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Lula abre seus sigilos telefônico e bancário e desafia Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo
Lula entregará nesta terça-feira (20) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma autorização para a quebra de seus sigilos telefônico e bancário e dos sigilos de sua família. O presidente lançou o desafio a Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate presidencial da Band, no domingo (18), e voltou a fazê-lo na entrevista concedida ao SBT na segunda-feira (19).
Ao se dirigir ao adversário, Lula declarou: “Você que é um miliciano, que está provada a quantidade de mentiras, porque só no caso Vorcaro você já mentiu 43 vezes”. A declaração ocorreu em meio às acusações trocadas entre os candidatos durante a campanha presidencial.
Ao se dirigir ao adversário, Lula declarou: “Você que é um miliciano, que está provada a quantidade de mentiras, porque só no caso Vorcaro você já mentiu 43 vezes”. A declaração ocorreu em meio às acusações trocadas entre os candidatos durante a campanha presidencial.

Lula defende Desenrola 3 como oportunidade de recomeço para pequenos negócios
O presidente Lula defendeu o Desenrola 3 e afirmou que o programa deveria receber outro nome, por ser voltado a oferecer uma oportunidade de recomeço aos microempreendedores individuais (MEIs) e pequenos empresários.
Em entrevista ao telejornal SBT Brasil, gravada na segunda-feira (19), Lula rebateu as críticas da oposição de que a iniciativa teria finalidade eleitoral. “Não vou deixar de dar benefício porque tem eleição”, declarou. O presidente afirmou que a continuidade do benefício não dependerá do resultado das eleições e defendeu a manutenção da medida para a população brasileira.
Em entrevista ao telejornal SBT Brasil, gravada na segunda-feira (19), Lula rebateu as críticas da oposição de que a iniciativa teria finalidade eleitoral. “Não vou deixar de dar benefício porque tem eleição”, declarou. O presidente afirmou que a continuidade do benefício não dependerá do resultado das eleições e defendeu a manutenção da medida para a população brasileira.

Jurista Durval Noronha alerta para ações de Trump na América Latina e aponta apoio interno
O jurista Durval Noronha, que afirma combater o fascismo desde o período em que era estudante nos Estados Unidos, alertou para as ações do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na América Latina.
“Cercaram o Brasil”, declarou Noronha, acrescentando que essas ações contam com “o apoio de agentes públicos traidores”. O jurista participou do processo de criação da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Suas declarações relacionam a atuação estadunidense na região a riscos para a soberania brasileira e levantam questionamentos sobre a participação de agentes públicos nacionais, sem que o texto-base apresente nomes ou detalhes adicionais sobre as ações mencionadas.
“Cercaram o Brasil”, declarou Noronha, acrescentando que essas ações contam com “o apoio de agentes públicos traidores”. O jurista participou do processo de criação da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Suas declarações relacionam a atuação estadunidense na região a riscos para a soberania brasileira e levantam questionamentos sobre a participação de agentes públicos nacionais, sem que o texto-base apresente nomes ou detalhes adicionais sobre as ações mencionadas.

Lula destaca mobilização popular e defende redução da jornada de trabalho em sabatina ao SBT
Em sabatina ao SBT News, transmitida na segunda-feira (19), o presidente Lula afirmou que manifestações populares fortalecem sua campanha no segundo turno contra Flávio Bolsonaro. Lula declarou que ocorreram quase 1.700 mobilizações no último fim de semana e disse: “Isso me dá certeza que eu vou ganhar as eleições.”
O presidente defendeu o fim da escala 6×1 e a adoção do modelo 5×2, destacando a sobrecarga doméstica das mulheres. Também criticou setores empresariais contrários à ampliação de direitos trabalhistas e recordou a oposição a férias mais longas durante a Constituinte de 1946.
Lula anunciou que pretende enviar ao Congresso Nacional uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para garantir transporte coletivo gratuito aos sábados e domingos, com recursos provenientes das emendas parlamentares.
O presidente defendeu o fim da escala 6×1 e a adoção do modelo 5×2, destacando a sobrecarga doméstica das mulheres. Também criticou setores empresariais contrários à ampliação de direitos trabalhistas e recordou a oposição a férias mais longas durante a Constituinte de 1946.
Lula anunciou que pretende enviar ao Congresso Nacional uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para garantir transporte coletivo gratuito aos sábados e domingos, com recursos provenientes das emendas parlamentares.

Eleições em Israel apontam impasse entre Netanyahu e oposição
Pesquisas acompanhadas pelo The New Arab indicam que os blocos ligados a Benjamin Netanyahu e à oposição liderada por Gadi Eisenkot não alcançarão a maioria de 61 cadeiras no Knesset nas eleições de 27 de outubro de 2026.
Sete levantamentos realizados na semana anterior apontam 51 assentos para o bloco pró-Netanyahu e 51 para a oposição, enquanto os partidos que representam cidadãos palestinos de Israel, incluindo a Lista Conjunta e o Ra'am, podem ampliar sua representação de dez para 14 cadeiras. Uma pesquisa divulgada pelo Canal 12 na segunda-feira atribuiu 24 assentos ao partido Yashar, de Eisenkot, e 21 ao Likud, com 55 cadeiras para o bloco oposicionista e 51 para o governista. O partido Poder Judaico, de Itamar Ben-Gvir, pode conquistar oito assentos sem integrar uma lista conjunta, após ter participado das eleições de 2022 com o Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich.
Ben-Gvir defendeu a expulsão de palestinos de Gaza e da Cisjordânia ocupada e a execução de prisioneiros palestinos. Sua campanha nas redes sociais inclui imagens da destruição de casas palestinas em Jerusalém Oriental e um vídeo gerado por inteligência artificial. No sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou apoio a Netanyahu no Truth Social.
Na segunda-feira, Benny Gantz retirou sua candidatura pelo partido Azul e Branco, que não atingia o limite eleitoral necessário para entrar no parlamento. O The New Arab informou que a saída pode levar eleitores moderados a apoiar a oposição.
Sete levantamentos realizados na semana anterior apontam 51 assentos para o bloco pró-Netanyahu e 51 para a oposição, enquanto os partidos que representam cidadãos palestinos de Israel, incluindo a Lista Conjunta e o Ra'am, podem ampliar sua representação de dez para 14 cadeiras. Uma pesquisa divulgada pelo Canal 12 na segunda-feira atribuiu 24 assentos ao partido Yashar, de Eisenkot, e 21 ao Likud, com 55 cadeiras para o bloco oposicionista e 51 para o governista. O partido Poder Judaico, de Itamar Ben-Gvir, pode conquistar oito assentos sem integrar uma lista conjunta, após ter participado das eleições de 2022 com o Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich.
Ben-Gvir defendeu a expulsão de palestinos de Gaza e da Cisjordânia ocupada e a execução de prisioneiros palestinos. Sua campanha nas redes sociais inclui imagens da destruição de casas palestinas em Jerusalém Oriental e um vídeo gerado por inteligência artificial. No sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou apoio a Netanyahu no Truth Social.
Na segunda-feira, Benny Gantz retirou sua candidatura pelo partido Azul e Branco, que não atingia o limite eleitoral necessário para entrar no parlamento. O The New Arab informou que a saída pode levar eleitores moderados a apoiar a oposição.

Kremlin espera reunião de Putin com negociadores estadunidenses
Em coletiva realizada em Moscou nesta terça-feira, 20 de outubro de 2026, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que espera a marcação de uma reunião entre Vladimir Putin e os negociadores estadunidenses Steve Witkoff e Jared Kushner.
Segundo Peskov, Moscou espera receber informações sobre as consultas dos negociadores com autoridades ucranianas e europeias e continuar a troca de mensagens com Washington. Ele declarou que a Rússia valoriza os esforços de mediação estadunidenses. Sobre a Ucrânia, afirmou que as negociações precisam envolver um representante legítimo das autoridades do país, disposto a assumir responsabilidade e tomar decisões para encerrar a guerra.
Peskov também defendeu a retomada das negociações sobre estabilidade estratégica e desarmamento nuclear, afirmando que o mundo está sem um marco jurídico nessa área e que a situação representa um risco. Segundo ele, as conversas devem começar com antecedência e considerar os arsenais nucleares do Reino Unido e da França.
Sobre a cidade de Alyoshki, na região de Kherson, disse que estão em andamento esforços para enfrentar a crise humanitária, após o tema ser tratado em conversas de Putin com o papa e com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Peskov afirmou ainda que a Rússia continuará fornecendo energia aos mercados internacionais e defendeu o Ártico como região de cooperação. Ele declarou que Moscou está aberta ao diálogo, enquanto a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, se opõe a conversas com a Rússia. A TASS divulgou as declarações.
Segundo Peskov, Moscou espera receber informações sobre as consultas dos negociadores com autoridades ucranianas e europeias e continuar a troca de mensagens com Washington. Ele declarou que a Rússia valoriza os esforços de mediação estadunidenses. Sobre a Ucrânia, afirmou que as negociações precisam envolver um representante legítimo das autoridades do país, disposto a assumir responsabilidade e tomar decisões para encerrar a guerra.
Peskov também defendeu a retomada das negociações sobre estabilidade estratégica e desarmamento nuclear, afirmando que o mundo está sem um marco jurídico nessa área e que a situação representa um risco. Segundo ele, as conversas devem começar com antecedência e considerar os arsenais nucleares do Reino Unido e da França.
Sobre a cidade de Alyoshki, na região de Kherson, disse que estão em andamento esforços para enfrentar a crise humanitária, após o tema ser tratado em conversas de Putin com o papa e com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Peskov afirmou ainda que a Rússia continuará fornecendo energia aos mercados internacionais e defendeu o Ártico como região de cooperação. Ele declarou que Moscou está aberta ao diálogo, enquanto a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, se opõe a conversas com a Rússia. A TASS divulgou as declarações.

Enviado estadunidense contradiz versão sobre Trump e guerra contra o Irã
O enviado estadunidense Tom Barrack afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não seguiu Israel ao decidir declarar guerra ao Irã. A declaração foi feita à margem do Fórum de Segurança Global, em Doha.
Segundo o relato divulgado, a posição de Barrack contrasta com declarações anteriores da secretária de Estado do governo Trump, que havia apresentado uma versão diferente sobre a decisão. O representante não teve outras declarações reproduzidas no material enviado.
Segundo o relato divulgado, a posição de Barrack contrasta com declarações anteriores da secretária de Estado do governo Trump, que havia apresentado uma versão diferente sobre a decisão. O representante não teve outras declarações reproduzidas no material enviado.

ONU alerta para mais de 250 mil deslocados no Iêmen e bloqueio de ajuda humanitária em Taiz
Mais de 250 mil pessoas fugiram dos combates retomados no Iêmen, informou a ONU em 20 de outubro de 2026.
O alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, afirmou que o fechamento, por Ansar Allah, da única rota de abastecimento entre Taiz e Aden bloqueia a ajuda e o fornecimento de itens essenciais. Segundo Türk, 32 civis morreram na província, incluindo 14 crianças e nove mulheres.
Os confrontos entre Ansar Allah e o governo reconhecido internacionalmente, sediado em Aden, foram retomados no mês anterior, após a relativa calmaria iniciada com o cessar-fogo de 2022.
O representante do UNICEF no país, Akhil Iyer, relatou falta de alimentos, água potável e saneamento, além do esgotamento dos estoques de farinha de trigo. Dez dos 16 distritos da província já enfrentavam níveis de emergência de insegurança alimentar. O UNICEF informou que alimentos terapêuticos previamente armazenados não puderam ser distribuídos às unidades de saúde porque as rotas estavam fechadas.
A Organização Mundial da Saúde relatou que 12 hospitais tinham combustível para cerca de quatro dias, que havia déficit diário de cilindros de oxigênio e que 115 dos 127 medicamentos essenciais tinham estoques para uma semana ou menos.
O ACNUR alertou ainda para as necessidades de aproximadamente 65 mil refugiados e solicitantes de asilo, em sua maioria da Somália e da Etiópia.
O alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, afirmou que o fechamento, por Ansar Allah, da única rota de abastecimento entre Taiz e Aden bloqueia a ajuda e o fornecimento de itens essenciais. Segundo Türk, 32 civis morreram na província, incluindo 14 crianças e nove mulheres.
Os confrontos entre Ansar Allah e o governo reconhecido internacionalmente, sediado em Aden, foram retomados no mês anterior, após a relativa calmaria iniciada com o cessar-fogo de 2022.
O representante do UNICEF no país, Akhil Iyer, relatou falta de alimentos, água potável e saneamento, além do esgotamento dos estoques de farinha de trigo. Dez dos 16 distritos da província já enfrentavam níveis de emergência de insegurança alimentar. O UNICEF informou que alimentos terapêuticos previamente armazenados não puderam ser distribuídos às unidades de saúde porque as rotas estavam fechadas.
A Organização Mundial da Saúde relatou que 12 hospitais tinham combustível para cerca de quatro dias, que havia déficit diário de cilindros de oxigênio e que 115 dos 127 medicamentos essenciais tinham estoques para uma semana ou menos.
O ACNUR alertou ainda para as necessidades de aproximadamente 65 mil refugiados e solicitantes de asilo, em sua maioria da Somália e da Etiópia.

R$ 50 MIL POR PUBLICAÇÃO: TSE PROÍBE NIKOLAS FERREIRA E PABLO MARÇAL DE REPUBLICAREM FAKES
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, proibiu nesta segunda-feira (19) Nikolas Ferreira (PL-MG) e Pablo Marçal de republicarem conteúdos removidos por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A multa prevista é de R$ 50 mil por publicação, incluindo reproduções substancialmente idênticas.
A decisão também suspende até o fim do segundo turno o impulsionamento pago de publicações dos dois perfis no Instagram, Facebook, WhatsApp e X, além de proibir tratamento privilegiado na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições vigoram até as 23h59 de 25 de outubro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil para cada plataforma.
Cueva atendeu a um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que acusa Nikolas e Marçal de disseminar desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. O ministro ressaltou que o recebimento da ação não confirma irregularidades nem estabelece a responsabilidade dos investigados. A decisão será submetida ao plenário do TSE.
Também nesta segunda-feira, o ministro Marco Aurélio Bellizze deu 24 horas para a Meta comprovar o cumprimento de medidas destinadas a garantir igualdade na distribuição de conteúdos políticos e na veiculação de anúncios eleitorais. Lula e Flávio acionaram a Justiça Eleitoral, alegando prejuízos à divulgação de suas campanhas nas plataformas da empresa.
A decisão também suspende até o fim do segundo turno o impulsionamento pago de publicações dos dois perfis no Instagram, Facebook, WhatsApp e X, além de proibir tratamento privilegiado na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições vigoram até as 23h59 de 25 de outubro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil para cada plataforma.
Cueva atendeu a um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que acusa Nikolas e Marçal de disseminar desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. O ministro ressaltou que o recebimento da ação não confirma irregularidades nem estabelece a responsabilidade dos investigados. A decisão será submetida ao plenário do TSE.
Também nesta segunda-feira, o ministro Marco Aurélio Bellizze deu 24 horas para a Meta comprovar o cumprimento de medidas destinadas a garantir igualdade na distribuição de conteúdos políticos e na veiculação de anúncios eleitorais. Lula e Flávio acionaram a Justiça Eleitoral, alegando prejuízos à divulgação de suas campanhas nas plataformas da empresa.

JANONES É INTERNADO NA UTI APÓS DEBATE NA BAND COM QUADRO DE ARRITMIA CARDÍACA
O deputado federal André Janones foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar um quadro de arritmia cardíaca depois do debate eleitoral promovido pela TV Bandeirantes, no domingo (18 de outubro de 2026). Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (19) pelo jornalista Matheus Leitão, do Metrópoles, o parlamentar está clinicamente estável.
Janones permanece sob monitoramento cardíaco contínuo e recebe atendimento de uma equipe médica especializada. A cardiologista Ludhmila Hajjar é responsável por acompanhar o deputado durante a internação.
A arritmia cardíaca consiste em uma alteração no ritmo dos batimentos do coração, que podem ficar acelerados, lentos ou irregulares. A gravidade depende do tipo de alteração e das condições clínicas do paciente.
Até a publicação das informações, não haviam sido divulgados detalhes sobre a natureza da arritmia, os procedimentos realizados ou a previsão de alta hospitalar.
Janones permanece sob monitoramento cardíaco contínuo e recebe atendimento de uma equipe médica especializada. A cardiologista Ludhmila Hajjar é responsável por acompanhar o deputado durante a internação.
A arritmia cardíaca consiste em uma alteração no ritmo dos batimentos do coração, que podem ficar acelerados, lentos ou irregulares. A gravidade depende do tipo de alteração e das condições clínicas do paciente.
Até a publicação das informações, não haviam sido divulgados detalhes sobre a natureza da arritmia, os procedimentos realizados ou a previsão de alta hospitalar.

PRIVATIZAÇÃO DO SUS: FLÁVIO ADMITE FRACASSO NA SAÚDE DO GOVERNO DO PAI, RESPONSÁVEL POR MAIS DE 700 MIL MORTES POR COVID
No debate presidencial da Band, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou que o médico Cláudio Lottenberg, ex-presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, será seu ministro da Saúde caso seja eleito. O senador defendeu levar o chamado “padrão Einstein” ao Sistema Único de Saúde (SUS). Lula questionou se a proposta significaria privatizar o sistema, e Flávio não respondeu.
Durante o confronto, Flávio reconheceu que a atuação na área da saúde durante o governo de seu pai, Jair Bolsonaro, foi ruim, em um contexto marcado pela pandemia de Covid-19, que deixou mais de 700 mil mortos no Brasil. A crise sanitária foi agravada pela falta de coordenação federal e pelas críticas à condução da emergência pelo governo Bolsonaro, incluindo a resistência a medidas de proteção e a demora na resposta a recomendações sanitárias.
O presidente Lula afirmou que o adversário “nunca foi ao SUS” e declarou sobre Lottenberg: “Ele já foi presidente de uma empresa de saúde e não deu certo”.
Oftalmologista, Lottenberg presidiu o Einstein e foi secretário municipal de Saúde de São Paulo em 2005, durante a gestão de José Serra, quando participou da implantação das Organizações Sociais de Saúde (OSS) na rede municipal. Em entrevistas e artigos, defendeu ampliar a participação privada na gestão e na prestação de serviços do SUS, por meio de parcerias público-privadas, OSS e contratação de empresas. Em março de 2021, criticou a condução da pandemia pelo governo Jair Bolsonaro, apontando falta de coordenação federal e de lideranças que dessem exemplo no cumprimento das medidas sanitárias, incluindo o uso de máscaras. Questionado sobre essas declarações, Flávio afirmou estar “olhando para a frente”.
Durante o confronto, Flávio reconheceu que a atuação na área da saúde durante o governo de seu pai, Jair Bolsonaro, foi ruim, em um contexto marcado pela pandemia de Covid-19, que deixou mais de 700 mil mortos no Brasil. A crise sanitária foi agravada pela falta de coordenação federal e pelas críticas à condução da emergência pelo governo Bolsonaro, incluindo a resistência a medidas de proteção e a demora na resposta a recomendações sanitárias.
O presidente Lula afirmou que o adversário “nunca foi ao SUS” e declarou sobre Lottenberg: “Ele já foi presidente de uma empresa de saúde e não deu certo”.
Oftalmologista, Lottenberg presidiu o Einstein e foi secretário municipal de Saúde de São Paulo em 2005, durante a gestão de José Serra, quando participou da implantação das Organizações Sociais de Saúde (OSS) na rede municipal. Em entrevistas e artigos, defendeu ampliar a participação privada na gestão e na prestação de serviços do SUS, por meio de parcerias público-privadas, OSS e contratação de empresas. Em março de 2021, criticou a condução da pandemia pelo governo Jair Bolsonaro, apontando falta de coordenação federal e de lideranças que dessem exemplo no cumprimento das medidas sanitárias, incluindo o uso de máscaras. Questionado sobre essas declarações, Flávio afirmou estar “olhando para a frente”.

Lula cobra Flávio Bolsonaro sobre direitos sociais, segurança pública e recursos de Daniel Vorcaro
No debate do segundo turno da Band, em 18 de outubro de 2026, Lula questionou Flávio Bolsonaro sobre o voto contrário à ampliação da licença-maternidade de servidoras estaduais, em 2009, quando o senador era deputado no Rio de Janeiro. A proposta de Marcelo Freixo previa seis meses de licença, prorrogáveis por mais três, e foi aprovada por 45 votos a um. Lula também cobrou sua posição sobre o fim da escala 6×1, a proposta de jornada flexível defendida por aliados do PL e a admiração pelo modelo econômico de Javier Milei. Flávio não detalhou os efeitos de seus planos sobre direitos sociais e serviços públicos.
Na segurança, Lula perguntou sobre a atuação do senador em defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de matar Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, atingida por um disparo de fuzil em Niterói, em 2 de fevereiro de 2021. Também questionou a posição de Flávio sobre regras de identificação de munições previstas no PL 3.723/2019. No caso do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, Lula cobrou explicações sobre os US$ 24 milhões, equivalentes a cerca de R$ 134 milhões, negociados com Daniel Vorcaro. Reportagens e documentos citados pelo PT apontaram transferências para um fundo nos Estados Unidos e lacunas na prestação de contas; a Polícia Federal investiga possíveis irregularidades. Flávio afirmou que os recursos se destinavam ao filme, sem apresentar no debate detalhamento completo dos pagamentos.
Sobre fraudes em descontos do INSS, Lula defendeu as investigações iniciadas em seu governo e o ressarcimento das vítimas. Até março de 2026, cerca de 4,3 milhões de aposentados e pensionistas haviam recebido R$ 2,9 bilhões, segundo dados do INSS. Lula declarou que eventuais irregularidades devem ser investigadas, inclusive quando envolvam familiares.
Na segurança, Lula perguntou sobre a atuação do senador em defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de matar Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, atingida por um disparo de fuzil em Niterói, em 2 de fevereiro de 2021. Também questionou a posição de Flávio sobre regras de identificação de munições previstas no PL 3.723/2019. No caso do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, Lula cobrou explicações sobre os US$ 24 milhões, equivalentes a cerca de R$ 134 milhões, negociados com Daniel Vorcaro. Reportagens e documentos citados pelo PT apontaram transferências para um fundo nos Estados Unidos e lacunas na prestação de contas; a Polícia Federal investiga possíveis irregularidades. Flávio afirmou que os recursos se destinavam ao filme, sem apresentar no debate detalhamento completo dos pagamentos.
Sobre fraudes em descontos do INSS, Lula defendeu as investigações iniciadas em seu governo e o ressarcimento das vítimas. Até março de 2026, cerca de 4,3 milhões de aposentados e pensionistas haviam recebido R$ 2,9 bilhões, segundo dados do INSS. Lula declarou que eventuais irregularidades devem ser investigadas, inclusive quando envolvam familiares.

Flávio Bolsonaro atuou na defesa de policial que matou Ana Clara, menina de 5 anos
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, integrou a defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de matar Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, em Niterói (RJ), em 2 de fevereiro de 2021.
Segundo reportagens do Brasil de Fato, CartaCapital e Agência Estado, a menina foi atingida por disparos de fuzil quando estava na porta de casa com a mãe e o irmão de dois anos. Flávio assinou, em 2024, um recurso apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que determinou que o policial fosse submetido a júri popular. O pedido foi negado, e Delaroli continuava aguardando julgamento, conforme informações publicadas em setembro de 2026.
O caso voltou ao debate público em 18 de outubro, durante o confronto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro na Band. Lula perguntou por que o senador atuou para contestar a decisão que levaria o policial ao Tribunal do Júri e cobrou explicações sobre sua participação na defesa. Flávio respondeu que Lula não deveria “criminalizar a advocacia” e afirmou: “Nem teve julgamento, você já condenou o cara”.
Segundo reportagens do Brasil de Fato, CartaCapital e Agência Estado, a menina foi atingida por disparos de fuzil quando estava na porta de casa com a mãe e o irmão de dois anos. Flávio assinou, em 2024, um recurso apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que determinou que o policial fosse submetido a júri popular. O pedido foi negado, e Delaroli continuava aguardando julgamento, conforme informações publicadas em setembro de 2026.
O caso voltou ao debate público em 18 de outubro, durante o confronto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro na Band. Lula perguntou por que o senador atuou para contestar a decisão que levaria o policial ao Tribunal do Júri e cobrou explicações sobre sua participação na defesa. Flávio respondeu que Lula não deveria “criminalizar a advocacia” e afirmou: “Nem teve julgamento, você já condenou o cara”.

Debate na Band: Lula cobra explicações de Flávio Bolsonaro sobre patrimônio, trabalho e alianças
O primeiro debate do segundo turno entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro (PL), realizado pela Band em 18 de outubro de 2026, foi marcado por perguntas sobre patrimônio, relações empresariais, políticas sociais e propostas econômicas.
Segundo reportagem de Cezar Xavier, publicada pelo Vermelho, das sete perguntas diretas feitas por Lula no primeiro bloco, seis teriam recebido respostas indiretas ou contra-ataques. Entre os temas estavam os R$ 134 milhões negociados com Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro; o voto de Flávio contra a ampliação da licença-maternidade de servidoras, em 2009; o fim da escala 6×1; a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos; o modelo econômico do presidente argentino Javier Milei; e a maioridade penal.
Questionado sobre a compra de um imóvel de R$ 10 milhões em Angra dos Reis, Flávio respondeu: “Diferentemente de você, com o meu trabalho”, sem detalhar a origem dos recursos. Sobre a jornada 6×1, afirmou que faria o trabalhador “prosperar de verdade”. Lula defendeu a participação da União na segurança pública, políticas de estímulo aos pequenos negócios e medidas para microempreendedores individuais (MEIs), além das economias digital, verde e criativa. Flávio prometeu cortes de gastos e ajuste fiscal, sem especificar quais despesas seriam reduzidas ou quais políticas públicas seriam afetadas.
Segundo reportagem de Cezar Xavier, publicada pelo Vermelho, das sete perguntas diretas feitas por Lula no primeiro bloco, seis teriam recebido respostas indiretas ou contra-ataques. Entre os temas estavam os R$ 134 milhões negociados com Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro; o voto de Flávio contra a ampliação da licença-maternidade de servidoras, em 2009; o fim da escala 6×1; a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos; o modelo econômico do presidente argentino Javier Milei; e a maioridade penal.
Questionado sobre a compra de um imóvel de R$ 10 milhões em Angra dos Reis, Flávio respondeu: “Diferentemente de você, com o meu trabalho”, sem detalhar a origem dos recursos. Sobre a jornada 6×1, afirmou que faria o trabalhador “prosperar de verdade”. Lula defendeu a participação da União na segurança pública, políticas de estímulo aos pequenos negócios e medidas para microempreendedores individuais (MEIs), além das economias digital, verde e criativa. Flávio prometeu cortes de gastos e ajuste fiscal, sem especificar quais despesas seriam reduzidas ou quais políticas públicas seriam afetadas.

Caso Banco Master domina debate entre Lula e Flávio Bolsonaro, que não detalha destino de R$ 134 milhões
No debate presidencial da Band, em 18 de outubro de 2026, Lula questionou Flávio Bolsonaro sobre os US$ 24 milhões, equivalentes a cerca de R$ 134 milhões, negociados com Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. “O que que você fez com 134 milhões?”, perguntou o presidente. Flávio afirmou que os recursos foram destinados ao filme, mas não detalhou as transferências. Também acusou o governo de usar a Polícia Federal (PF) contra adversários e mencionou supostos pagamentos ao Instituto Lula, sem apresentar provas. Lula respondeu que as acusações deveriam ser investigadas.
Documentos da PF tornados públicos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) descrevem Flávio como “interlocutor direto” de Vorcaro nas negociações. A corporação apontou uma divergência contábil de US$ 9,5 milhões, cerca de R$ 48,1 milhões, nas remessas relacionadas à produção. Mais de US$ 12,3 milhões teriam sido enviados ao fundo Havengate, no Texas, administrado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro, enquanto a entrada documentada no Brasil foi de US$ 2,8 milhões. A PF investiga a hipótese de uso do filme para ocultação e desvio de recursos e pediu a prorrogação do inquérito por 90 dias.
Documentos da PF tornados públicos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) descrevem Flávio como “interlocutor direto” de Vorcaro nas negociações. A corporação apontou uma divergência contábil de US$ 9,5 milhões, cerca de R$ 48,1 milhões, nas remessas relacionadas à produção. Mais de US$ 12,3 milhões teriam sido enviados ao fundo Havengate, no Texas, administrado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro, enquanto a entrada documentada no Brasil foi de US$ 2,8 milhões. A PF investiga a hipótese de uso do filme para ocultação e desvio de recursos e pediu a prorrogação do inquérito por 90 dias.

Lula rebate Flávio sobre Lulinha e cita investigação sobre interferência de Bolsonaro na Polícia Federal
Durante o debate da Band, em 18 de outubro de 2026, Lula respondeu às acusações de Flávio Bolsonaro sobre seu filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, mencionando a troca de comando na Polícia Federal (PF) durante o governo Jair Bolsonaro e o mandado de prisão contra Eduardo Bolsonaro. Flávio afirmou que Lulinha estaria “fugido”. Lula rebateu: “Eu não sou pai que protege o filho como você foi protegido pelo seu pai. Não escondo nem mudo diretor da PF nem mando ministro embora.”
O presidente também acusou Eduardo, que vive nos Estados Unidos desde 2025, de atuar contra o Brasil. Flávio declarou que o irmão está “exilado”. A referência à PF remete à reunião ministerial de 22 de abril de 2020, cujo vídeo foi divulgado em maio daquele ano por decisão do ministro do STF Celso de Mello. Dois dias depois, Sergio Moro deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública e acusou Bolsonaro de tentar interferir na PF. A saída coincidiu com a exoneração do diretor-geral Maurício Valeixo. Segundo a reportagem do Brasil de Fato, Fábio Luís é alvo de três inquéritos no STF, abertos a partir de julho de 2026, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção junto a órgãos federais. Ele não foi denunciado nem é réu, e sua defesa nega irregularidades.
Eduardo Bolsonaro teve mandado de prisão expedido em 8 de outubro pelo ministro Alexandre de Moraes, após condenação a quatro anos e dois meses por coação no curso do processo. A condenação está relacionada à articulação de sanções do governo de Donald Trump contra o Brasil para pressionar o STF durante o julgamento da trama golpista. Eduardo afirma ser alvo de perseguição política e diz que não pretende retornar ao país.
O presidente também acusou Eduardo, que vive nos Estados Unidos desde 2025, de atuar contra o Brasil. Flávio declarou que o irmão está “exilado”. A referência à PF remete à reunião ministerial de 22 de abril de 2020, cujo vídeo foi divulgado em maio daquele ano por decisão do ministro do STF Celso de Mello. Dois dias depois, Sergio Moro deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública e acusou Bolsonaro de tentar interferir na PF. A saída coincidiu com a exoneração do diretor-geral Maurício Valeixo. Segundo a reportagem do Brasil de Fato, Fábio Luís é alvo de três inquéritos no STF, abertos a partir de julho de 2026, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção junto a órgãos federais. Ele não foi denunciado nem é réu, e sua defesa nega irregularidades.
Eduardo Bolsonaro teve mandado de prisão expedido em 8 de outubro pelo ministro Alexandre de Moraes, após condenação a quatro anos e dois meses por coação no curso do processo. A condenação está relacionada à articulação de sanções do governo de Donald Trump contra o Brasil para pressionar o STF durante o julgamento da trama golpista. Eduardo afirma ser alvo de perseguição política e diz que não pretende retornar ao país.

Lula questiona apoio de Flávio Bolsonaro ao modelo econômico de Milei diante da pobreza na Argentina
Durante o debate da TV Bandeirantes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva questionou se Flávio Bolsonaro (PL) continuava defendendo o modelo econômico do presidente argentino Javier Milei. “Você sabe quanto é que está a pobreza da Argentina? O desemprego?”, perguntou Lula.
Dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) indicam que 32,3% da população argentina estava abaixo da linha da pobreza no primeiro semestre de 2026, alta de 4,1 pontos percentuais em relação ao semestre anterior. O desemprego chegou a 7,9%, enquanto cerca de 245 mil empregos formais foram eliminados entre 2023 e meados de 2026. Milei apoia a candidatura de Flávio e participou do lançamento de sua campanha em São Paulo.
Desde que assumiu a Presidência argentina, em 2023, Milei eliminou ministérios, reduziu programas sociais e cortou despesas públicas. O ajuste atingiu aposentadorias, transferências sociais, universidades e subsídios de transporte e energia. O setor previdenciário respondeu por cerca de 19,2% da redução dos gastos estatais, enquanto os repasses à assistência social tiveram queda real de 45,6%. As transferências às universidades públicas caíram 27,9%, e os subsídios ao transporte e à energia foram reduzidos em 40% e 34%, respectivamente. O governo também contraiu uma dívida de US$ 20 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI), além dos US$ 57 bilhões negociados durante o governo de Mauricio Macri.
Flávio não respondeu!
Dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) indicam que 32,3% da população argentina estava abaixo da linha da pobreza no primeiro semestre de 2026, alta de 4,1 pontos percentuais em relação ao semestre anterior. O desemprego chegou a 7,9%, enquanto cerca de 245 mil empregos formais foram eliminados entre 2023 e meados de 2026. Milei apoia a candidatura de Flávio e participou do lançamento de sua campanha em São Paulo.
Desde que assumiu a Presidência argentina, em 2023, Milei eliminou ministérios, reduziu programas sociais e cortou despesas públicas. O ajuste atingiu aposentadorias, transferências sociais, universidades e subsídios de transporte e energia. O setor previdenciário respondeu por cerca de 19,2% da redução dos gastos estatais, enquanto os repasses à assistência social tiveram queda real de 45,6%. As transferências às universidades públicas caíram 27,9%, e os subsídios ao transporte e à energia foram reduzidos em 40% e 34%, respectivamente. O governo também contraiu uma dívida de US$ 20 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI), além dos US$ 57 bilhões negociados durante o governo de Mauricio Macri.
Flávio não respondeu!

Cientista político avalia debate: Flávio adotou postura arrogante enquanto Lula apresentou propostas
O cientista político Paulo Roberto de Sousa, professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), avaliou que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) adotou uma postura “arrogante” no debate com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado pela TV Bandeirantes em 18 de outubro de 2026. Em transmissão do Brasil de Fato, Sousa afirmou que o senador provocou Lula com gestos, movimentações e comentários, estratégia que, segundo ele, mobiliza eleitores já alinhados ao bolsonarismo e ao antipetismo, mas tem pouco efeito sobre indecisos.
O professor também disse que Flávio evitou responder a perguntas sobre economia e saúde e apresentou propostas sem demonstrar conhecimento da estrutura do Executivo. Sobre Lula, apontou nervosismo no início, sobretudo após referências à empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, investigada pela Polícia Federal. Na segunda metade do debate, porém, o presidente demonstrou mais desenvoltura, apresentou propostas e mencionou pontos de seu governo que precisam ser melhorados.
Sousa estimou que os indecisos representam entre 5% e 7% do eleitorado e avaliou que o encontro pouco alterou o cenário eleitoral. Também criticou o formato do debate, que, segundo ele, favorece a produção de cortes para redes sociais. Como alternativa, sugeriu discussões temáticas, tempos menores e direito de resposta para candidatos que não respondam às perguntas.
O próximo encontro entre Lula e Flávio estava previsto para 23 de outubro, na TV Globo.
O professor também disse que Flávio evitou responder a perguntas sobre economia e saúde e apresentou propostas sem demonstrar conhecimento da estrutura do Executivo. Sobre Lula, apontou nervosismo no início, sobretudo após referências à empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, investigada pela Polícia Federal. Na segunda metade do debate, porém, o presidente demonstrou mais desenvoltura, apresentou propostas e mencionou pontos de seu governo que precisam ser melhorados.
Sousa estimou que os indecisos representam entre 5% e 7% do eleitorado e avaliou que o encontro pouco alterou o cenário eleitoral. Também criticou o formato do debate, que, segundo ele, favorece a produção de cortes para redes sociais. Como alternativa, sugeriu discussões temáticas, tempos menores e direito de resposta para candidatos que não respondam às perguntas.
O próximo encontro entre Lula e Flávio estava previsto para 23 de outubro, na TV Globo.

Flávio Bolsonaro atuou na defesa de policial acusado de matar menina de cinco anos em Niterói
Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, morreu em 2 de fevereiro de 2021 após ser atingida por um disparo de fuzil enquanto brincava na porta de casa, na comunidade Monan Pequeno, em Niterói (RJ). Segundo denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), o tiro foi disparado pelo policial militar Bruno Dias Delaroli durante patrulhamento.
A acusação afirma que o agente atirou em direção a uma área residencial e de lazer, mesmo após moradores alertarem sobre a presença de pessoas. Preso preventivamente, Delaroli teve a prisão substituída por medidas cautelares em novembro de 2021. A Justiça determinou que ele fosse julgado pelo Tribunal do Júri. Em 2024, Flávio Bolsonaro (PL) integrou a defesa do policial e assinou recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar reverter a decisão, mas o pedido foi negado. Mais de cinco anos após a morte, o julgamento ainda não ocorreu.
No debate da Band em 18 de outubro de 2026, o presidente Lula questionou Flávio sobre sua atuação, mas o senador não respondeu. Lula também cobrou apoio do PL à PEC da Segurança Pública. A proposta busca ampliar a integração entre União, estados e municípios no combate ao crime organizado.
A acusação afirma que o agente atirou em direção a uma área residencial e de lazer, mesmo após moradores alertarem sobre a presença de pessoas. Preso preventivamente, Delaroli teve a prisão substituída por medidas cautelares em novembro de 2021. A Justiça determinou que ele fosse julgado pelo Tribunal do Júri. Em 2024, Flávio Bolsonaro (PL) integrou a defesa do policial e assinou recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar reverter a decisão, mas o pedido foi negado. Mais de cinco anos após a morte, o julgamento ainda não ocorreu.
No debate da Band em 18 de outubro de 2026, o presidente Lula questionou Flávio sobre sua atuação, mas o senador não respondeu. Lula também cobrou apoio do PL à PEC da Segurança Pública. A proposta busca ampliar a integração entre União, estados e municípios no combate ao crime organizado.

Lula questiona voto de Flávio Bolsonaro contra ampliação da licença-maternidade
Durante o debate presidencial da Band, em 18 de outubro de 2026, o presidente Lula questionou Flávio Bolsonaro (PL) por ter votado contra a ampliação da licença-maternidade das servidoras públicas estaduais do Rio de Janeiro.
Em 31 de março de 2009, quando era deputado estadual, Flávio foi o único parlamentar a rejeitar a proposta apresentada pelo então deputado Marcelo Freixo (PSOL), que ampliava o afastamento de quatro para seis meses. A medida recebeu 45 votos favoráveis e um contrário na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
“Você foi o único que votou contra dar mais dois meses para a mulher cuidar da criança. O que você tem contra as mulheres?”, perguntou Lula. Flávio não explicou seu voto e respondeu que não tinha nada contra as mulheres, mencionando sua esposa, Fernanda, e suas duas filhas. Lula insistiu que o candidato não havia respondido à pergunta e voltou a cobrar uma explicação sobre a rejeição à proposta.
Em 31 de março de 2009, quando era deputado estadual, Flávio foi o único parlamentar a rejeitar a proposta apresentada pelo então deputado Marcelo Freixo (PSOL), que ampliava o afastamento de quatro para seis meses. A medida recebeu 45 votos favoráveis e um contrário na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
“Você foi o único que votou contra dar mais dois meses para a mulher cuidar da criança. O que você tem contra as mulheres?”, perguntou Lula. Flávio não explicou seu voto e respondeu que não tinha nada contra as mulheres, mencionando sua esposa, Fernanda, e suas duas filhas. Lula insistiu que o candidato não havia respondido à pergunta e voltou a cobrar uma explicação sobre a rejeição à proposta.

Lula cobra apoio de Flávio Bolsonaro à PEC da Segurança Pública e destaca ações contra facções
O presidente Lula e Flávio Bolsonaro debateram segurança pública no início do confronto eleitoral da Band, em 18 de outubro de 2026. Flávio defendeu classificar facções criminosas como narcoterroristas e aumentar penas. Lula respondeu que o senador poderia ter apoiado a emenda constitucional enviada pelo governo ao Congresso para ampliar a atuação federal na segurança pública.
O presidente afirmou que a Constituição de 1988 atribuiu aos estados a responsabilidade pelo setor e declarou que os governos estaduais fracassaram no enfrentamento do problema. Lula também citou a Lei Antifacção, enviada pelo Executivo e aprovada pelo Congresso, como instrumento para aumentar as penas de integrantes de organizações criminosas. “Vamos combater o crime da esquina ao andar de cima”, declarou, defendendo ações contra integrantes que atuam nos territórios e aqueles que ocupam posições de comando.
O presidente afirmou que, se o Senado aprovar a PEC da Segurança Pública, criará o Ministério da Segurança Pública para coordenar ações entre União, estados e municípios. A proposta, aprovada pela Câmara em março de 2026, busca incluir o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição e ampliar a integração institucional.
O presidente afirmou que a Constituição de 1988 atribuiu aos estados a responsabilidade pelo setor e declarou que os governos estaduais fracassaram no enfrentamento do problema. Lula também citou a Lei Antifacção, enviada pelo Executivo e aprovada pelo Congresso, como instrumento para aumentar as penas de integrantes de organizações criminosas. “Vamos combater o crime da esquina ao andar de cima”, declarou, defendendo ações contra integrantes que atuam nos territórios e aqueles que ocupam posições de comando.
O presidente afirmou que, se o Senado aprovar a PEC da Segurança Pública, criará o Ministério da Segurança Pública para coordenar ações entre União, estados e municípios. A proposta, aprovada pela Câmara em março de 2026, busca incluir o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição e ampliar a integração institucional.

Lula cobra explicações de Flávio Bolsonaro sobre compra de mansão em Brasília e pedido de R$ 134 milhões
Durante o debate da Band, em 18 de outubro de 2026, o presidente Lula questionou Flávio Bolsonaro (PL) sobre a compra de uma mansão em Brasília, cujo valor divulgado é de R$ 6 milhões, embora o Portal Vermelho mencione suspeitas de que o preço real possa chegar a R$ 10 milhões.
Lula comparou o imóvel à própria residência e perguntou como o senador, que recebe salário semelhante, conseguiu pagar parte da aquisição à vista. Também mencionou recursos do Banco de Brasília (BRB), instituição relacionada ao caso do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Lula cobrou ainda explicações sobre um áudio no qual Flávio pede R$ 134 milhões a Vorcaro. O senador afirmou que o dinheiro seria destinado à produção de um filme sobre Jair Bolsonaro, sem responder às demais perguntas.
Segundo o Portal Vermelho, a mansão possui cerca de 1.100 metros quadrados de área construída em um terreno de 2.400 metros quadrados, quatro suítes e oito vagas de garagem, além de piscina, sauna, academia e spa. A Polícia Federal investiga a compra diante de suspeitas sobre as condições do financiamento concedido pelo BRB.
Lula comparou o imóvel à própria residência e perguntou como o senador, que recebe salário semelhante, conseguiu pagar parte da aquisição à vista. Também mencionou recursos do Banco de Brasília (BRB), instituição relacionada ao caso do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Lula cobrou ainda explicações sobre um áudio no qual Flávio pede R$ 134 milhões a Vorcaro. O senador afirmou que o dinheiro seria destinado à produção de um filme sobre Jair Bolsonaro, sem responder às demais perguntas.
Segundo o Portal Vermelho, a mansão possui cerca de 1.100 metros quadrados de área construída em um terreno de 2.400 metros quadrados, quatro suítes e oito vagas de garagem, além de piscina, sauna, academia e spa. A Polícia Federal investiga a compra diante de suspeitas sobre as condições do financiamento concedido pelo BRB.

TSE proíbe Nikolas Ferreira e Pablo Marçal de republicar conteúdos removidos e impõe multas
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou nesta segunda-feira (19) que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o influenciador Pablo Marçal não voltem a publicar conteúdos cuja remoção foi ordenada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A proibição também abrange reproduções substancialmente idênticas às publicações vetadas. O descumprimento poderá resultar em multa de R$ 50 mil por publicação.
Cueva determinou ainda que a Meta, responsável pelo WhatsApp, Instagram e Facebook, e o X impeçam o impulsionamento pago de conteúdos publicados pelas contas dos dois e não concedam tratamento privilegiado a esses perfis na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições valem até as 23h59 de 25 de outubro, e o descumprimento pelas plataformas poderá gerar multa diária de R$ 500 mil para cada empresa.
A decisão atende a um pedido da coligação do presidente Lula. Na ação, a campanha acusa Nikolas e Marçal de serem responsáveis pela divulgação de conteúdos fora dos canais oficiais e de disseminarem desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro.
Cueva determinou ainda que a Meta, responsável pelo WhatsApp, Instagram e Facebook, e o X impeçam o impulsionamento pago de conteúdos publicados pelas contas dos dois e não concedam tratamento privilegiado a esses perfis na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições valem até as 23h59 de 25 de outubro, e o descumprimento pelas plataformas poderá gerar multa diária de R$ 500 mil para cada empresa.
A decisão atende a um pedido da coligação do presidente Lula. Na ação, a campanha acusa Nikolas e Marçal de serem responsáveis pela divulgação de conteúdos fora dos canais oficiais e de disseminarem desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro.

Kremlin admite possibilidade de reunião entre Putin, Trump e Xi Jinping na cúpula da APEC
O Kremlin afirmou nesta segunda-feira (19) que o presidente russo Vladimir Putin, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente chinês Xi Jinping poderão se reunir à margem da cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC), prevista para o próximo mês, na China.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, comentou uma reportagem do Wall Street Journal segundo a qual Putin propôs o encontro para discutir o fim do conflito na Ucrânia. Peskov confirmou que a possibilidade foi mencionada, mas declarou que não houve propostas ou acordos sobre a reunião ou sua agenda. Ele também afirmou que os Estados Unidos mantêm esforços de mediação e que Moscou os considera.
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, criticou a possibilidade de um encontro entre os três presidentes. Em publicação no X, declarou que uma reunião entre os líderes da Ucrânia, dos Estados Unidos e da Rússia poderia acelerar o fim da guerra, enquanto um encontro entre Rússia, China e Estados Unidos teria o efeito oposto e incentivaria Putin a continuar as hostilidades.
Peskov afirmou que qualquer acordo de paz definitivo exigirá a participação de representantes de Kiev dispostos a assumir responsabilidades. As últimas negociações de paz mediadas pelos Estados Unidos ocorreram em fevereiro, antes de Washington e Israel iniciarem a guerra contra o Irã. Rússia e Ucrânia continuam sem convergência sobre os termos de um possível acordo.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, comentou uma reportagem do Wall Street Journal segundo a qual Putin propôs o encontro para discutir o fim do conflito na Ucrânia. Peskov confirmou que a possibilidade foi mencionada, mas declarou que não houve propostas ou acordos sobre a reunião ou sua agenda. Ele também afirmou que os Estados Unidos mantêm esforços de mediação e que Moscou os considera.
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, criticou a possibilidade de um encontro entre os três presidentes. Em publicação no X, declarou que uma reunião entre os líderes da Ucrânia, dos Estados Unidos e da Rússia poderia acelerar o fim da guerra, enquanto um encontro entre Rússia, China e Estados Unidos teria o efeito oposto e incentivaria Putin a continuar as hostilidades.
Peskov afirmou que qualquer acordo de paz definitivo exigirá a participação de representantes de Kiev dispostos a assumir responsabilidades. As últimas negociações de paz mediadas pelos Estados Unidos ocorreram em fevereiro, antes de Washington e Israel iniciarem a guerra contra o Irã. Rússia e Ucrânia continuam sem convergência sobre os termos de um possível acordo.

Pesquisador russo afirma que Europa tem pouca simpatia pela Ucrânia
Andrey Sushentsov, reitor da Escola de Relações Internacionais da Universidade MGIMO e membro do Conselho Científico e de Peritos do Conselho de Segurança da Rússia, afirmou à agência TASS, em Moscou, nesta segunda-feira (19), que os países europeus têm pouca simpatia pela Ucrânia e são indiferentes ao futuro de sua população e de suas fronteiras.
Segundo ele, a Europa não possui autonomia estratégica nem capacidade de ação coletiva baseada em uma posição comum, pois decisões exigem consenso entre quase 30 países e o continente não dispõe de um exército unificado. Sushentsov afirmou que governos europeus temem ser arrastados para uma crise militar com a Rússia e condicionam o envio de tropas à Ucrânia à existência de paz e de um cessar-fogo. Ele também declarou que o apoio europeu a Kiev é motivado, em parte, pela percepção de que o custo é limitado.
Segundo o pesquisador, o financiamento à Ucrânia se aproxima de US$ 500 bilhões, principalmente por meio de empréstimos concedidos pelos Estados-membros, já que a Comissão Europeia dispõe de orçamento próprio limitado. Para ele, os recursos não produziram os resultados estratégicos esperados e enfraqueceram a posição europeia.
Sushentsov afirmou que a atuação do continente se limita a declarações, cúpulas diplomáticas e encontros para fotografias, sem participação direta na crise militar. As declarações expressam a avaliação do representante russo sobre a política europeia.
Segundo ele, a Europa não possui autonomia estratégica nem capacidade de ação coletiva baseada em uma posição comum, pois decisões exigem consenso entre quase 30 países e o continente não dispõe de um exército unificado. Sushentsov afirmou que governos europeus temem ser arrastados para uma crise militar com a Rússia e condicionam o envio de tropas à Ucrânia à existência de paz e de um cessar-fogo. Ele também declarou que o apoio europeu a Kiev é motivado, em parte, pela percepção de que o custo é limitado.
Segundo o pesquisador, o financiamento à Ucrânia se aproxima de US$ 500 bilhões, principalmente por meio de empréstimos concedidos pelos Estados-membros, já que a Comissão Europeia dispõe de orçamento próprio limitado. Para ele, os recursos não produziram os resultados estratégicos esperados e enfraqueceram a posição europeia.
Sushentsov afirmou que a atuação do continente se limita a declarações, cúpulas diplomáticas e encontros para fotografias, sem participação direta na crise militar. As declarações expressam a avaliação do representante russo sobre a política europeia.
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