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13 октября 2026 г.
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Busca na casa de Ilhan Omar provoca acusações de perseguição política nos EUA

Agentes da Divisão de Investigações de Segurança Interna dos Estados Unidos cumpriram um mandado de busca na residência da deputada Ilhan Omar, em Washington, na madrugada de segunda-feira. Segundo fontes ouvidas pela CBS News, a investigação do Departamento de Justiça envolve documentos de imigração preenchidos pelo pai da congressista, falecido, quando a família chegou aos Estados Unidos como refugiada da Somália. A operação ocorreu 22 dias antes das eleições de meio de mandato, contrariando, segundo o texto, diretrizes do Departamento de Justiça que desaconselham medidas ostensivas contra figuras políticas nos 60 dias anteriores a uma votação.
Omar afirmou que está em segurança e acusou o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de usar as instituições para intimidar adversários. Seu gabinete negou irregularidades legais. Trump negou ter ordenado a busca, mas atacou Omar e a Somália em declarações à imprensa. Semanas antes, o secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, havia mencionado uma investigação sobre o histórico familiar da deputada.
O governador de Minnesota, Tim Walz, condenou a operação. Os líderes democratas da Câmara, Hakeem Jeffries, Katherine Clark e Pete Aguilar, criticaram a ação, assim como a deputada Rashida Tlaib e o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR), que apontou perseguição política e discriminação contra muçulmanos. Omar também é alvo de ataques por suas críticas à política externa estadunidense e ao apoio militar a Israel.
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Alakbarov pediu medidas concretas e um processo político que assegure segurança e dignidade a palestinos e israelenses.

Em publicação na rede social X, afirmou que os Estados Unidos pressionam países soberanos a apoiar suas ações, que classificou como “genocidas”. Díaz-Canel também mencionou a repressão contra líderes e funcionários e declarou que esses episódios demonstram o isolamento internacional da política estadunidense contra Cuba.
Nos próximos dias, o governo cubano apresentará à Assembleia Geral o relatório anual intitulado “Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba”. Segundo a Prensa Latina, o documento recebe o apoio da maioria dos países há mais de três décadas.

O decreto prevê acompanhamento policial obrigatório durante os atos e intervenção diante de violência, ameaças, danos a bens ou porte de armas. Também estabelece que os manifestantes sejam monitorados a pelo menos quatro metros de distância pelas autoridades. A reportagem do Aventuras na História descreveu a medida como uma forma de ampliar a repressão a protestos pacíficos. O texto também afirma que as manifestações ocorreram e reuniram pessoas que anteriormente haviam apoiado o presidente.

Furman afirmou que as organizações demonstraram probabilidade de sucesso na alegação de que a ordem presidencial viola a liberdade de expressão protegida pela Primeira Emenda e que a perda desse direito constitui dano irreparável. A liminar impede medidas punitivas contra os dois grupos com base em suas manifestações.
Em julho, a Democracy for the Arab World Now (DAWN), fundada pelo falecido jornalista Jamal Khashoggi, e a Taxpayer Alliance Against Genocide (TAAG) recorreram à Justiça após o secretário de Estado estadunidense, Marco Rubio, afirmar em artigo que os Estados Unidos estavam dispostos a desmantelar o TPI “tijolo por tijolo”. Em agosto, outros quatro grupos de direitos humanos processaram o governo Trump contra sanções ao tribunal, alegando que elas se baseiam em uma “pseudoemergência nacional que não tem fundamento na realidade”. Esse segundo processo continua em andamento.

Segundo a ativista, ela tentou conversar com representantes da empresa, mas não foi recebida. O documento exige medidas concretas antes do segundo turno, previsto para os próximos dias.
Entre as cinco reivindicações estão um plano emergencial para corrigir problemas de moderação, publicidade eleitoral e inteligência artificial, além de um painel público de transparência e canais para acompanhar denúncias e recorrer de bloqueios.
Gimenes também solicita uma auditoria independente dos sistemas de recomendação, alcance, moderação e publicidade, com resultados públicos, além da apuração de responsabilidades de dirigentes e gestores envolvidos na supervisão das ferramentas eleitorais.


“A escolha que temos diante de nós não é se confiamos na IA ou se a tememos. Devemos decidir se a gerenciamos por meio de um planejamento cuidadoso ou se permitimos que ela nos governe por padrão”, declarou.
O secretário-geral defendeu mecanismos de controle baseados em valores compartilhados, leis e instituições, destacando o papel das universidades na formação de profissionais e na produção de conhecimento. Ele pediu que pesquisadores tornem a ciência acessível, ensinem ética junto com engenharia e colaborem entre países para desenvolver uma IA segura, justa e acessível. As declarações foram divulgadas pela agência Prensa Latina.

A votação ocorre diante da possibilidade de cortes no Bay Area Rapid Transit (BART), que considera reduzir 70% dos serviços e fechar até 15 de suas 50 estações. O Caltrain pode suspender viagens aos fins de semana e fechar até um terço das estações, enquanto os sistemas Muni, de São Francisco, e AC Transit também avaliam encerrar linhas.
As mudanças podem afetar o transporte adaptado e a autonomia de pessoas com deficiência e baixa renda. Michelle Rousey, do Comitê de Acesso ao Transporte Adaptado da East Bay, afirmou que a redução das linhas regulares também diminui as opções de transporte adaptado. A crise foi agravada pela queda de passageiros durante a pandemia de Covid-19. Pesquisa da Joint Venture Silicon Valley, publicada no início de outubro, identificou apoio de 48% dos eleitores consultados à proposta. Um juiz rejeitou uma ação que contestava a formulação da medida. Moradores entrevistados pela reportagem relataram dificuldades de acesso a consultas médicas e serviços. A região concentra a maior quantidade de bilionários dos Estados Unidos, mas apresenta desigualdades na oferta de transporte público.

O levantamento foi realizado pela internet entre 10 e 13 de outubro, com cinco mil participantes, amostra efetiva de 1.783 respondentes e nível de confiança de 95%. Sobre a decisão de voto, 49% afirmaram que votariam definitivamente em Flávio, enquanto 48% disseram o mesmo sobre Lula. A rejeição é de 50% para o presidente e 48% para o senador. Entre os eleitores que não compareceram ao primeiro turno, 59% preferem Lula e 28% Flávio. Dos ausentes, 37% alegaram estar viajando e 21% tinham título eleitoral registrado em outra cidade. Entre eleitores de Augusto Cury, do Avante, Lula tem 64% e Flávio, 32%; entre os que votaram em Ronaldo Caiado, do PSD, Flávio registra 61% e Lula, 35%. A Palver ressalvou que esses grupos têm menos entrevistados, limitando a precisão das estimativas. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio obteve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%, segundo os dados citados pela Prensa Latina.

O Rio Grande do Sul recebeu cerca de R$ 467 milhões, equivalentes a 41% do total, incluindo R$ 326,5 milhões destinados à recuperação de estruturas atingidas pelas enchentes de abril e maio de 2024.
Os dados foram obtidos pela organização Fiquem Sabendo por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), com informações da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
A planilha registra estados e municípios beneficiados, tipos de desastres, obras financiadas e valores pagos por ano, além de datas das ocorrências, portarias de transferência, números de processos e ordens bancárias. Também reúne valores empenhados, cancelados e devolvidos.
O levantamento considera apenas os recursos efetivamente pagos.
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