, da Agência Pública.

Lula propõe ampliar a eficiência dos serviços, a transparência, o controle dos gastos e a oferta de serviços digitais, além de preservar empresas como Petrobras, Embrapa e Correios como instrumentos de desenvolvimento e soberania. O programa também prevê investimentos em fontes de baixo carbono e mudanças no regime fiscal do Repetro para atender à descarbonização.
Flávio propõe um “tesouraço”, definido no documento como um “corte profundo e por todos os lados”, com redução de despesas administrativas, cargos comissionados e ministérios, além de uma reforma administrativa. Seu plano prevê retomar o Programa Nacional de Desestatização e vender ativos estatais considerados não estratégicos para atrair investimentos privados e reduzir o endividamento público. A reportagem recorda que, durante os quatro anos do governo Jair Bolsonaro, cerca de 76 empresas públicas foram privatizadas, incluindo a Eletrobras, vendida em junho de 2022 por R$ 33,7 bilhões. Lula, por sua vez, defende a manutenção das estatais, embora seus governos também tenham adotado concessões e parcerias público-privadas em setores como rodovias, portos e aeroportos. A concessão transfere a administração por prazo determinado, enquanto a privatização envolve a venda definitiva da empresa.
Fonte: Agência Brasil, por Luciano Nascimento.

O acesso ocorre por edital público do INCRA, mediante associações e entidades sem fins lucrativos, que organizam projetos com participação das famílias. Os materiais são adquiridos individual ou coletivamente, e a mão de obra é remunerada e contratada entre assentados e moradores da região. Também existe a opção de autoconstrução.
Segundo o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), três entidades vinculadas ao movimento executam 300 casas em dez assentamentos paulistas. A AREDAFUS constrói 65 unidades em Guaraci e 14 em Orlândia. O Instituto Laudenor de Souza executa 22 em Riversul, 35 em Agudos, 33 em Iaras, oito em Apiaí e seis em Cajamar. A AAMVAP constrói 52 casas em Tremembé, 12 em outro assentamento do município e 20 em Taubaté.
Os projetos foram elaborados por 17 arquitetos e engenheiros, com gestão das obras pelas famílias. As construções utilizam alvenaria, madeira, taipa de mão, teto verde e tijolos ecológicos, além de prever saneamento agroecológico.
Fonte: MST, 23/10/2026

Segundo Richarlison, a regularização junto à Secretaria do Patrimônio da União ficou parada por dez meses. Nesse período, ele recusou propostas de compra, incluindo uma atribuída a Flávio. O jogador afirma que, após a recusa, Willer conseguiu a posse da ilha por meio de uma medida judicial em menos de 24 horas. “Flávio Bolsonaro e o tal do Willer Tomaz foram lá e, em 24 horas, pegaram a posse da ilha”, declarou. O imóvel foi adquirido pela empresa Sport 70, sociedade entre o atleta e seu ex-empresário, Renato Velasco.
Richarlison também relatou que homens armados expulsaram do local familiares, crianças, funcionários e a esposa grávida de Velasco.
O advogado havia afirmado que transferiria os direitos do imóvel caso fossem apresentadas provas da compra, mas depois declarou que não recebeu comprovação e orientou o jogador a cobrar quem o teria enganado. O caso poderá integrar uma investigação da PF sobre suspeitas de lavagem de dinheiro relacionadas a descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS.
A reportagem do portal Vermelho também aponta vínculos financeiros entre Flávio e Willer, além de investigações sobre movimentações de cerca de R$ 5 bilhões em apostas em 2025. As acusações ainda dependem de apuração.

Segundo ele, funcionários públicos perderam entre 30% e 37% da renda, aposentados perderam 20% e trabalhadores formais do setor privado tiveram redução de 5% a 7%. Campagnoli relaciona esses números à queda da atividade industrial, da construção e do comércio, além da paralisação das obras públicas. Em contrapartida, cresceram setores como hidrocarbonetos, mineração, agronegócio e intermediação financeira, que, segundo ele, não geram empregos na mesma proporção. O dirigente também aponta aumento da pobreza, da indigência, da informalidade e do pluriemprego, além de cortes no financiamento da educação e da ciência.
Pesquisadores do Conicet e docentes universitários perderam entre 30% e 40% do poder aquisitivo, segundo a entrevista. Na política externa, Campagnoli criticou a decisão de Milei de não integrar os Brics e seu alinhamento com Donald Trump e Benjamin Netanyahu, destacando que Brasil e China estão entre os principais parceiros comerciais argentinos. Sobre o segundo turno brasileiro, declarou: “O que Flávio Bolsonaro propõe é o que estamos sofrendo na Argentina”.
O economista Emiliano López, da Universidade Nacional de La Plata, também relatou que trabalhadores com emprego precisam acumular duas ou três ocupações para chegar ao fim do mês.

Em entrevista ao Brasil de Fato, o diretor Rodrigo França comparou o financiamento da produção com as exigências da Lei Rouanet, que prevê comprovação de despesas por notas fiscais e devolução de valores não utilizados. “Se o filme do Bolsonaro passasse pela lei Rouanet, seria impossível ter corrupção”, declarou. França explicou que a autorização para captar recursos não garante que o dinheiro será obtido e que os gastos precisam ser comprovados perante o Ministério da Cultura.
A declaração de França ocorreu durante entrevista sobre o musical biográfico de Jorge Aragão, previsto para estrear no primeiro semestre de 2027.

Segundo a ação, o conteúdo obteve 12 milhões de visualizações em 30 minutos e 50 milhões em três horas, números que, conforme a campanha, nenhuma das dez maiores contas globais do Instagram teria registrado em 2026. O TSE quer informações sobre a origem das visualizações, incluindo acessos de seguidores, não seguidores e recomendações do algoritmo. A Meta nega favorecimento e afirma que o alcance das publicações é determinado pelo engajamento, não pelo número de seguidores.


NOSSA EDITORA









































