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Hamas afirma que martírio de Yahya Sinwar inaugurou nova fase de resistência palestina
O Movimento de Resistência Islâmica Palestina (Hamas) afirmou que Yahya Sinwar inaugurou uma nova fase de confronto com o regime israelense e que as repercussões continuam a marcar a região.
A declaração foi divulgada nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, no segundo aniversário de seu martírio. Sinwar chefiou o gabinete político do Hamas e esteve à frente da Operação Tempestade de Al-Aqsa, iniciada em 7 de outubro de 2023. Em comunicado, o movimento descreveu Sinwar como um combatente da resistência que iniciou uma nova etapa de confronto com a ocupação israelense.
Nascido em 19 de outubro de 1962, em um campo de refugiados próximo a Khan Younis, na Faixa de Gaza, sua família foi expulsa de Al-Maydal Asqalan durante a limpeza étnica de 1948. Em 1983, participou da criação do aparato de segurança do Hamas e, em 1986, integrou a formação da Organização Jihad e Dawa, que deu origem às Brigadas Ezzedine al-Qassam. Preso em 1988, recebeu quatro penas de prisão perpétua e permaneceu 23 anos em prisões israelenses, incluindo quase quatro anos em confinamento solitário. Durante o encarceramento, liderou greves de fome em 1992, 1996, 2000 e 2004.
A declaração foi divulgada nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, no segundo aniversário de seu martírio. Sinwar chefiou o gabinete político do Hamas e esteve à frente da Operação Tempestade de Al-Aqsa, iniciada em 7 de outubro de 2023. Em comunicado, o movimento descreveu Sinwar como um combatente da resistência que iniciou uma nova etapa de confronto com a ocupação israelense.
Nascido em 19 de outubro de 1962, em um campo de refugiados próximo a Khan Younis, na Faixa de Gaza, sua família foi expulsa de Al-Maydal Asqalan durante a limpeza étnica de 1948. Em 1983, participou da criação do aparato de segurança do Hamas e, em 1986, integrou a formação da Organização Jihad e Dawa, que deu origem às Brigadas Ezzedine al-Qassam. Preso em 1988, recebeu quatro penas de prisão perpétua e permaneceu 23 anos em prisões israelenses, incluindo quase quatro anos em confinamento solitário. Durante o encarceramento, liderou greves de fome em 1992, 1996, 2000 e 2004.

Trump propõe negociações nucleares com Rússia e China diante da expansão do arsenal chinês
O presidente estadunidense Donald Trump afirmou que os Estados Unidos negociam com a Rússia e a China um caminho para a desnuclearização. Em entrevista à emissora estadunidense Newsmax, na quinta-feira, 15 de outubro de 2026, declarou acreditar que a China poderá alcançar os arsenais de Washington e Moscou em cinco anos. Segundo os números apresentados pela Al Jazeera, a China possui cerca de 620 ogivas nucleares, enquanto Estados Unidos e Rússia têm mais de 4 mil cada.
Trump afirmou: “Tudo isso é uma pena, porque eu adoraria desnuclearizar, se possível”, acrescentando que os diálogos com os dois países continuam. A Newsmax informou que Trump conversou com o presidente chinês Xi Jinping sobre o tema, mas não foram divulgados detalhes das negociações. De acordo com o Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (SIPRI), Rússia e Estados Unidos concentram cerca de 86% das armas nucleares do mundo.
As declarações ocorreram após o vencimento do Tratado de Redução de Armas Estratégicas, acordo bilateral entre Washington e Moscou para limitar seus arsenais. Um mês depois do término do tratado, o presidente francês Emmanuel Macron anunciou a Iniciativa de Dissuasão Avançada.
O ex-ministro australiano das Relações Exteriores Gareth Evans declarou à Al Jazeera que o mundo se tornou complacente diante dos riscos nucleares e que os acordos de controle de armas estão mortos, moribundos ou em estado terminal.
Trump afirmou: “Tudo isso é uma pena, porque eu adoraria desnuclearizar, se possível”, acrescentando que os diálogos com os dois países continuam. A Newsmax informou que Trump conversou com o presidente chinês Xi Jinping sobre o tema, mas não foram divulgados detalhes das negociações. De acordo com o Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (SIPRI), Rússia e Estados Unidos concentram cerca de 86% das armas nucleares do mundo.
As declarações ocorreram após o vencimento do Tratado de Redução de Armas Estratégicas, acordo bilateral entre Washington e Moscou para limitar seus arsenais. Um mês depois do término do tratado, o presidente francês Emmanuel Macron anunciou a Iniciativa de Dissuasão Avançada.
O ex-ministro australiano das Relações Exteriores Gareth Evans declarou à Al Jazeera que o mundo se tornou complacente diante dos riscos nucleares e que os acordos de controle de armas estão mortos, moribundos ou em estado terminal.

Aprovação de Abelardo de la Espriella cai após dois meses de governo na Colômbia
A aprovação do presidente colombiano Abelardo de la Espriella caiu para 48,7% após os dois primeiros meses de mandato, segundo pesquisa da AtlasIntel e da Bloomberg divulgada em 16 de outubro de 2026, em Bogotá.
O índice recuou cerca de três pontos percentuais em relação a agosto, enquanto a desaprovação subiu de 43,2% para 44,6%. A parcela dos entrevistados que considera o governo ruim chegou a 40,4%, três pontos acima da medição anterior. Já a avaliação de seu mandato como excelente caiu de 52,8% para 47,7%. Na avaliação econômica, 55% consideram ruim a situação atual, 32% a classificam como boa e 13% não escolheram nenhuma das opções. Sobre o mercado de trabalho, 59% avaliam as condições como desfavoráveis, enquanto pouco mais de um quarto as considera boas. Regionalmente, a aprovação chega a 58% na região Central e 54% no Caribe. No Pacífico, é de 27,8%, enquanto a desaprovação atinge 63%. O levantamento ouviu 2.893 pessoas e tem margem de erro de dois pontos percentuais.
O índice recuou cerca de três pontos percentuais em relação a agosto, enquanto a desaprovação subiu de 43,2% para 44,6%. A parcela dos entrevistados que considera o governo ruim chegou a 40,4%, três pontos acima da medição anterior. Já a avaliação de seu mandato como excelente caiu de 52,8% para 47,7%. Na avaliação econômica, 55% consideram ruim a situação atual, 32% a classificam como boa e 13% não escolheram nenhuma das opções. Sobre o mercado de trabalho, 59% avaliam as condições como desfavoráveis, enquanto pouco mais de um quarto as considera boas. Regionalmente, a aprovação chega a 58% na região Central e 54% no Caribe. No Pacífico, é de 27,8%, enquanto a desaprovação atinge 63%. O levantamento ouviu 2.893 pessoas e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

Ataques israelenses atingem cidades e áreas rurais do sul do Líbano
Ataques israelenses foram retomados na sexta-feira, 16 de outubro de 2026, no sul do Líbano, com bombardeios aéreos, disparos de tanques, artilharia e incursões terrestres, segundo correspondentes da Al-Manar.
Aviões de guerra atacaram Al-Mansouri e Beit Yahoun. Uma força militar israelense composta por um trator D9, dois tanques e outros veículos avançou para os arredores do sul de Kfarshouba e realizou demolições na área de Azrael, com o objetivo de destruir oliveiras. Tanques Merkava dispararam contra os arredores de Maifadoun e Ayta Al-Jabal. Bombardeios de artilharia atingiram áreas próximas a Kfar Tibnit, Hadatha e Wadi Nahla, além da região entre Shaqra e Majdal.
Um vídeo divulgado junto à reportagem mostra disparos de artilharia contra Kfar Tibnit. Paralelamente, relatos indicaram a ativação de defesas aéreas israelenses na fronteira entre o Líbano e a Palestina, com a explosão de um míssil interceptor sobre a Alta Galileia, na Palestina ocupada.
O jornal israelense Yedioth Ahronoth citou o Comando Norte de Israel, que anunciou que explosões seriam ouvidas na Galileia Ocidental e Alta nas horas seguintes, em decorrência dos ataques no sul do Líbano.
Aviões de guerra atacaram Al-Mansouri e Beit Yahoun. Uma força militar israelense composta por um trator D9, dois tanques e outros veículos avançou para os arredores do sul de Kfarshouba e realizou demolições na área de Azrael, com o objetivo de destruir oliveiras. Tanques Merkava dispararam contra os arredores de Maifadoun e Ayta Al-Jabal. Bombardeios de artilharia atingiram áreas próximas a Kfar Tibnit, Hadatha e Wadi Nahla, além da região entre Shaqra e Majdal.
Um vídeo divulgado junto à reportagem mostra disparos de artilharia contra Kfar Tibnit. Paralelamente, relatos indicaram a ativação de defesas aéreas israelenses na fronteira entre o Líbano e a Palestina, com a explosão de um míssil interceptor sobre a Alta Galileia, na Palestina ocupada.
O jornal israelense Yedioth Ahronoth citou o Comando Norte de Israel, que anunciou que explosões seriam ouvidas na Galileia Ocidental e Alta nas horas seguintes, em decorrência dos ataques no sul do Líbano.

Presidente do Parlamento turco cobra medidas internacionais contra violações israelenses
O presidente do Parlamento da Turquia, Numan Kurtulmus, pediu ações internacionais concretas contra as violações do direito internacional atribuídas a Israel e denunciou o genocídio na Faixa de Gaza.
Em discurso na Conferência Europeia de Presidentes de Parlamentos, realizada em Roma, na sexta-feira, 16 de outubro de 2026, ele afirmou: “Não podemos deixar a impunidade impune”. Kurtulmus declarou que a ordem internacional baseada em regras perde legitimidade diante da catástrofe humanitária em Gaza e das violações de direitos humanos e crimes contra a humanidade contra a população palestina. “Não podemos mais fechar os olhos para a catástrofe humanitária em Gaza e em toda a região”, disse. Ele também mencionou a destruição, o deslocamento de palestinos e a violência de colonos na Cisjordânia, além das ameaças israelenses à soberania do Líbano e da Síria.
O parlamentar defendeu que os parlamentos contribuam para interromper o sofrimento da população de Gaza e as violações do direito internacional humanitário. Ao abordar a guerra entre Rússia e Ucrânia, afirmou que ela se transformou em uma guerra de desgaste que afeta toda a Europa.
Kurtulmus acrescentou que confiar apenas na Organização das Nações Unidas e em sua reforma não será suficiente para resolver as crises internacionais.
Em discurso na Conferência Europeia de Presidentes de Parlamentos, realizada em Roma, na sexta-feira, 16 de outubro de 2026, ele afirmou: “Não podemos deixar a impunidade impune”. Kurtulmus declarou que a ordem internacional baseada em regras perde legitimidade diante da catástrofe humanitária em Gaza e das violações de direitos humanos e crimes contra a humanidade contra a população palestina. “Não podemos mais fechar os olhos para a catástrofe humanitária em Gaza e em toda a região”, disse. Ele também mencionou a destruição, o deslocamento de palestinos e a violência de colonos na Cisjordânia, além das ameaças israelenses à soberania do Líbano e da Síria.
O parlamentar defendeu que os parlamentos contribuam para interromper o sofrimento da população de Gaza e as violações do direito internacional humanitário. Ao abordar a guerra entre Rússia e Ucrânia, afirmou que ela se transformou em uma guerra de desgaste que afeta toda a Europa.
Kurtulmus acrescentou que confiar apenas na Organização das Nações Unidas e em sua reforma não será suficiente para resolver as crises internacionais.

Expansão dos BRICS amplia influência econômica, mas expõe divisões comerciais internas
O BRICS ampliou sua presença na Ásia, América Latina, África e Oriente Médio, reunindo cerca de metade da população mundial, enquanto mais de 30 países manifestam interesse em ingressar no bloco, segundo artigo de Charlie Ormond, da ATLAS e da Altucher's Investment Network Australia.
O termo BRIC foi criado por um economista do Goldman Sachs em 2001, cinco anos antes de os países começarem a se reunir à margem de encontros da ONU. A expansão fortaleceu o peso econômico do grupo, cuja participação no Produto Interno Bruto (PIB) mundial deve chegar a cerca de um terço até o fim da década, com predominância da China.
O G7 representa aproximadamente 45% da produção global, apesar de reunir menos de 10% da população mundial. Em termos per capita, o PIB estimado é de US$ 69 mil no G7 e US$ 8,5 mil no BRICS. Pela Paridade do Poder de Compra (PPC), que ajusta a produção aos preços locais, o BRICS ultrapassou o Ocidente em 2019.
O comércio interno do bloco cresceu 13 vezes desde 2003 e recebeu impulso das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Entretanto, as respostas às medidas foram nacionais, sem coordenação efetiva do grupo. As tarifas médias entre integrantes do BRICS chegam a cerca de 8%, contra 1% no comércio entre países da OCDE, excluindo os Estados Unidos.
Ormond avalia que a instabilidade tarifária estadunidense incentiva a aproximação entre países e reduz a dependência do sistema financeiro ocidental e de Bretton Woods. O artigo também aborda iniciativas do bloco para reduzir o uso internacional do dólar e seus possíveis efeitos sobre investidores australianos.
O termo BRIC foi criado por um economista do Goldman Sachs em 2001, cinco anos antes de os países começarem a se reunir à margem de encontros da ONU. A expansão fortaleceu o peso econômico do grupo, cuja participação no Produto Interno Bruto (PIB) mundial deve chegar a cerca de um terço até o fim da década, com predominância da China.
O G7 representa aproximadamente 45% da produção global, apesar de reunir menos de 10% da população mundial. Em termos per capita, o PIB estimado é de US$ 69 mil no G7 e US$ 8,5 mil no BRICS. Pela Paridade do Poder de Compra (PPC), que ajusta a produção aos preços locais, o BRICS ultrapassou o Ocidente em 2019.
O comércio interno do bloco cresceu 13 vezes desde 2003 e recebeu impulso das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Entretanto, as respostas às medidas foram nacionais, sem coordenação efetiva do grupo. As tarifas médias entre integrantes do BRICS chegam a cerca de 8%, contra 1% no comércio entre países da OCDE, excluindo os Estados Unidos.
Ormond avalia que a instabilidade tarifária estadunidense incentiva a aproximação entre países e reduz a dependência do sistema financeiro ocidental e de Bretton Woods. O artigo também aborda iniciativas do bloco para reduzir o uso internacional do dólar e seus possíveis efeitos sobre investidores australianos.

Amir Hatami afirma que Estreito de Ormuz continuará fechado até que direitos do Irã sejam respeitados
O comandante-chefe do Exército iraniano, major-general Amir Hatami, afirmou em 15 de outubro de 2026 que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado “até que os direitos do povo iraniano sejam respeitados”. Durante cerimônia na Universidade de Oficiais Imam Ali, em Teerã, ele rejeitou declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o enfraquecimento militar do Irã e advertiu que ataques à infraestrutura iraniana provocariam danos várias vezes maiores à infraestrutura e aos interesses estadunidenses, israelenses e de seus colaboradores.
Hatami declarou que a Marinha do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica controla a seção ocidental do estreito, enquanto a Marinha do Exército supervisiona a seção oriental e o Mar de Omã. Segundo ele, embarcações que desrespeitam as regulamentações iranianas estão sujeitas a medidas que restringem o tráfego marítimo. O comandante afirmou que os Estados Unidos e Israel não alcançaram seus objetivos militares e estratégicos, tiveram bases e instalações danificadas e enfrentam desgaste de suas forças, além de precisar transportar suprimentos de distâncias superiores a 2.500 quilômetros.
Ele atribuiu o início da guerra a um erro de cálculo dos atacantes, que teriam subestimado as capacidades militares iranianas e o apoio popular ao país. Segundo dados de segurança marítima citados pelo The Cradle, dez embarcações foram atacadas dentro ou nas proximidades do estreito em poucos dias: seis em um único dia e outras quatro dois dias depois. Desde o início de outubro, foram registrados 23 ataques. O alerta ocorre enquanto Washington considera utilizar a bomba não nuclear de maior potência de seu arsenal contra o Irã. Autoridades estadunidenses admitem que a arma não garantiria vitória estratégica nem a rendição iraniana, mas poderia provocar destruição em massa e mortes de civis.
Hatami declarou que a Marinha do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica controla a seção ocidental do estreito, enquanto a Marinha do Exército supervisiona a seção oriental e o Mar de Omã. Segundo ele, embarcações que desrespeitam as regulamentações iranianas estão sujeitas a medidas que restringem o tráfego marítimo. O comandante afirmou que os Estados Unidos e Israel não alcançaram seus objetivos militares e estratégicos, tiveram bases e instalações danificadas e enfrentam desgaste de suas forças, além de precisar transportar suprimentos de distâncias superiores a 2.500 quilômetros.
Ele atribuiu o início da guerra a um erro de cálculo dos atacantes, que teriam subestimado as capacidades militares iranianas e o apoio popular ao país. Segundo dados de segurança marítima citados pelo The Cradle, dez embarcações foram atacadas dentro ou nas proximidades do estreito em poucos dias: seis em um único dia e outras quatro dois dias depois. Desde o início de outubro, foram registrados 23 ataques. O alerta ocorre enquanto Washington considera utilizar a bomba não nuclear de maior potência de seu arsenal contra o Irã. Autoridades estadunidenses admitem que a arma não garantiria vitória estratégica nem a rendição iraniana, mas poderia provocar destruição em massa e mortes de civis.

FAO reconhece duas pescadoras brasileiras entre 100 mulheres homenageadas mundialmente
As pescadoras artesanais brasileiras Joana Rodrigues Mousinho, de 70 anos, e Luena Maria Ferreira dos Santos, conhecida como Luena Pataxó, de 44, foram selecionadas pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para integrar a iniciativa 100 Mulheres Heroínas dos Sistemas Agroalimentares e do Desenvolvimento Rural. Indicadas pelo Ministério das Mulheres, elas foram homenageadas em cerimônia realizada em 15 de outubro de 2026, na sede da organização, em Roma, durante o Fórum Mundial da Alimentação e o Ano Internacional da Mulher Agricultora. A seleção recebeu mais de 600 indicações de mais de 131 países.
Segundo o representante da FAO no Brasil, Jorge Meza, o reconhecimento destaca a contribuição das brasileiras para os sistemas agroalimentares. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que a homenagem dá visibilidade ao trabalho das pescadoras e à defesa de seus direitos e da autonomia econômica.
Natural de Pernambuco, Joana pesca desde a infância no Canal de Santa Cruz, em Itapissuma, e foi uma das primeiras mulheres do país a obter o Registro Geral da Atividade Pesqueira. Também foi a primeira mulher a presidir uma colônia de pescadores e cofundou a Articulação Nacional das Pescadoras. Em 2024, recebeu o Prêmio Mulheres das Águas, do Ministério da Pesca e Aquicultura.
Luena preside a Associação dos Pescadores Indígenas Pataxó, em Coroa Vermelha, Santa Cruz Cabrália, na Bahia, e um comitê de pescadores que reúne oito municípios e 13 associações. Seu trabalho envolve geração de renda, segurança no mar e valorização da cultura indígena. Ela recebeu o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, com primeiro lugar estadual e terceiro nacional na categoria Produtora Rural.
A FAO informa que mulheres representam 41% da força de trabalho mundial nos sistemas agroalimentares e enfrentam condições precárias de trabalho e limitações de direitos.
Segundo o representante da FAO no Brasil, Jorge Meza, o reconhecimento destaca a contribuição das brasileiras para os sistemas agroalimentares. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que a homenagem dá visibilidade ao trabalho das pescadoras e à defesa de seus direitos e da autonomia econômica.
Natural de Pernambuco, Joana pesca desde a infância no Canal de Santa Cruz, em Itapissuma, e foi uma das primeiras mulheres do país a obter o Registro Geral da Atividade Pesqueira. Também foi a primeira mulher a presidir uma colônia de pescadores e cofundou a Articulação Nacional das Pescadoras. Em 2024, recebeu o Prêmio Mulheres das Águas, do Ministério da Pesca e Aquicultura.
Luena preside a Associação dos Pescadores Indígenas Pataxó, em Coroa Vermelha, Santa Cruz Cabrália, na Bahia, e um comitê de pescadores que reúne oito municípios e 13 associações. Seu trabalho envolve geração de renda, segurança no mar e valorização da cultura indígena. Ela recebeu o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, com primeiro lugar estadual e terceiro nacional na categoria Produtora Rural.
A FAO informa que mulheres representam 41% da força de trabalho mundial nos sistemas agroalimentares e enfrentam condições precárias de trabalho e limitações de direitos.

Starlink ainda opera com restrições para forças ucranianas, afirma Zelensky
Vladimir Zelensky afirmou em coletiva de imprensa em Bruxelas, em 16 de outubro de 2026, que os Estados Unidos ainda não suspenderam todas as restrições ao sistema de comunicação via satélite Starlink utilizado pelas forças armadas ucranianas. “As restrições às operações da Starlink para as forças armadas ucranianas não foram totalmente suspensas”, declarou, segundo a agência UNIAN. Ele acrescentou que as velocidades de conexão estão sendo restauradas gradualmente, mas ainda não alcançaram a capacidade total.
Sergey Beskrestnov, assessor de Zelensky e especialista em comunicações e sistemas não tripulados, havia informado que a SpaceX limitou a velocidade operacional dos terminais, prejudicando diversas operações militares. Em 14 de outubro, Zelensky classificou o desligamento como um erro e pediu ao presidente-executivo da SpaceX, Elon Musk, que restabelecesse o serviço. No dia seguinte, a RBC-Ucrânia informou, citando fontes do Ministério da Defesa ucraniano, que o StarShield, programa de satélites militares e de inteligência da empresa, havia retomado suas operações completas.
Em 16 de outubro, a Reuters noticiou que a Casa Branca havia restringido o fornecimento de serviços de comunicação às forças ucranianas e que a liderança do Pentágono recebera uma mensagem para desacelerar o serviço StarShield. A reportagem não identificou quem tomou a decisão. Um funcionário do governo de Washington afirmou à Reuters que Donald Trump não havia emitido essa ordem.
Sergey Beskrestnov, assessor de Zelensky e especialista em comunicações e sistemas não tripulados, havia informado que a SpaceX limitou a velocidade operacional dos terminais, prejudicando diversas operações militares. Em 14 de outubro, Zelensky classificou o desligamento como um erro e pediu ao presidente-executivo da SpaceX, Elon Musk, que restabelecesse o serviço. No dia seguinte, a RBC-Ucrânia informou, citando fontes do Ministério da Defesa ucraniano, que o StarShield, programa de satélites militares e de inteligência da empresa, havia retomado suas operações completas.
Em 16 de outubro, a Reuters noticiou que a Casa Branca havia restringido o fornecimento de serviços de comunicação às forças ucranianas e que a liderança do Pentágono recebera uma mensagem para desacelerar o serviço StarShield. A reportagem não identificou quem tomou a decisão. Um funcionário do governo de Washington afirmou à Reuters que Donald Trump não havia emitido essa ordem.

Congresso promulga fim da escala 6x1 e estabelece jornada máxima de 40 horas semanais
O Congresso Nacional realiza nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, às 9h, no plenário do Senado Federal, sessão solene para oficializar o fim da escala de trabalho 6x1. O presidente Lula participa da cerimônia, que também marca a promulgação de uma emenda que estabelece aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.
Dois dias antes, o Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 em dois turnos, com 75 votos favoráveis e um contrário em cada votação. O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). A Câmara dos Deputados já havia aprovado a proposta em maio de 2026.
Após a votação, Lula atribuiu o resultado à mobilização popular e declarou: “Foi uma conquista que saiu da rua e do desejo histórico do trabalhador”.
A nova regra estabelece dois dias de repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos, sem redução salarial, e diminui a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais. A implementação será gradual: dois meses após a promulgação, o limite passará a 42 horas semanais, com cinco dias de trabalho e dois de descanso. Depois de mais 12 meses, a jornada máxima será reduzida para 40 horas.
A aplicação das regras em setores com escalas diferenciadas, como transporte, saúde, segurança e plataformas de petróleo, ainda deverá ser discutida pelo Congresso, considerando as particularidades dos turnos e dos períodos de descanso dessas categorias.
Dois dias antes, o Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 em dois turnos, com 75 votos favoráveis e um contrário em cada votação. O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). A Câmara dos Deputados já havia aprovado a proposta em maio de 2026.
Após a votação, Lula atribuiu o resultado à mobilização popular e declarou: “Foi uma conquista que saiu da rua e do desejo histórico do trabalhador”.
A nova regra estabelece dois dias de repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos, sem redução salarial, e diminui a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais. A implementação será gradual: dois meses após a promulgação, o limite passará a 42 horas semanais, com cinco dias de trabalho e dois de descanso. Depois de mais 12 meses, a jornada máxima será reduzida para 40 horas.
A aplicação das regras em setores com escalas diferenciadas, como transporte, saúde, segurança e plataformas de petróleo, ainda deverá ser discutida pelo Congresso, considerando as particularidades dos turnos e dos períodos de descanso dessas categorias.

ONU alerta para risco de retomada do genocídio em Gaza após 1.500 mortes desde o cessar-fogo
Ramiz Alakbarov, coordenador especial interino da ONU para o Processo de Paz no Oriente Médio, alertou o Conselho de Segurança sobre o risco de retomada da guerra em Gaza e a escalada da violência na Cisjordânia ocupada. Segundo ele, operações militares israelenses desde o cessar-fogo causaram cerca de 1.500 mortes, incluindo mais de 320 crianças. Alakbarov descreveu famílias vivendo em tendas desgastadas, abrigos superlotados e edifícios danificados, com sistemas de água e saneamento destruídos. “A maior parte de Gaza ainda vive na escuridão”, afirmou, defendendo abrigo seguro e serviços básicos antes do inverno. Ele também denunciou operações militares, restrições de circulação, deslocamentos e ataques de colonos contra palestinos na Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental ocupada. “Em Gaza, o desespero é palpável”, declarou, acrescentando que a frustração da população não pode continuar aumentando e que uma nova guerra deve ser evitada.
Alakbarov pediu medidas concretas e um processo político que assegure segurança e dignidade a palestinos e israelenses.
Alakbarov pediu medidas concretas e um processo político que assegure segurança e dignidade a palestinos e israelenses.

Díaz-Canel acusa governo estadunidense de pressionar países antes de votação da ONU sobre bloqueio em cuba
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, denunciou em 15 de outubro de 2026 a pressão internacional exercida pelos Estados Unidos antes de uma nova votação na Assembleia Geral da ONU sobre o bloqueio econômico, comercial e financeiro contra Cuba.
Em publicação na rede social X, afirmou que os Estados Unidos pressionam países soberanos a apoiar suas ações, que classificou como “genocidas”. Díaz-Canel também mencionou a repressão contra líderes e funcionários e declarou que esses episódios demonstram o isolamento internacional da política estadunidense contra Cuba.
Nos próximos dias, o governo cubano apresentará à Assembleia Geral o relatório anual intitulado “Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba”. Segundo a Prensa Latina, o documento recebe o apoio da maioria dos países há mais de três décadas.
Em publicação na rede social X, afirmou que os Estados Unidos pressionam países soberanos a apoiar suas ações, que classificou como “genocidas”. Díaz-Canel também mencionou a repressão contra líderes e funcionários e declarou que esses episódios demonstram o isolamento internacional da política estadunidense contra Cuba.
Nos próximos dias, o governo cubano apresentará à Assembleia Geral o relatório anual intitulado “Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba”. Segundo a Prensa Latina, o documento recebe o apoio da maioria dos países há mais de três décadas.

Presidente colombiano decreta medidas de controle de manifestações após mobilização estudantil
O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, assinou um decreto sobre manifestações durante uma transmissão da televisão nacional, poucas horas antes de um protesto convocado por estudantes, organizações sociais e sindicatos em 14 de outubro de 2026. Segundo o anúncio oficial, a medida busca “garantir a ordem pública durante as manifestações populares”.
O decreto prevê acompanhamento policial obrigatório durante os atos e intervenção diante de violência, ameaças, danos a bens ou porte de armas. Também estabelece que os manifestantes sejam monitorados a pelo menos quatro metros de distância pelas autoridades. A reportagem do Aventuras na História descreveu a medida como uma forma de ampliar a repressão a protestos pacíficos. O texto também afirma que as manifestações ocorreram e reuniram pessoas que anteriormente haviam apoiado o presidente.
O decreto prevê acompanhamento policial obrigatório durante os atos e intervenção diante de violência, ameaças, danos a bens ou porte de armas. Também estabelece que os manifestantes sejam monitorados a pelo menos quatro metros de distância pelas autoridades. A reportagem do Aventuras na História descreveu a medida como uma forma de ampliar a repressão a protestos pacíficos. O texto também afirma que as manifestações ocorreram e reuniram pessoas que anteriormente haviam apoiado o presidente.

Justiça estadunidense bloqueia punições do governo Trump contra dois grupos ligados a casos no TPI
O juiz federal Jesse Furman, do Distrito Sul de Nova York, impediu o governo de Donald Trump de impor responsabilidade civil ou criminal a dois grupos de direitos humanos sediados nos Estados Unidos por atividades relacionadas a casos do Tribunal Penal Internacional (TPI).
Furman afirmou que as organizações demonstraram probabilidade de sucesso na alegação de que a ordem presidencial viola a liberdade de expressão protegida pela Primeira Emenda e que a perda desse direito constitui dano irreparável. A liminar impede medidas punitivas contra os dois grupos com base em suas manifestações.
Em julho, a Democracy for the Arab World Now (DAWN), fundada pelo falecido jornalista Jamal Khashoggi, e a Taxpayer Alliance Against Genocide (TAAG) recorreram à Justiça após o secretário de Estado estadunidense, Marco Rubio, afirmar em artigo que os Estados Unidos estavam dispostos a desmantelar o TPI “tijolo por tijolo”. Em agosto, outros quatro grupos de direitos humanos processaram o governo Trump contra sanções ao tribunal, alegando que elas se baseiam em uma “pseudoemergência nacional que não tem fundamento na realidade”. Esse segundo processo continua em andamento.
Furman afirmou que as organizações demonstraram probabilidade de sucesso na alegação de que a ordem presidencial viola a liberdade de expressão protegida pela Primeira Emenda e que a perda desse direito constitui dano irreparável. A liminar impede medidas punitivas contra os dois grupos com base em suas manifestações.
Em julho, a Democracy for the Arab World Now (DAWN), fundada pelo falecido jornalista Jamal Khashoggi, e a Taxpayer Alliance Against Genocide (TAAG) recorreram à Justiça após o secretário de Estado estadunidense, Marco Rubio, afirmar em artigo que os Estados Unidos estavam dispostos a desmantelar o TPI “tijolo por tijolo”. Em agosto, outros quatro grupos de direitos humanos processaram o governo Trump contra sanções ao tribunal, alegando que elas se baseiam em uma “pseudoemergência nacional que não tem fundamento na realidade”. Esse segundo processo continua em andamento.

Veronyka Gimenes protocola reclamação formal na sede da Meta por falhas eleitorais
Veronyka Gimenes, conhecida como @travahacker, protocolou uma reclamação formal na sede da Meta, cobrando providências sobre falhas denunciadas que podem afetar o equilíbrio das eleições brasileiras de 2026.
Segundo a ativista, ela tentou conversar com representantes da empresa, mas não foi recebida. O documento exige medidas concretas antes do segundo turno, previsto para os próximos dias.
Entre as cinco reivindicações estão um plano emergencial para corrigir problemas de moderação, publicidade eleitoral e inteligência artificial, além de um painel público de transparência e canais para acompanhar denúncias e recorrer de bloqueios.
Gimenes também solicita uma auditoria independente dos sistemas de recomendação, alcance, moderação e publicidade, com resultados públicos, além da apuração de responsabilidades de dirigentes e gestores envolvidos na supervisão das ferramentas eleitorais.
Segundo a ativista, ela tentou conversar com representantes da empresa, mas não foi recebida. O documento exige medidas concretas antes do segundo turno, previsto para os próximos dias.
Entre as cinco reivindicações estão um plano emergencial para corrigir problemas de moderação, publicidade eleitoral e inteligência artificial, além de um painel público de transparência e canais para acompanhar denúncias e recorrer de bloqueios.
Gimenes também solicita uma auditoria independente dos sistemas de recomendação, alcance, moderação e publicidade, com resultados públicos, além da apuração de responsabilidades de dirigentes e gestores envolvidos na supervisão das ferramentas eleitorais.

Palestinos denunciam violações israelenses após mais de um ano do anúncio de cessar-fogo em Gaza
Mais de um ano após o anúncio do acordo de cessar-fogo em Gaza, palestinos na faixa sitiada expressam frustração com as violações israelenses, informou a Press TV nesta quinta-feira (15). Em reportagem de Motee Abu Musabeh, em Deir al-Balah, o veículo destacou que as violações incluem a instalação de novas estruturas militares em territórios ocupados por Israel além da chamada linha amarela. A expansão dessas instalações ocorre após o anúncio do acordo, enquanto a população palestina enfrenta as consequências do genocídio e da ocupação israelense na Faixa de Gaza.

Guterres alerta para riscos da inteligência artificial e pede governança internacional
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, alertou nesta quinta-feira (15) que a inteligência artificial (IA) avança e transforma economias, sociedades e sistemas de segurança antes que as instituições consigam se adaptar. Em mensagem enviada a um evento na Universidade de Coimbra, em Portugal, ele afirmou que, se utilizada e difundida de forma adequada, a tecnologia poderá condensar décadas de desenvolvimento em poucos anos e melhorar a vida da população. Guterres também advertiu sobre decisões automatizadas com menor supervisão humana e a concentração de poder em empresas e países.
“A escolha que temos diante de nós não é se confiamos na IA ou se a tememos. Devemos decidir se a gerenciamos por meio de um planejamento cuidadoso ou se permitimos que ela nos governe por padrão”, declarou.
O secretário-geral defendeu mecanismos de controle baseados em valores compartilhados, leis e instituições, destacando o papel das universidades na formação de profissionais e na produção de conhecimento. Ele pediu que pesquisadores tornem a ciência acessível, ensinem ética junto com engenharia e colaborem entre países para desenvolver uma IA segura, justa e acessível. As declarações foram divulgadas pela agência Prensa Latina.
“A escolha que temos diante de nós não é se confiamos na IA ou se a tememos. Devemos decidir se a gerenciamos por meio de um planejamento cuidadoso ou se permitimos que ela nos governe por padrão”, declarou.
O secretário-geral defendeu mecanismos de controle baseados em valores compartilhados, leis e instituições, destacando o papel das universidades na formação de profissionais e na produção de conhecimento. Ele pediu que pesquisadores tornem a ciência acessível, ensinem ética junto com engenharia e colaborem entre países para desenvolver uma IA segura, justa e acessível. As declarações foram divulgadas pela agência Prensa Latina.

Crise no transporte público da Baía de São Francisco ameaça mobilidade de pessoas com deficiência
Eleitores de quatro condados da região da Baía de São Francisco, na Califórnia, votarão em novembro sobre uma proposta de imposto sobre vendas para financiar o transporte público por mais de uma década. Segundo reportagem da Mother Jones, a medida prevê uma cobrança de até um centavo por dólar e poderá arrecadar pouco menos de US$ 1 bilhão por ano.
A votação ocorre diante da possibilidade de cortes no Bay Area Rapid Transit (BART), que considera reduzir 70% dos serviços e fechar até 15 de suas 50 estações. O Caltrain pode suspender viagens aos fins de semana e fechar até um terço das estações, enquanto os sistemas Muni, de São Francisco, e AC Transit também avaliam encerrar linhas.
As mudanças podem afetar o transporte adaptado e a autonomia de pessoas com deficiência e baixa renda. Michelle Rousey, do Comitê de Acesso ao Transporte Adaptado da East Bay, afirmou que a redução das linhas regulares também diminui as opções de transporte adaptado. A crise foi agravada pela queda de passageiros durante a pandemia de Covid-19. Pesquisa da Joint Venture Silicon Valley, publicada no início de outubro, identificou apoio de 48% dos eleitores consultados à proposta. Um juiz rejeitou uma ação que contestava a formulação da medida. Moradores entrevistados pela reportagem relataram dificuldades de acesso a consultas médicas e serviços. A região concentra a maior quantidade de bilionários dos Estados Unidos, mas apresenta desigualdades na oferta de transporte público.
A votação ocorre diante da possibilidade de cortes no Bay Area Rapid Transit (BART), que considera reduzir 70% dos serviços e fechar até 15 de suas 50 estações. O Caltrain pode suspender viagens aos fins de semana e fechar até um terço das estações, enquanto os sistemas Muni, de São Francisco, e AC Transit também avaliam encerrar linhas.
As mudanças podem afetar o transporte adaptado e a autonomia de pessoas com deficiência e baixa renda. Michelle Rousey, do Comitê de Acesso ao Transporte Adaptado da East Bay, afirmou que a redução das linhas regulares também diminui as opções de transporte adaptado. A crise foi agravada pela queda de passageiros durante a pandemia de Covid-19. Pesquisa da Joint Venture Silicon Valley, publicada no início de outubro, identificou apoio de 48% dos eleitores consultados à proposta. Um juiz rejeitou uma ação que contestava a formulação da medida. Moradores entrevistados pela reportagem relataram dificuldades de acesso a consultas médicas e serviços. A região concentra a maior quantidade de bilionários dos Estados Unidos, mas apresenta desigualdades na oferta de transporte público.

Pesquisa aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro para o segundo turno
Pesquisa do Instituto Palver divulgada nesta quinta-feira (15) indica empate técnico entre o presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT), e o senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), na disputa presidencial de 25 de outubro. Flávio aparece com 50% das intenções de voto, ante 49% de Lula. A diferença está dentro da margem de erro de 2,3 pontos percentuais, sem estabelecer vantagem estatisticamente conclusiva.
O levantamento foi realizado pela internet entre 10 e 13 de outubro, com cinco mil participantes, amostra efetiva de 1.783 respondentes e nível de confiança de 95%. Sobre a decisão de voto, 49% afirmaram que votariam definitivamente em Flávio, enquanto 48% disseram o mesmo sobre Lula. A rejeição é de 50% para o presidente e 48% para o senador. Entre os eleitores que não compareceram ao primeiro turno, 59% preferem Lula e 28% Flávio. Dos ausentes, 37% alegaram estar viajando e 21% tinham título eleitoral registrado em outra cidade. Entre eleitores de Augusto Cury, do Avante, Lula tem 64% e Flávio, 32%; entre os que votaram em Ronaldo Caiado, do PSD, Flávio registra 61% e Lula, 35%. A Palver ressalvou que esses grupos têm menos entrevistados, limitando a precisão das estimativas. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio obteve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%, segundo os dados citados pela Prensa Latina.
O levantamento foi realizado pela internet entre 10 e 13 de outubro, com cinco mil participantes, amostra efetiva de 1.783 respondentes e nível de confiança de 95%. Sobre a decisão de voto, 49% afirmaram que votariam definitivamente em Flávio, enquanto 48% disseram o mesmo sobre Lula. A rejeição é de 50% para o presidente e 48% para o senador. Entre os eleitores que não compareceram ao primeiro turno, 59% preferem Lula e 28% Flávio. Dos ausentes, 37% alegaram estar viajando e 21% tinham título eleitoral registrado em outra cidade. Entre eleitores de Augusto Cury, do Avante, Lula tem 64% e Flávio, 32%; entre os que votaram em Ronaldo Caiado, do PSD, Flávio registra 61% e Lula, 35%. A Palver ressalvou que esses grupos têm menos entrevistados, limitando a precisão das estimativas. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio obteve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%, segundo os dados citados pela Prensa Latina.

Governo Lula pagou R$ 1,1 bilhão para reconstruir áreas atingidas por desastres no Brasil
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pagou mais de R$ 1,1 bilhão entre 2023 e setembro de 2026 para recuperar infraestruturas danificadas por desastres no Brasil.
O Rio Grande do Sul recebeu cerca de R$ 467 milhões, equivalentes a 41% do total, incluindo R$ 326,5 milhões destinados à recuperação de estruturas atingidas pelas enchentes de abril e maio de 2024.
Os dados foram obtidos pela organização Fiquem Sabendo por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), com informações da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
A planilha registra estados e municípios beneficiados, tipos de desastres, obras financiadas e valores pagos por ano, além de datas das ocorrências, portarias de transferência, números de processos e ordens bancárias. Também reúne valores empenhados, cancelados e devolvidos.
O levantamento considera apenas os recursos efetivamente pagos.
O Rio Grande do Sul recebeu cerca de R$ 467 milhões, equivalentes a 41% do total, incluindo R$ 326,5 milhões destinados à recuperação de estruturas atingidas pelas enchentes de abril e maio de 2024.
Os dados foram obtidos pela organização Fiquem Sabendo por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), com informações da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
A planilha registra estados e municípios beneficiados, tipos de desastres, obras financiadas e valores pagos por ano, além de datas das ocorrências, portarias de transferência, números de processos e ordens bancárias. Também reúne valores empenhados, cancelados e devolvidos.
O levantamento considera apenas os recursos efetivamente pagos.

Qual é o histórico de votos de Flávio Bolsonaro contra os trabalhadores no Senado?
Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, apoiou medidas que alteraram regras de aposentadoria e propostas de contratação com menos garantias trabalhistas, segundo levantamento publicado pela Rede PT de Comunicação em 14 de outubro de 2026. Em 2019, votou a favor da Reforma da Previdência (PEC 6/2019), apresentada pelo governo Jair Bolsonaro e promulgada em novembro daquele ano. A mudança estabeleceu idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 para homens e alterou o cálculo dos benefícios.
Em setembro de 2021, Flávio apoiou a MP 1.045, que previa modalidades de contratação sem garantias como FGTS, 13º salário e férias. O Senado rejeitou a medida por 47 votos a 27. Em 2024, o senador votou contra o PLP 68, que regulamentou a reforma tributária e prevê alíquota zero para a cesta básica nacional a partir de 2027. Flávio exerceu quatro mandatos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, foi eleito senador em 2018 e passou por seis partidos.
Sobre a proposta de fim da escala 6×1 (PEC 221/2019), Flávio atuou contra sua aprovação, embora tenha declarado, às vésperas do segundo turno, que votaria a favor, porém, o Senador não participou da votação. Flávio prometeu a aliados e empresários rever pontos do texto caso seja eleito. O senador Rogério Marinho (PL), coordenador da campanha, defendeu que a jornada seja negociada entre patrões e empregados. A negociação direta também consta no plano de governo de Flávio, que propõe permitir acordos sobre condições de trabalho dentro dos limites legais.
Em setembro de 2021, Flávio apoiou a MP 1.045, que previa modalidades de contratação sem garantias como FGTS, 13º salário e férias. O Senado rejeitou a medida por 47 votos a 27. Em 2024, o senador votou contra o PLP 68, que regulamentou a reforma tributária e prevê alíquota zero para a cesta básica nacional a partir de 2027. Flávio exerceu quatro mandatos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, foi eleito senador em 2018 e passou por seis partidos.
Sobre a proposta de fim da escala 6×1 (PEC 221/2019), Flávio atuou contra sua aprovação, embora tenha declarado, às vésperas do segundo turno, que votaria a favor, porém, o Senador não participou da votação. Flávio prometeu a aliados e empresários rever pontos do texto caso seja eleito. O senador Rogério Marinho (PL), coordenador da campanha, defendeu que a jornada seja negociada entre patrões e empregados. A negociação direta também consta no plano de governo de Flávio, que propõe permitir acordos sobre condições de trabalho dentro dos limites legais.

Enquanto bolsonaristas enaltecem Trump em manifestação, estadunidenses realizam protestos anti-Trump
O movimento No Kings realizará manifestações em cidades dos Estados Unidos neste sábado, 17 de outubro, com o objetivo de incentivar a participação nas eleições de meio de mandato, marcadas para 3 de novembro de 2026.
Segundo comunicado publicado no site do movimento, a mobilização pretende estimular a votação antecipada, orientar eleitores sobre as opções disponíveis e incentivar a elaboração de planos para votar. A votação antecipada já começou em vários estados.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou democratas de fraude eleitoral e afirmou que enviará observadores aos locais de votação. Ele também sugeriu o envio de militares, medida que críticos consideram uma forma de intimidação eleitoral. A organização enfrenta debates internos sobre a continuidade das manifestações de massa ou a concentração de esforços na participação eleitoral.
O evento deste fim de semana busca reunir as duas estratégias. Desde junho de 2025, três mobilizações nacionais do No Kings foram realizadas. A primeira ocorreu em reação a um evento de Trump relacionado às comemorações dos 250 anos dos Estados Unidos e ao aniversário do presidente.
A manifestação mais recente, em março de 2026, reuniu pelo menos 8 milhões de pessoas.
Segundo comunicado publicado no site do movimento, a mobilização pretende estimular a votação antecipada, orientar eleitores sobre as opções disponíveis e incentivar a elaboração de planos para votar. A votação antecipada já começou em vários estados.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou democratas de fraude eleitoral e afirmou que enviará observadores aos locais de votação. Ele também sugeriu o envio de militares, medida que críticos consideram uma forma de intimidação eleitoral. A organização enfrenta debates internos sobre a continuidade das manifestações de massa ou a concentração de esforços na participação eleitoral.
O evento deste fim de semana busca reunir as duas estratégias. Desde junho de 2025, três mobilizações nacionais do No Kings foram realizadas. A primeira ocorreu em reação a um evento de Trump relacionado às comemorações dos 250 anos dos Estados Unidos e ao aniversário do presidente.
A manifestação mais recente, em março de 2026, reuniu pelo menos 8 milhões de pessoas.

Relatório denuncia prisão de mais de 2 mil crianças palestinas por Israel desde outubro de 2023
A Sociedade de Prisioneiros Palestinos informou, em relatório divulgado em 14 de outubro de 2026, que Israel prendeu mais de 2 mil crianças palestinas desde outubro de 2023 e mantém pelo menos 350 detidas. A organização denunciou práticas de intimidação, tortura, fome, isolamento e negação de assistência médica. Também informou que seis crianças foram presas durante a noite nas localidades de Sa'ir e Al-Shuyukh, na província de Hebron, na Cisjordânia ocupada.
O grupo afirmou que os dados sobre crianças detidas em Gaza permanecem incompletos devido ao desaparecimento de pessoas, incluindo menores, e à prática de desaparecimento forçado. A organização criticou a detenção administrativa, que permite manter palestinos presos sem acusação formal ou prazo definido para libertação, e apontou a falta de responsabilização nos tribunais israelenses. O relatório citou Walid Khaled Ahmad, que morreu na prisão de Megido em março de 2025, com sinais de desnutrição e desidratação. A investigação sobre sua morte foi encerrada.
Outro caso citado foi o de Mohammed Hamid, de 15 anos, que contraiu sarna na prisão de Ofer, sofreu infecções e passou por cirurgias cardíacas antes de ter uma perna amputada. Segundo a organização, ele recebeu tratamento por cerca de três meses após ser libertado pelas autoridades israelenses.
O grupo pediu a libertação de crianças detidas arbitrariamente, o fim da detenção administrativa e dos interrogatórios coercivos e medidas internacionais contra a tortura e a privação de cuidados médicos. Desde outubro de 2023, mais de 74 mil palestinos morreram e mais de 175 mil ficaram feridos em Gaza, enquanto cerca de 90% da infraestrutura do território foi danificada ou destruída.
O grupo afirmou que os dados sobre crianças detidas em Gaza permanecem incompletos devido ao desaparecimento de pessoas, incluindo menores, e à prática de desaparecimento forçado. A organização criticou a detenção administrativa, que permite manter palestinos presos sem acusação formal ou prazo definido para libertação, e apontou a falta de responsabilização nos tribunais israelenses. O relatório citou Walid Khaled Ahmad, que morreu na prisão de Megido em março de 2025, com sinais de desnutrição e desidratação. A investigação sobre sua morte foi encerrada.
Outro caso citado foi o de Mohammed Hamid, de 15 anos, que contraiu sarna na prisão de Ofer, sofreu infecções e passou por cirurgias cardíacas antes de ter uma perna amputada. Segundo a organização, ele recebeu tratamento por cerca de três meses após ser libertado pelas autoridades israelenses.
O grupo pediu a libertação de crianças detidas arbitrariamente, o fim da detenção administrativa e dos interrogatórios coercivos e medidas internacionais contra a tortura e a privação de cuidados médicos. Desde outubro de 2023, mais de 74 mil palestinos morreram e mais de 175 mil ficaram feridos em Gaza, enquanto cerca de 90% da infraestrutura do território foi danificada ou destruída.

Ex-vice-presidente bolsonarista, Mourão foi o único !@#$%& a votar contra o fim da escala 6×1
O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), ex-vice-presidente durante o governo Jair Bolsonaro, foi o único parlamentar do Senado a votar contra a proposta de fim da escala de trabalho 6×1. Em declaração ao site Platô, publicada em 15 de outubro de 2026, Mourão afirmou que já havia apontado problemas decorrentes da redução da jornada de trabalho.
“Para reduzir o período trabalhado e manter o salário, seria necessário aumentar a produtividade, o que praticamente não ocorreu nos últimos 40 anos”, declarou. O senador argumentou que o mercado de trabalho brasileiro apresenta elevada informalidade, legislação trabalhista conflitiva e mão de obra com baixa qualificação.
Mourão foi o único representante da direita a manter o voto contrário à proposta, segundo a reportagem de Diego Amorim. O senador exerce mandato de oito anos e está na metade do período.
“Para reduzir o período trabalhado e manter o salário, seria necessário aumentar a produtividade, o que praticamente não ocorreu nos últimos 40 anos”, declarou. O senador argumentou que o mercado de trabalho brasileiro apresenta elevada informalidade, legislação trabalhista conflitiva e mão de obra com baixa qualificação.
Mourão foi o único representante da direita a manter o voto contrário à proposta, segundo a reportagem de Diego Amorim. O senador exerce mandato de oito anos e está na metade do período.

Senado aprova fim da escala 6×1 com 75 votos favoráveis e Lula celebra mobilização popular
O Senado aprovou, em dois turnos, em 14 de outubro de 2026, a proposta de emenda à Constituição que reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, estabelece dois dias de descanso remunerado e preserva os salários. Foram 75 votos favoráveis e um contrário, de Hamilton Mourão (Republicanos-RS), ex-vice-presidente de Jair Bolsonaro.
O texto, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e relatado no Senado por Omar Aziz (PSD-AM), segue para promulgação, sem necessidade de nova análise da Câmara. A implementação prevê redução para 42 horas semanais dois meses após a promulgação e para 40 horas doze meses depois.
Em dezembro de 2025, cerca de 14,8 milhões de trabalhadores com carteira assinada estavam na escala 6×1, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. Lula declarou que a medida foi uma conquista “que saiu da rua e de um desejo histórico do povo trabalhador”. Senadores do PT alertaram para a proposta alternativa defendida pelo PL, que pretende retomar em 2027 um modelo de pagamento por hora.
O texto, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e relatado no Senado por Omar Aziz (PSD-AM), segue para promulgação, sem necessidade de nova análise da Câmara. A implementação prevê redução para 42 horas semanais dois meses após a promulgação e para 40 horas doze meses depois.
Em dezembro de 2025, cerca de 14,8 milhões de trabalhadores com carteira assinada estavam na escala 6×1, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. Lula declarou que a medida foi uma conquista “que saiu da rua e de um desejo histórico do povo trabalhador”. Senadores do PT alertaram para a proposta alternativa defendida pelo PL, que pretende retomar em 2027 um modelo de pagamento por hora.
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