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Economista aponta risco de recessão com plano de Flávio Bolsonaro para cortar gastos públicos
A proposta de Flávio Bolsonaro de reduzir os gastos públicos em até 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) pode provocar recessão, ampliar a desigualdade e reduzir a arrecadação tributária, segundo artigo da economista Laura Carvalho, professora da Universidade de São Paulo (USP), e do Nobel de Economia Joseph E. Stiglitz, publicado no Project Syndicate. Os autores estimam que os cortes poderiam reduzir a atividade econômica em 2,7% do PIB no primeiro ano e em 3,2% em dois anos. Embora a equipe de Flávio afirme que o Bolsa Família será preservado, não especificou quais despesas seriam reduzidas. O orçamento federal inclui Previdência, benefícios vinculados ao salário mínimo, saúde e educação. A retração do consumo também afetaria trabalhadores informais, motoristas de aplicativos, vendedores ambulantes e pequenos empresários.
Carvalho e Stiglitz afirmam que cerca de 53% da dívida brasileira está vinculada à Selic e que cortar despesas não resolveria fatores como juros elevados, características do mercado financeiro e volatilidade cambial. Eles também criticam a proposta de reduzir impostos sem corrigir distorções tributárias. Em contraponto, citam o crescimento do PIB de 3,2% em 2023 e 3,4% em 2024, além da queda da pobreza durante o governo Lula.
Defendem rever benefícios tributários que favorecem os mais ricos, limitar emendas parlamentares e aumentar a tributação efetiva dos super-ricos para financiar transporte público, habitação e infraestrutura de cuidados.
Carvalho e Stiglitz afirmam que cerca de 53% da dívida brasileira está vinculada à Selic e que cortar despesas não resolveria fatores como juros elevados, características do mercado financeiro e volatilidade cambial. Eles também criticam a proposta de reduzir impostos sem corrigir distorções tributárias. Em contraponto, citam o crescimento do PIB de 3,2% em 2023 e 3,4% em 2024, além da queda da pobreza durante o governo Lula.
Defendem rever benefícios tributários que favorecem os mais ricos, limitar emendas parlamentares e aumentar a tributação efetiva dos super-ricos para financiar transporte público, habitação e infraestrutura de cuidados.

Poder de compra cresceu no governo Lula e caiu sob Bolsonaro
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicam que o poder de compra médio dos trabalhadores cresceu 5,4% ao ano entre 2023 e 2025, durante o terceiro governo Lula, após cair 1,4% ao ano entre 2019 e 2022, sob Jair Bolsonaro. O levantamento de Marcos Hecksher, publicado pelo Observatório de Geopolítica no Jornal GGN, aponta ganhos no governo Lula em todos os setores analisados, incluindo indústria, comércio, administração pública, serviços e agropecuária.
Em 2019, antes da pandemia de covid-19, o salário mínimo ficou sem ganho real e o poder de compra médio recuou 0,6%. Sob Bolsonaro, as vendas de supermercados cresceram 3,8% em quatro anos, enquanto a quantidade vendida de móveis e eletrodomésticos caiu 0,6%. No governo Lula, o comércio avançou 9,5%, e as vendas de carros, motos e peças cresceram 18,3%. Dados atribuídos ao Fundo Monetário Internacional (FMI) indicam crescimento médio anual do PIB de 1,4% no Brasil durante Bolsonaro e de 3% no governo Lula 3. A inflação média anual passou de 6,1% para 4,6%. Entre 2023 e 2025, o desemprego caiu de 8% para 6% no Brasil, enquanto subiu de 6,1% para 7,4% na Argentina. Segundo o levantamento, a pobreza caiu 8,6 pontos percentuais e a extrema pobreza, 3 pontos, entre 2023 e 2025.
O estudo também registra queda das mortes violentas e do desmatamento da Amazônia durante o governo Lula.
Em 2019, antes da pandemia de covid-19, o salário mínimo ficou sem ganho real e o poder de compra médio recuou 0,6%. Sob Bolsonaro, as vendas de supermercados cresceram 3,8% em quatro anos, enquanto a quantidade vendida de móveis e eletrodomésticos caiu 0,6%. No governo Lula, o comércio avançou 9,5%, e as vendas de carros, motos e peças cresceram 18,3%. Dados atribuídos ao Fundo Monetário Internacional (FMI) indicam crescimento médio anual do PIB de 1,4% no Brasil durante Bolsonaro e de 3% no governo Lula 3. A inflação média anual passou de 6,1% para 4,6%. Entre 2023 e 2025, o desemprego caiu de 8% para 6% no Brasil, enquanto subiu de 6,1% para 7,4% na Argentina. Segundo o levantamento, a pobreza caiu 8,6 pontos percentuais e a extrema pobreza, 3 pontos, entre 2023 e 2025.
O estudo também registra queda das mortes violentas e do desmatamento da Amazônia durante o governo Lula.

Pesquisador aponta: risco de Trump contestar eleições e impor sanções ao Brasil
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode contestar o resultado das eleições de meio de mandato, em novembro, caso seja derrotado. Pesquisa divulgada pelo The Washington Post, em parceria com a ABC News e o instituto Ipsos, aponta que 70% dos estadunidenses consultados consideram possível que ele não reconheça o resultado.
Em entrevista à Rádio Brasil de Fato, o professor e pesquisador de Relações Internacionais Ricardo Leães afirmou que Trump pode recorrer novamente à narrativa de fraude eleitoral. O presidente registra 30% de aprovação, e candidatos republicanos tentam se distanciar de seu governo. Leães avalia que os democratas podem aproveitar o desgaste para conquistar cadeiras no Senado, embora apenas um terço das vagas esteja em disputa.
Sobre a eleição brasileira, marcada pela disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o pesquisador alertou para o risco de Trump não reconhecer uma eventual vitória de Lula. Segundo ele, bolsonaristas podem questionar as urnas eletrônicas caso Flávio perca. Leães descarta uma intervenção militar estadunidense no Brasil, mas considera possíveis sanções econômicas, diplomáticas e políticas.
O pesquisador também aponta que uma derrota republicana nas eleições de meio de mandato pode levar Trump a recuar ou, em outra hipótese, intensificar a pressão contra o Brasil. Para Leães, defender a soberania brasileira exige medidas concretas, além de declarações públicas.
Em entrevista à Rádio Brasil de Fato, o professor e pesquisador de Relações Internacionais Ricardo Leães afirmou que Trump pode recorrer novamente à narrativa de fraude eleitoral. O presidente registra 30% de aprovação, e candidatos republicanos tentam se distanciar de seu governo. Leães avalia que os democratas podem aproveitar o desgaste para conquistar cadeiras no Senado, embora apenas um terço das vagas esteja em disputa.
Sobre a eleição brasileira, marcada pela disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o pesquisador alertou para o risco de Trump não reconhecer uma eventual vitória de Lula. Segundo ele, bolsonaristas podem questionar as urnas eletrônicas caso Flávio perca. Leães descarta uma intervenção militar estadunidense no Brasil, mas considera possíveis sanções econômicas, diplomáticas e políticas.
O pesquisador também aponta que uma derrota republicana nas eleições de meio de mandato pode levar Trump a recuar ou, em outra hipótese, intensificar a pressão contra o Brasil. Para Leães, defender a soberania brasileira exige medidas concretas, além de declarações públicas.

Revista piauí relata que Flávio Bolsonaro recebeu Rolex de empresário ligado à negociação da Covaxin
O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, teria recebido um relógio Rolex de Danilo Trento, diretor institucional da Precisa Medicamentos, durante um passeio de lancha em Brasília, em 17 de julho de 2020, segundo reportagem da revista piauí publicada em 21 de outubro de 2026 e reproduzida pelo Brasil de Fato.
O encontro ocorreu durante a pandemia de covid-19 e foi organizado por empresários envolvidos nas negociações para vender a vacina indiana Covaxin ao governo de Jair Bolsonaro. Segundo a revista, Trento e Francisco Maximiano, proprietário da Precisa, custearam o passeio no Lago Paranoá. O grupo viajou de São Paulo a Brasília em um jato executivo, acompanhado de três garotas de programa e do agente de viagens Raphael Barão. Flávio chegou com Alexandre Santini, seu amigo e então sócio. A reportagem afirma que o senador entrou na cabine com garotas de programa e recebeu o relógio de Trento ao final do passeio.
Naquele dia, o Brasil registrou 1.110 mortes por covid-19. O contrato da Covaxin previa R$ 80 por dose, acima dos valores de cerca de R$ 56,30 da Pfizer e R$ 18 da AstraZeneca. Após denúncias do servidor Luis Ricardo Miranda e de seu irmão, o então deputado Luis Miranda, o contrato foi cancelado sem pagamentos. O relatório final da CPI da Pandemia recomendou o indiciamento de 78 pessoas, incluindo Flávio, Trento e Maximiano.
A piauí também relatou que Flávio participou de reunião virtual para facilitar o acesso de Maximiano ao então presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em busca de financiamento para outra empresa.
O encontro ocorreu durante a pandemia de covid-19 e foi organizado por empresários envolvidos nas negociações para vender a vacina indiana Covaxin ao governo de Jair Bolsonaro. Segundo a revista, Trento e Francisco Maximiano, proprietário da Precisa, custearam o passeio no Lago Paranoá. O grupo viajou de São Paulo a Brasília em um jato executivo, acompanhado de três garotas de programa e do agente de viagens Raphael Barão. Flávio chegou com Alexandre Santini, seu amigo e então sócio. A reportagem afirma que o senador entrou na cabine com garotas de programa e recebeu o relógio de Trento ao final do passeio.
Naquele dia, o Brasil registrou 1.110 mortes por covid-19. O contrato da Covaxin previa R$ 80 por dose, acima dos valores de cerca de R$ 56,30 da Pfizer e R$ 18 da AstraZeneca. Após denúncias do servidor Luis Ricardo Miranda e de seu irmão, o então deputado Luis Miranda, o contrato foi cancelado sem pagamentos. O relatório final da CPI da Pandemia recomendou o indiciamento de 78 pessoas, incluindo Flávio, Trento e Maximiano.
A piauí também relatou que Flávio participou de reunião virtual para facilitar o acesso de Maximiano ao então presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em busca de financiamento para outra empresa.

Flávio Bolsonaro apresenta propostas já existentes no SUS e em artigo sobre a Caixa
Em artigo publicado pelo Jornal GGN em 22 de outubro de 2026, o jornalista Luis Nassif contestou duas propostas apresentadas por Flávio Bolsonaro durante o debate presidencial da Band. Segundo Nassif, o senador defendeu a criação de um prontuário eletrônico único de saúde para os brasileiros atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), embora a iniciativa já estivesse em andamento durante a gestão de Nísia Trindade. O jornalista cita a secretária de Informação e Política Digital, Ana Estela Haddad, ao tratar da implementação do sistema. Flávio também mencionou a ampliação da telessaúde, modalidade pela qual o SUS já havia realizado mais de 10 milhões de atendimentos, conforme o texto.
A segunda proposta questionada por Nassif foi transformar a Caixa Econômica Federal em um banco voltado ao empreendedorismo. O jornalista afirma que já havia defendido essa ideia em artigo publicado em uma revista da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae). No artigo, Nassif propõe que os bancos públicos financiem setores com potencial para o associativismo e funcionem como portas de entrada para serviços digitais do governo. Ele argumenta que pequenas e médias empresas podem contribuir para a manutenção dos empregos e que a atuação cooperativa pode ampliar sua capacidade de negociação. Também cita a experiência da Caixa durante a pandemia, quando o banco operacionalizou o Auxílio Emergencial, abriu mais de 100 milhões de contas Poupança Social Digital, movimentou cerca de R$ 362,9 bilhões em benefícios até o fim de 2020 e contratou R$ 34,3 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas, incluindo R$ 16,4 bilhões pelo Pronampe.
A segunda proposta questionada por Nassif foi transformar a Caixa Econômica Federal em um banco voltado ao empreendedorismo. O jornalista afirma que já havia defendido essa ideia em artigo publicado em uma revista da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae). No artigo, Nassif propõe que os bancos públicos financiem setores com potencial para o associativismo e funcionem como portas de entrada para serviços digitais do governo. Ele argumenta que pequenas e médias empresas podem contribuir para a manutenção dos empregos e que a atuação cooperativa pode ampliar sua capacidade de negociação. Também cita a experiência da Caixa durante a pandemia, quando o banco operacionalizou o Auxílio Emergencial, abriu mais de 100 milhões de contas Poupança Social Digital, movimentou cerca de R$ 362,9 bilhões em benefícios até o fim de 2020 e contratou R$ 34,3 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas, incluindo R$ 16,4 bilhões pelo Pronampe.

Especialistas da ONU cobram explicações da Meta sobre restrições a conteúdos políticos nas eleições
Especialistas independentes em direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) cobraram a Meta, em comunicado divulgado em 21 de outubro de 2026, por possíveis restrições desproporcionais à expressão política durante as eleições presidenciais brasileiras. O grupo pediu transparência sobre decisões de moderação, correção de impactos desiguais e mecanismos de contestação durante o período eleitoral.
As preocupações abrangem Facebook, Instagram e WhatsApp. Segundo o comunicado, observadores internacionais relataram interrupções temporárias na conta de campanha de um candidato, diferenças no alcance e no engajamento de publicações, restrições de conteúdo no Instagram e disparidades nos resultados de busca de canais do WhatsApp, nos feeds, nos Stories e em recursos de inteligência artificial. Os especialistas também mencionaram relatórios sobre milhares de contas e publicações de jornalistas, defensores de direitos humanos, integrantes da sociedade civil e criadores de conteúdo que teriam enfrentado suspensões, redução de visibilidade ou limitações de compartilhamento.
O documento não conclui que houve favorecimento deliberado a uma candidatura, mas aponta indícios de restrições desproporcionais contra um dos lados da disputa. A manifestação cita os Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos e defende que sistemas de recomendação, inteligência artificial e moderação respeitem a liberdade de expressão e ofereçam justificativas e meios de reparação.
O comunicado também informa que um juiz do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a Meta aplique as mesmas regras aos dois candidatos até o segundo turno, vedando restrições desiguais ao alcance das campanhas, às recomendações de conteúdo e aos resultados de pesquisa. Os especialistas pediram diálogo com organizações da sociedade civil e mecanismos para resolver reclamações durante o processo eleitoral.
As preocupações abrangem Facebook, Instagram e WhatsApp. Segundo o comunicado, observadores internacionais relataram interrupções temporárias na conta de campanha de um candidato, diferenças no alcance e no engajamento de publicações, restrições de conteúdo no Instagram e disparidades nos resultados de busca de canais do WhatsApp, nos feeds, nos Stories e em recursos de inteligência artificial. Os especialistas também mencionaram relatórios sobre milhares de contas e publicações de jornalistas, defensores de direitos humanos, integrantes da sociedade civil e criadores de conteúdo que teriam enfrentado suspensões, redução de visibilidade ou limitações de compartilhamento.
O documento não conclui que houve favorecimento deliberado a uma candidatura, mas aponta indícios de restrições desproporcionais contra um dos lados da disputa. A manifestação cita os Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos e defende que sistemas de recomendação, inteligência artificial e moderação respeitem a liberdade de expressão e ofereçam justificativas e meios de reparação.
O comunicado também informa que um juiz do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a Meta aplique as mesmas regras aos dois candidatos até o segundo turno, vedando restrições desiguais ao alcance das campanhas, às recomendações de conteúdo e aos resultados de pesquisa. Os especialistas pediram diálogo com organizações da sociedade civil e mecanismos para resolver reclamações durante o processo eleitoral.

Plano de Flávio Bolsonaro prioriza encarceramento em massa, sem enfrentar as causas da violência
Os planos de governo de Lula e Flávio Bolsonaro, candidatos ao segundo turno presidencial de 2026, apresentam diferenças nas áreas de direitos humanos, segurança pública e proteção social, segundo reportagem da Agência Brasil publicada em 22 de outubro. Lula propõe políticas públicas, prevenção da violência e combate ao crime organizado por meio do enfraquecimento financeiro das facções. Flávio defende o endurecimento das penas, a redução da maioridade penal e a ampliação do sistema prisional.
Camila Asano, diretora executiva da Conectas Direitos Humanos, recomenda avaliar o histórico dos candidatos no exercício de cargos públicos. Ela aponta que Flávio apoiou, em 2019, uma proposta que eliminava a identificação de cartuchos de munição, inclusive os destinados às forças policiais, e atuou na defesa de um policial acusado de matar Ana Clara, de cinco anos, durante uma operação no Rio de Janeiro, em 2021.
O plano de Flávio prevê reconhecimento facial integrado a bancos de dados criminais, castração química para condenados por crimes sexuais, redução da maioridade penal para 16 anos, punição a partir dos 14 anos por infrações graves e criação de 500 mil vagas prisionais. Lula propõe câmeras corporais, cumprimento das metas do Pena Justa, proteção aos povos indígenas, políticas de combate ao feminicídio e defesa do fim da escala 6x1, com jornada de 40 horas semanais sem redução salarial.
Camila Asano, diretora executiva da Conectas Direitos Humanos, recomenda avaliar o histórico dos candidatos no exercício de cargos públicos. Ela aponta que Flávio apoiou, em 2019, uma proposta que eliminava a identificação de cartuchos de munição, inclusive os destinados às forças policiais, e atuou na defesa de um policial acusado de matar Ana Clara, de cinco anos, durante uma operação no Rio de Janeiro, em 2021.
O plano de Flávio prevê reconhecimento facial integrado a bancos de dados criminais, castração química para condenados por crimes sexuais, redução da maioridade penal para 16 anos, punição a partir dos 14 anos por infrações graves e criação de 500 mil vagas prisionais. Lula propõe câmeras corporais, cumprimento das metas do Pena Justa, proteção aos povos indígenas, políticas de combate ao feminicídio e defesa do fim da escala 6x1, com jornada de 40 horas semanais sem redução salarial.

Willer Tomaz pagou para retirar da internet reportagens que o relacionavam a Flávio Bolsonaro
Mensagens e documentos apreendidos pela Polícia Federal (PF) indicam que o advogado Willer Tomaz, amigo do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pagou para remover reportagens que mencionavam os dois. O caso foi revelado por O Globo e confirmado pela TV Globo.
Segundo a PF, mensagens de outubro de 2025 e uma planilha com 12 links indicam a contratação da empresa Seu Nome Novo de Novo para retirar ou desindexar conteúdos dos resultados do Google. O serviço cobraria R$ 1 mil por link, totalizando R$ 12 mil, mas ofereceu desconto de R$ 3 mil por um endereço eletrônico cuja remoção já havia sido paga e que voltou a aparecer.
Entre os conteúdos estavam reportagens sobre uma disputa envolvendo uma mansão e outra sobre Flávio, cassinos e operadoras em Las Vegas. Willer e Flávio são investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de lavagem de dinheiro, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A defesa do advogado afirmou que a medida se referia a conteúdos antigos e desatualizados e declarou que ele nunca tentou desvincular sua imagem da de Flávio.
O inquérito começou na Justiça Federal do Rio Grande do Sul, onde a PF identificou e-mails que apontavam Flávio como “usuário master” de uma conta bancária da empresa Alcazar Holdings, pertencente a Willer. O caso chegou ao STF em 8 de outubro, após manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República. É o segundo inquérito na Corte envolvendo Flávio: o primeiro, aberto em julho e relatado pelo ministro André Mendonça, investiga o financiamento do filme Dark Horse por Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Segundo a PF, mensagens de outubro de 2025 e uma planilha com 12 links indicam a contratação da empresa Seu Nome Novo de Novo para retirar ou desindexar conteúdos dos resultados do Google. O serviço cobraria R$ 1 mil por link, totalizando R$ 12 mil, mas ofereceu desconto de R$ 3 mil por um endereço eletrônico cuja remoção já havia sido paga e que voltou a aparecer.
Entre os conteúdos estavam reportagens sobre uma disputa envolvendo uma mansão e outra sobre Flávio, cassinos e operadoras em Las Vegas. Willer e Flávio são investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de lavagem de dinheiro, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A defesa do advogado afirmou que a medida se referia a conteúdos antigos e desatualizados e declarou que ele nunca tentou desvincular sua imagem da de Flávio.
O inquérito começou na Justiça Federal do Rio Grande do Sul, onde a PF identificou e-mails que apontavam Flávio como “usuário master” de uma conta bancária da empresa Alcazar Holdings, pertencente a Willer. O caso chegou ao STF em 8 de outubro, após manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República. É o segundo inquérito na Corte envolvendo Flávio: o primeiro, aberto em julho e relatado pelo ministro André Mendonça, investiga o financiamento do filme Dark Horse por Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Mãe de Ana Clara espera há mais de cinco anos por julgamento de policial defendido por Flávio Bolsonaro
Cristiane Gomes da Silva aguarda há cinco anos e seis meses o julgamento do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado de matar sua filha Ana Clara, de cinco anos, em 2 de fevereiro de 2021, em Niterói (RJ). Segundo reportagem de Caio Barretto Briso, publicada pelo Brasil de Fato com base em material da Agência Pública, Flávio Bolsonaro assumiu a defesa do policial em 2024 e assinou recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que determinou o júri popular. O pedido foi negado, mas o julgamento ainda não ocorreu. Inicialmente marcado para 14 de abril de 2026, data em que Ana Clara completaria 11 anos, o júri foi adiado para 21 de outubro e, depois, transferido para 5 de maio de 2027.
Cristiane relata que recebeu ataques de apoiadores de Flávio, sofreu ameaças e deixou a casa onde morava de favor. Sem emprego fixo, vive com uma amiga e enfrenta dificuldades para alimentar-se e sustentar o filho Pedro, de oito anos, que faz acompanhamento psicológico e está sob os cuidados da avó. A mãe afirma que contraiu empréstimo de R$ 6 mil com um agiota para pagar o funeral, dívida que chegou a R$ 100 mil. Uma indenização negociada com o Estado foi usada para quitar débitos e despesas jurídicas.
Cristiane diz nunca ter recebido pedido de desculpas de representantes do poder público. Após o debate entre Lula e Flávio na Band, a campanha #PesquiseOCasoAnaClara ganhou repercussão nas redes sociais. Cristiane afirma que teme que o processo seja esquecido caso Flávio seja eleito, mas promete continuar cobrando justiça.
Cristiane relata que recebeu ataques de apoiadores de Flávio, sofreu ameaças e deixou a casa onde morava de favor. Sem emprego fixo, vive com uma amiga e enfrenta dificuldades para alimentar-se e sustentar o filho Pedro, de oito anos, que faz acompanhamento psicológico e está sob os cuidados da avó. A mãe afirma que contraiu empréstimo de R$ 6 mil com um agiota para pagar o funeral, dívida que chegou a R$ 100 mil. Uma indenização negociada com o Estado foi usada para quitar débitos e despesas jurídicas.
Cristiane diz nunca ter recebido pedido de desculpas de representantes do poder público. Após o debate entre Lula e Flávio na Band, a campanha #PesquiseOCasoAnaClara ganhou repercussão nas redes sociais. Cristiane afirma que teme que o processo seja esquecido caso Flávio seja eleito, mas promete continuar cobrando justiça.

“Ele não tem coragem de abrir o sigilo ... porque ele sabe que a vida dele é podre.”
Em ato com milhares de apoiadores em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), em 20 de outubro, o presidente Lula afirmou que Flávio Bolsonaro não teria coragem de autorizar a quebra de seus sigilos fiscal, telefônico e bancário. “Ele certamente não vai ter coragem de abrir o sigilo dele, nem telefônico, nem conta bancária, nem pessoa física, nem pessoa jurídica, porque ele sabe que a vida dele é podre em se tratando de honestidade”, declarou. Na mesma data, a campanha de Lula protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para a quebra dos sigilos do presidente e de seus familiares, caso Flávio aceite a mesma condição.
Lula também criticou a proposta do adversário de limitar a dois anos a permanência no Bolsa Família e afirmou que o programa combate a pobreza e a fome. O presidente anunciou que pretende sancionar em 21 de outubro o Prospera MEI, iniciativa que prevê perdão de dívidas fiscais de microempreendedores individuais com a União e ampliação dos benefícios à categoria. Também declarou que enviará ao Congresso uma proposta de emenda à Constituição para instituir transporte público gratuito nos fins de semana. Ao mencionar a proposta de redução da jornada de trabalho na escala 6 por 1, afirmou: “O povo vai trabalhar a 5 por 2 e nós vamos fazer uma proposta de tarifa zero no final de semana”.
Lula pediu aos apoiadores que conversem com eleitores indecisos, procurem pessoas que não votaram no primeiro turno e incentivem a participação de maiores de 70 anos. No primeiro turno, recebeu 60,18% dos votos válidos em Petrolina e 63,30% em Juazeiro.
Lula também criticou a proposta do adversário de limitar a dois anos a permanência no Bolsa Família e afirmou que o programa combate a pobreza e a fome. O presidente anunciou que pretende sancionar em 21 de outubro o Prospera MEI, iniciativa que prevê perdão de dívidas fiscais de microempreendedores individuais com a União e ampliação dos benefícios à categoria. Também declarou que enviará ao Congresso uma proposta de emenda à Constituição para instituir transporte público gratuito nos fins de semana. Ao mencionar a proposta de redução da jornada de trabalho na escala 6 por 1, afirmou: “O povo vai trabalhar a 5 por 2 e nós vamos fazer uma proposta de tarifa zero no final de semana”.
Lula pediu aos apoiadores que conversem com eleitores indecisos, procurem pessoas que não votaram no primeiro turno e incentivem a participação de maiores de 70 anos. No primeiro turno, recebeu 60,18% dos votos válidos em Petrolina e 63,30% em Juazeiro.

Flávio Bolsonaro: “A mulher brasileira também é um patrimônio turístico do nosso país”
Levantamento publicado pela Rede PT de Comunicação em 20 de outubro reúne votações de Flávio Bolsonaro contrárias a propostas de proteção às mulheres. Em 2009, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), ele foi o único parlamentar a votar contra a ampliação da licença-maternidade de servidoras estaduais de quatro para seis meses. O projeto, apresentado por Marcelo Freixo, foi aprovado apesar de sua oposição. Durante o debate presidencial de 18 de outubro, Lula cobrou explicações sobre o voto, mas Flávio não justificou diretamente sua posição.
Em 2006, o então deputado também foi o único voto contrário às penalidades previstas para estabelecimentos que comercializassem cartões-postais com imagens de mulheres seminuas associadas a pontos turísticos. Na ocasião, afirmou que “a mulher brasileira também é um patrimônio turístico do nosso país”.
Em outra votação, posicionou-se contra o Projeto de Lei 1.442/2008, que previa a suspensão da posse ou a restrição do porte de armas de agentes de segurança envolvidos em violência doméstica. A proposta foi aprovada e deu origem à Lei Estadual 5.402/2009. Flávio argumentou que policiais poderiam perder suas armas após acusações injustas.
Em 31 de maio de 2023, durante discussão na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado sobre o PL 1.085/2023, que buscava garantir igualdade salarial entre homens e mulheres, o senador questionou critérios de remuneração ligados à produtividade e ao desempenho e declarou que tendia a votar contra. O projeto foi aprovado e transformado na Lei 14.611, sancionada por Lula em 3 de julho de 2023, que estabeleceu medidas de transparência salarial e fiscalização.
A Agência Pública informou que, entre 2003 e 2026, Flávio apresentou apenas três propostas legislativas relacionadas à segurança das mulheres, menos de 1% de suas proposições. Sua assessoria afirmou que a proteção às vítimas de violência e o combate aos crimes sexuais estão entre as bandeiras do senador.
Em 2006, o então deputado também foi o único voto contrário às penalidades previstas para estabelecimentos que comercializassem cartões-postais com imagens de mulheres seminuas associadas a pontos turísticos. Na ocasião, afirmou que “a mulher brasileira também é um patrimônio turístico do nosso país”.
Em outra votação, posicionou-se contra o Projeto de Lei 1.442/2008, que previa a suspensão da posse ou a restrição do porte de armas de agentes de segurança envolvidos em violência doméstica. A proposta foi aprovada e deu origem à Lei Estadual 5.402/2009. Flávio argumentou que policiais poderiam perder suas armas após acusações injustas.
Em 31 de maio de 2023, durante discussão na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado sobre o PL 1.085/2023, que buscava garantir igualdade salarial entre homens e mulheres, o senador questionou critérios de remuneração ligados à produtividade e ao desempenho e declarou que tendia a votar contra. O projeto foi aprovado e transformado na Lei 14.611, sancionada por Lula em 3 de julho de 2023, que estabeleceu medidas de transparência salarial e fiscalização.
A Agência Pública informou que, entre 2003 e 2026, Flávio apresentou apenas três propostas legislativas relacionadas à segurança das mulheres, menos de 1% de suas proposições. Sua assessoria afirmou que a proteção às vítimas de violência e o combate aos crimes sexuais estão entre as bandeiras do senador.

Rosa Amorim alerta que propostas de Flávio Bolsonaro ameaçam agricultura familiar e políticas sociais
A deputada federal eleita Rosa Amorim (PT-PE), filha de assentados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), afirmou ao Brasil de Fato que um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL) colocaria em risco políticas de combate à fome, apoio à agricultura familiar, acesso à água e educação pública. Segundo Amorim, os governos de Lula restabeleceram o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), fortaleceram a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ampliaram iniciativas para jovens e mulheres no campo por meio do Pronera e retomaram o programa de cisternas no semiárido.
Ela atribui ao governo Jair Bolsonaro a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, cortes de investimentos na agricultura familiar e a paralisação da produção rural, com consequências para a fome. A parlamentar afirma que Flávio anunciou a intenção de extinguir a Conab e o PAA, unificar os ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário e encerrar o programa de cisternas. “O governo Flávio Bolsonaro não vai ter política para quem vive no campo”, declarou.
Amorim também contrapôs a expansão dos Institutos Federais e das universidades públicas nos governos petistas às propostas de Flávio para o ensino superior. “Para nós é inegociável a pauta da educação pública”, afirmou. A deputada destacou que sua trajetória foi possibilitada pela escola pública, pela universidade pública e pela política de cotas.
Na disputa eleitoral, relatou mobilizações diárias em Pernambuco e projetou que Lula poderá alcançar 70% dos votos no estado no segundo turno. Também mencionou a abstenção no primeiro turno e reuniões com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para facilitar o deslocamento de eleitores até as urnas, além de defender diálogo com jovens de 16 a 23 anos.
Amorim recordou declarações de Jair Bolsonaro contra nordestinos e afirmou que as políticas de seu governo contribuíram para o retorno do Brasil ao mapa da fome.
Ela atribui ao governo Jair Bolsonaro a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, cortes de investimentos na agricultura familiar e a paralisação da produção rural, com consequências para a fome. A parlamentar afirma que Flávio anunciou a intenção de extinguir a Conab e o PAA, unificar os ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário e encerrar o programa de cisternas. “O governo Flávio Bolsonaro não vai ter política para quem vive no campo”, declarou.
Amorim também contrapôs a expansão dos Institutos Federais e das universidades públicas nos governos petistas às propostas de Flávio para o ensino superior. “Para nós é inegociável a pauta da educação pública”, afirmou. A deputada destacou que sua trajetória foi possibilitada pela escola pública, pela universidade pública e pela política de cotas.
Na disputa eleitoral, relatou mobilizações diárias em Pernambuco e projetou que Lula poderá alcançar 70% dos votos no estado no segundo turno. Também mencionou a abstenção no primeiro turno e reuniões com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para facilitar o deslocamento de eleitores até as urnas, além de defender diálogo com jovens de 16 a 23 anos.
Amorim recordou declarações de Jair Bolsonaro contra nordestinos e afirmou que as políticas de seu governo contribuíram para o retorno do Brasil ao mapa da fome.

Lula promete nova ponte entre Juazeiro e Petrolina e anuncia medidas para MEIs
O presidente Lula participou, em 20 de outubro de 2026, de uma caminhada de campanha entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), no Vale do São Francisco, e prometeu construir uma segunda ponte entre as cidades, condicionando o investimento à apresentação de um projeto pelos governos locais. “Fiquei sabendo que o povo quer outra ponte, então vamos fazer. Mas para isso precisa ter projeto, tem que mandar o projeto, só assim se libera dinheiro”, declarou. O evento reuniu milhares de pessoas, após passagem do presidente por São Luís (MA).
Nascido em Garanhuns (PE), Lula afirmou que entrou na política para impedir que o Nordeste fosse tratado como uma região inferior e citou a transposição do rio São Francisco e investimentos industriais. No primeiro turno, recebeu 63,3% dos votos em Juazeiro e 60,2% em Petrolina. Lula afirmou que a eleição de 25 de outubro envolve a soberania nacional e declarou que o Brasil não deve ficar “de joelhos para os Estados Unidos”.
Durante a entrevista, voltou a desafiar Flávio Bolsonaro a abrir seus sigilos bancário e telefônico. Disse que seus advogados entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a autorização para divulgar os dados, condicionada à mesma medida pelo adversário. Também criticou uma publicação de Flávio, de 2011, que classificava o Bolsa Família como “bolsa farelo” e defendia limitar o benefício a dois anos.
Lula anunciou que sancionaria em 21 de outubro uma medida de perdão de R$ 15 bilhões em dívidas de microempreendedores individuais (MEIs). Também prometeu enviar ao Congresso uma proposta de emenda constitucional para destinar parte das emendas parlamentares à implantação da tarifa zero no transporte público coletivo aos fins de semana.
Nascido em Garanhuns (PE), Lula afirmou que entrou na política para impedir que o Nordeste fosse tratado como uma região inferior e citou a transposição do rio São Francisco e investimentos industriais. No primeiro turno, recebeu 63,3% dos votos em Juazeiro e 60,2% em Petrolina. Lula afirmou que a eleição de 25 de outubro envolve a soberania nacional e declarou que o Brasil não deve ficar “de joelhos para os Estados Unidos”.
Durante a entrevista, voltou a desafiar Flávio Bolsonaro a abrir seus sigilos bancário e telefônico. Disse que seus advogados entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a autorização para divulgar os dados, condicionada à mesma medida pelo adversário. Também criticou uma publicação de Flávio, de 2011, que classificava o Bolsa Família como “bolsa farelo” e defendia limitar o benefício a dois anos.
Lula anunciou que sancionaria em 21 de outubro uma medida de perdão de R$ 15 bilhões em dívidas de microempreendedores individuais (MEIs). Também prometeu enviar ao Congresso uma proposta de emenda constitucional para destinar parte das emendas parlamentares à implantação da tarifa zero no transporte público coletivo aos fins de semana.

Itamaraty acusa Javier Milei de interferência eleitoral após ataques a Lula e ao sistema de votação
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil divulgou nota de repúdio em 20 de outubro de 2026, acusando o presidente argentino Javier Milei de tentar interferir nas eleições brasileiras ao atacar Lula e insinuar fraude no sistema eleitoral.
Milei compartilhou na rede social X trechos de uma entrevista de Lula ao SBT e do debate presidencial entre o presidente e Flávio Bolsonaro. Em uma das publicações, afirmou esperar que o “último truque de campanha suja não inclua roubar a eleição”. Em outra, chamou Lula de “autoritário adorado pelos progressistas locais”. O Itamaraty classificou as declarações como uma “nova e inaceitável tentativa de ingerência externa no processo democrático brasileiro”. A pasta também afirmou que Milei “reitera mentiras difundidas por aqueles que perderam as eleições e protagonizaram o golpe militar fracassado, há quatro anos”.
Na nota, o ministério declarou que o sistema brasileiro de votação eletrônica é seguro, não registrou irregularidades e teve sua confiabilidade reconhecida por observadores eleitorais internacionais no primeiro turno. O comunicado ressaltou que a escolha do futuro do Brasil cabe ao eleitorado brasileiro, sem interferência externa, na votação de 25 de outubro.
As declarações ocorrem em meio ao rebaixamento das relações diplomáticas entre Brasília e Buenos Aires. Desde agosto, o Brasil está sem embaixador na Argentina e determinou a saída do embaixador argentino da capital federal. O país passou a ser representado na Argentina por um encarregado de negócios. Em 26 de julho, o embaixador brasileiro Bitelli havia sido convocado a retornar a Brasília após Milei chamar Lula de “presidiário” durante uma convenção do Partido Liberal (PL), que indicou Flávio Bolsonaro à Presidência. Na ocasião, Milei também atacou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Brasil e Argentina são parceiros comerciais no Mercosul, com economias integradas nos setores automotivo e industrial.
Milei compartilhou na rede social X trechos de uma entrevista de Lula ao SBT e do debate presidencial entre o presidente e Flávio Bolsonaro. Em uma das publicações, afirmou esperar que o “último truque de campanha suja não inclua roubar a eleição”. Em outra, chamou Lula de “autoritário adorado pelos progressistas locais”. O Itamaraty classificou as declarações como uma “nova e inaceitável tentativa de ingerência externa no processo democrático brasileiro”. A pasta também afirmou que Milei “reitera mentiras difundidas por aqueles que perderam as eleições e protagonizaram o golpe militar fracassado, há quatro anos”.
Na nota, o ministério declarou que o sistema brasileiro de votação eletrônica é seguro, não registrou irregularidades e teve sua confiabilidade reconhecida por observadores eleitorais internacionais no primeiro turno. O comunicado ressaltou que a escolha do futuro do Brasil cabe ao eleitorado brasileiro, sem interferência externa, na votação de 25 de outubro.
As declarações ocorrem em meio ao rebaixamento das relações diplomáticas entre Brasília e Buenos Aires. Desde agosto, o Brasil está sem embaixador na Argentina e determinou a saída do embaixador argentino da capital federal. O país passou a ser representado na Argentina por um encarregado de negócios. Em 26 de julho, o embaixador brasileiro Bitelli havia sido convocado a retornar a Brasília após Milei chamar Lula de “presidiário” durante uma convenção do Partido Liberal (PL), que indicou Flávio Bolsonaro à Presidência. Na ocasião, Milei também atacou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Brasil e Argentina são parceiros comerciais no Mercosul, com economias integradas nos setores automotivo e industrial.

Pesquisa Meio/Ideia aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro a cinco dias do segundo turno
Pesquisa Meio/Ideia divulgada em 21 de outubro aponta empate técnico entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro na disputa presidencial.
Nos votos totais, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 46% de Lula; brancos e nulos somam 3,4%, enquanto 2,6% não souberam responder. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais. Nos votos válidos, o senador tem 51,1%, e o presidente, 48,9%. O segundo turno está marcado para domingo (25).
Em comparação com a pesquisa de 30 de setembro, antes do primeiro turno, Lula oscilou de 48,5% para baixo, enquanto Flávio passou de 48% para 48% nos votos totais. O levantamento indica que 83,7% dos entrevistados já decidiram o voto, ante 68,5% no fim de setembro; 16,3% ainda admitem mudar de escolha. A rejeição é de 47,7% para Lula e 46,5% para Flávio.
O presidente lidera entre católicos (55% a 39,6%), no Nordeste (58,3% a 37,3%), entre pessoas com renda de até um salário mínimo (61% a 31,6%) e eleitores com 60 anos ou mais (51% a 37,3%). Flávio tem vantagem entre evangélicos (69,6% a 25,9%), no Sudeste (55% a 40,7%), na faixa de três a cinco salários mínimos (61,1% a 34,7%) e entre jovens de 16 a 24 anos (56,2% a 39,5%). Entre mulheres, os dois aparecem próximos: 47,6% para Lula e 46,9% para o senador. Entre eleitores que associam melhorar de vida a ter negócio próprio ou trabalhar por conta própria, 62,3% apoiam Flávio; entre os que priorizam emprego com carteira assinada e direitos, 65,4% preferem Lula.
Dos eleitores de Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Romeu Zema ou Renan Santos no primeiro turno, 58,1% declaram voto em Flávio e 31,8% em Lula. A aprovação do governo é de 46,4%, e a desaprovação, de 48,2%. O levantamento ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, entre 15 e 19 de outubro, tem confiança de 95% e está registrado no TSE sob o protocolo BR-08251/2026.
Nos votos totais, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 46% de Lula; brancos e nulos somam 3,4%, enquanto 2,6% não souberam responder. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais. Nos votos válidos, o senador tem 51,1%, e o presidente, 48,9%. O segundo turno está marcado para domingo (25).
Em comparação com a pesquisa de 30 de setembro, antes do primeiro turno, Lula oscilou de 48,5% para baixo, enquanto Flávio passou de 48% para 48% nos votos totais. O levantamento indica que 83,7% dos entrevistados já decidiram o voto, ante 68,5% no fim de setembro; 16,3% ainda admitem mudar de escolha. A rejeição é de 47,7% para Lula e 46,5% para Flávio.
O presidente lidera entre católicos (55% a 39,6%), no Nordeste (58,3% a 37,3%), entre pessoas com renda de até um salário mínimo (61% a 31,6%) e eleitores com 60 anos ou mais (51% a 37,3%). Flávio tem vantagem entre evangélicos (69,6% a 25,9%), no Sudeste (55% a 40,7%), na faixa de três a cinco salários mínimos (61,1% a 34,7%) e entre jovens de 16 a 24 anos (56,2% a 39,5%). Entre mulheres, os dois aparecem próximos: 47,6% para Lula e 46,9% para o senador. Entre eleitores que associam melhorar de vida a ter negócio próprio ou trabalhar por conta própria, 62,3% apoiam Flávio; entre os que priorizam emprego com carteira assinada e direitos, 65,4% preferem Lula.
Dos eleitores de Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Romeu Zema ou Renan Santos no primeiro turno, 58,1% declaram voto em Flávio e 31,8% em Lula. A aprovação do governo é de 46,4%, e a desaprovação, de 48,2%. O levantamento ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, entre 15 e 19 de outubro, tem confiança de 95% e está registrado no TSE sob o protocolo BR-08251/2026.

Governo Lula sanciona programa que prevê perdão de dívidas e novo teto de faturamento para MEIs
O presidente Lula sanciona nesta quarta-feira (21) a lei do Prospera MEI, programa que prevê anistia de dívidas de microempreendedores individuais (MEIs) com a União, descontos em débitos bancários, ampliação do teto de faturamento e incentivos financeiros.
Segundo o governo federal, as medidas podem alcançar mais de 17,6 milhões de microempreendedores, incluindo 7,8 milhões de mulheres. Lula antecipou a sanção durante entrevista em São Luís (MA), na terça-feira (20). Anunciado pela equipe econômica, o programa prevê perdão integral de dívidas federais contraídas até 13 de outubro de 2026, inclusive débitos ainda não inscritos na dívida ativa e em tramitação administrativa. Para dívidas com instituições financeiras, está previsto desconto de 90%. O limite anual de faturamento dos MEIs será ampliado gradualmente até alcançar R$ 140 mil em 2028. O texto também autoriza a contratação de até dois funcionários por microempreendedor. Outra medida prevê auxílio financeiro de até R$ 5 mil para investimentos na estrutura dos negócios.
O programa inclui ainda a criação de uma plataforma para aproximar pequenos empreendimentos das compras públicas, facilitando o acesso a oportunidades de fornecimento ao poder público. O texto também elimina a obrigatoriedade de emissão de nota fiscal nas vendas de produtos e na prestação de serviços destinadas a pessoas físicas.
Segundo o governo federal, as medidas podem alcançar mais de 17,6 milhões de microempreendedores, incluindo 7,8 milhões de mulheres. Lula antecipou a sanção durante entrevista em São Luís (MA), na terça-feira (20). Anunciado pela equipe econômica, o programa prevê perdão integral de dívidas federais contraídas até 13 de outubro de 2026, inclusive débitos ainda não inscritos na dívida ativa e em tramitação administrativa. Para dívidas com instituições financeiras, está previsto desconto de 90%. O limite anual de faturamento dos MEIs será ampliado gradualmente até alcançar R$ 140 mil em 2028. O texto também autoriza a contratação de até dois funcionários por microempreendedor. Outra medida prevê auxílio financeiro de até R$ 5 mil para investimentos na estrutura dos negócios.
O programa inclui ainda a criação de uma plataforma para aproximar pequenos empreendimentos das compras públicas, facilitando o acesso a oportunidades de fornecimento ao poder público. O texto também elimina a obrigatoriedade de emissão de nota fiscal nas vendas de produtos e na prestação de serviços destinadas a pessoas físicas.

Lula abre seus sigilos telefônico e bancário e desafia Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo
Lula entregará nesta terça-feira (20) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma autorização para a quebra de seus sigilos telefônico e bancário e dos sigilos de sua família. O presidente lançou o desafio a Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate presidencial da Band, no domingo (18), e voltou a fazê-lo na entrevista concedida ao SBT na segunda-feira (19).
Ao se dirigir ao adversário, Lula declarou: “Você que é um miliciano, que está provada a quantidade de mentiras, porque só no caso Vorcaro você já mentiu 43 vezes”. A declaração ocorreu em meio às acusações trocadas entre os candidatos durante a campanha presidencial.
Ao se dirigir ao adversário, Lula declarou: “Você que é um miliciano, que está provada a quantidade de mentiras, porque só no caso Vorcaro você já mentiu 43 vezes”. A declaração ocorreu em meio às acusações trocadas entre os candidatos durante a campanha presidencial.

Lula defende Desenrola 3 como oportunidade de recomeço para pequenos negócios
O presidente Lula defendeu o Desenrola 3 e afirmou que o programa deveria receber outro nome, por ser voltado a oferecer uma oportunidade de recomeço aos microempreendedores individuais (MEIs) e pequenos empresários.
Em entrevista ao telejornal SBT Brasil, gravada na segunda-feira (19), Lula rebateu as críticas da oposição de que a iniciativa teria finalidade eleitoral. “Não vou deixar de dar benefício porque tem eleição”, declarou. O presidente afirmou que a continuidade do benefício não dependerá do resultado das eleições e defendeu a manutenção da medida para a população brasileira.
Em entrevista ao telejornal SBT Brasil, gravada na segunda-feira (19), Lula rebateu as críticas da oposição de que a iniciativa teria finalidade eleitoral. “Não vou deixar de dar benefício porque tem eleição”, declarou. O presidente afirmou que a continuidade do benefício não dependerá do resultado das eleições e defendeu a manutenção da medida para a população brasileira.

Jurista Durval Noronha alerta para ações de Trump na América Latina e aponta apoio interno
O jurista Durval Noronha, que afirma combater o fascismo desde o período em que era estudante nos Estados Unidos, alertou para as ações do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na América Latina.
“Cercaram o Brasil”, declarou Noronha, acrescentando que essas ações contam com “o apoio de agentes públicos traidores”. O jurista participou do processo de criação da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Suas declarações relacionam a atuação estadunidense na região a riscos para a soberania brasileira e levantam questionamentos sobre a participação de agentes públicos nacionais, sem que o texto-base apresente nomes ou detalhes adicionais sobre as ações mencionadas.
“Cercaram o Brasil”, declarou Noronha, acrescentando que essas ações contam com “o apoio de agentes públicos traidores”. O jurista participou do processo de criação da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Suas declarações relacionam a atuação estadunidense na região a riscos para a soberania brasileira e levantam questionamentos sobre a participação de agentes públicos nacionais, sem que o texto-base apresente nomes ou detalhes adicionais sobre as ações mencionadas.

Lula destaca mobilização popular e defende redução da jornada de trabalho em sabatina ao SBT
Em sabatina ao SBT News, transmitida na segunda-feira (19), o presidente Lula afirmou que manifestações populares fortalecem sua campanha no segundo turno contra Flávio Bolsonaro. Lula declarou que ocorreram quase 1.700 mobilizações no último fim de semana e disse: “Isso me dá certeza que eu vou ganhar as eleições.”
O presidente defendeu o fim da escala 6×1 e a adoção do modelo 5×2, destacando a sobrecarga doméstica das mulheres. Também criticou setores empresariais contrários à ampliação de direitos trabalhistas e recordou a oposição a férias mais longas durante a Constituinte de 1946.
Lula anunciou que pretende enviar ao Congresso Nacional uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para garantir transporte coletivo gratuito aos sábados e domingos, com recursos provenientes das emendas parlamentares.
O presidente defendeu o fim da escala 6×1 e a adoção do modelo 5×2, destacando a sobrecarga doméstica das mulheres. Também criticou setores empresariais contrários à ampliação de direitos trabalhistas e recordou a oposição a férias mais longas durante a Constituinte de 1946.
Lula anunciou que pretende enviar ao Congresso Nacional uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para garantir transporte coletivo gratuito aos sábados e domingos, com recursos provenientes das emendas parlamentares.

Eleições em Israel apontam impasse entre Netanyahu e oposição
Pesquisas acompanhadas pelo The New Arab indicam que os blocos ligados a Benjamin Netanyahu e à oposição liderada por Gadi Eisenkot não alcançarão a maioria de 61 cadeiras no Knesset nas eleições de 27 de outubro de 2026.
Sete levantamentos realizados na semana anterior apontam 51 assentos para o bloco pró-Netanyahu e 51 para a oposição, enquanto os partidos que representam cidadãos palestinos de Israel, incluindo a Lista Conjunta e o Ra'am, podem ampliar sua representação de dez para 14 cadeiras. Uma pesquisa divulgada pelo Canal 12 na segunda-feira atribuiu 24 assentos ao partido Yashar, de Eisenkot, e 21 ao Likud, com 55 cadeiras para o bloco oposicionista e 51 para o governista. O partido Poder Judaico, de Itamar Ben-Gvir, pode conquistar oito assentos sem integrar uma lista conjunta, após ter participado das eleições de 2022 com o Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich.
Ben-Gvir defendeu a expulsão de palestinos de Gaza e da Cisjordânia ocupada e a execução de prisioneiros palestinos. Sua campanha nas redes sociais inclui imagens da destruição de casas palestinas em Jerusalém Oriental e um vídeo gerado por inteligência artificial. No sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou apoio a Netanyahu no Truth Social.
Na segunda-feira, Benny Gantz retirou sua candidatura pelo partido Azul e Branco, que não atingia o limite eleitoral necessário para entrar no parlamento. O The New Arab informou que a saída pode levar eleitores moderados a apoiar a oposição.
Sete levantamentos realizados na semana anterior apontam 51 assentos para o bloco pró-Netanyahu e 51 para a oposição, enquanto os partidos que representam cidadãos palestinos de Israel, incluindo a Lista Conjunta e o Ra'am, podem ampliar sua representação de dez para 14 cadeiras. Uma pesquisa divulgada pelo Canal 12 na segunda-feira atribuiu 24 assentos ao partido Yashar, de Eisenkot, e 21 ao Likud, com 55 cadeiras para o bloco oposicionista e 51 para o governista. O partido Poder Judaico, de Itamar Ben-Gvir, pode conquistar oito assentos sem integrar uma lista conjunta, após ter participado das eleições de 2022 com o Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich.
Ben-Gvir defendeu a expulsão de palestinos de Gaza e da Cisjordânia ocupada e a execução de prisioneiros palestinos. Sua campanha nas redes sociais inclui imagens da destruição de casas palestinas em Jerusalém Oriental e um vídeo gerado por inteligência artificial. No sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou apoio a Netanyahu no Truth Social.
Na segunda-feira, Benny Gantz retirou sua candidatura pelo partido Azul e Branco, que não atingia o limite eleitoral necessário para entrar no parlamento. O The New Arab informou que a saída pode levar eleitores moderados a apoiar a oposição.

Kremlin espera reunião de Putin com negociadores estadunidenses
Em coletiva realizada em Moscou nesta terça-feira, 20 de outubro de 2026, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que espera a marcação de uma reunião entre Vladimir Putin e os negociadores estadunidenses Steve Witkoff e Jared Kushner.
Segundo Peskov, Moscou espera receber informações sobre as consultas dos negociadores com autoridades ucranianas e europeias e continuar a troca de mensagens com Washington. Ele declarou que a Rússia valoriza os esforços de mediação estadunidenses. Sobre a Ucrânia, afirmou que as negociações precisam envolver um representante legítimo das autoridades do país, disposto a assumir responsabilidade e tomar decisões para encerrar a guerra.
Peskov também defendeu a retomada das negociações sobre estabilidade estratégica e desarmamento nuclear, afirmando que o mundo está sem um marco jurídico nessa área e que a situação representa um risco. Segundo ele, as conversas devem começar com antecedência e considerar os arsenais nucleares do Reino Unido e da França.
Sobre a cidade de Alyoshki, na região de Kherson, disse que estão em andamento esforços para enfrentar a crise humanitária, após o tema ser tratado em conversas de Putin com o papa e com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Peskov afirmou ainda que a Rússia continuará fornecendo energia aos mercados internacionais e defendeu o Ártico como região de cooperação. Ele declarou que Moscou está aberta ao diálogo, enquanto a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, se opõe a conversas com a Rússia. A TASS divulgou as declarações.
Segundo Peskov, Moscou espera receber informações sobre as consultas dos negociadores com autoridades ucranianas e europeias e continuar a troca de mensagens com Washington. Ele declarou que a Rússia valoriza os esforços de mediação estadunidenses. Sobre a Ucrânia, afirmou que as negociações precisam envolver um representante legítimo das autoridades do país, disposto a assumir responsabilidade e tomar decisões para encerrar a guerra.
Peskov também defendeu a retomada das negociações sobre estabilidade estratégica e desarmamento nuclear, afirmando que o mundo está sem um marco jurídico nessa área e que a situação representa um risco. Segundo ele, as conversas devem começar com antecedência e considerar os arsenais nucleares do Reino Unido e da França.
Sobre a cidade de Alyoshki, na região de Kherson, disse que estão em andamento esforços para enfrentar a crise humanitária, após o tema ser tratado em conversas de Putin com o papa e com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Peskov afirmou ainda que a Rússia continuará fornecendo energia aos mercados internacionais e defendeu o Ártico como região de cooperação. Ele declarou que Moscou está aberta ao diálogo, enquanto a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, se opõe a conversas com a Rússia. A TASS divulgou as declarações.

Enviado estadunidense contradiz versão sobre Trump e guerra contra o Irã
O enviado estadunidense Tom Barrack afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não seguiu Israel ao decidir declarar guerra ao Irã. A declaração foi feita à margem do Fórum de Segurança Global, em Doha.
Segundo o relato divulgado, a posição de Barrack contrasta com declarações anteriores da secretária de Estado do governo Trump, que havia apresentado uma versão diferente sobre a decisão. O representante não teve outras declarações reproduzidas no material enviado.
Segundo o relato divulgado, a posição de Barrack contrasta com declarações anteriores da secretária de Estado do governo Trump, que havia apresentado uma versão diferente sobre a decisão. O representante não teve outras declarações reproduzidas no material enviado.

ONU alerta para mais de 250 mil deslocados no Iêmen e bloqueio de ajuda humanitária em Taiz
Mais de 250 mil pessoas fugiram dos combates retomados no Iêmen, informou a ONU em 20 de outubro de 2026.
O alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, afirmou que o fechamento, por Ansar Allah, da única rota de abastecimento entre Taiz e Aden bloqueia a ajuda e o fornecimento de itens essenciais. Segundo Türk, 32 civis morreram na província, incluindo 14 crianças e nove mulheres.
Os confrontos entre Ansar Allah e o governo reconhecido internacionalmente, sediado em Aden, foram retomados no mês anterior, após a relativa calmaria iniciada com o cessar-fogo de 2022.
O representante do UNICEF no país, Akhil Iyer, relatou falta de alimentos, água potável e saneamento, além do esgotamento dos estoques de farinha de trigo. Dez dos 16 distritos da província já enfrentavam níveis de emergência de insegurança alimentar. O UNICEF informou que alimentos terapêuticos previamente armazenados não puderam ser distribuídos às unidades de saúde porque as rotas estavam fechadas.
A Organização Mundial da Saúde relatou que 12 hospitais tinham combustível para cerca de quatro dias, que havia déficit diário de cilindros de oxigênio e que 115 dos 127 medicamentos essenciais tinham estoques para uma semana ou menos.
O ACNUR alertou ainda para as necessidades de aproximadamente 65 mil refugiados e solicitantes de asilo, em sua maioria da Somália e da Etiópia.
O alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, afirmou que o fechamento, por Ansar Allah, da única rota de abastecimento entre Taiz e Aden bloqueia a ajuda e o fornecimento de itens essenciais. Segundo Türk, 32 civis morreram na província, incluindo 14 crianças e nove mulheres.
Os confrontos entre Ansar Allah e o governo reconhecido internacionalmente, sediado em Aden, foram retomados no mês anterior, após a relativa calmaria iniciada com o cessar-fogo de 2022.
O representante do UNICEF no país, Akhil Iyer, relatou falta de alimentos, água potável e saneamento, além do esgotamento dos estoques de farinha de trigo. Dez dos 16 distritos da província já enfrentavam níveis de emergência de insegurança alimentar. O UNICEF informou que alimentos terapêuticos previamente armazenados não puderam ser distribuídos às unidades de saúde porque as rotas estavam fechadas.
A Organização Mundial da Saúde relatou que 12 hospitais tinham combustível para cerca de quatro dias, que havia déficit diário de cilindros de oxigênio e que 115 dos 127 medicamentos essenciais tinham estoques para uma semana ou menos.
O ACNUR alertou ainda para as necessidades de aproximadamente 65 mil refugiados e solicitantes de asilo, em sua maioria da Somália e da Etiópia.

R$ 50 MIL POR PUBLICAÇÃO: TSE PROÍBE NIKOLAS FERREIRA E PABLO MARÇAL DE REPUBLICAREM FAKES
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, proibiu nesta segunda-feira (19) Nikolas Ferreira (PL-MG) e Pablo Marçal de republicarem conteúdos removidos por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A multa prevista é de R$ 50 mil por publicação, incluindo reproduções substancialmente idênticas.
A decisão também suspende até o fim do segundo turno o impulsionamento pago de publicações dos dois perfis no Instagram, Facebook, WhatsApp e X, além de proibir tratamento privilegiado na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições vigoram até as 23h59 de 25 de outubro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil para cada plataforma.
Cueva atendeu a um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que acusa Nikolas e Marçal de disseminar desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. O ministro ressaltou que o recebimento da ação não confirma irregularidades nem estabelece a responsabilidade dos investigados. A decisão será submetida ao plenário do TSE.
Também nesta segunda-feira, o ministro Marco Aurélio Bellizze deu 24 horas para a Meta comprovar o cumprimento de medidas destinadas a garantir igualdade na distribuição de conteúdos políticos e na veiculação de anúncios eleitorais. Lula e Flávio acionaram a Justiça Eleitoral, alegando prejuízos à divulgação de suas campanhas nas plataformas da empresa.
A decisão também suspende até o fim do segundo turno o impulsionamento pago de publicações dos dois perfis no Instagram, Facebook, WhatsApp e X, além de proibir tratamento privilegiado na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições vigoram até as 23h59 de 25 de outubro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil para cada plataforma.
Cueva atendeu a um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que acusa Nikolas e Marçal de disseminar desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. O ministro ressaltou que o recebimento da ação não confirma irregularidades nem estabelece a responsabilidade dos investigados. A decisão será submetida ao plenário do TSE.
Também nesta segunda-feira, o ministro Marco Aurélio Bellizze deu 24 horas para a Meta comprovar o cumprimento de medidas destinadas a garantir igualdade na distribuição de conteúdos políticos e na veiculação de anúncios eleitorais. Lula e Flávio acionaram a Justiça Eleitoral, alegando prejuízos à divulgação de suas campanhas nas plataformas da empresa.
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