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R$ 50 MIL POR PUBLICAÇÃO: TSE PROÍBE NIKOLAS FERREIRA E PABLO MARÇAL DE REPUBLICAREM FAKES
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, proibiu nesta segunda-feira (19) Nikolas Ferreira (PL-MG) e Pablo Marçal de republicarem conteúdos removidos por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A multa prevista é de R$ 50 mil por publicação, incluindo reproduções substancialmente idênticas.
A decisão também suspende até o fim do segundo turno o impulsionamento pago de publicações dos dois perfis no Instagram, Facebook, WhatsApp e X, além de proibir tratamento privilegiado na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições vigoram até as 23h59 de 25 de outubro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil para cada plataforma.
Cueva atendeu a um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que acusa Nikolas e Marçal de disseminar desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. O ministro ressaltou que o recebimento da ação não confirma irregularidades nem estabelece a responsabilidade dos investigados. A decisão será submetida ao plenário do TSE.
Também nesta segunda-feira, o ministro Marco Aurélio Bellizze deu 24 horas para a Meta comprovar o cumprimento de medidas destinadas a garantir igualdade na distribuição de conteúdos políticos e na veiculação de anúncios eleitorais. Lula e Flávio acionaram a Justiça Eleitoral, alegando prejuízos à divulgação de suas campanhas nas plataformas da empresa.
A decisão também suspende até o fim do segundo turno o impulsionamento pago de publicações dos dois perfis no Instagram, Facebook, WhatsApp e X, além de proibir tratamento privilegiado na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições vigoram até as 23h59 de 25 de outubro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil para cada plataforma.
Cueva atendeu a um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que acusa Nikolas e Marçal de disseminar desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. O ministro ressaltou que o recebimento da ação não confirma irregularidades nem estabelece a responsabilidade dos investigados. A decisão será submetida ao plenário do TSE.
Também nesta segunda-feira, o ministro Marco Aurélio Bellizze deu 24 horas para a Meta comprovar o cumprimento de medidas destinadas a garantir igualdade na distribuição de conteúdos políticos e na veiculação de anúncios eleitorais. Lula e Flávio acionaram a Justiça Eleitoral, alegando prejuízos à divulgação de suas campanhas nas plataformas da empresa.

JANONES É INTERNADO NA UTI APÓS DEBATE NA BAND COM QUADRO DE ARRITMIA CARDÍACA
O deputado federal André Janones foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar um quadro de arritmia cardíaca depois do debate eleitoral promovido pela TV Bandeirantes, no domingo (18 de outubro de 2026). Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (19) pelo jornalista Matheus Leitão, do Metrópoles, o parlamentar está clinicamente estável.
Janones permanece sob monitoramento cardíaco contínuo e recebe atendimento de uma equipe médica especializada. A cardiologista Ludhmila Hajjar é responsável por acompanhar o deputado durante a internação.
A arritmia cardíaca consiste em uma alteração no ritmo dos batimentos do coração, que podem ficar acelerados, lentos ou irregulares. A gravidade depende do tipo de alteração e das condições clínicas do paciente.
Até a publicação das informações, não haviam sido divulgados detalhes sobre a natureza da arritmia, os procedimentos realizados ou a previsão de alta hospitalar.
Janones permanece sob monitoramento cardíaco contínuo e recebe atendimento de uma equipe médica especializada. A cardiologista Ludhmila Hajjar é responsável por acompanhar o deputado durante a internação.
A arritmia cardíaca consiste em uma alteração no ritmo dos batimentos do coração, que podem ficar acelerados, lentos ou irregulares. A gravidade depende do tipo de alteração e das condições clínicas do paciente.
Até a publicação das informações, não haviam sido divulgados detalhes sobre a natureza da arritmia, os procedimentos realizados ou a previsão de alta hospitalar.

PRIVATIZAÇÃO DO SUS: FLÁVIO ADMITE FRACASSO NA SAÚDE DO GOVERNO DO PAI, RESPONSÁVEL POR MAIS DE 700 MIL MORTES POR COVID
No debate presidencial da Band, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou que o médico Cláudio Lottenberg, ex-presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, será seu ministro da Saúde caso seja eleito. O senador defendeu levar o chamado “padrão Einstein” ao Sistema Único de Saúde (SUS). Lula questionou se a proposta significaria privatizar o sistema, e Flávio não respondeu.
Durante o confronto, Flávio reconheceu que a atuação na área da saúde durante o governo de seu pai, Jair Bolsonaro, foi ruim, em um contexto marcado pela pandemia de Covid-19, que deixou mais de 700 mil mortos no Brasil. A crise sanitária foi agravada pela falta de coordenação federal e pelas críticas à condução da emergência pelo governo Bolsonaro, incluindo a resistência a medidas de proteção e a demora na resposta a recomendações sanitárias.
O presidente Lula afirmou que o adversário “nunca foi ao SUS” e declarou sobre Lottenberg: “Ele já foi presidente de uma empresa de saúde e não deu certo”.
Oftalmologista, Lottenberg presidiu o Einstein e foi secretário municipal de Saúde de São Paulo em 2005, durante a gestão de José Serra, quando participou da implantação das Organizações Sociais de Saúde (OSS) na rede municipal. Em entrevistas e artigos, defendeu ampliar a participação privada na gestão e na prestação de serviços do SUS, por meio de parcerias público-privadas, OSS e contratação de empresas. Em março de 2021, criticou a condução da pandemia pelo governo Jair Bolsonaro, apontando falta de coordenação federal e de lideranças que dessem exemplo no cumprimento das medidas sanitárias, incluindo o uso de máscaras. Questionado sobre essas declarações, Flávio afirmou estar “olhando para a frente”.
Durante o confronto, Flávio reconheceu que a atuação na área da saúde durante o governo de seu pai, Jair Bolsonaro, foi ruim, em um contexto marcado pela pandemia de Covid-19, que deixou mais de 700 mil mortos no Brasil. A crise sanitária foi agravada pela falta de coordenação federal e pelas críticas à condução da emergência pelo governo Bolsonaro, incluindo a resistência a medidas de proteção e a demora na resposta a recomendações sanitárias.
O presidente Lula afirmou que o adversário “nunca foi ao SUS” e declarou sobre Lottenberg: “Ele já foi presidente de uma empresa de saúde e não deu certo”.
Oftalmologista, Lottenberg presidiu o Einstein e foi secretário municipal de Saúde de São Paulo em 2005, durante a gestão de José Serra, quando participou da implantação das Organizações Sociais de Saúde (OSS) na rede municipal. Em entrevistas e artigos, defendeu ampliar a participação privada na gestão e na prestação de serviços do SUS, por meio de parcerias público-privadas, OSS e contratação de empresas. Em março de 2021, criticou a condução da pandemia pelo governo Jair Bolsonaro, apontando falta de coordenação federal e de lideranças que dessem exemplo no cumprimento das medidas sanitárias, incluindo o uso de máscaras. Questionado sobre essas declarações, Flávio afirmou estar “olhando para a frente”.

Lula cobra Flávio Bolsonaro sobre direitos sociais, segurança pública e recursos de Daniel Vorcaro
No debate do segundo turno da Band, em 18 de outubro de 2026, Lula questionou Flávio Bolsonaro sobre o voto contrário à ampliação da licença-maternidade de servidoras estaduais, em 2009, quando o senador era deputado no Rio de Janeiro. A proposta de Marcelo Freixo previa seis meses de licença, prorrogáveis por mais três, e foi aprovada por 45 votos a um. Lula também cobrou sua posição sobre o fim da escala 6×1, a proposta de jornada flexível defendida por aliados do PL e a admiração pelo modelo econômico de Javier Milei. Flávio não detalhou os efeitos de seus planos sobre direitos sociais e serviços públicos.
Na segurança, Lula perguntou sobre a atuação do senador em defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de matar Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, atingida por um disparo de fuzil em Niterói, em 2 de fevereiro de 2021. Também questionou a posição de Flávio sobre regras de identificação de munições previstas no PL 3.723/2019. No caso do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, Lula cobrou explicações sobre os US$ 24 milhões, equivalentes a cerca de R$ 134 milhões, negociados com Daniel Vorcaro. Reportagens e documentos citados pelo PT apontaram transferências para um fundo nos Estados Unidos e lacunas na prestação de contas; a Polícia Federal investiga possíveis irregularidades. Flávio afirmou que os recursos se destinavam ao filme, sem apresentar no debate detalhamento completo dos pagamentos.
Sobre fraudes em descontos do INSS, Lula defendeu as investigações iniciadas em seu governo e o ressarcimento das vítimas. Até março de 2026, cerca de 4,3 milhões de aposentados e pensionistas haviam recebido R$ 2,9 bilhões, segundo dados do INSS. Lula declarou que eventuais irregularidades devem ser investigadas, inclusive quando envolvam familiares.
Na segurança, Lula perguntou sobre a atuação do senador em defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de matar Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, atingida por um disparo de fuzil em Niterói, em 2 de fevereiro de 2021. Também questionou a posição de Flávio sobre regras de identificação de munições previstas no PL 3.723/2019. No caso do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, Lula cobrou explicações sobre os US$ 24 milhões, equivalentes a cerca de R$ 134 milhões, negociados com Daniel Vorcaro. Reportagens e documentos citados pelo PT apontaram transferências para um fundo nos Estados Unidos e lacunas na prestação de contas; a Polícia Federal investiga possíveis irregularidades. Flávio afirmou que os recursos se destinavam ao filme, sem apresentar no debate detalhamento completo dos pagamentos.
Sobre fraudes em descontos do INSS, Lula defendeu as investigações iniciadas em seu governo e o ressarcimento das vítimas. Até março de 2026, cerca de 4,3 milhões de aposentados e pensionistas haviam recebido R$ 2,9 bilhões, segundo dados do INSS. Lula declarou que eventuais irregularidades devem ser investigadas, inclusive quando envolvam familiares.

Flávio Bolsonaro atuou na defesa de policial que matou Ana Clara, menina de 5 anos
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, integrou a defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de matar Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, em Niterói (RJ), em 2 de fevereiro de 2021.
Segundo reportagens do Brasil de Fato, CartaCapital e Agência Estado, a menina foi atingida por disparos de fuzil quando estava na porta de casa com a mãe e o irmão de dois anos. Flávio assinou, em 2024, um recurso apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que determinou que o policial fosse submetido a júri popular. O pedido foi negado, e Delaroli continuava aguardando julgamento, conforme informações publicadas em setembro de 2026.
O caso voltou ao debate público em 18 de outubro, durante o confronto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro na Band. Lula perguntou por que o senador atuou para contestar a decisão que levaria o policial ao Tribunal do Júri e cobrou explicações sobre sua participação na defesa. Flávio respondeu que Lula não deveria “criminalizar a advocacia” e afirmou: “Nem teve julgamento, você já condenou o cara”.
Segundo reportagens do Brasil de Fato, CartaCapital e Agência Estado, a menina foi atingida por disparos de fuzil quando estava na porta de casa com a mãe e o irmão de dois anos. Flávio assinou, em 2024, um recurso apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que determinou que o policial fosse submetido a júri popular. O pedido foi negado, e Delaroli continuava aguardando julgamento, conforme informações publicadas em setembro de 2026.
O caso voltou ao debate público em 18 de outubro, durante o confronto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro na Band. Lula perguntou por que o senador atuou para contestar a decisão que levaria o policial ao Tribunal do Júri e cobrou explicações sobre sua participação na defesa. Flávio respondeu que Lula não deveria “criminalizar a advocacia” e afirmou: “Nem teve julgamento, você já condenou o cara”.

Debate na Band: Lula cobra explicações de Flávio Bolsonaro sobre patrimônio, trabalho e alianças
O primeiro debate do segundo turno entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro (PL), realizado pela Band em 18 de outubro de 2026, foi marcado por perguntas sobre patrimônio, relações empresariais, políticas sociais e propostas econômicas.
Segundo reportagem de Cezar Xavier, publicada pelo Vermelho, das sete perguntas diretas feitas por Lula no primeiro bloco, seis teriam recebido respostas indiretas ou contra-ataques. Entre os temas estavam os R$ 134 milhões negociados com Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro; o voto de Flávio contra a ampliação da licença-maternidade de servidoras, em 2009; o fim da escala 6×1; a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos; o modelo econômico do presidente argentino Javier Milei; e a maioridade penal.
Questionado sobre a compra de um imóvel de R$ 10 milhões em Angra dos Reis, Flávio respondeu: “Diferentemente de você, com o meu trabalho”, sem detalhar a origem dos recursos. Sobre a jornada 6×1, afirmou que faria o trabalhador “prosperar de verdade”. Lula defendeu a participação da União na segurança pública, políticas de estímulo aos pequenos negócios e medidas para microempreendedores individuais (MEIs), além das economias digital, verde e criativa. Flávio prometeu cortes de gastos e ajuste fiscal, sem especificar quais despesas seriam reduzidas ou quais políticas públicas seriam afetadas.
Segundo reportagem de Cezar Xavier, publicada pelo Vermelho, das sete perguntas diretas feitas por Lula no primeiro bloco, seis teriam recebido respostas indiretas ou contra-ataques. Entre os temas estavam os R$ 134 milhões negociados com Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro; o voto de Flávio contra a ampliação da licença-maternidade de servidoras, em 2009; o fim da escala 6×1; a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos; o modelo econômico do presidente argentino Javier Milei; e a maioridade penal.
Questionado sobre a compra de um imóvel de R$ 10 milhões em Angra dos Reis, Flávio respondeu: “Diferentemente de você, com o meu trabalho”, sem detalhar a origem dos recursos. Sobre a jornada 6×1, afirmou que faria o trabalhador “prosperar de verdade”. Lula defendeu a participação da União na segurança pública, políticas de estímulo aos pequenos negócios e medidas para microempreendedores individuais (MEIs), além das economias digital, verde e criativa. Flávio prometeu cortes de gastos e ajuste fiscal, sem especificar quais despesas seriam reduzidas ou quais políticas públicas seriam afetadas.

Caso Banco Master domina debate entre Lula e Flávio Bolsonaro, que não detalha destino de R$ 134 milhões
No debate presidencial da Band, em 18 de outubro de 2026, Lula questionou Flávio Bolsonaro sobre os US$ 24 milhões, equivalentes a cerca de R$ 134 milhões, negociados com Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. “O que que você fez com 134 milhões?”, perguntou o presidente. Flávio afirmou que os recursos foram destinados ao filme, mas não detalhou as transferências. Também acusou o governo de usar a Polícia Federal (PF) contra adversários e mencionou supostos pagamentos ao Instituto Lula, sem apresentar provas. Lula respondeu que as acusações deveriam ser investigadas.
Documentos da PF tornados públicos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) descrevem Flávio como “interlocutor direto” de Vorcaro nas negociações. A corporação apontou uma divergência contábil de US$ 9,5 milhões, cerca de R$ 48,1 milhões, nas remessas relacionadas à produção. Mais de US$ 12,3 milhões teriam sido enviados ao fundo Havengate, no Texas, administrado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro, enquanto a entrada documentada no Brasil foi de US$ 2,8 milhões. A PF investiga a hipótese de uso do filme para ocultação e desvio de recursos e pediu a prorrogação do inquérito por 90 dias.
Documentos da PF tornados públicos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) descrevem Flávio como “interlocutor direto” de Vorcaro nas negociações. A corporação apontou uma divergência contábil de US$ 9,5 milhões, cerca de R$ 48,1 milhões, nas remessas relacionadas à produção. Mais de US$ 12,3 milhões teriam sido enviados ao fundo Havengate, no Texas, administrado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro, enquanto a entrada documentada no Brasil foi de US$ 2,8 milhões. A PF investiga a hipótese de uso do filme para ocultação e desvio de recursos e pediu a prorrogação do inquérito por 90 dias.

Lula rebate Flávio sobre Lulinha e cita investigação sobre interferência de Bolsonaro na Polícia Federal
Durante o debate da Band, em 18 de outubro de 2026, Lula respondeu às acusações de Flávio Bolsonaro sobre seu filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, mencionando a troca de comando na Polícia Federal (PF) durante o governo Jair Bolsonaro e o mandado de prisão contra Eduardo Bolsonaro. Flávio afirmou que Lulinha estaria “fugido”. Lula rebateu: “Eu não sou pai que protege o filho como você foi protegido pelo seu pai. Não escondo nem mudo diretor da PF nem mando ministro embora.”
O presidente também acusou Eduardo, que vive nos Estados Unidos desde 2025, de atuar contra o Brasil. Flávio declarou que o irmão está “exilado”. A referência à PF remete à reunião ministerial de 22 de abril de 2020, cujo vídeo foi divulgado em maio daquele ano por decisão do ministro do STF Celso de Mello. Dois dias depois, Sergio Moro deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública e acusou Bolsonaro de tentar interferir na PF. A saída coincidiu com a exoneração do diretor-geral Maurício Valeixo. Segundo a reportagem do Brasil de Fato, Fábio Luís é alvo de três inquéritos no STF, abertos a partir de julho de 2026, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção junto a órgãos federais. Ele não foi denunciado nem é réu, e sua defesa nega irregularidades.
Eduardo Bolsonaro teve mandado de prisão expedido em 8 de outubro pelo ministro Alexandre de Moraes, após condenação a quatro anos e dois meses por coação no curso do processo. A condenação está relacionada à articulação de sanções do governo de Donald Trump contra o Brasil para pressionar o STF durante o julgamento da trama golpista. Eduardo afirma ser alvo de perseguição política e diz que não pretende retornar ao país.
O presidente também acusou Eduardo, que vive nos Estados Unidos desde 2025, de atuar contra o Brasil. Flávio declarou que o irmão está “exilado”. A referência à PF remete à reunião ministerial de 22 de abril de 2020, cujo vídeo foi divulgado em maio daquele ano por decisão do ministro do STF Celso de Mello. Dois dias depois, Sergio Moro deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública e acusou Bolsonaro de tentar interferir na PF. A saída coincidiu com a exoneração do diretor-geral Maurício Valeixo. Segundo a reportagem do Brasil de Fato, Fábio Luís é alvo de três inquéritos no STF, abertos a partir de julho de 2026, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção junto a órgãos federais. Ele não foi denunciado nem é réu, e sua defesa nega irregularidades.
Eduardo Bolsonaro teve mandado de prisão expedido em 8 de outubro pelo ministro Alexandre de Moraes, após condenação a quatro anos e dois meses por coação no curso do processo. A condenação está relacionada à articulação de sanções do governo de Donald Trump contra o Brasil para pressionar o STF durante o julgamento da trama golpista. Eduardo afirma ser alvo de perseguição política e diz que não pretende retornar ao país.

Lula questiona apoio de Flávio Bolsonaro ao modelo econômico de Milei diante da pobreza na Argentina
Durante o debate da TV Bandeirantes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva questionou se Flávio Bolsonaro (PL) continuava defendendo o modelo econômico do presidente argentino Javier Milei. “Você sabe quanto é que está a pobreza da Argentina? O desemprego?”, perguntou Lula.
Dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) indicam que 32,3% da população argentina estava abaixo da linha da pobreza no primeiro semestre de 2026, alta de 4,1 pontos percentuais em relação ao semestre anterior. O desemprego chegou a 7,9%, enquanto cerca de 245 mil empregos formais foram eliminados entre 2023 e meados de 2026. Milei apoia a candidatura de Flávio e participou do lançamento de sua campanha em São Paulo.
Desde que assumiu a Presidência argentina, em 2023, Milei eliminou ministérios, reduziu programas sociais e cortou despesas públicas. O ajuste atingiu aposentadorias, transferências sociais, universidades e subsídios de transporte e energia. O setor previdenciário respondeu por cerca de 19,2% da redução dos gastos estatais, enquanto os repasses à assistência social tiveram queda real de 45,6%. As transferências às universidades públicas caíram 27,9%, e os subsídios ao transporte e à energia foram reduzidos em 40% e 34%, respectivamente. O governo também contraiu uma dívida de US$ 20 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI), além dos US$ 57 bilhões negociados durante o governo de Mauricio Macri.
Flávio não respondeu!
Dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) indicam que 32,3% da população argentina estava abaixo da linha da pobreza no primeiro semestre de 2026, alta de 4,1 pontos percentuais em relação ao semestre anterior. O desemprego chegou a 7,9%, enquanto cerca de 245 mil empregos formais foram eliminados entre 2023 e meados de 2026. Milei apoia a candidatura de Flávio e participou do lançamento de sua campanha em São Paulo.
Desde que assumiu a Presidência argentina, em 2023, Milei eliminou ministérios, reduziu programas sociais e cortou despesas públicas. O ajuste atingiu aposentadorias, transferências sociais, universidades e subsídios de transporte e energia. O setor previdenciário respondeu por cerca de 19,2% da redução dos gastos estatais, enquanto os repasses à assistência social tiveram queda real de 45,6%. As transferências às universidades públicas caíram 27,9%, e os subsídios ao transporte e à energia foram reduzidos em 40% e 34%, respectivamente. O governo também contraiu uma dívida de US$ 20 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI), além dos US$ 57 bilhões negociados durante o governo de Mauricio Macri.
Flávio não respondeu!

Cientista político avalia debate: Flávio adotou postura arrogante enquanto Lula apresentou propostas
O cientista político Paulo Roberto de Sousa, professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), avaliou que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) adotou uma postura “arrogante” no debate com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado pela TV Bandeirantes em 18 de outubro de 2026. Em transmissão do Brasil de Fato, Sousa afirmou que o senador provocou Lula com gestos, movimentações e comentários, estratégia que, segundo ele, mobiliza eleitores já alinhados ao bolsonarismo e ao antipetismo, mas tem pouco efeito sobre indecisos.
O professor também disse que Flávio evitou responder a perguntas sobre economia e saúde e apresentou propostas sem demonstrar conhecimento da estrutura do Executivo. Sobre Lula, apontou nervosismo no início, sobretudo após referências à empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, investigada pela Polícia Federal. Na segunda metade do debate, porém, o presidente demonstrou mais desenvoltura, apresentou propostas e mencionou pontos de seu governo que precisam ser melhorados.
Sousa estimou que os indecisos representam entre 5% e 7% do eleitorado e avaliou que o encontro pouco alterou o cenário eleitoral. Também criticou o formato do debate, que, segundo ele, favorece a produção de cortes para redes sociais. Como alternativa, sugeriu discussões temáticas, tempos menores e direito de resposta para candidatos que não respondam às perguntas.
O próximo encontro entre Lula e Flávio estava previsto para 23 de outubro, na TV Globo.
O professor também disse que Flávio evitou responder a perguntas sobre economia e saúde e apresentou propostas sem demonstrar conhecimento da estrutura do Executivo. Sobre Lula, apontou nervosismo no início, sobretudo após referências à empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, investigada pela Polícia Federal. Na segunda metade do debate, porém, o presidente demonstrou mais desenvoltura, apresentou propostas e mencionou pontos de seu governo que precisam ser melhorados.
Sousa estimou que os indecisos representam entre 5% e 7% do eleitorado e avaliou que o encontro pouco alterou o cenário eleitoral. Também criticou o formato do debate, que, segundo ele, favorece a produção de cortes para redes sociais. Como alternativa, sugeriu discussões temáticas, tempos menores e direito de resposta para candidatos que não respondam às perguntas.
O próximo encontro entre Lula e Flávio estava previsto para 23 de outubro, na TV Globo.

Flávio Bolsonaro atuou na defesa de policial acusado de matar menina de cinco anos em Niterói
Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, morreu em 2 de fevereiro de 2021 após ser atingida por um disparo de fuzil enquanto brincava na porta de casa, na comunidade Monan Pequeno, em Niterói (RJ). Segundo denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), o tiro foi disparado pelo policial militar Bruno Dias Delaroli durante patrulhamento.
A acusação afirma que o agente atirou em direção a uma área residencial e de lazer, mesmo após moradores alertarem sobre a presença de pessoas. Preso preventivamente, Delaroli teve a prisão substituída por medidas cautelares em novembro de 2021. A Justiça determinou que ele fosse julgado pelo Tribunal do Júri. Em 2024, Flávio Bolsonaro (PL) integrou a defesa do policial e assinou recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar reverter a decisão, mas o pedido foi negado. Mais de cinco anos após a morte, o julgamento ainda não ocorreu.
No debate da Band em 18 de outubro de 2026, o presidente Lula questionou Flávio sobre sua atuação, mas o senador não respondeu. Lula também cobrou apoio do PL à PEC da Segurança Pública. A proposta busca ampliar a integração entre União, estados e municípios no combate ao crime organizado.
A acusação afirma que o agente atirou em direção a uma área residencial e de lazer, mesmo após moradores alertarem sobre a presença de pessoas. Preso preventivamente, Delaroli teve a prisão substituída por medidas cautelares em novembro de 2021. A Justiça determinou que ele fosse julgado pelo Tribunal do Júri. Em 2024, Flávio Bolsonaro (PL) integrou a defesa do policial e assinou recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar reverter a decisão, mas o pedido foi negado. Mais de cinco anos após a morte, o julgamento ainda não ocorreu.
No debate da Band em 18 de outubro de 2026, o presidente Lula questionou Flávio sobre sua atuação, mas o senador não respondeu. Lula também cobrou apoio do PL à PEC da Segurança Pública. A proposta busca ampliar a integração entre União, estados e municípios no combate ao crime organizado.

Lula questiona voto de Flávio Bolsonaro contra ampliação da licença-maternidade
Durante o debate presidencial da Band, em 18 de outubro de 2026, o presidente Lula questionou Flávio Bolsonaro (PL) por ter votado contra a ampliação da licença-maternidade das servidoras públicas estaduais do Rio de Janeiro.
Em 31 de março de 2009, quando era deputado estadual, Flávio foi o único parlamentar a rejeitar a proposta apresentada pelo então deputado Marcelo Freixo (PSOL), que ampliava o afastamento de quatro para seis meses. A medida recebeu 45 votos favoráveis e um contrário na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
“Você foi o único que votou contra dar mais dois meses para a mulher cuidar da criança. O que você tem contra as mulheres?”, perguntou Lula. Flávio não explicou seu voto e respondeu que não tinha nada contra as mulheres, mencionando sua esposa, Fernanda, e suas duas filhas. Lula insistiu que o candidato não havia respondido à pergunta e voltou a cobrar uma explicação sobre a rejeição à proposta.
Em 31 de março de 2009, quando era deputado estadual, Flávio foi o único parlamentar a rejeitar a proposta apresentada pelo então deputado Marcelo Freixo (PSOL), que ampliava o afastamento de quatro para seis meses. A medida recebeu 45 votos favoráveis e um contrário na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
“Você foi o único que votou contra dar mais dois meses para a mulher cuidar da criança. O que você tem contra as mulheres?”, perguntou Lula. Flávio não explicou seu voto e respondeu que não tinha nada contra as mulheres, mencionando sua esposa, Fernanda, e suas duas filhas. Lula insistiu que o candidato não havia respondido à pergunta e voltou a cobrar uma explicação sobre a rejeição à proposta.

Lula cobra apoio de Flávio Bolsonaro à PEC da Segurança Pública e destaca ações contra facções
O presidente Lula e Flávio Bolsonaro debateram segurança pública no início do confronto eleitoral da Band, em 18 de outubro de 2026. Flávio defendeu classificar facções criminosas como narcoterroristas e aumentar penas. Lula respondeu que o senador poderia ter apoiado a emenda constitucional enviada pelo governo ao Congresso para ampliar a atuação federal na segurança pública.
O presidente afirmou que a Constituição de 1988 atribuiu aos estados a responsabilidade pelo setor e declarou que os governos estaduais fracassaram no enfrentamento do problema. Lula também citou a Lei Antifacção, enviada pelo Executivo e aprovada pelo Congresso, como instrumento para aumentar as penas de integrantes de organizações criminosas. “Vamos combater o crime da esquina ao andar de cima”, declarou, defendendo ações contra integrantes que atuam nos territórios e aqueles que ocupam posições de comando.
O presidente afirmou que, se o Senado aprovar a PEC da Segurança Pública, criará o Ministério da Segurança Pública para coordenar ações entre União, estados e municípios. A proposta, aprovada pela Câmara em março de 2026, busca incluir o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição e ampliar a integração institucional.
O presidente afirmou que a Constituição de 1988 atribuiu aos estados a responsabilidade pelo setor e declarou que os governos estaduais fracassaram no enfrentamento do problema. Lula também citou a Lei Antifacção, enviada pelo Executivo e aprovada pelo Congresso, como instrumento para aumentar as penas de integrantes de organizações criminosas. “Vamos combater o crime da esquina ao andar de cima”, declarou, defendendo ações contra integrantes que atuam nos territórios e aqueles que ocupam posições de comando.
O presidente afirmou que, se o Senado aprovar a PEC da Segurança Pública, criará o Ministério da Segurança Pública para coordenar ações entre União, estados e municípios. A proposta, aprovada pela Câmara em março de 2026, busca incluir o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição e ampliar a integração institucional.

Lula cobra explicações de Flávio Bolsonaro sobre compra de mansão em Brasília e pedido de R$ 134 milhões
Durante o debate da Band, em 18 de outubro de 2026, o presidente Lula questionou Flávio Bolsonaro (PL) sobre a compra de uma mansão em Brasília, cujo valor divulgado é de R$ 6 milhões, embora o Portal Vermelho mencione suspeitas de que o preço real possa chegar a R$ 10 milhões.
Lula comparou o imóvel à própria residência e perguntou como o senador, que recebe salário semelhante, conseguiu pagar parte da aquisição à vista. Também mencionou recursos do Banco de Brasília (BRB), instituição relacionada ao caso do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Lula cobrou ainda explicações sobre um áudio no qual Flávio pede R$ 134 milhões a Vorcaro. O senador afirmou que o dinheiro seria destinado à produção de um filme sobre Jair Bolsonaro, sem responder às demais perguntas.
Segundo o Portal Vermelho, a mansão possui cerca de 1.100 metros quadrados de área construída em um terreno de 2.400 metros quadrados, quatro suítes e oito vagas de garagem, além de piscina, sauna, academia e spa. A Polícia Federal investiga a compra diante de suspeitas sobre as condições do financiamento concedido pelo BRB.
Lula comparou o imóvel à própria residência e perguntou como o senador, que recebe salário semelhante, conseguiu pagar parte da aquisição à vista. Também mencionou recursos do Banco de Brasília (BRB), instituição relacionada ao caso do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Lula cobrou ainda explicações sobre um áudio no qual Flávio pede R$ 134 milhões a Vorcaro. O senador afirmou que o dinheiro seria destinado à produção de um filme sobre Jair Bolsonaro, sem responder às demais perguntas.
Segundo o Portal Vermelho, a mansão possui cerca de 1.100 metros quadrados de área construída em um terreno de 2.400 metros quadrados, quatro suítes e oito vagas de garagem, além de piscina, sauna, academia e spa. A Polícia Federal investiga a compra diante de suspeitas sobre as condições do financiamento concedido pelo BRB.

TSE proíbe Nikolas Ferreira e Pablo Marçal de republicar conteúdos removidos e impõe multas
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou nesta segunda-feira (19) que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o influenciador Pablo Marçal não voltem a publicar conteúdos cuja remoção foi ordenada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A proibição também abrange reproduções substancialmente idênticas às publicações vetadas. O descumprimento poderá resultar em multa de R$ 50 mil por publicação.
Cueva determinou ainda que a Meta, responsável pelo WhatsApp, Instagram e Facebook, e o X impeçam o impulsionamento pago de conteúdos publicados pelas contas dos dois e não concedam tratamento privilegiado a esses perfis na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições valem até as 23h59 de 25 de outubro, e o descumprimento pelas plataformas poderá gerar multa diária de R$ 500 mil para cada empresa.
A decisão atende a um pedido da coligação do presidente Lula. Na ação, a campanha acusa Nikolas e Marçal de serem responsáveis pela divulgação de conteúdos fora dos canais oficiais e de disseminarem desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro.
Cueva determinou ainda que a Meta, responsável pelo WhatsApp, Instagram e Facebook, e o X impeçam o impulsionamento pago de conteúdos publicados pelas contas dos dois e não concedam tratamento privilegiado a esses perfis na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições valem até as 23h59 de 25 de outubro, e o descumprimento pelas plataformas poderá gerar multa diária de R$ 500 mil para cada empresa.
A decisão atende a um pedido da coligação do presidente Lula. Na ação, a campanha acusa Nikolas e Marçal de serem responsáveis pela divulgação de conteúdos fora dos canais oficiais e de disseminarem desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro.

Kremlin admite possibilidade de reunião entre Putin, Trump e Xi Jinping na cúpula da APEC
O Kremlin afirmou nesta segunda-feira (19) que o presidente russo Vladimir Putin, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente chinês Xi Jinping poderão se reunir à margem da cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC), prevista para o próximo mês, na China.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, comentou uma reportagem do Wall Street Journal segundo a qual Putin propôs o encontro para discutir o fim do conflito na Ucrânia. Peskov confirmou que a possibilidade foi mencionada, mas declarou que não houve propostas ou acordos sobre a reunião ou sua agenda. Ele também afirmou que os Estados Unidos mantêm esforços de mediação e que Moscou os considera.
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, criticou a possibilidade de um encontro entre os três presidentes. Em publicação no X, declarou que uma reunião entre os líderes da Ucrânia, dos Estados Unidos e da Rússia poderia acelerar o fim da guerra, enquanto um encontro entre Rússia, China e Estados Unidos teria o efeito oposto e incentivaria Putin a continuar as hostilidades.
Peskov afirmou que qualquer acordo de paz definitivo exigirá a participação de representantes de Kiev dispostos a assumir responsabilidades. As últimas negociações de paz mediadas pelos Estados Unidos ocorreram em fevereiro, antes de Washington e Israel iniciarem a guerra contra o Irã. Rússia e Ucrânia continuam sem convergência sobre os termos de um possível acordo.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, comentou uma reportagem do Wall Street Journal segundo a qual Putin propôs o encontro para discutir o fim do conflito na Ucrânia. Peskov confirmou que a possibilidade foi mencionada, mas declarou que não houve propostas ou acordos sobre a reunião ou sua agenda. Ele também afirmou que os Estados Unidos mantêm esforços de mediação e que Moscou os considera.
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, criticou a possibilidade de um encontro entre os três presidentes. Em publicação no X, declarou que uma reunião entre os líderes da Ucrânia, dos Estados Unidos e da Rússia poderia acelerar o fim da guerra, enquanto um encontro entre Rússia, China e Estados Unidos teria o efeito oposto e incentivaria Putin a continuar as hostilidades.
Peskov afirmou que qualquer acordo de paz definitivo exigirá a participação de representantes de Kiev dispostos a assumir responsabilidades. As últimas negociações de paz mediadas pelos Estados Unidos ocorreram em fevereiro, antes de Washington e Israel iniciarem a guerra contra o Irã. Rússia e Ucrânia continuam sem convergência sobre os termos de um possível acordo.

Pesquisador russo afirma que Europa tem pouca simpatia pela Ucrânia
Andrey Sushentsov, reitor da Escola de Relações Internacionais da Universidade MGIMO e membro do Conselho Científico e de Peritos do Conselho de Segurança da Rússia, afirmou à agência TASS, em Moscou, nesta segunda-feira (19), que os países europeus têm pouca simpatia pela Ucrânia e são indiferentes ao futuro de sua população e de suas fronteiras.
Segundo ele, a Europa não possui autonomia estratégica nem capacidade de ação coletiva baseada em uma posição comum, pois decisões exigem consenso entre quase 30 países e o continente não dispõe de um exército unificado. Sushentsov afirmou que governos europeus temem ser arrastados para uma crise militar com a Rússia e condicionam o envio de tropas à Ucrânia à existência de paz e de um cessar-fogo. Ele também declarou que o apoio europeu a Kiev é motivado, em parte, pela percepção de que o custo é limitado.
Segundo o pesquisador, o financiamento à Ucrânia se aproxima de US$ 500 bilhões, principalmente por meio de empréstimos concedidos pelos Estados-membros, já que a Comissão Europeia dispõe de orçamento próprio limitado. Para ele, os recursos não produziram os resultados estratégicos esperados e enfraqueceram a posição europeia.
Sushentsov afirmou que a atuação do continente se limita a declarações, cúpulas diplomáticas e encontros para fotografias, sem participação direta na crise militar. As declarações expressam a avaliação do representante russo sobre a política europeia.
Segundo ele, a Europa não possui autonomia estratégica nem capacidade de ação coletiva baseada em uma posição comum, pois decisões exigem consenso entre quase 30 países e o continente não dispõe de um exército unificado. Sushentsov afirmou que governos europeus temem ser arrastados para uma crise militar com a Rússia e condicionam o envio de tropas à Ucrânia à existência de paz e de um cessar-fogo. Ele também declarou que o apoio europeu a Kiev é motivado, em parte, pela percepção de que o custo é limitado.
Segundo o pesquisador, o financiamento à Ucrânia se aproxima de US$ 500 bilhões, principalmente por meio de empréstimos concedidos pelos Estados-membros, já que a Comissão Europeia dispõe de orçamento próprio limitado. Para ele, os recursos não produziram os resultados estratégicos esperados e enfraqueceram a posição europeia.
Sushentsov afirmou que a atuação do continente se limita a declarações, cúpulas diplomáticas e encontros para fotografias, sem participação direta na crise militar. As declarações expressam a avaliação do representante russo sobre a política europeia.

Hamas afirma que martírio de Yahya Sinwar inaugurou nova fase de resistência palestina
O Movimento de Resistência Islâmica Palestina (Hamas) afirmou que Yahya Sinwar inaugurou uma nova fase de confronto com o regime israelense e que as repercussões continuam a marcar a região.
A declaração foi divulgada nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, no segundo aniversário de seu martírio. Sinwar chefiou o gabinete político do Hamas e esteve à frente da Operação Tempestade de Al-Aqsa, iniciada em 7 de outubro de 2023. Em comunicado, o movimento descreveu Sinwar como um combatente da resistência que iniciou uma nova etapa de confronto com a ocupação israelense.
Nascido em 19 de outubro de 1962, em um campo de refugiados próximo a Khan Younis, na Faixa de Gaza, sua família foi expulsa de Al-Maydal Asqalan durante a limpeza étnica de 1948. Em 1983, participou da criação do aparato de segurança do Hamas e, em 1986, integrou a formação da Organização Jihad e Dawa, que deu origem às Brigadas Ezzedine al-Qassam. Preso em 1988, recebeu quatro penas de prisão perpétua e permaneceu 23 anos em prisões israelenses, incluindo quase quatro anos em confinamento solitário. Durante o encarceramento, liderou greves de fome em 1992, 1996, 2000 e 2004.
A declaração foi divulgada nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, no segundo aniversário de seu martírio. Sinwar chefiou o gabinete político do Hamas e esteve à frente da Operação Tempestade de Al-Aqsa, iniciada em 7 de outubro de 2023. Em comunicado, o movimento descreveu Sinwar como um combatente da resistência que iniciou uma nova etapa de confronto com a ocupação israelense.
Nascido em 19 de outubro de 1962, em um campo de refugiados próximo a Khan Younis, na Faixa de Gaza, sua família foi expulsa de Al-Maydal Asqalan durante a limpeza étnica de 1948. Em 1983, participou da criação do aparato de segurança do Hamas e, em 1986, integrou a formação da Organização Jihad e Dawa, que deu origem às Brigadas Ezzedine al-Qassam. Preso em 1988, recebeu quatro penas de prisão perpétua e permaneceu 23 anos em prisões israelenses, incluindo quase quatro anos em confinamento solitário. Durante o encarceramento, liderou greves de fome em 1992, 1996, 2000 e 2004.

Trump propõe negociações nucleares com Rússia e China diante da expansão do arsenal chinês
O presidente estadunidense Donald Trump afirmou que os Estados Unidos negociam com a Rússia e a China um caminho para a desnuclearização. Em entrevista à emissora estadunidense Newsmax, na quinta-feira, 15 de outubro de 2026, declarou acreditar que a China poderá alcançar os arsenais de Washington e Moscou em cinco anos. Segundo os números apresentados pela Al Jazeera, a China possui cerca de 620 ogivas nucleares, enquanto Estados Unidos e Rússia têm mais de 4 mil cada.
Trump afirmou: “Tudo isso é uma pena, porque eu adoraria desnuclearizar, se possível”, acrescentando que os diálogos com os dois países continuam. A Newsmax informou que Trump conversou com o presidente chinês Xi Jinping sobre o tema, mas não foram divulgados detalhes das negociações. De acordo com o Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (SIPRI), Rússia e Estados Unidos concentram cerca de 86% das armas nucleares do mundo.
As declarações ocorreram após o vencimento do Tratado de Redução de Armas Estratégicas, acordo bilateral entre Washington e Moscou para limitar seus arsenais. Um mês depois do término do tratado, o presidente francês Emmanuel Macron anunciou a Iniciativa de Dissuasão Avançada.
O ex-ministro australiano das Relações Exteriores Gareth Evans declarou à Al Jazeera que o mundo se tornou complacente diante dos riscos nucleares e que os acordos de controle de armas estão mortos, moribundos ou em estado terminal.
Trump afirmou: “Tudo isso é uma pena, porque eu adoraria desnuclearizar, se possível”, acrescentando que os diálogos com os dois países continuam. A Newsmax informou que Trump conversou com o presidente chinês Xi Jinping sobre o tema, mas não foram divulgados detalhes das negociações. De acordo com o Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (SIPRI), Rússia e Estados Unidos concentram cerca de 86% das armas nucleares do mundo.
As declarações ocorreram após o vencimento do Tratado de Redução de Armas Estratégicas, acordo bilateral entre Washington e Moscou para limitar seus arsenais. Um mês depois do término do tratado, o presidente francês Emmanuel Macron anunciou a Iniciativa de Dissuasão Avançada.
O ex-ministro australiano das Relações Exteriores Gareth Evans declarou à Al Jazeera que o mundo se tornou complacente diante dos riscos nucleares e que os acordos de controle de armas estão mortos, moribundos ou em estado terminal.

Aprovação de Abelardo de la Espriella cai após dois meses de governo na Colômbia
A aprovação do presidente colombiano Abelardo de la Espriella caiu para 48,7% após os dois primeiros meses de mandato, segundo pesquisa da AtlasIntel e da Bloomberg divulgada em 16 de outubro de 2026, em Bogotá.
O índice recuou cerca de três pontos percentuais em relação a agosto, enquanto a desaprovação subiu de 43,2% para 44,6%. A parcela dos entrevistados que considera o governo ruim chegou a 40,4%, três pontos acima da medição anterior. Já a avaliação de seu mandato como excelente caiu de 52,8% para 47,7%. Na avaliação econômica, 55% consideram ruim a situação atual, 32% a classificam como boa e 13% não escolheram nenhuma das opções. Sobre o mercado de trabalho, 59% avaliam as condições como desfavoráveis, enquanto pouco mais de um quarto as considera boas. Regionalmente, a aprovação chega a 58% na região Central e 54% no Caribe. No Pacífico, é de 27,8%, enquanto a desaprovação atinge 63%. O levantamento ouviu 2.893 pessoas e tem margem de erro de dois pontos percentuais.
O índice recuou cerca de três pontos percentuais em relação a agosto, enquanto a desaprovação subiu de 43,2% para 44,6%. A parcela dos entrevistados que considera o governo ruim chegou a 40,4%, três pontos acima da medição anterior. Já a avaliação de seu mandato como excelente caiu de 52,8% para 47,7%. Na avaliação econômica, 55% consideram ruim a situação atual, 32% a classificam como boa e 13% não escolheram nenhuma das opções. Sobre o mercado de trabalho, 59% avaliam as condições como desfavoráveis, enquanto pouco mais de um quarto as considera boas. Regionalmente, a aprovação chega a 58% na região Central e 54% no Caribe. No Pacífico, é de 27,8%, enquanto a desaprovação atinge 63%. O levantamento ouviu 2.893 pessoas e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

Ataques israelenses atingem cidades e áreas rurais do sul do Líbano
Ataques israelenses foram retomados na sexta-feira, 16 de outubro de 2026, no sul do Líbano, com bombardeios aéreos, disparos de tanques, artilharia e incursões terrestres, segundo correspondentes da Al-Manar.
Aviões de guerra atacaram Al-Mansouri e Beit Yahoun. Uma força militar israelense composta por um trator D9, dois tanques e outros veículos avançou para os arredores do sul de Kfarshouba e realizou demolições na área de Azrael, com o objetivo de destruir oliveiras. Tanques Merkava dispararam contra os arredores de Maifadoun e Ayta Al-Jabal. Bombardeios de artilharia atingiram áreas próximas a Kfar Tibnit, Hadatha e Wadi Nahla, além da região entre Shaqra e Majdal.
Um vídeo divulgado junto à reportagem mostra disparos de artilharia contra Kfar Tibnit. Paralelamente, relatos indicaram a ativação de defesas aéreas israelenses na fronteira entre o Líbano e a Palestina, com a explosão de um míssil interceptor sobre a Alta Galileia, na Palestina ocupada.
O jornal israelense Yedioth Ahronoth citou o Comando Norte de Israel, que anunciou que explosões seriam ouvidas na Galileia Ocidental e Alta nas horas seguintes, em decorrência dos ataques no sul do Líbano.
Aviões de guerra atacaram Al-Mansouri e Beit Yahoun. Uma força militar israelense composta por um trator D9, dois tanques e outros veículos avançou para os arredores do sul de Kfarshouba e realizou demolições na área de Azrael, com o objetivo de destruir oliveiras. Tanques Merkava dispararam contra os arredores de Maifadoun e Ayta Al-Jabal. Bombardeios de artilharia atingiram áreas próximas a Kfar Tibnit, Hadatha e Wadi Nahla, além da região entre Shaqra e Majdal.
Um vídeo divulgado junto à reportagem mostra disparos de artilharia contra Kfar Tibnit. Paralelamente, relatos indicaram a ativação de defesas aéreas israelenses na fronteira entre o Líbano e a Palestina, com a explosão de um míssil interceptor sobre a Alta Galileia, na Palestina ocupada.
O jornal israelense Yedioth Ahronoth citou o Comando Norte de Israel, que anunciou que explosões seriam ouvidas na Galileia Ocidental e Alta nas horas seguintes, em decorrência dos ataques no sul do Líbano.

Presidente do Parlamento turco cobra medidas internacionais contra violações israelenses
O presidente do Parlamento da Turquia, Numan Kurtulmus, pediu ações internacionais concretas contra as violações do direito internacional atribuídas a Israel e denunciou o genocídio na Faixa de Gaza.
Em discurso na Conferência Europeia de Presidentes de Parlamentos, realizada em Roma, na sexta-feira, 16 de outubro de 2026, ele afirmou: “Não podemos deixar a impunidade impune”. Kurtulmus declarou que a ordem internacional baseada em regras perde legitimidade diante da catástrofe humanitária em Gaza e das violações de direitos humanos e crimes contra a humanidade contra a população palestina. “Não podemos mais fechar os olhos para a catástrofe humanitária em Gaza e em toda a região”, disse. Ele também mencionou a destruição, o deslocamento de palestinos e a violência de colonos na Cisjordânia, além das ameaças israelenses à soberania do Líbano e da Síria.
O parlamentar defendeu que os parlamentos contribuam para interromper o sofrimento da população de Gaza e as violações do direito internacional humanitário. Ao abordar a guerra entre Rússia e Ucrânia, afirmou que ela se transformou em uma guerra de desgaste que afeta toda a Europa.
Kurtulmus acrescentou que confiar apenas na Organização das Nações Unidas e em sua reforma não será suficiente para resolver as crises internacionais.
Em discurso na Conferência Europeia de Presidentes de Parlamentos, realizada em Roma, na sexta-feira, 16 de outubro de 2026, ele afirmou: “Não podemos deixar a impunidade impune”. Kurtulmus declarou que a ordem internacional baseada em regras perde legitimidade diante da catástrofe humanitária em Gaza e das violações de direitos humanos e crimes contra a humanidade contra a população palestina. “Não podemos mais fechar os olhos para a catástrofe humanitária em Gaza e em toda a região”, disse. Ele também mencionou a destruição, o deslocamento de palestinos e a violência de colonos na Cisjordânia, além das ameaças israelenses à soberania do Líbano e da Síria.
O parlamentar defendeu que os parlamentos contribuam para interromper o sofrimento da população de Gaza e as violações do direito internacional humanitário. Ao abordar a guerra entre Rússia e Ucrânia, afirmou que ela se transformou em uma guerra de desgaste que afeta toda a Europa.
Kurtulmus acrescentou que confiar apenas na Organização das Nações Unidas e em sua reforma não será suficiente para resolver as crises internacionais.

Expansão dos BRICS amplia influência econômica, mas expõe divisões comerciais internas
O BRICS ampliou sua presença na Ásia, América Latina, África e Oriente Médio, reunindo cerca de metade da população mundial, enquanto mais de 30 países manifestam interesse em ingressar no bloco, segundo artigo de Charlie Ormond, da ATLAS e da Altucher's Investment Network Australia.
O termo BRIC foi criado por um economista do Goldman Sachs em 2001, cinco anos antes de os países começarem a se reunir à margem de encontros da ONU. A expansão fortaleceu o peso econômico do grupo, cuja participação no Produto Interno Bruto (PIB) mundial deve chegar a cerca de um terço até o fim da década, com predominância da China.
O G7 representa aproximadamente 45% da produção global, apesar de reunir menos de 10% da população mundial. Em termos per capita, o PIB estimado é de US$ 69 mil no G7 e US$ 8,5 mil no BRICS. Pela Paridade do Poder de Compra (PPC), que ajusta a produção aos preços locais, o BRICS ultrapassou o Ocidente em 2019.
O comércio interno do bloco cresceu 13 vezes desde 2003 e recebeu impulso das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Entretanto, as respostas às medidas foram nacionais, sem coordenação efetiva do grupo. As tarifas médias entre integrantes do BRICS chegam a cerca de 8%, contra 1% no comércio entre países da OCDE, excluindo os Estados Unidos.
Ormond avalia que a instabilidade tarifária estadunidense incentiva a aproximação entre países e reduz a dependência do sistema financeiro ocidental e de Bretton Woods. O artigo também aborda iniciativas do bloco para reduzir o uso internacional do dólar e seus possíveis efeitos sobre investidores australianos.
O termo BRIC foi criado por um economista do Goldman Sachs em 2001, cinco anos antes de os países começarem a se reunir à margem de encontros da ONU. A expansão fortaleceu o peso econômico do grupo, cuja participação no Produto Interno Bruto (PIB) mundial deve chegar a cerca de um terço até o fim da década, com predominância da China.
O G7 representa aproximadamente 45% da produção global, apesar de reunir menos de 10% da população mundial. Em termos per capita, o PIB estimado é de US$ 69 mil no G7 e US$ 8,5 mil no BRICS. Pela Paridade do Poder de Compra (PPC), que ajusta a produção aos preços locais, o BRICS ultrapassou o Ocidente em 2019.
O comércio interno do bloco cresceu 13 vezes desde 2003 e recebeu impulso das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Entretanto, as respostas às medidas foram nacionais, sem coordenação efetiva do grupo. As tarifas médias entre integrantes do BRICS chegam a cerca de 8%, contra 1% no comércio entre países da OCDE, excluindo os Estados Unidos.
Ormond avalia que a instabilidade tarifária estadunidense incentiva a aproximação entre países e reduz a dependência do sistema financeiro ocidental e de Bretton Woods. O artigo também aborda iniciativas do bloco para reduzir o uso internacional do dólar e seus possíveis efeitos sobre investidores australianos.

Amir Hatami afirma que Estreito de Ormuz continuará fechado até que direitos do Irã sejam respeitados
O comandante-chefe do Exército iraniano, major-general Amir Hatami, afirmou em 15 de outubro de 2026 que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado “até que os direitos do povo iraniano sejam respeitados”. Durante cerimônia na Universidade de Oficiais Imam Ali, em Teerã, ele rejeitou declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o enfraquecimento militar do Irã e advertiu que ataques à infraestrutura iraniana provocariam danos várias vezes maiores à infraestrutura e aos interesses estadunidenses, israelenses e de seus colaboradores.
Hatami declarou que a Marinha do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica controla a seção ocidental do estreito, enquanto a Marinha do Exército supervisiona a seção oriental e o Mar de Omã. Segundo ele, embarcações que desrespeitam as regulamentações iranianas estão sujeitas a medidas que restringem o tráfego marítimo. O comandante afirmou que os Estados Unidos e Israel não alcançaram seus objetivos militares e estratégicos, tiveram bases e instalações danificadas e enfrentam desgaste de suas forças, além de precisar transportar suprimentos de distâncias superiores a 2.500 quilômetros.
Ele atribuiu o início da guerra a um erro de cálculo dos atacantes, que teriam subestimado as capacidades militares iranianas e o apoio popular ao país. Segundo dados de segurança marítima citados pelo The Cradle, dez embarcações foram atacadas dentro ou nas proximidades do estreito em poucos dias: seis em um único dia e outras quatro dois dias depois. Desde o início de outubro, foram registrados 23 ataques. O alerta ocorre enquanto Washington considera utilizar a bomba não nuclear de maior potência de seu arsenal contra o Irã. Autoridades estadunidenses admitem que a arma não garantiria vitória estratégica nem a rendição iraniana, mas poderia provocar destruição em massa e mortes de civis.
Hatami declarou que a Marinha do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica controla a seção ocidental do estreito, enquanto a Marinha do Exército supervisiona a seção oriental e o Mar de Omã. Segundo ele, embarcações que desrespeitam as regulamentações iranianas estão sujeitas a medidas que restringem o tráfego marítimo. O comandante afirmou que os Estados Unidos e Israel não alcançaram seus objetivos militares e estratégicos, tiveram bases e instalações danificadas e enfrentam desgaste de suas forças, além de precisar transportar suprimentos de distâncias superiores a 2.500 quilômetros.
Ele atribuiu o início da guerra a um erro de cálculo dos atacantes, que teriam subestimado as capacidades militares iranianas e o apoio popular ao país. Segundo dados de segurança marítima citados pelo The Cradle, dez embarcações foram atacadas dentro ou nas proximidades do estreito em poucos dias: seis em um único dia e outras quatro dois dias depois. Desde o início de outubro, foram registrados 23 ataques. O alerta ocorre enquanto Washington considera utilizar a bomba não nuclear de maior potência de seu arsenal contra o Irã. Autoridades estadunidenses admitem que a arma não garantiria vitória estratégica nem a rendição iraniana, mas poderia provocar destruição em massa e mortes de civis.

FAO reconhece duas pescadoras brasileiras entre 100 mulheres homenageadas mundialmente
As pescadoras artesanais brasileiras Joana Rodrigues Mousinho, de 70 anos, e Luena Maria Ferreira dos Santos, conhecida como Luena Pataxó, de 44, foram selecionadas pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para integrar a iniciativa 100 Mulheres Heroínas dos Sistemas Agroalimentares e do Desenvolvimento Rural. Indicadas pelo Ministério das Mulheres, elas foram homenageadas em cerimônia realizada em 15 de outubro de 2026, na sede da organização, em Roma, durante o Fórum Mundial da Alimentação e o Ano Internacional da Mulher Agricultora. A seleção recebeu mais de 600 indicações de mais de 131 países.
Segundo o representante da FAO no Brasil, Jorge Meza, o reconhecimento destaca a contribuição das brasileiras para os sistemas agroalimentares. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que a homenagem dá visibilidade ao trabalho das pescadoras e à defesa de seus direitos e da autonomia econômica.
Natural de Pernambuco, Joana pesca desde a infância no Canal de Santa Cruz, em Itapissuma, e foi uma das primeiras mulheres do país a obter o Registro Geral da Atividade Pesqueira. Também foi a primeira mulher a presidir uma colônia de pescadores e cofundou a Articulação Nacional das Pescadoras. Em 2024, recebeu o Prêmio Mulheres das Águas, do Ministério da Pesca e Aquicultura.
Luena preside a Associação dos Pescadores Indígenas Pataxó, em Coroa Vermelha, Santa Cruz Cabrália, na Bahia, e um comitê de pescadores que reúne oito municípios e 13 associações. Seu trabalho envolve geração de renda, segurança no mar e valorização da cultura indígena. Ela recebeu o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, com primeiro lugar estadual e terceiro nacional na categoria Produtora Rural.
A FAO informa que mulheres representam 41% da força de trabalho mundial nos sistemas agroalimentares e enfrentam condições precárias de trabalho e limitações de direitos.
Segundo o representante da FAO no Brasil, Jorge Meza, o reconhecimento destaca a contribuição das brasileiras para os sistemas agroalimentares. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que a homenagem dá visibilidade ao trabalho das pescadoras e à defesa de seus direitos e da autonomia econômica.
Natural de Pernambuco, Joana pesca desde a infância no Canal de Santa Cruz, em Itapissuma, e foi uma das primeiras mulheres do país a obter o Registro Geral da Atividade Pesqueira. Também foi a primeira mulher a presidir uma colônia de pescadores e cofundou a Articulação Nacional das Pescadoras. Em 2024, recebeu o Prêmio Mulheres das Águas, do Ministério da Pesca e Aquicultura.
Luena preside a Associação dos Pescadores Indígenas Pataxó, em Coroa Vermelha, Santa Cruz Cabrália, na Bahia, e um comitê de pescadores que reúne oito municípios e 13 associações. Seu trabalho envolve geração de renda, segurança no mar e valorização da cultura indígena. Ela recebeu o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, com primeiro lugar estadual e terceiro nacional na categoria Produtora Rural.
A FAO informa que mulheres representam 41% da força de trabalho mundial nos sistemas agroalimentares e enfrentam condições precárias de trabalho e limitações de direitos.
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