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14 de outubro de 2026
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Explosão em fábrica da Intel em Israel deixa três pessoas gravemente feridas

Uma explosão em uma fábrica de semicondutores da Intel em Kiryat Gat, no sul de Israel, deixou pelo menos três pessoas gravemente feridas na quarta-feira, 14 de outubro de 2026. Equipes de emergência foram mobilizadas para combater um incêndio e investigar um possível vazamento de produtos químicos perigosos. O jornal The Jerusalem Post, citando o serviço de emergência israelense Magen David Adom, informou sobre os ferimentos.
A polícia israelense suspeita que a explosão possa ter sido provocada pela detonação de um cilindro de gás, mas a causa não foi confirmada. Segundo relatos da imprensa local, o Corpo de Bombeiros de Israel alertou para o risco de vazamento químico e mobilizou oito equipes de combate a incêndios e resgate, além de unidades especializadas em materiais perigosos de estações vizinhas. O portal israelense Ynet informou que o incidente envolveu trifluoreto de nitrogênio, gás utilizado na fabricação de semicondutores. As equipes atuaram para identificar a origem dos produtos químicos, monitorar as condições no local e avaliar os riscos.
Posteriormente, o Corpo de Bombeiros informou, por meio do Ynet, que a origem do incêndio havia sido controlada. A fábrica da Intel produz chips semicondutores. Nos relatos iniciais, as autoridades não haviam esclarecido a extensão dos danos às instalações nem confirmado as circunstâncias da explosão.
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ÚLTIMAS HISTÓRIAS

Hatami declarou que a Marinha do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica controla a seção ocidental do estreito, enquanto a Marinha do Exército supervisiona a seção oriental e o Mar de Omã. Segundo ele, embarcações que desrespeitam as regulamentações iranianas estão sujeitas a medidas que restringem o tráfego marítimo. O comandante afirmou que os Estados Unidos e Israel não alcançaram seus objetivos militares e estratégicos, tiveram bases e instalações danificadas e enfrentam desgaste de suas forças, além de precisar transportar suprimentos de distâncias superiores a 2.500 quilômetros.
Ele atribuiu o início da guerra a um erro de cálculo dos atacantes, que teriam subestimado as capacidades militares iranianas e o apoio popular ao país. Segundo dados de segurança marítima citados pelo The Cradle, dez embarcações foram atacadas dentro ou nas proximidades do estreito em poucos dias: seis em um único dia e outras quatro dois dias depois. Desde o início de outubro, foram registrados 23 ataques. O alerta ocorre enquanto Washington considera utilizar a bomba não nuclear de maior potência de seu arsenal contra o Irã. Autoridades estadunidenses admitem que a arma não garantiria vitória estratégica nem a rendição iraniana, mas poderia provocar destruição em massa e mortes de civis.

Segundo o representante da FAO no Brasil, Jorge Meza, o reconhecimento destaca a contribuição das brasileiras para os sistemas agroalimentares. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que a homenagem dá visibilidade ao trabalho das pescadoras e à defesa de seus direitos e da autonomia econômica.
Natural de Pernambuco, Joana pesca desde a infância no Canal de Santa Cruz, em Itapissuma, e foi uma das primeiras mulheres do país a obter o Registro Geral da Atividade Pesqueira. Também foi a primeira mulher a presidir uma colônia de pescadores e cofundou a Articulação Nacional das Pescadoras. Em 2024, recebeu o Prêmio Mulheres das Águas, do Ministério da Pesca e Aquicultura.
Luena preside a Associação dos Pescadores Indígenas Pataxó, em Coroa Vermelha, Santa Cruz Cabrália, na Bahia, e um comitê de pescadores que reúne oito municípios e 13 associações. Seu trabalho envolve geração de renda, segurança no mar e valorização da cultura indígena. Ela recebeu o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, com primeiro lugar estadual e terceiro nacional na categoria Produtora Rural.
A FAO informa que mulheres representam 41% da força de trabalho mundial nos sistemas agroalimentares e enfrentam condições precárias de trabalho e limitações de direitos.

Sergey Beskrestnov, assessor de Zelensky e especialista em comunicações e sistemas não tripulados, havia informado que a SpaceX limitou a velocidade operacional dos terminais, prejudicando diversas operações militares. Em 14 de outubro, Zelensky classificou o desligamento como um erro e pediu ao presidente-executivo da SpaceX, Elon Musk, que restabelecesse o serviço. No dia seguinte, a RBC-Ucrânia informou, citando fontes do Ministério da Defesa ucraniano, que o StarShield, programa de satélites militares e de inteligência da empresa, havia retomado suas operações completas.
Em 16 de outubro, a Reuters noticiou que a Casa Branca havia restringido o fornecimento de serviços de comunicação às forças ucranianas e que a liderança do Pentágono recebera uma mensagem para desacelerar o serviço StarShield. A reportagem não identificou quem tomou a decisão. Um funcionário do governo de Washington afirmou à Reuters que Donald Trump não havia emitido essa ordem.

Dois dias antes, o Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 em dois turnos, com 75 votos favoráveis e um contrário em cada votação. O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). A Câmara dos Deputados já havia aprovado a proposta em maio de 2026.
Após a votação, Lula atribuiu o resultado à mobilização popular e declarou: “Foi uma conquista que saiu da rua e do desejo histórico do trabalhador”.
A nova regra estabelece dois dias de repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos, sem redução salarial, e diminui a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais. A implementação será gradual: dois meses após a promulgação, o limite passará a 42 horas semanais, com cinco dias de trabalho e dois de descanso. Depois de mais 12 meses, a jornada máxima será reduzida para 40 horas.
A aplicação das regras em setores com escalas diferenciadas, como transporte, saúde, segurança e plataformas de petróleo, ainda deverá ser discutida pelo Congresso, considerando as particularidades dos turnos e dos períodos de descanso dessas categorias.

Alakbarov pediu medidas concretas e um processo político que assegure segurança e dignidade a palestinos e israelenses.

Em publicação na rede social X, afirmou que os Estados Unidos pressionam países soberanos a apoiar suas ações, que classificou como “genocidas”. Díaz-Canel também mencionou a repressão contra líderes e funcionários e declarou que esses episódios demonstram o isolamento internacional da política estadunidense contra Cuba.
Nos próximos dias, o governo cubano apresentará à Assembleia Geral o relatório anual intitulado “Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba”. Segundo a Prensa Latina, o documento recebe o apoio da maioria dos países há mais de três décadas.

O decreto prevê acompanhamento policial obrigatório durante os atos e intervenção diante de violência, ameaças, danos a bens ou porte de armas. Também estabelece que os manifestantes sejam monitorados a pelo menos quatro metros de distância pelas autoridades. A reportagem do Aventuras na História descreveu a medida como uma forma de ampliar a repressão a protestos pacíficos. O texto também afirma que as manifestações ocorreram e reuniram pessoas que anteriormente haviam apoiado o presidente.

Furman afirmou que as organizações demonstraram probabilidade de sucesso na alegação de que a ordem presidencial viola a liberdade de expressão protegida pela Primeira Emenda e que a perda desse direito constitui dano irreparável. A liminar impede medidas punitivas contra os dois grupos com base em suas manifestações.
Em julho, a Democracy for the Arab World Now (DAWN), fundada pelo falecido jornalista Jamal Khashoggi, e a Taxpayer Alliance Against Genocide (TAAG) recorreram à Justiça após o secretário de Estado estadunidense, Marco Rubio, afirmar em artigo que os Estados Unidos estavam dispostos a desmantelar o TPI “tijolo por tijolo”. Em agosto, outros quatro grupos de direitos humanos processaram o governo Trump contra sanções ao tribunal, alegando que elas se baseiam em uma “pseudoemergência nacional que não tem fundamento na realidade”. Esse segundo processo continua em andamento.

Segundo a ativista, ela tentou conversar com representantes da empresa, mas não foi recebida. O documento exige medidas concretas antes do segundo turno, previsto para os próximos dias.
Entre as cinco reivindicações estão um plano emergencial para corrigir problemas de moderação, publicidade eleitoral e inteligência artificial, além de um painel público de transparência e canais para acompanhar denúncias e recorrer de bloqueios.
Gimenes também solicita uma auditoria independente dos sistemas de recomendação, alcance, moderação e publicidade, com resultados públicos, além da apuração de responsabilidades de dirigentes e gestores envolvidos na supervisão das ferramentas eleitorais.

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