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12 Ekim 2026
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Fome aumenta em regiões do Sudão afetadas pela guerra e pela seca

O risco de fome aumentou em regiões do Sudão afetadas pela guerra e pela seca associada ao El Niño, segundo alerta divulgado em 12 de outubro de 2026 pela Classificação Integrada da Fase de Segurança Alimentar (IPC), parceria que inclui o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
O documento aponta agravamento da desnutrição em áreas de Darfur e Cordofão, onde a assistência humanitária enfrenta falta de financiamento, insegurança e restrições de acesso. Em Jebel Marra Oriental, no Darfur do Sul, pesquisas em dois campos de deslocados identificaram desnutrição aguda entre crianças de 38% e 30,8%, índices acima do limite de referência para fome.
Em Darfur, 13 das 17 pesquisas nutricionais realizadas desde janeiro registraram níveis críticos. Em Nyala, a proporção de crianças atendidas por desnutrição aguda grave passou de 5% em janeiro para 11% em agosto. A seca atinge mais da metade do território sudanês, destrói plantações e reduz a renda das famílias. No Darfur do Norte, 64% das terras cultivadas apresentam crescimento precário das plantas. As chuvas chegaram no fim de setembro, tarde demais para salvar a maior parte dos cereais, e os preços desses alimentos devem continuar subindo. No Grande Cordofão, mais de 300 mil pessoas foram deslocadas desde outubro de 2025.
Até agosto, apenas 26% das pessoas que precisavam de tratamento para desnutrição aguda grave com complicações médicas haviam recebido atendimento. Sem tratamento, até dois terços desses pacientes podem morrer.
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ÚLTIMAS HISTÓRIAS

Alakbarov pediu medidas concretas e um processo político que assegure segurança e dignidade a palestinos e israelenses.

Em publicação na rede social X, afirmou que os Estados Unidos pressionam países soberanos a apoiar suas ações, que classificou como “genocidas”. Díaz-Canel também mencionou a repressão contra líderes e funcionários e declarou que esses episódios demonstram o isolamento internacional da política estadunidense contra Cuba.
Nos próximos dias, o governo cubano apresentará à Assembleia Geral o relatório anual intitulado “Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba”. Segundo a Prensa Latina, o documento recebe o apoio da maioria dos países há mais de três décadas.

O decreto prevê acompanhamento policial obrigatório durante os atos e intervenção diante de violência, ameaças, danos a bens ou porte de armas. Também estabelece que os manifestantes sejam monitorados a pelo menos quatro metros de distância pelas autoridades. A reportagem do Aventuras na História descreveu a medida como uma forma de ampliar a repressão a protestos pacíficos. O texto também afirma que as manifestações ocorreram e reuniram pessoas que anteriormente haviam apoiado o presidente.

Furman afirmou que as organizações demonstraram probabilidade de sucesso na alegação de que a ordem presidencial viola a liberdade de expressão protegida pela Primeira Emenda e que a perda desse direito constitui dano irreparável. A liminar impede medidas punitivas contra os dois grupos com base em suas manifestações.
Em julho, a Democracy for the Arab World Now (DAWN), fundada pelo falecido jornalista Jamal Khashoggi, e a Taxpayer Alliance Against Genocide (TAAG) recorreram à Justiça após o secretário de Estado estadunidense, Marco Rubio, afirmar em artigo que os Estados Unidos estavam dispostos a desmantelar o TPI “tijolo por tijolo”. Em agosto, outros quatro grupos de direitos humanos processaram o governo Trump contra sanções ao tribunal, alegando que elas se baseiam em uma “pseudoemergência nacional que não tem fundamento na realidade”. Esse segundo processo continua em andamento.

Segundo a ativista, ela tentou conversar com representantes da empresa, mas não foi recebida. O documento exige medidas concretas antes do segundo turno, previsto para os próximos dias.
Entre as cinco reivindicações estão um plano emergencial para corrigir problemas de moderação, publicidade eleitoral e inteligência artificial, além de um painel público de transparência e canais para acompanhar denúncias e recorrer de bloqueios.
Gimenes também solicita uma auditoria independente dos sistemas de recomendação, alcance, moderação e publicidade, com resultados públicos, além da apuração de responsabilidades de dirigentes e gestores envolvidos na supervisão das ferramentas eleitorais.


“A escolha que temos diante de nós não é se confiamos na IA ou se a tememos. Devemos decidir se a gerenciamos por meio de um planejamento cuidadoso ou se permitimos que ela nos governe por padrão”, declarou.
O secretário-geral defendeu mecanismos de controle baseados em valores compartilhados, leis e instituições, destacando o papel das universidades na formação de profissionais e na produção de conhecimento. Ele pediu que pesquisadores tornem a ciência acessível, ensinem ética junto com engenharia e colaborem entre países para desenvolver uma IA segura, justa e acessível. As declarações foram divulgadas pela agência Prensa Latina.

A votação ocorre diante da possibilidade de cortes no Bay Area Rapid Transit (BART), que considera reduzir 70% dos serviços e fechar até 15 de suas 50 estações. O Caltrain pode suspender viagens aos fins de semana e fechar até um terço das estações, enquanto os sistemas Muni, de São Francisco, e AC Transit também avaliam encerrar linhas.
As mudanças podem afetar o transporte adaptado e a autonomia de pessoas com deficiência e baixa renda. Michelle Rousey, do Comitê de Acesso ao Transporte Adaptado da East Bay, afirmou que a redução das linhas regulares também diminui as opções de transporte adaptado. A crise foi agravada pela queda de passageiros durante a pandemia de Covid-19. Pesquisa da Joint Venture Silicon Valley, publicada no início de outubro, identificou apoio de 48% dos eleitores consultados à proposta. Um juiz rejeitou uma ação que contestava a formulação da medida. Moradores entrevistados pela reportagem relataram dificuldades de acesso a consultas médicas e serviços. A região concentra a maior quantidade de bilionários dos Estados Unidos, mas apresenta desigualdades na oferta de transporte público.

O levantamento foi realizado pela internet entre 10 e 13 de outubro, com cinco mil participantes, amostra efetiva de 1.783 respondentes e nível de confiança de 95%. Sobre a decisão de voto, 49% afirmaram que votariam definitivamente em Flávio, enquanto 48% disseram o mesmo sobre Lula. A rejeição é de 50% para o presidente e 48% para o senador. Entre os eleitores que não compareceram ao primeiro turno, 59% preferem Lula e 28% Flávio. Dos ausentes, 37% alegaram estar viajando e 21% tinham título eleitoral registrado em outra cidade. Entre eleitores de Augusto Cury, do Avante, Lula tem 64% e Flávio, 32%; entre os que votaram em Ronaldo Caiado, do PSD, Flávio registra 61% e Lula, 35%. A Palver ressalvou que esses grupos têm menos entrevistados, limitando a precisão das estimativas. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio obteve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%, segundo os dados citados pela Prensa Latina.

O Rio Grande do Sul recebeu cerca de R$ 467 milhões, equivalentes a 41% do total, incluindo R$ 326,5 milhões destinados à recuperação de estruturas atingidas pelas enchentes de abril e maio de 2024.
Os dados foram obtidos pela organização Fiquem Sabendo por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), com informações da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
A planilha registra estados e municípios beneficiados, tipos de desastres, obras financiadas e valores pagos por ano, além de datas das ocorrências, portarias de transferência, números de processos e ordens bancárias. Também reúne valores empenhados, cancelados e devolvidos.
O levantamento considera apenas os recursos efetivamente pagos.
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