EUA continuam vendendo armas para Israel e lucram 164,6 milhões de dólares – só na última venda – com a morte de palestinos
O Pentágono anunciou que os Estados Unidos aprovaram a venda de caminhões-cisterna e equipamentos relacionados ao regime israelense, no valor aproximado de 164,6 milhões de dólares.
Em um comunicado divulgado na quinta-feira, a Agência de Cooperação para a Segurança e Defesa dos Estados Unidos (DSCA) reiterou seu apoio estratégico a Israel. "Estamos comprometidos com a segurança de Israel. Ajudar Israel a manter e desenvolver suas capacidades de defesa é vital para o interesse nacional dos Estados Unidos", afirmou a nota.

A DSCA também informou que notificou o Congresso sobre a venda, com entregas previstas para iniciar em 2027. Em agosto, o Departamento de Estado dos EUA já havia anunciado a venda de aviões de guerra e outros equipamentos militares no valor de 20 bilhões de dólares para o regime sionista.
Os EUA continuam a apoiar Israel com vendas de armas, apesar dos apelos de grupos pró-palestinos para que Washington imponha um embargo de armas ao regime israelense. A vice-presidente Kamala Harris, candidata presidencial, também foi alvo de pedidos para que adotasse uma postura mais firme em relação às vendas de armas a Israel, mas manteve seu compromisso com a segurança de Israel.
Desde 7 de outubro, os EUA realizaram mais de 100 vendas de armas para Israel. Mais de 70% das importações de armas de Israel provêm dos Estados Unidos, que são utilizadas pelo regime em Gaza, resultando na morte de mais de 41.000 palestinos.























































