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Bernie Sanders e 12 parlamentares estadunidenses cobram auditoria da Meta sobre eleições brasileiras
O senador Bernie Sanders e outros 12 parlamentares estadunidenses enviaram, em 22 de outubro, uma carta a Mark Zuckerberg cobrando medidas para assegurar tratamento igualitário às candidaturas brasileiras nas plataformas da Meta, empresa responsável por Instagram, Facebook e WhatsApp. O grupo pede uma reunião, respostas a seis perguntas e uma auditoria independente sobre remoções, restrições e distribuição de conteúdo político.
Segundo a carta, a conta de anúncios da campanha de Lula foi desativada em 23 de setembro, e restrições no Instagram entre 9 e 10 de outubro teriam impedido impulsionamentos por quase 24 horas, com estimativa de 1,3 milhão de pessoas sem acesso aos anúncios. O documento cita reportagem da Folha de S.Paulo baseada em mensagens internas da empresa, que apontariam conhecimento de restrições prejudiciais à campanha de Lula e recomendações automatizadas favoráveis a Flávio Bolsonaro. Também menciona relatos reunidos pela organização Ctrl+Z e testes com a inteligência artificial da Meta.
Os parlamentares perguntam se houve conversas com o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a eleição brasileira e solicitam registros dessas comunicações, caso existam. A carta ainda cobra explicações sobre medidas anunciadas pela empresa para cumprir decisões da Justiça Eleitoral.
Fonte: PT, Rede PT de Comunicação.
Segundo a carta, a conta de anúncios da campanha de Lula foi desativada em 23 de setembro, e restrições no Instagram entre 9 e 10 de outubro teriam impedido impulsionamentos por quase 24 horas, com estimativa de 1,3 milhão de pessoas sem acesso aos anúncios. O documento cita reportagem da Folha de S.Paulo baseada em mensagens internas da empresa, que apontariam conhecimento de restrições prejudiciais à campanha de Lula e recomendações automatizadas favoráveis a Flávio Bolsonaro. Também menciona relatos reunidos pela organização Ctrl+Z e testes com a inteligência artificial da Meta.
Os parlamentares perguntam se houve conversas com o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a eleição brasileira e solicitam registros dessas comunicações, caso existam. A carta ainda cobra explicações sobre medidas anunciadas pela empresa para cumprir decisões da Justiça Eleitoral.
Fonte: PT, Rede PT de Comunicação.

MST alerta para risco ambiental de propostas de Flávio Bolsonaro
Em artigo publicado pelo MST, o jornalista Gustavo Faleiros, da Agência Pública, critica propostas ambientais de Flávio Bolsonaro e afirma que elas podem ampliar o desmatamento, o garimpo e a invasão de terras indígenas. O texto cita o engenheiro florestal Argemiro Teixeira Leite-Filho, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que estuda a relação entre a perda da floresta amazônica e a redução das chuvas em regiões agrícolas do país.
Faleiros afirma que, durante o governo de Jair Bolsonaro, o desmatamento na Amazônia aumentou 59,6% e as áreas de garimpo ilegal cresceram 92% em quatro anos. Em contraste, atribui à fiscalização do Ibama e do Exército, durante o governo Lula, ações para retirar garimpeiros da Terra Indígena Yanomami e a redução recente das derrubadas.
O artigo também critica a declaração de Flávio de que não demarcaria novas terras indígenas e suas propostas de revisão das atribuições do Ibama, do ICMBio e da Funai. Segundo o autor, a regularização de terras sem titulação, anunciada pelo candidato em evento no Pará em 19 de outubro, pode beneficiar ocupantes irregulares de áreas protegidas. Faleiros relaciona a preservação florestal à disponibilidade de água, energia e alimentos e critica o negacionismo climático de Flávio.
Fonte: MST, por Gustavo Faleiros, da Agência Pública.
Faleiros afirma que, durante o governo de Jair Bolsonaro, o desmatamento na Amazônia aumentou 59,6% e as áreas de garimpo ilegal cresceram 92% em quatro anos. Em contraste, atribui à fiscalização do Ibama e do Exército, durante o governo Lula, ações para retirar garimpeiros da Terra Indígena Yanomami e a redução recente das derrubadas.
O artigo também critica a declaração de Flávio de que não demarcaria novas terras indígenas e suas propostas de revisão das atribuições do Ibama, do ICMBio e da Funai. Segundo o autor, a regularização de terras sem titulação, anunciada pelo candidato em evento no Pará em 19 de outubro, pode beneficiar ocupantes irregulares de áreas protegidas. Faleiros relaciona a preservação florestal à disponibilidade de água, energia e alimentos e critica o negacionismo climático de Flávio.
Fonte: MST, por Gustavo Faleiros, da Agência Pública.

Lula defende fortalecimento de estatais, enquanto Flávio Bolsonaro propõe cortes e privatizações
Os planos de governo de Lula e Flávio Bolsonaro apresentam propostas diferentes para a administração pública, segundo reportagem da Agência Brasil publicada em 23 de outubro de 2026.
Lula propõe ampliar a eficiência dos serviços, a transparência, o controle dos gastos e a oferta de serviços digitais, além de preservar empresas como Petrobras, Embrapa e Correios como instrumentos de desenvolvimento e soberania. O programa também prevê investimentos em fontes de baixo carbono e mudanças no regime fiscal do Repetro para atender à descarbonização.
Flávio propõe um “tesouraço”, definido no documento como um “corte profundo e por todos os lados”, com redução de despesas administrativas, cargos comissionados e ministérios, além de uma reforma administrativa. Seu plano prevê retomar o Programa Nacional de Desestatização e vender ativos estatais considerados não estratégicos para atrair investimentos privados e reduzir o endividamento público. A reportagem recorda que, durante os quatro anos do governo Jair Bolsonaro, cerca de 76 empresas públicas foram privatizadas, incluindo a Eletrobras, vendida em junho de 2022 por R$ 33,7 bilhões. Lula, por sua vez, defende a manutenção das estatais, embora seus governos também tenham adotado concessões e parcerias público-privadas em setores como rodovias, portos e aeroportos. A concessão transfere a administração por prazo determinado, enquanto a privatização envolve a venda definitiva da empresa.
Fonte: Agência Brasil, por Luciano Nascimento.
Lula propõe ampliar a eficiência dos serviços, a transparência, o controle dos gastos e a oferta de serviços digitais, além de preservar empresas como Petrobras, Embrapa e Correios como instrumentos de desenvolvimento e soberania. O programa também prevê investimentos em fontes de baixo carbono e mudanças no regime fiscal do Repetro para atender à descarbonização.
Flávio propõe um “tesouraço”, definido no documento como um “corte profundo e por todos os lados”, com redução de despesas administrativas, cargos comissionados e ministérios, além de uma reforma administrativa. Seu plano prevê retomar o Programa Nacional de Desestatização e vender ativos estatais considerados não estratégicos para atrair investimentos privados e reduzir o endividamento público. A reportagem recorda que, durante os quatro anos do governo Jair Bolsonaro, cerca de 76 empresas públicas foram privatizadas, incluindo a Eletrobras, vendida em junho de 2022 por R$ 33,7 bilhões. Lula, por sua vez, defende a manutenção das estatais, embora seus governos também tenham adotado concessões e parcerias público-privadas em setores como rodovias, portos e aeroportos. A concessão transfere a administração por prazo determinado, enquanto a privatização envolve a venda definitiva da empresa.
Fonte: Agência Brasil, por Luciano Nascimento.

Governo destina R$ 97,5 mil por família para construir casas em assentamentos rurais
O Governo Federal financia a construção de moradias em assentamentos da reforma agrária por meio do Programa Nacional de Habitação Rural, na modalidade Crédito Instalação do INCRA e do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Cada família recebe R$ 97,5 mil para construir sua casa, mas devolve apenas R$ 4 mil, enquanto R$ 93,5 mil correspondem a subsídio habitacional.
O acesso ocorre por edital público do INCRA, mediante associações e entidades sem fins lucrativos, que organizam projetos com participação das famílias. Os materiais são adquiridos individual ou coletivamente, e a mão de obra é remunerada e contratada entre assentados e moradores da região. Também existe a opção de autoconstrução.
Segundo o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), três entidades vinculadas ao movimento executam 300 casas em dez assentamentos paulistas. A AREDAFUS constrói 65 unidades em Guaraci e 14 em Orlândia. O Instituto Laudenor de Souza executa 22 em Riversul, 35 em Agudos, 33 em Iaras, oito em Apiaí e seis em Cajamar. A AAMVAP constrói 52 casas em Tremembé, 12 em outro assentamento do município e 20 em Taubaté.
Os projetos foram elaborados por 17 arquitetos e engenheiros, com gestão das obras pelas famílias. As construções utilizam alvenaria, madeira, taipa de mão, teto verde e tijolos ecológicos, além de prever saneamento agroecológico.
Fonte: MST, 23/10/2026
O acesso ocorre por edital público do INCRA, mediante associações e entidades sem fins lucrativos, que organizam projetos com participação das famílias. Os materiais são adquiridos individual ou coletivamente, e a mão de obra é remunerada e contratada entre assentados e moradores da região. Também existe a opção de autoconstrução.
Segundo o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), três entidades vinculadas ao movimento executam 300 casas em dez assentamentos paulistas. A AREDAFUS constrói 65 unidades em Guaraci e 14 em Orlândia. O Instituto Laudenor de Souza executa 22 em Riversul, 35 em Agudos, 33 em Iaras, oito em Apiaí e seis em Cajamar. A AAMVAP constrói 52 casas em Tremembé, 12 em outro assentamento do município e 20 em Taubaté.
Os projetos foram elaborados por 17 arquitetos e engenheiros, com gestão das obras pelas famílias. As construções utilizam alvenaria, madeira, taipa de mão, teto verde e tijolos ecológicos, além de prever saneamento agroecológico.
Fonte: MST, 23/10/2026

Richarlison acusa Flávio Bolsonaro e advogado de tomar ilha após investimento de R$ 10 milhões
O jogador Richarlison acusa o senador Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz de obterem a posse de uma ilha em Angra dos Reis (RJ) após o atleta investir R$ 10 milhões no imóvel. Em vídeo nas redes sociais, o presidente Lula pediu à Polícia Federal que investigue o caso: “Estou pedindo para a Polícia Federal investigar para saber onde que foi feito o trambique”.
Segundo Richarlison, a regularização junto à Secretaria do Patrimônio da União ficou parada por dez meses. Nesse período, ele recusou propostas de compra, incluindo uma atribuída a Flávio. O jogador afirma que, após a recusa, Willer conseguiu a posse da ilha por meio de uma medida judicial em menos de 24 horas. “Flávio Bolsonaro e o tal do Willer Tomaz foram lá e, em 24 horas, pegaram a posse da ilha”, declarou. O imóvel foi adquirido pela empresa Sport 70, sociedade entre o atleta e seu ex-empresário, Renato Velasco.
Richarlison também relatou que homens armados expulsaram do local familiares, crianças, funcionários e a esposa grávida de Velasco.
O advogado havia afirmado que transferiria os direitos do imóvel caso fossem apresentadas provas da compra, mas depois declarou que não recebeu comprovação e orientou o jogador a cobrar quem o teria enganado. O caso poderá integrar uma investigação da PF sobre suspeitas de lavagem de dinheiro relacionadas a descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS.
A reportagem do portal Vermelho também aponta vínculos financeiros entre Flávio e Willer, além de investigações sobre movimentações de cerca de R$ 5 bilhões em apostas em 2025. As acusações ainda dependem de apuração.
Segundo Richarlison, a regularização junto à Secretaria do Patrimônio da União ficou parada por dez meses. Nesse período, ele recusou propostas de compra, incluindo uma atribuída a Flávio. O jogador afirma que, após a recusa, Willer conseguiu a posse da ilha por meio de uma medida judicial em menos de 24 horas. “Flávio Bolsonaro e o tal do Willer Tomaz foram lá e, em 24 horas, pegaram a posse da ilha”, declarou. O imóvel foi adquirido pela empresa Sport 70, sociedade entre o atleta e seu ex-empresário, Renato Velasco.
Richarlison também relatou que homens armados expulsaram do local familiares, crianças, funcionários e a esposa grávida de Velasco.
O advogado havia afirmado que transferiria os direitos do imóvel caso fossem apresentadas provas da compra, mas depois declarou que não recebeu comprovação e orientou o jogador a cobrar quem o teria enganado. O caso poderá integrar uma investigação da PF sobre suspeitas de lavagem de dinheiro relacionadas a descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS.
A reportagem do portal Vermelho também aponta vínculos financeiros entre Flávio e Willer, além de investigações sobre movimentações de cerca de R$ 5 bilhões em apostas em 2025. As acusações ainda dependem de apuração.

Ex-deputado argentino: “O que Flávio Bolsonaro propõe é o que estamos sofrendo na Argentina”.
José Campagnoli, ex-deputado de Buenos Aires e integrante do Movimento Direito ao Futuro, afirmou ao Brasil de Fato que o governo de Javier Milei destruiu 370 mil empregos formais e levou ao fechamento de 30 mil empresas desde dezembro de 2023.
Segundo ele, funcionários públicos perderam entre 30% e 37% da renda, aposentados perderam 20% e trabalhadores formais do setor privado tiveram redução de 5% a 7%. Campagnoli relaciona esses números à queda da atividade industrial, da construção e do comércio, além da paralisação das obras públicas. Em contrapartida, cresceram setores como hidrocarbonetos, mineração, agronegócio e intermediação financeira, que, segundo ele, não geram empregos na mesma proporção. O dirigente também aponta aumento da pobreza, da indigência, da informalidade e do pluriemprego, além de cortes no financiamento da educação e da ciência.
Pesquisadores do Conicet e docentes universitários perderam entre 30% e 40% do poder aquisitivo, segundo a entrevista. Na política externa, Campagnoli criticou a decisão de Milei de não integrar os Brics e seu alinhamento com Donald Trump e Benjamin Netanyahu, destacando que Brasil e China estão entre os principais parceiros comerciais argentinos. Sobre o segundo turno brasileiro, declarou: “O que Flávio Bolsonaro propõe é o que estamos sofrendo na Argentina”.
O economista Emiliano López, da Universidade Nacional de La Plata, também relatou que trabalhadores com emprego precisam acumular duas ou três ocupações para chegar ao fim do mês.
Segundo ele, funcionários públicos perderam entre 30% e 37% da renda, aposentados perderam 20% e trabalhadores formais do setor privado tiveram redução de 5% a 7%. Campagnoli relaciona esses números à queda da atividade industrial, da construção e do comércio, além da paralisação das obras públicas. Em contrapartida, cresceram setores como hidrocarbonetos, mineração, agronegócio e intermediação financeira, que, segundo ele, não geram empregos na mesma proporção. O dirigente também aponta aumento da pobreza, da indigência, da informalidade e do pluriemprego, além de cortes no financiamento da educação e da ciência.
Pesquisadores do Conicet e docentes universitários perderam entre 30% e 40% do poder aquisitivo, segundo a entrevista. Na política externa, Campagnoli criticou a decisão de Milei de não integrar os Brics e seu alinhamento com Donald Trump e Benjamin Netanyahu, destacando que Brasil e China estão entre os principais parceiros comerciais argentinos. Sobre o segundo turno brasileiro, declarou: “O que Flávio Bolsonaro propõe é o que estamos sofrendo na Argentina”.
O economista Emiliano López, da Universidade Nacional de La Plata, também relatou que trabalhadores com emprego precisam acumular duas ou três ocupações para chegar ao fim do mês.

“Se o filme do Bolsonaro passasse pela lei Rouanet, seria impossível ter corrupção.”
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, pediu recursos ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do extinto Banco Master, para financiar o filme biográfico “Dark Horse”, sobre seu pai, Jair Bolsonaro.
Em entrevista ao Brasil de Fato, o diretor Rodrigo França comparou o financiamento da produção com as exigências da Lei Rouanet, que prevê comprovação de despesas por notas fiscais e devolução de valores não utilizados. “Se o filme do Bolsonaro passasse pela lei Rouanet, seria impossível ter corrupção”, declarou. França explicou que a autorização para captar recursos não garante que o dinheiro será obtido e que os gastos precisam ser comprovados perante o Ministério da Cultura.
A declaração de França ocorreu durante entrevista sobre o musical biográfico de Jorge Aragão, previsto para estrear no primeiro semestre de 2027.
Em entrevista ao Brasil de Fato, o diretor Rodrigo França comparou o financiamento da produção com as exigências da Lei Rouanet, que prevê comprovação de despesas por notas fiscais e devolução de valores não utilizados. “Se o filme do Bolsonaro passasse pela lei Rouanet, seria impossível ter corrupção”, declarou. França explicou que a autorização para captar recursos não garante que o dinheiro será obtido e que os gastos precisam ser comprovados perante o Ministério da Cultura.
A declaração de França ocorreu durante entrevista sobre o musical biográfico de Jorge Aragão, previsto para estrear no primeiro semestre de 2027.

TSE exige explicações da Meta sobre alcance de vídeo de Nikolas Ferreira
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu 12 horas para a Meta explicar a amplificação algorítmica do perfil do deputado Nikolas Ferreira no Instagram, sob pena de multa de R$ 100 mil por hora de atraso. A cobrança ocorreu após a campanha de Lula questionar o alcance de um vídeo de Nikolas em apoio a Flávio Bolsonaro, que teria alcançado 103,2 milhões de visualizações em nove horas e ultrapassado posteriormente 160 milhões.
Segundo a ação, o conteúdo obteve 12 milhões de visualizações em 30 minutos e 50 milhões em três horas, números que, conforme a campanha, nenhuma das dez maiores contas globais do Instagram teria registrado em 2026. O TSE quer informações sobre a origem das visualizações, incluindo acessos de seguidores, não seguidores e recomendações do algoritmo. A Meta nega favorecimento e afirma que o alcance das publicações é determinado pelo engajamento, não pelo número de seguidores.
Segundo a ação, o conteúdo obteve 12 milhões de visualizações em 30 minutos e 50 milhões em três horas, números que, conforme a campanha, nenhuma das dez maiores contas globais do Instagram teria registrado em 2026. O TSE quer informações sobre a origem das visualizações, incluindo acessos de seguidores, não seguidores e recomendações do algoritmo. A Meta nega favorecimento e afirma que o alcance das publicações é determinado pelo engajamento, não pelo número de seguidores.

Pesquisa Vox Brasil aponta Lula com 50,6% dos votos válidos e Flávio Bolsonaro com 49,4%
Pesquisa Vox Brasil divulgada nesta sexta-feira (23) aponta o presidente Lula com 50,6% dos votos válidos, contra 49,4% de Flávio Bolsonaro na disputa pelo segundo turno presidencial. A dois dias da votação, Lula também aparece com 45,4% das intenções de voto total, ante 44,3% do adversário. Na rejeição, o levantamento registra 44,8% para Lula e 47,1% para Flávio. Considerando a margem de erro de 2,15 pontos percentuais, a disputa permanece tecnicamente empatada.

Madonna declara apoio a Lula e pede voto no presidente na reta final do segundo turno
A cantora Madonna declarou apoio ao presidente Lula e pediu votos para o petista no segundo turno das eleições presidenciais. Em publicação nos stories do Instagram nesta sexta-feira (23), a artista compartilhou uma mensagem em defesa da democracia, dos povos indígenas, da Amazônia, da educação, da ciência, da cultura e do combate à fome. “Pela vida e pelo nosso futuro. Vote Lula. Vote 13”, diz a publicação compartilhada por Madonna. A cantora utilizou como trilha sonora a música “Aquarela do Brasil”, na voz de Gal Costa. A manifestação ocorreu dois dias antes do segundo turno, marcado para domingo (25).

Lula alcança pico de 1 milhão de espectadores em live após cancelamento de transmissão de flávio
Flávio Bolsonaro cancelou a transmissão ao vivo que faria no YouTube às 19h de quinta-feira (22), alegando que era aniversário de sua esposa, Fernanda Bolsonaro. No mesmo horário, o presidente Lula estreou nas transmissões ao vivo na plataforma, em uma iniciativa organizada pelo deputado André Janones. A transmissão de Lula registrou pico de 1 milhão de espectadores simultâneos. A iniciativa integra a estratégia da campanha petista para ampliar sua presença digital na reta final do segundo turno e estabelecer comunicação direta com o público pelas redes sociais.

Carta assinada por 35 bispos aponta riscos democráticos em candidatura de Flávio Bolsonaro
Uma carta aberta assinada por 35 bispos católicos de diferentes regiões do Brasil afirma que a candidatura de Flávio Bolsonaro ameaça a democracia, a soberania nacional e o bem comum. Embora não cite o senador nominalmente, o documento menciona posições atribuídas a ele, como a oposição ao fim da escala 6x1, a defesa do acesso a armas e a negação de problemas relacionados à crise climática.
Os religiosos afirmam que entregar o país a essa candidatura representaria uma “contradição com os ensinamentos” da Igreja e convocam os católicos a votar no domingo “em defesa da democracia, dos valores humanitários, dos pobres e dos ensinamentos de nossa Igreja”.
A carta também menciona homenagens da família Bolsonaro ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra e afirma que um dos candidatos é filho de um ex-presidente condenado por atentar contra a democracia. Até a tarde de quinta-feira (22), o manifesto permanecia aberto a novas adesões.
As informações foram publicadas na coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.
Os religiosos afirmam que entregar o país a essa candidatura representaria uma “contradição com os ensinamentos” da Igreja e convocam os católicos a votar no domingo “em defesa da democracia, dos valores humanitários, dos pobres e dos ensinamentos de nossa Igreja”.
A carta também menciona homenagens da família Bolsonaro ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra e afirma que um dos candidatos é filho de um ex-presidente condenado por atentar contra a democracia. Até a tarde de quinta-feira (22), o manifesto permanecia aberto a novas adesões.
As informações foram publicadas na coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Camila Pitanga questiona atuação de Flávio na defesa de policial acusado pela morte de criança
Durante uma transmissão ao vivo com o presidente Lula e o deputado André Janones, a atriz Camila Pitanga questionou a atuação de Flávio Bolsonaro na defesa do policial militar Bruno Delaroli, acusado pela morte de Ana Clara Gomes Machado, menina de 5 anos morta durante uma ação policial em Niterói, no Rio de Janeiro. “Não dá para compreender uma pessoa que quer ser chefe de Estado defender alguém acusado de matar uma criança de 5 anos. E ele não explica nada!”, declarou a atriz.
Camila voltou a abordar o caso, que também foi tema do episódio “O Julgamento que Nunca Aconteceu”, da série Revelando, apresentado por ela. Flávio atuou como advogado na defesa de Delaroli, que ainda não foi julgado pela morte da criança.
Camila voltou a abordar o caso, que também foi tema do episódio “O Julgamento que Nunca Aconteceu”, da série Revelando, apresentado por ela. Flávio atuou como advogado na defesa de Delaroli, que ainda não foi julgado pela morte da criança.

Economista aponta risco de recessão com plano de Flávio Bolsonaro para cortar gastos públicos
A proposta de Flávio Bolsonaro de reduzir os gastos públicos em até 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) pode provocar recessão, ampliar a desigualdade e reduzir a arrecadação tributária, segundo artigo da economista Laura Carvalho, professora da Universidade de São Paulo (USP), e do Nobel de Economia Joseph E. Stiglitz, publicado no Project Syndicate. Os autores estimam que os cortes poderiam reduzir a atividade econômica em 2,7% do PIB no primeiro ano e em 3,2% em dois anos. Embora a equipe de Flávio afirme que o Bolsa Família será preservado, não especificou quais despesas seriam reduzidas. O orçamento federal inclui Previdência, benefícios vinculados ao salário mínimo, saúde e educação. A retração do consumo também afetaria trabalhadores informais, motoristas de aplicativos, vendedores ambulantes e pequenos empresários.
Carvalho e Stiglitz afirmam que cerca de 53% da dívida brasileira está vinculada à Selic e que cortar despesas não resolveria fatores como juros elevados, características do mercado financeiro e volatilidade cambial. Eles também criticam a proposta de reduzir impostos sem corrigir distorções tributárias. Em contraponto, citam o crescimento do PIB de 3,2% em 2023 e 3,4% em 2024, além da queda da pobreza durante o governo Lula.
Defendem rever benefícios tributários que favorecem os mais ricos, limitar emendas parlamentares e aumentar a tributação efetiva dos super-ricos para financiar transporte público, habitação e infraestrutura de cuidados.
Carvalho e Stiglitz afirmam que cerca de 53% da dívida brasileira está vinculada à Selic e que cortar despesas não resolveria fatores como juros elevados, características do mercado financeiro e volatilidade cambial. Eles também criticam a proposta de reduzir impostos sem corrigir distorções tributárias. Em contraponto, citam o crescimento do PIB de 3,2% em 2023 e 3,4% em 2024, além da queda da pobreza durante o governo Lula.
Defendem rever benefícios tributários que favorecem os mais ricos, limitar emendas parlamentares e aumentar a tributação efetiva dos super-ricos para financiar transporte público, habitação e infraestrutura de cuidados.

Poder de compra cresceu no governo Lula e caiu sob Bolsonaro
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicam que o poder de compra médio dos trabalhadores cresceu 5,4% ao ano entre 2023 e 2025, durante o terceiro governo Lula, após cair 1,4% ao ano entre 2019 e 2022, sob Jair Bolsonaro. O levantamento de Marcos Hecksher, publicado pelo Observatório de Geopolítica no Jornal GGN, aponta ganhos no governo Lula em todos os setores analisados, incluindo indústria, comércio, administração pública, serviços e agropecuária.
Em 2019, antes da pandemia de covid-19, o salário mínimo ficou sem ganho real e o poder de compra médio recuou 0,6%. Sob Bolsonaro, as vendas de supermercados cresceram 3,8% em quatro anos, enquanto a quantidade vendida de móveis e eletrodomésticos caiu 0,6%. No governo Lula, o comércio avançou 9,5%, e as vendas de carros, motos e peças cresceram 18,3%. Dados atribuídos ao Fundo Monetário Internacional (FMI) indicam crescimento médio anual do PIB de 1,4% no Brasil durante Bolsonaro e de 3% no governo Lula 3. A inflação média anual passou de 6,1% para 4,6%. Entre 2023 e 2025, o desemprego caiu de 8% para 6% no Brasil, enquanto subiu de 6,1% para 7,4% na Argentina. Segundo o levantamento, a pobreza caiu 8,6 pontos percentuais e a extrema pobreza, 3 pontos, entre 2023 e 2025.
O estudo também registra queda das mortes violentas e do desmatamento da Amazônia durante o governo Lula.
Em 2019, antes da pandemia de covid-19, o salário mínimo ficou sem ganho real e o poder de compra médio recuou 0,6%. Sob Bolsonaro, as vendas de supermercados cresceram 3,8% em quatro anos, enquanto a quantidade vendida de móveis e eletrodomésticos caiu 0,6%. No governo Lula, o comércio avançou 9,5%, e as vendas de carros, motos e peças cresceram 18,3%. Dados atribuídos ao Fundo Monetário Internacional (FMI) indicam crescimento médio anual do PIB de 1,4% no Brasil durante Bolsonaro e de 3% no governo Lula 3. A inflação média anual passou de 6,1% para 4,6%. Entre 2023 e 2025, o desemprego caiu de 8% para 6% no Brasil, enquanto subiu de 6,1% para 7,4% na Argentina. Segundo o levantamento, a pobreza caiu 8,6 pontos percentuais e a extrema pobreza, 3 pontos, entre 2023 e 2025.
O estudo também registra queda das mortes violentas e do desmatamento da Amazônia durante o governo Lula.

Pesquisador aponta: risco de Trump contestar eleições e impor sanções ao Brasil
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode contestar o resultado das eleições de meio de mandato, em novembro, caso seja derrotado. Pesquisa divulgada pelo The Washington Post, em parceria com a ABC News e o instituto Ipsos, aponta que 70% dos estadunidenses consultados consideram possível que ele não reconheça o resultado.
Em entrevista à Rádio Brasil de Fato, o professor e pesquisador de Relações Internacionais Ricardo Leães afirmou que Trump pode recorrer novamente à narrativa de fraude eleitoral. O presidente registra 30% de aprovação, e candidatos republicanos tentam se distanciar de seu governo. Leães avalia que os democratas podem aproveitar o desgaste para conquistar cadeiras no Senado, embora apenas um terço das vagas esteja em disputa.
Sobre a eleição brasileira, marcada pela disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o pesquisador alertou para o risco de Trump não reconhecer uma eventual vitória de Lula. Segundo ele, bolsonaristas podem questionar as urnas eletrônicas caso Flávio perca. Leães descarta uma intervenção militar estadunidense no Brasil, mas considera possíveis sanções econômicas, diplomáticas e políticas.
O pesquisador também aponta que uma derrota republicana nas eleições de meio de mandato pode levar Trump a recuar ou, em outra hipótese, intensificar a pressão contra o Brasil. Para Leães, defender a soberania brasileira exige medidas concretas, além de declarações públicas.
Em entrevista à Rádio Brasil de Fato, o professor e pesquisador de Relações Internacionais Ricardo Leães afirmou que Trump pode recorrer novamente à narrativa de fraude eleitoral. O presidente registra 30% de aprovação, e candidatos republicanos tentam se distanciar de seu governo. Leães avalia que os democratas podem aproveitar o desgaste para conquistar cadeiras no Senado, embora apenas um terço das vagas esteja em disputa.
Sobre a eleição brasileira, marcada pela disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o pesquisador alertou para o risco de Trump não reconhecer uma eventual vitória de Lula. Segundo ele, bolsonaristas podem questionar as urnas eletrônicas caso Flávio perca. Leães descarta uma intervenção militar estadunidense no Brasil, mas considera possíveis sanções econômicas, diplomáticas e políticas.
O pesquisador também aponta que uma derrota republicana nas eleições de meio de mandato pode levar Trump a recuar ou, em outra hipótese, intensificar a pressão contra o Brasil. Para Leães, defender a soberania brasileira exige medidas concretas, além de declarações públicas.

Revista piauí relata que Flávio Bolsonaro recebeu Rolex de empresário ligado à negociação da Covaxin
O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, teria recebido um relógio Rolex de Danilo Trento, diretor institucional da Precisa Medicamentos, durante um passeio de lancha em Brasília, em 17 de julho de 2020, segundo reportagem da revista piauí publicada em 21 de outubro de 2026 e reproduzida pelo Brasil de Fato.
O encontro ocorreu durante a pandemia de covid-19 e foi organizado por empresários envolvidos nas negociações para vender a vacina indiana Covaxin ao governo de Jair Bolsonaro. Segundo a revista, Trento e Francisco Maximiano, proprietário da Precisa, custearam o passeio no Lago Paranoá. O grupo viajou de São Paulo a Brasília em um jato executivo, acompanhado de três garotas de programa e do agente de viagens Raphael Barão. Flávio chegou com Alexandre Santini, seu amigo e então sócio. A reportagem afirma que o senador entrou na cabine com garotas de programa e recebeu o relógio de Trento ao final do passeio.
Naquele dia, o Brasil registrou 1.110 mortes por covid-19. O contrato da Covaxin previa R$ 80 por dose, acima dos valores de cerca de R$ 56,30 da Pfizer e R$ 18 da AstraZeneca. Após denúncias do servidor Luis Ricardo Miranda e de seu irmão, o então deputado Luis Miranda, o contrato foi cancelado sem pagamentos. O relatório final da CPI da Pandemia recomendou o indiciamento de 78 pessoas, incluindo Flávio, Trento e Maximiano.
A piauí também relatou que Flávio participou de reunião virtual para facilitar o acesso de Maximiano ao então presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em busca de financiamento para outra empresa.
O encontro ocorreu durante a pandemia de covid-19 e foi organizado por empresários envolvidos nas negociações para vender a vacina indiana Covaxin ao governo de Jair Bolsonaro. Segundo a revista, Trento e Francisco Maximiano, proprietário da Precisa, custearam o passeio no Lago Paranoá. O grupo viajou de São Paulo a Brasília em um jato executivo, acompanhado de três garotas de programa e do agente de viagens Raphael Barão. Flávio chegou com Alexandre Santini, seu amigo e então sócio. A reportagem afirma que o senador entrou na cabine com garotas de programa e recebeu o relógio de Trento ao final do passeio.
Naquele dia, o Brasil registrou 1.110 mortes por covid-19. O contrato da Covaxin previa R$ 80 por dose, acima dos valores de cerca de R$ 56,30 da Pfizer e R$ 18 da AstraZeneca. Após denúncias do servidor Luis Ricardo Miranda e de seu irmão, o então deputado Luis Miranda, o contrato foi cancelado sem pagamentos. O relatório final da CPI da Pandemia recomendou o indiciamento de 78 pessoas, incluindo Flávio, Trento e Maximiano.
A piauí também relatou que Flávio participou de reunião virtual para facilitar o acesso de Maximiano ao então presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em busca de financiamento para outra empresa.

Flávio Bolsonaro apresenta propostas já existentes no SUS e em artigo sobre a Caixa
Em artigo publicado pelo Jornal GGN em 22 de outubro de 2026, o jornalista Luis Nassif contestou duas propostas apresentadas por Flávio Bolsonaro durante o debate presidencial da Band. Segundo Nassif, o senador defendeu a criação de um prontuário eletrônico único de saúde para os brasileiros atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), embora a iniciativa já estivesse em andamento durante a gestão de Nísia Trindade. O jornalista cita a secretária de Informação e Política Digital, Ana Estela Haddad, ao tratar da implementação do sistema. Flávio também mencionou a ampliação da telessaúde, modalidade pela qual o SUS já havia realizado mais de 10 milhões de atendimentos, conforme o texto.
A segunda proposta questionada por Nassif foi transformar a Caixa Econômica Federal em um banco voltado ao empreendedorismo. O jornalista afirma que já havia defendido essa ideia em artigo publicado em uma revista da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae). No artigo, Nassif propõe que os bancos públicos financiem setores com potencial para o associativismo e funcionem como portas de entrada para serviços digitais do governo. Ele argumenta que pequenas e médias empresas podem contribuir para a manutenção dos empregos e que a atuação cooperativa pode ampliar sua capacidade de negociação. Também cita a experiência da Caixa durante a pandemia, quando o banco operacionalizou o Auxílio Emergencial, abriu mais de 100 milhões de contas Poupança Social Digital, movimentou cerca de R$ 362,9 bilhões em benefícios até o fim de 2020 e contratou R$ 34,3 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas, incluindo R$ 16,4 bilhões pelo Pronampe.
A segunda proposta questionada por Nassif foi transformar a Caixa Econômica Federal em um banco voltado ao empreendedorismo. O jornalista afirma que já havia defendido essa ideia em artigo publicado em uma revista da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae). No artigo, Nassif propõe que os bancos públicos financiem setores com potencial para o associativismo e funcionem como portas de entrada para serviços digitais do governo. Ele argumenta que pequenas e médias empresas podem contribuir para a manutenção dos empregos e que a atuação cooperativa pode ampliar sua capacidade de negociação. Também cita a experiência da Caixa durante a pandemia, quando o banco operacionalizou o Auxílio Emergencial, abriu mais de 100 milhões de contas Poupança Social Digital, movimentou cerca de R$ 362,9 bilhões em benefícios até o fim de 2020 e contratou R$ 34,3 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas, incluindo R$ 16,4 bilhões pelo Pronampe.

Especialistas da ONU cobram explicações da Meta sobre restrições a conteúdos políticos nas eleições
Especialistas independentes em direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) cobraram a Meta, em comunicado divulgado em 21 de outubro de 2026, por possíveis restrições desproporcionais à expressão política durante as eleições presidenciais brasileiras. O grupo pediu transparência sobre decisões de moderação, correção de impactos desiguais e mecanismos de contestação durante o período eleitoral.
As preocupações abrangem Facebook, Instagram e WhatsApp. Segundo o comunicado, observadores internacionais relataram interrupções temporárias na conta de campanha de um candidato, diferenças no alcance e no engajamento de publicações, restrições de conteúdo no Instagram e disparidades nos resultados de busca de canais do WhatsApp, nos feeds, nos Stories e em recursos de inteligência artificial. Os especialistas também mencionaram relatórios sobre milhares de contas e publicações de jornalistas, defensores de direitos humanos, integrantes da sociedade civil e criadores de conteúdo que teriam enfrentado suspensões, redução de visibilidade ou limitações de compartilhamento.
O documento não conclui que houve favorecimento deliberado a uma candidatura, mas aponta indícios de restrições desproporcionais contra um dos lados da disputa. A manifestação cita os Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos e defende que sistemas de recomendação, inteligência artificial e moderação respeitem a liberdade de expressão e ofereçam justificativas e meios de reparação.
O comunicado também informa que um juiz do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a Meta aplique as mesmas regras aos dois candidatos até o segundo turno, vedando restrições desiguais ao alcance das campanhas, às recomendações de conteúdo e aos resultados de pesquisa. Os especialistas pediram diálogo com organizações da sociedade civil e mecanismos para resolver reclamações durante o processo eleitoral.
As preocupações abrangem Facebook, Instagram e WhatsApp. Segundo o comunicado, observadores internacionais relataram interrupções temporárias na conta de campanha de um candidato, diferenças no alcance e no engajamento de publicações, restrições de conteúdo no Instagram e disparidades nos resultados de busca de canais do WhatsApp, nos feeds, nos Stories e em recursos de inteligência artificial. Os especialistas também mencionaram relatórios sobre milhares de contas e publicações de jornalistas, defensores de direitos humanos, integrantes da sociedade civil e criadores de conteúdo que teriam enfrentado suspensões, redução de visibilidade ou limitações de compartilhamento.
O documento não conclui que houve favorecimento deliberado a uma candidatura, mas aponta indícios de restrições desproporcionais contra um dos lados da disputa. A manifestação cita os Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos e defende que sistemas de recomendação, inteligência artificial e moderação respeitem a liberdade de expressão e ofereçam justificativas e meios de reparação.
O comunicado também informa que um juiz do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a Meta aplique as mesmas regras aos dois candidatos até o segundo turno, vedando restrições desiguais ao alcance das campanhas, às recomendações de conteúdo e aos resultados de pesquisa. Os especialistas pediram diálogo com organizações da sociedade civil e mecanismos para resolver reclamações durante o processo eleitoral.

Plano de Flávio Bolsonaro prioriza encarceramento em massa, sem enfrentar as causas da violência
Os planos de governo de Lula e Flávio Bolsonaro, candidatos ao segundo turno presidencial de 2026, apresentam diferenças nas áreas de direitos humanos, segurança pública e proteção social, segundo reportagem da Agência Brasil publicada em 22 de outubro. Lula propõe políticas públicas, prevenção da violência e combate ao crime organizado por meio do enfraquecimento financeiro das facções. Flávio defende o endurecimento das penas, a redução da maioridade penal e a ampliação do sistema prisional.
Camila Asano, diretora executiva da Conectas Direitos Humanos, recomenda avaliar o histórico dos candidatos no exercício de cargos públicos. Ela aponta que Flávio apoiou, em 2019, uma proposta que eliminava a identificação de cartuchos de munição, inclusive os destinados às forças policiais, e atuou na defesa de um policial acusado de matar Ana Clara, de cinco anos, durante uma operação no Rio de Janeiro, em 2021.
O plano de Flávio prevê reconhecimento facial integrado a bancos de dados criminais, castração química para condenados por crimes sexuais, redução da maioridade penal para 16 anos, punição a partir dos 14 anos por infrações graves e criação de 500 mil vagas prisionais. Lula propõe câmeras corporais, cumprimento das metas do Pena Justa, proteção aos povos indígenas, políticas de combate ao feminicídio e defesa do fim da escala 6x1, com jornada de 40 horas semanais sem redução salarial.
Camila Asano, diretora executiva da Conectas Direitos Humanos, recomenda avaliar o histórico dos candidatos no exercício de cargos públicos. Ela aponta que Flávio apoiou, em 2019, uma proposta que eliminava a identificação de cartuchos de munição, inclusive os destinados às forças policiais, e atuou na defesa de um policial acusado de matar Ana Clara, de cinco anos, durante uma operação no Rio de Janeiro, em 2021.
O plano de Flávio prevê reconhecimento facial integrado a bancos de dados criminais, castração química para condenados por crimes sexuais, redução da maioridade penal para 16 anos, punição a partir dos 14 anos por infrações graves e criação de 500 mil vagas prisionais. Lula propõe câmeras corporais, cumprimento das metas do Pena Justa, proteção aos povos indígenas, políticas de combate ao feminicídio e defesa do fim da escala 6x1, com jornada de 40 horas semanais sem redução salarial.

Willer Tomaz pagou para retirar da internet reportagens que o relacionavam a Flávio Bolsonaro
Mensagens e documentos apreendidos pela Polícia Federal (PF) indicam que o advogado Willer Tomaz, amigo do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pagou para remover reportagens que mencionavam os dois. O caso foi revelado por O Globo e confirmado pela TV Globo.
Segundo a PF, mensagens de outubro de 2025 e uma planilha com 12 links indicam a contratação da empresa Seu Nome Novo de Novo para retirar ou desindexar conteúdos dos resultados do Google. O serviço cobraria R$ 1 mil por link, totalizando R$ 12 mil, mas ofereceu desconto de R$ 3 mil por um endereço eletrônico cuja remoção já havia sido paga e que voltou a aparecer.
Entre os conteúdos estavam reportagens sobre uma disputa envolvendo uma mansão e outra sobre Flávio, cassinos e operadoras em Las Vegas. Willer e Flávio são investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de lavagem de dinheiro, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A defesa do advogado afirmou que a medida se referia a conteúdos antigos e desatualizados e declarou que ele nunca tentou desvincular sua imagem da de Flávio.
O inquérito começou na Justiça Federal do Rio Grande do Sul, onde a PF identificou e-mails que apontavam Flávio como “usuário master” de uma conta bancária da empresa Alcazar Holdings, pertencente a Willer. O caso chegou ao STF em 8 de outubro, após manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República. É o segundo inquérito na Corte envolvendo Flávio: o primeiro, aberto em julho e relatado pelo ministro André Mendonça, investiga o financiamento do filme Dark Horse por Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Segundo a PF, mensagens de outubro de 2025 e uma planilha com 12 links indicam a contratação da empresa Seu Nome Novo de Novo para retirar ou desindexar conteúdos dos resultados do Google. O serviço cobraria R$ 1 mil por link, totalizando R$ 12 mil, mas ofereceu desconto de R$ 3 mil por um endereço eletrônico cuja remoção já havia sido paga e que voltou a aparecer.
Entre os conteúdos estavam reportagens sobre uma disputa envolvendo uma mansão e outra sobre Flávio, cassinos e operadoras em Las Vegas. Willer e Flávio são investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de lavagem de dinheiro, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A defesa do advogado afirmou que a medida se referia a conteúdos antigos e desatualizados e declarou que ele nunca tentou desvincular sua imagem da de Flávio.
O inquérito começou na Justiça Federal do Rio Grande do Sul, onde a PF identificou e-mails que apontavam Flávio como “usuário master” de uma conta bancária da empresa Alcazar Holdings, pertencente a Willer. O caso chegou ao STF em 8 de outubro, após manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República. É o segundo inquérito na Corte envolvendo Flávio: o primeiro, aberto em julho e relatado pelo ministro André Mendonça, investiga o financiamento do filme Dark Horse por Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Mãe de Ana Clara espera há mais de cinco anos por julgamento de policial defendido por Flávio Bolsonaro
Cristiane Gomes da Silva aguarda há cinco anos e seis meses o julgamento do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado de matar sua filha Ana Clara, de cinco anos, em 2 de fevereiro de 2021, em Niterói (RJ). Segundo reportagem de Caio Barretto Briso, publicada pelo Brasil de Fato com base em material da Agência Pública, Flávio Bolsonaro assumiu a defesa do policial em 2024 e assinou recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que determinou o júri popular. O pedido foi negado, mas o julgamento ainda não ocorreu. Inicialmente marcado para 14 de abril de 2026, data em que Ana Clara completaria 11 anos, o júri foi adiado para 21 de outubro e, depois, transferido para 5 de maio de 2027.
Cristiane relata que recebeu ataques de apoiadores de Flávio, sofreu ameaças e deixou a casa onde morava de favor. Sem emprego fixo, vive com uma amiga e enfrenta dificuldades para alimentar-se e sustentar o filho Pedro, de oito anos, que faz acompanhamento psicológico e está sob os cuidados da avó. A mãe afirma que contraiu empréstimo de R$ 6 mil com um agiota para pagar o funeral, dívida que chegou a R$ 100 mil. Uma indenização negociada com o Estado foi usada para quitar débitos e despesas jurídicas.
Cristiane diz nunca ter recebido pedido de desculpas de representantes do poder público. Após o debate entre Lula e Flávio na Band, a campanha #PesquiseOCasoAnaClara ganhou repercussão nas redes sociais. Cristiane afirma que teme que o processo seja esquecido caso Flávio seja eleito, mas promete continuar cobrando justiça.
Cristiane relata que recebeu ataques de apoiadores de Flávio, sofreu ameaças e deixou a casa onde morava de favor. Sem emprego fixo, vive com uma amiga e enfrenta dificuldades para alimentar-se e sustentar o filho Pedro, de oito anos, que faz acompanhamento psicológico e está sob os cuidados da avó. A mãe afirma que contraiu empréstimo de R$ 6 mil com um agiota para pagar o funeral, dívida que chegou a R$ 100 mil. Uma indenização negociada com o Estado foi usada para quitar débitos e despesas jurídicas.
Cristiane diz nunca ter recebido pedido de desculpas de representantes do poder público. Após o debate entre Lula e Flávio na Band, a campanha #PesquiseOCasoAnaClara ganhou repercussão nas redes sociais. Cristiane afirma que teme que o processo seja esquecido caso Flávio seja eleito, mas promete continuar cobrando justiça.

“Ele não tem coragem de abrir o sigilo ... porque ele sabe que a vida dele é podre.”
Em ato com milhares de apoiadores em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), em 20 de outubro, o presidente Lula afirmou que Flávio Bolsonaro não teria coragem de autorizar a quebra de seus sigilos fiscal, telefônico e bancário. “Ele certamente não vai ter coragem de abrir o sigilo dele, nem telefônico, nem conta bancária, nem pessoa física, nem pessoa jurídica, porque ele sabe que a vida dele é podre em se tratando de honestidade”, declarou. Na mesma data, a campanha de Lula protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para a quebra dos sigilos do presidente e de seus familiares, caso Flávio aceite a mesma condição.
Lula também criticou a proposta do adversário de limitar a dois anos a permanência no Bolsa Família e afirmou que o programa combate a pobreza e a fome. O presidente anunciou que pretende sancionar em 21 de outubro o Prospera MEI, iniciativa que prevê perdão de dívidas fiscais de microempreendedores individuais com a União e ampliação dos benefícios à categoria. Também declarou que enviará ao Congresso uma proposta de emenda à Constituição para instituir transporte público gratuito nos fins de semana. Ao mencionar a proposta de redução da jornada de trabalho na escala 6 por 1, afirmou: “O povo vai trabalhar a 5 por 2 e nós vamos fazer uma proposta de tarifa zero no final de semana”.
Lula pediu aos apoiadores que conversem com eleitores indecisos, procurem pessoas que não votaram no primeiro turno e incentivem a participação de maiores de 70 anos. No primeiro turno, recebeu 60,18% dos votos válidos em Petrolina e 63,30% em Juazeiro.
Lula também criticou a proposta do adversário de limitar a dois anos a permanência no Bolsa Família e afirmou que o programa combate a pobreza e a fome. O presidente anunciou que pretende sancionar em 21 de outubro o Prospera MEI, iniciativa que prevê perdão de dívidas fiscais de microempreendedores individuais com a União e ampliação dos benefícios à categoria. Também declarou que enviará ao Congresso uma proposta de emenda à Constituição para instituir transporte público gratuito nos fins de semana. Ao mencionar a proposta de redução da jornada de trabalho na escala 6 por 1, afirmou: “O povo vai trabalhar a 5 por 2 e nós vamos fazer uma proposta de tarifa zero no final de semana”.
Lula pediu aos apoiadores que conversem com eleitores indecisos, procurem pessoas que não votaram no primeiro turno e incentivem a participação de maiores de 70 anos. No primeiro turno, recebeu 60,18% dos votos válidos em Petrolina e 63,30% em Juazeiro.

Flávio Bolsonaro: “A mulher brasileira também é um patrimônio turístico do nosso país”
Levantamento publicado pela Rede PT de Comunicação em 20 de outubro reúne votações de Flávio Bolsonaro contrárias a propostas de proteção às mulheres. Em 2009, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), ele foi o único parlamentar a votar contra a ampliação da licença-maternidade de servidoras estaduais de quatro para seis meses. O projeto, apresentado por Marcelo Freixo, foi aprovado apesar de sua oposição. Durante o debate presidencial de 18 de outubro, Lula cobrou explicações sobre o voto, mas Flávio não justificou diretamente sua posição.
Em 2006, o então deputado também foi o único voto contrário às penalidades previstas para estabelecimentos que comercializassem cartões-postais com imagens de mulheres seminuas associadas a pontos turísticos. Na ocasião, afirmou que “a mulher brasileira também é um patrimônio turístico do nosso país”.
Em outra votação, posicionou-se contra o Projeto de Lei 1.442/2008, que previa a suspensão da posse ou a restrição do porte de armas de agentes de segurança envolvidos em violência doméstica. A proposta foi aprovada e deu origem à Lei Estadual 5.402/2009. Flávio argumentou que policiais poderiam perder suas armas após acusações injustas.
Em 31 de maio de 2023, durante discussão na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado sobre o PL 1.085/2023, que buscava garantir igualdade salarial entre homens e mulheres, o senador questionou critérios de remuneração ligados à produtividade e ao desempenho e declarou que tendia a votar contra. O projeto foi aprovado e transformado na Lei 14.611, sancionada por Lula em 3 de julho de 2023, que estabeleceu medidas de transparência salarial e fiscalização.
A Agência Pública informou que, entre 2003 e 2026, Flávio apresentou apenas três propostas legislativas relacionadas à segurança das mulheres, menos de 1% de suas proposições. Sua assessoria afirmou que a proteção às vítimas de violência e o combate aos crimes sexuais estão entre as bandeiras do senador.
Em 2006, o então deputado também foi o único voto contrário às penalidades previstas para estabelecimentos que comercializassem cartões-postais com imagens de mulheres seminuas associadas a pontos turísticos. Na ocasião, afirmou que “a mulher brasileira também é um patrimônio turístico do nosso país”.
Em outra votação, posicionou-se contra o Projeto de Lei 1.442/2008, que previa a suspensão da posse ou a restrição do porte de armas de agentes de segurança envolvidos em violência doméstica. A proposta foi aprovada e deu origem à Lei Estadual 5.402/2009. Flávio argumentou que policiais poderiam perder suas armas após acusações injustas.
Em 31 de maio de 2023, durante discussão na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado sobre o PL 1.085/2023, que buscava garantir igualdade salarial entre homens e mulheres, o senador questionou critérios de remuneração ligados à produtividade e ao desempenho e declarou que tendia a votar contra. O projeto foi aprovado e transformado na Lei 14.611, sancionada por Lula em 3 de julho de 2023, que estabeleceu medidas de transparência salarial e fiscalização.
A Agência Pública informou que, entre 2003 e 2026, Flávio apresentou apenas três propostas legislativas relacionadas à segurança das mulheres, menos de 1% de suas proposições. Sua assessoria afirmou que a proteção às vítimas de violência e o combate aos crimes sexuais estão entre as bandeiras do senador.

Rosa Amorim alerta que propostas de Flávio Bolsonaro ameaçam agricultura familiar e políticas sociais
A deputada federal eleita Rosa Amorim (PT-PE), filha de assentados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), afirmou ao Brasil de Fato que um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL) colocaria em risco políticas de combate à fome, apoio à agricultura familiar, acesso à água e educação pública. Segundo Amorim, os governos de Lula restabeleceram o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), fortaleceram a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ampliaram iniciativas para jovens e mulheres no campo por meio do Pronera e retomaram o programa de cisternas no semiárido.
Ela atribui ao governo Jair Bolsonaro a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, cortes de investimentos na agricultura familiar e a paralisação da produção rural, com consequências para a fome. A parlamentar afirma que Flávio anunciou a intenção de extinguir a Conab e o PAA, unificar os ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário e encerrar o programa de cisternas. “O governo Flávio Bolsonaro não vai ter política para quem vive no campo”, declarou.
Amorim também contrapôs a expansão dos Institutos Federais e das universidades públicas nos governos petistas às propostas de Flávio para o ensino superior. “Para nós é inegociável a pauta da educação pública”, afirmou. A deputada destacou que sua trajetória foi possibilitada pela escola pública, pela universidade pública e pela política de cotas.
Na disputa eleitoral, relatou mobilizações diárias em Pernambuco e projetou que Lula poderá alcançar 70% dos votos no estado no segundo turno. Também mencionou a abstenção no primeiro turno e reuniões com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para facilitar o deslocamento de eleitores até as urnas, além de defender diálogo com jovens de 16 a 23 anos.
Amorim recordou declarações de Jair Bolsonaro contra nordestinos e afirmou que as políticas de seu governo contribuíram para o retorno do Brasil ao mapa da fome.
Ela atribui ao governo Jair Bolsonaro a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, cortes de investimentos na agricultura familiar e a paralisação da produção rural, com consequências para a fome. A parlamentar afirma que Flávio anunciou a intenção de extinguir a Conab e o PAA, unificar os ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário e encerrar o programa de cisternas. “O governo Flávio Bolsonaro não vai ter política para quem vive no campo”, declarou.
Amorim também contrapôs a expansão dos Institutos Federais e das universidades públicas nos governos petistas às propostas de Flávio para o ensino superior. “Para nós é inegociável a pauta da educação pública”, afirmou. A deputada destacou que sua trajetória foi possibilitada pela escola pública, pela universidade pública e pela política de cotas.
Na disputa eleitoral, relatou mobilizações diárias em Pernambuco e projetou que Lula poderá alcançar 70% dos votos no estado no segundo turno. Também mencionou a abstenção no primeiro turno e reuniões com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para facilitar o deslocamento de eleitores até as urnas, além de defender diálogo com jovens de 16 a 23 anos.
Amorim recordou declarações de Jair Bolsonaro contra nordestinos e afirmou que as políticas de seu governo contribuíram para o retorno do Brasil ao mapa da fome.
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