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Willer Tomaz pagou para retirar da internet reportagens que o relacionavam a Flávio Bolsonaro
Mensagens e documentos apreendidos pela Polícia Federal (PF) indicam que o advogado Willer Tomaz, amigo do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pagou para remover reportagens que mencionavam os dois. O caso foi revelado por O Globo e confirmado pela TV Globo.
Segundo a PF, mensagens de outubro de 2025 e uma planilha com 12 links indicam a contratação da empresa Seu Nome Novo de Novo para retirar ou desindexar conteúdos dos resultados do Google. O serviço cobraria R$ 1 mil por link, totalizando R$ 12 mil, mas ofereceu desconto de R$ 3 mil por um endereço eletrônico cuja remoção já havia sido paga e que voltou a aparecer.
Entre os conteúdos estavam reportagens sobre uma disputa envolvendo uma mansão e outra sobre Flávio, cassinos e operadoras em Las Vegas. Willer e Flávio são investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de lavagem de dinheiro, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A defesa do advogado afirmou que a medida se referia a conteúdos antigos e desatualizados e declarou que ele nunca tentou desvincular sua imagem da de Flávio.
O inquérito começou na Justiça Federal do Rio Grande do Sul, onde a PF identificou e-mails que apontavam Flávio como “usuário master” de uma conta bancária da empresa Alcazar Holdings, pertencente a Willer. O caso chegou ao STF em 8 de outubro, após manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República. É o segundo inquérito na Corte envolvendo Flávio: o primeiro, aberto em julho e relatado pelo ministro André Mendonça, investiga o financiamento do filme Dark Horse por Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Segundo a PF, mensagens de outubro de 2025 e uma planilha com 12 links indicam a contratação da empresa Seu Nome Novo de Novo para retirar ou desindexar conteúdos dos resultados do Google. O serviço cobraria R$ 1 mil por link, totalizando R$ 12 mil, mas ofereceu desconto de R$ 3 mil por um endereço eletrônico cuja remoção já havia sido paga e que voltou a aparecer.
Entre os conteúdos estavam reportagens sobre uma disputa envolvendo uma mansão e outra sobre Flávio, cassinos e operadoras em Las Vegas. Willer e Flávio são investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de lavagem de dinheiro, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A defesa do advogado afirmou que a medida se referia a conteúdos antigos e desatualizados e declarou que ele nunca tentou desvincular sua imagem da de Flávio.
O inquérito começou na Justiça Federal do Rio Grande do Sul, onde a PF identificou e-mails que apontavam Flávio como “usuário master” de uma conta bancária da empresa Alcazar Holdings, pertencente a Willer. O caso chegou ao STF em 8 de outubro, após manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República. É o segundo inquérito na Corte envolvendo Flávio: o primeiro, aberto em julho e relatado pelo ministro André Mendonça, investiga o financiamento do filme Dark Horse por Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Mãe de Ana Clara espera há mais de cinco anos por julgamento de policial defendido por Flávio Bolsonaro
Cristiane Gomes da Silva aguarda há cinco anos e seis meses o julgamento do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado de matar sua filha Ana Clara, de cinco anos, em 2 de fevereiro de 2021, em Niterói (RJ). Segundo reportagem de Caio Barretto Briso, publicada pelo Brasil de Fato com base em material da Agência Pública, Flávio Bolsonaro assumiu a defesa do policial em 2024 e assinou recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que determinou o júri popular. O pedido foi negado, mas o julgamento ainda não ocorreu. Inicialmente marcado para 14 de abril de 2026, data em que Ana Clara completaria 11 anos, o júri foi adiado para 21 de outubro e, depois, transferido para 5 de maio de 2027.
Cristiane relata que recebeu ataques de apoiadores de Flávio, sofreu ameaças e deixou a casa onde morava de favor. Sem emprego fixo, vive com uma amiga e enfrenta dificuldades para alimentar-se e sustentar o filho Pedro, de oito anos, que faz acompanhamento psicológico e está sob os cuidados da avó. A mãe afirma que contraiu empréstimo de R$ 6 mil com um agiota para pagar o funeral, dívida que chegou a R$ 100 mil. Uma indenização negociada com o Estado foi usada para quitar débitos e despesas jurídicas.
Cristiane diz nunca ter recebido pedido de desculpas de representantes do poder público. Após o debate entre Lula e Flávio na Band, a campanha #PesquiseOCasoAnaClara ganhou repercussão nas redes sociais. Cristiane afirma que teme que o processo seja esquecido caso Flávio seja eleito, mas promete continuar cobrando justiça.
Cristiane relata que recebeu ataques de apoiadores de Flávio, sofreu ameaças e deixou a casa onde morava de favor. Sem emprego fixo, vive com uma amiga e enfrenta dificuldades para alimentar-se e sustentar o filho Pedro, de oito anos, que faz acompanhamento psicológico e está sob os cuidados da avó. A mãe afirma que contraiu empréstimo de R$ 6 mil com um agiota para pagar o funeral, dívida que chegou a R$ 100 mil. Uma indenização negociada com o Estado foi usada para quitar débitos e despesas jurídicas.
Cristiane diz nunca ter recebido pedido de desculpas de representantes do poder público. Após o debate entre Lula e Flávio na Band, a campanha #PesquiseOCasoAnaClara ganhou repercussão nas redes sociais. Cristiane afirma que teme que o processo seja esquecido caso Flávio seja eleito, mas promete continuar cobrando justiça.

“Ele não tem coragem de abrir o sigilo ... porque ele sabe que a vida dele é podre.”
Em ato com milhares de apoiadores em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), em 20 de outubro, o presidente Lula afirmou que Flávio Bolsonaro não teria coragem de autorizar a quebra de seus sigilos fiscal, telefônico e bancário. “Ele certamente não vai ter coragem de abrir o sigilo dele, nem telefônico, nem conta bancária, nem pessoa física, nem pessoa jurídica, porque ele sabe que a vida dele é podre em se tratando de honestidade”, declarou. Na mesma data, a campanha de Lula protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para a quebra dos sigilos do presidente e de seus familiares, caso Flávio aceite a mesma condição.
Lula também criticou a proposta do adversário de limitar a dois anos a permanência no Bolsa Família e afirmou que o programa combate a pobreza e a fome. O presidente anunciou que pretende sancionar em 21 de outubro o Prospera MEI, iniciativa que prevê perdão de dívidas fiscais de microempreendedores individuais com a União e ampliação dos benefícios à categoria. Também declarou que enviará ao Congresso uma proposta de emenda à Constituição para instituir transporte público gratuito nos fins de semana. Ao mencionar a proposta de redução da jornada de trabalho na escala 6 por 1, afirmou: “O povo vai trabalhar a 5 por 2 e nós vamos fazer uma proposta de tarifa zero no final de semana”.
Lula pediu aos apoiadores que conversem com eleitores indecisos, procurem pessoas que não votaram no primeiro turno e incentivem a participação de maiores de 70 anos. No primeiro turno, recebeu 60,18% dos votos válidos em Petrolina e 63,30% em Juazeiro.
Lula também criticou a proposta do adversário de limitar a dois anos a permanência no Bolsa Família e afirmou que o programa combate a pobreza e a fome. O presidente anunciou que pretende sancionar em 21 de outubro o Prospera MEI, iniciativa que prevê perdão de dívidas fiscais de microempreendedores individuais com a União e ampliação dos benefícios à categoria. Também declarou que enviará ao Congresso uma proposta de emenda à Constituição para instituir transporte público gratuito nos fins de semana. Ao mencionar a proposta de redução da jornada de trabalho na escala 6 por 1, afirmou: “O povo vai trabalhar a 5 por 2 e nós vamos fazer uma proposta de tarifa zero no final de semana”.
Lula pediu aos apoiadores que conversem com eleitores indecisos, procurem pessoas que não votaram no primeiro turno e incentivem a participação de maiores de 70 anos. No primeiro turno, recebeu 60,18% dos votos válidos em Petrolina e 63,30% em Juazeiro.

Flávio Bolsonaro: “A mulher brasileira também é um patrimônio turístico do nosso país”
Levantamento publicado pela Rede PT de Comunicação em 20 de outubro reúne votações de Flávio Bolsonaro contrárias a propostas de proteção às mulheres. Em 2009, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), ele foi o único parlamentar a votar contra a ampliação da licença-maternidade de servidoras estaduais de quatro para seis meses. O projeto, apresentado por Marcelo Freixo, foi aprovado apesar de sua oposição. Durante o debate presidencial de 18 de outubro, Lula cobrou explicações sobre o voto, mas Flávio não justificou diretamente sua posição.
Em 2006, o então deputado também foi o único voto contrário às penalidades previstas para estabelecimentos que comercializassem cartões-postais com imagens de mulheres seminuas associadas a pontos turísticos. Na ocasião, afirmou que “a mulher brasileira também é um patrimônio turístico do nosso país”.
Em outra votação, posicionou-se contra o Projeto de Lei 1.442/2008, que previa a suspensão da posse ou a restrição do porte de armas de agentes de segurança envolvidos em violência doméstica. A proposta foi aprovada e deu origem à Lei Estadual 5.402/2009. Flávio argumentou que policiais poderiam perder suas armas após acusações injustas.
Em 31 de maio de 2023, durante discussão na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado sobre o PL 1.085/2023, que buscava garantir igualdade salarial entre homens e mulheres, o senador questionou critérios de remuneração ligados à produtividade e ao desempenho e declarou que tendia a votar contra. O projeto foi aprovado e transformado na Lei 14.611, sancionada por Lula em 3 de julho de 2023, que estabeleceu medidas de transparência salarial e fiscalização.
A Agência Pública informou que, entre 2003 e 2026, Flávio apresentou apenas três propostas legislativas relacionadas à segurança das mulheres, menos de 1% de suas proposições. Sua assessoria afirmou que a proteção às vítimas de violência e o combate aos crimes sexuais estão entre as bandeiras do senador.
Em 2006, o então deputado também foi o único voto contrário às penalidades previstas para estabelecimentos que comercializassem cartões-postais com imagens de mulheres seminuas associadas a pontos turísticos. Na ocasião, afirmou que “a mulher brasileira também é um patrimônio turístico do nosso país”.
Em outra votação, posicionou-se contra o Projeto de Lei 1.442/2008, que previa a suspensão da posse ou a restrição do porte de armas de agentes de segurança envolvidos em violência doméstica. A proposta foi aprovada e deu origem à Lei Estadual 5.402/2009. Flávio argumentou que policiais poderiam perder suas armas após acusações injustas.
Em 31 de maio de 2023, durante discussão na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado sobre o PL 1.085/2023, que buscava garantir igualdade salarial entre homens e mulheres, o senador questionou critérios de remuneração ligados à produtividade e ao desempenho e declarou que tendia a votar contra. O projeto foi aprovado e transformado na Lei 14.611, sancionada por Lula em 3 de julho de 2023, que estabeleceu medidas de transparência salarial e fiscalização.
A Agência Pública informou que, entre 2003 e 2026, Flávio apresentou apenas três propostas legislativas relacionadas à segurança das mulheres, menos de 1% de suas proposições. Sua assessoria afirmou que a proteção às vítimas de violência e o combate aos crimes sexuais estão entre as bandeiras do senador.

Rosa Amorim alerta que propostas de Flávio Bolsonaro ameaçam agricultura familiar e políticas sociais
A deputada federal eleita Rosa Amorim (PT-PE), filha de assentados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), afirmou ao Brasil de Fato que um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL) colocaria em risco políticas de combate à fome, apoio à agricultura familiar, acesso à água e educação pública. Segundo Amorim, os governos de Lula restabeleceram o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), fortaleceram a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ampliaram iniciativas para jovens e mulheres no campo por meio do Pronera e retomaram o programa de cisternas no semiárido.
Ela atribui ao governo Jair Bolsonaro a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, cortes de investimentos na agricultura familiar e a paralisação da produção rural, com consequências para a fome. A parlamentar afirma que Flávio anunciou a intenção de extinguir a Conab e o PAA, unificar os ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário e encerrar o programa de cisternas. “O governo Flávio Bolsonaro não vai ter política para quem vive no campo”, declarou.
Amorim também contrapôs a expansão dos Institutos Federais e das universidades públicas nos governos petistas às propostas de Flávio para o ensino superior. “Para nós é inegociável a pauta da educação pública”, afirmou. A deputada destacou que sua trajetória foi possibilitada pela escola pública, pela universidade pública e pela política de cotas.
Na disputa eleitoral, relatou mobilizações diárias em Pernambuco e projetou que Lula poderá alcançar 70% dos votos no estado no segundo turno. Também mencionou a abstenção no primeiro turno e reuniões com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para facilitar o deslocamento de eleitores até as urnas, além de defender diálogo com jovens de 16 a 23 anos.
Amorim recordou declarações de Jair Bolsonaro contra nordestinos e afirmou que as políticas de seu governo contribuíram para o retorno do Brasil ao mapa da fome.
Ela atribui ao governo Jair Bolsonaro a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, cortes de investimentos na agricultura familiar e a paralisação da produção rural, com consequências para a fome. A parlamentar afirma que Flávio anunciou a intenção de extinguir a Conab e o PAA, unificar os ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário e encerrar o programa de cisternas. “O governo Flávio Bolsonaro não vai ter política para quem vive no campo”, declarou.
Amorim também contrapôs a expansão dos Institutos Federais e das universidades públicas nos governos petistas às propostas de Flávio para o ensino superior. “Para nós é inegociável a pauta da educação pública”, afirmou. A deputada destacou que sua trajetória foi possibilitada pela escola pública, pela universidade pública e pela política de cotas.
Na disputa eleitoral, relatou mobilizações diárias em Pernambuco e projetou que Lula poderá alcançar 70% dos votos no estado no segundo turno. Também mencionou a abstenção no primeiro turno e reuniões com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para facilitar o deslocamento de eleitores até as urnas, além de defender diálogo com jovens de 16 a 23 anos.
Amorim recordou declarações de Jair Bolsonaro contra nordestinos e afirmou que as políticas de seu governo contribuíram para o retorno do Brasil ao mapa da fome.

Lula promete nova ponte entre Juazeiro e Petrolina e anuncia medidas para MEIs
O presidente Lula participou, em 20 de outubro de 2026, de uma caminhada de campanha entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), no Vale do São Francisco, e prometeu construir uma segunda ponte entre as cidades, condicionando o investimento à apresentação de um projeto pelos governos locais. “Fiquei sabendo que o povo quer outra ponte, então vamos fazer. Mas para isso precisa ter projeto, tem que mandar o projeto, só assim se libera dinheiro”, declarou. O evento reuniu milhares de pessoas, após passagem do presidente por São Luís (MA).
Nascido em Garanhuns (PE), Lula afirmou que entrou na política para impedir que o Nordeste fosse tratado como uma região inferior e citou a transposição do rio São Francisco e investimentos industriais. No primeiro turno, recebeu 63,3% dos votos em Juazeiro e 60,2% em Petrolina. Lula afirmou que a eleição de 25 de outubro envolve a soberania nacional e declarou que o Brasil não deve ficar “de joelhos para os Estados Unidos”.
Durante a entrevista, voltou a desafiar Flávio Bolsonaro a abrir seus sigilos bancário e telefônico. Disse que seus advogados entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a autorização para divulgar os dados, condicionada à mesma medida pelo adversário. Também criticou uma publicação de Flávio, de 2011, que classificava o Bolsa Família como “bolsa farelo” e defendia limitar o benefício a dois anos.
Lula anunciou que sancionaria em 21 de outubro uma medida de perdão de R$ 15 bilhões em dívidas de microempreendedores individuais (MEIs). Também prometeu enviar ao Congresso uma proposta de emenda constitucional para destinar parte das emendas parlamentares à implantação da tarifa zero no transporte público coletivo aos fins de semana.
Nascido em Garanhuns (PE), Lula afirmou que entrou na política para impedir que o Nordeste fosse tratado como uma região inferior e citou a transposição do rio São Francisco e investimentos industriais. No primeiro turno, recebeu 63,3% dos votos em Juazeiro e 60,2% em Petrolina. Lula afirmou que a eleição de 25 de outubro envolve a soberania nacional e declarou que o Brasil não deve ficar “de joelhos para os Estados Unidos”.
Durante a entrevista, voltou a desafiar Flávio Bolsonaro a abrir seus sigilos bancário e telefônico. Disse que seus advogados entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a autorização para divulgar os dados, condicionada à mesma medida pelo adversário. Também criticou uma publicação de Flávio, de 2011, que classificava o Bolsa Família como “bolsa farelo” e defendia limitar o benefício a dois anos.
Lula anunciou que sancionaria em 21 de outubro uma medida de perdão de R$ 15 bilhões em dívidas de microempreendedores individuais (MEIs). Também prometeu enviar ao Congresso uma proposta de emenda constitucional para destinar parte das emendas parlamentares à implantação da tarifa zero no transporte público coletivo aos fins de semana.

Itamaraty acusa Javier Milei de interferência eleitoral após ataques a Lula e ao sistema de votação
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil divulgou nota de repúdio em 20 de outubro de 2026, acusando o presidente argentino Javier Milei de tentar interferir nas eleições brasileiras ao atacar Lula e insinuar fraude no sistema eleitoral.
Milei compartilhou na rede social X trechos de uma entrevista de Lula ao SBT e do debate presidencial entre o presidente e Flávio Bolsonaro. Em uma das publicações, afirmou esperar que o “último truque de campanha suja não inclua roubar a eleição”. Em outra, chamou Lula de “autoritário adorado pelos progressistas locais”. O Itamaraty classificou as declarações como uma “nova e inaceitável tentativa de ingerência externa no processo democrático brasileiro”. A pasta também afirmou que Milei “reitera mentiras difundidas por aqueles que perderam as eleições e protagonizaram o golpe militar fracassado, há quatro anos”.
Na nota, o ministério declarou que o sistema brasileiro de votação eletrônica é seguro, não registrou irregularidades e teve sua confiabilidade reconhecida por observadores eleitorais internacionais no primeiro turno. O comunicado ressaltou que a escolha do futuro do Brasil cabe ao eleitorado brasileiro, sem interferência externa, na votação de 25 de outubro.
As declarações ocorrem em meio ao rebaixamento das relações diplomáticas entre Brasília e Buenos Aires. Desde agosto, o Brasil está sem embaixador na Argentina e determinou a saída do embaixador argentino da capital federal. O país passou a ser representado na Argentina por um encarregado de negócios. Em 26 de julho, o embaixador brasileiro Bitelli havia sido convocado a retornar a Brasília após Milei chamar Lula de “presidiário” durante uma convenção do Partido Liberal (PL), que indicou Flávio Bolsonaro à Presidência. Na ocasião, Milei também atacou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Brasil e Argentina são parceiros comerciais no Mercosul, com economias integradas nos setores automotivo e industrial.
Milei compartilhou na rede social X trechos de uma entrevista de Lula ao SBT e do debate presidencial entre o presidente e Flávio Bolsonaro. Em uma das publicações, afirmou esperar que o “último truque de campanha suja não inclua roubar a eleição”. Em outra, chamou Lula de “autoritário adorado pelos progressistas locais”. O Itamaraty classificou as declarações como uma “nova e inaceitável tentativa de ingerência externa no processo democrático brasileiro”. A pasta também afirmou que Milei “reitera mentiras difundidas por aqueles que perderam as eleições e protagonizaram o golpe militar fracassado, há quatro anos”.
Na nota, o ministério declarou que o sistema brasileiro de votação eletrônica é seguro, não registrou irregularidades e teve sua confiabilidade reconhecida por observadores eleitorais internacionais no primeiro turno. O comunicado ressaltou que a escolha do futuro do Brasil cabe ao eleitorado brasileiro, sem interferência externa, na votação de 25 de outubro.
As declarações ocorrem em meio ao rebaixamento das relações diplomáticas entre Brasília e Buenos Aires. Desde agosto, o Brasil está sem embaixador na Argentina e determinou a saída do embaixador argentino da capital federal. O país passou a ser representado na Argentina por um encarregado de negócios. Em 26 de julho, o embaixador brasileiro Bitelli havia sido convocado a retornar a Brasília após Milei chamar Lula de “presidiário” durante uma convenção do Partido Liberal (PL), que indicou Flávio Bolsonaro à Presidência. Na ocasião, Milei também atacou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Brasil e Argentina são parceiros comerciais no Mercosul, com economias integradas nos setores automotivo e industrial.

Pesquisa Meio/Ideia aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro a cinco dias do segundo turno
Pesquisa Meio/Ideia divulgada em 21 de outubro aponta empate técnico entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro na disputa presidencial.
Nos votos totais, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 46% de Lula; brancos e nulos somam 3,4%, enquanto 2,6% não souberam responder. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais. Nos votos válidos, o senador tem 51,1%, e o presidente, 48,9%. O segundo turno está marcado para domingo (25).
Em comparação com a pesquisa de 30 de setembro, antes do primeiro turno, Lula oscilou de 48,5% para baixo, enquanto Flávio passou de 48% para 48% nos votos totais. O levantamento indica que 83,7% dos entrevistados já decidiram o voto, ante 68,5% no fim de setembro; 16,3% ainda admitem mudar de escolha. A rejeição é de 47,7% para Lula e 46,5% para Flávio.
O presidente lidera entre católicos (55% a 39,6%), no Nordeste (58,3% a 37,3%), entre pessoas com renda de até um salário mínimo (61% a 31,6%) e eleitores com 60 anos ou mais (51% a 37,3%). Flávio tem vantagem entre evangélicos (69,6% a 25,9%), no Sudeste (55% a 40,7%), na faixa de três a cinco salários mínimos (61,1% a 34,7%) e entre jovens de 16 a 24 anos (56,2% a 39,5%). Entre mulheres, os dois aparecem próximos: 47,6% para Lula e 46,9% para o senador. Entre eleitores que associam melhorar de vida a ter negócio próprio ou trabalhar por conta própria, 62,3% apoiam Flávio; entre os que priorizam emprego com carteira assinada e direitos, 65,4% preferem Lula.
Dos eleitores de Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Romeu Zema ou Renan Santos no primeiro turno, 58,1% declaram voto em Flávio e 31,8% em Lula. A aprovação do governo é de 46,4%, e a desaprovação, de 48,2%. O levantamento ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, entre 15 e 19 de outubro, tem confiança de 95% e está registrado no TSE sob o protocolo BR-08251/2026.
Nos votos totais, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 46% de Lula; brancos e nulos somam 3,4%, enquanto 2,6% não souberam responder. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais. Nos votos válidos, o senador tem 51,1%, e o presidente, 48,9%. O segundo turno está marcado para domingo (25).
Em comparação com a pesquisa de 30 de setembro, antes do primeiro turno, Lula oscilou de 48,5% para baixo, enquanto Flávio passou de 48% para 48% nos votos totais. O levantamento indica que 83,7% dos entrevistados já decidiram o voto, ante 68,5% no fim de setembro; 16,3% ainda admitem mudar de escolha. A rejeição é de 47,7% para Lula e 46,5% para Flávio.
O presidente lidera entre católicos (55% a 39,6%), no Nordeste (58,3% a 37,3%), entre pessoas com renda de até um salário mínimo (61% a 31,6%) e eleitores com 60 anos ou mais (51% a 37,3%). Flávio tem vantagem entre evangélicos (69,6% a 25,9%), no Sudeste (55% a 40,7%), na faixa de três a cinco salários mínimos (61,1% a 34,7%) e entre jovens de 16 a 24 anos (56,2% a 39,5%). Entre mulheres, os dois aparecem próximos: 47,6% para Lula e 46,9% para o senador. Entre eleitores que associam melhorar de vida a ter negócio próprio ou trabalhar por conta própria, 62,3% apoiam Flávio; entre os que priorizam emprego com carteira assinada e direitos, 65,4% preferem Lula.
Dos eleitores de Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Romeu Zema ou Renan Santos no primeiro turno, 58,1% declaram voto em Flávio e 31,8% em Lula. A aprovação do governo é de 46,4%, e a desaprovação, de 48,2%. O levantamento ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, entre 15 e 19 de outubro, tem confiança de 95% e está registrado no TSE sob o protocolo BR-08251/2026.

Governo Lula sanciona programa que prevê perdão de dívidas e novo teto de faturamento para MEIs
O presidente Lula sanciona nesta quarta-feira (21) a lei do Prospera MEI, programa que prevê anistia de dívidas de microempreendedores individuais (MEIs) com a União, descontos em débitos bancários, ampliação do teto de faturamento e incentivos financeiros.
Segundo o governo federal, as medidas podem alcançar mais de 17,6 milhões de microempreendedores, incluindo 7,8 milhões de mulheres. Lula antecipou a sanção durante entrevista em São Luís (MA), na terça-feira (20). Anunciado pela equipe econômica, o programa prevê perdão integral de dívidas federais contraídas até 13 de outubro de 2026, inclusive débitos ainda não inscritos na dívida ativa e em tramitação administrativa. Para dívidas com instituições financeiras, está previsto desconto de 90%. O limite anual de faturamento dos MEIs será ampliado gradualmente até alcançar R$ 140 mil em 2028. O texto também autoriza a contratação de até dois funcionários por microempreendedor. Outra medida prevê auxílio financeiro de até R$ 5 mil para investimentos na estrutura dos negócios.
O programa inclui ainda a criação de uma plataforma para aproximar pequenos empreendimentos das compras públicas, facilitando o acesso a oportunidades de fornecimento ao poder público. O texto também elimina a obrigatoriedade de emissão de nota fiscal nas vendas de produtos e na prestação de serviços destinadas a pessoas físicas.
Segundo o governo federal, as medidas podem alcançar mais de 17,6 milhões de microempreendedores, incluindo 7,8 milhões de mulheres. Lula antecipou a sanção durante entrevista em São Luís (MA), na terça-feira (20). Anunciado pela equipe econômica, o programa prevê perdão integral de dívidas federais contraídas até 13 de outubro de 2026, inclusive débitos ainda não inscritos na dívida ativa e em tramitação administrativa. Para dívidas com instituições financeiras, está previsto desconto de 90%. O limite anual de faturamento dos MEIs será ampliado gradualmente até alcançar R$ 140 mil em 2028. O texto também autoriza a contratação de até dois funcionários por microempreendedor. Outra medida prevê auxílio financeiro de até R$ 5 mil para investimentos na estrutura dos negócios.
O programa inclui ainda a criação de uma plataforma para aproximar pequenos empreendimentos das compras públicas, facilitando o acesso a oportunidades de fornecimento ao poder público. O texto também elimina a obrigatoriedade de emissão de nota fiscal nas vendas de produtos e na prestação de serviços destinadas a pessoas físicas.

Lula abre seus sigilos telefônico e bancário e desafia Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo
Lula entregará nesta terça-feira (20) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma autorização para a quebra de seus sigilos telefônico e bancário e dos sigilos de sua família. O presidente lançou o desafio a Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate presidencial da Band, no domingo (18), e voltou a fazê-lo na entrevista concedida ao SBT na segunda-feira (19).
Ao se dirigir ao adversário, Lula declarou: “Você que é um miliciano, que está provada a quantidade de mentiras, porque só no caso Vorcaro você já mentiu 43 vezes”. A declaração ocorreu em meio às acusações trocadas entre os candidatos durante a campanha presidencial.
Ao se dirigir ao adversário, Lula declarou: “Você que é um miliciano, que está provada a quantidade de mentiras, porque só no caso Vorcaro você já mentiu 43 vezes”. A declaração ocorreu em meio às acusações trocadas entre os candidatos durante a campanha presidencial.

Lula defende Desenrola 3 como oportunidade de recomeço para pequenos negócios
O presidente Lula defendeu o Desenrola 3 e afirmou que o programa deveria receber outro nome, por ser voltado a oferecer uma oportunidade de recomeço aos microempreendedores individuais (MEIs) e pequenos empresários.
Em entrevista ao telejornal SBT Brasil, gravada na segunda-feira (19), Lula rebateu as críticas da oposição de que a iniciativa teria finalidade eleitoral. “Não vou deixar de dar benefício porque tem eleição”, declarou. O presidente afirmou que a continuidade do benefício não dependerá do resultado das eleições e defendeu a manutenção da medida para a população brasileira.
Em entrevista ao telejornal SBT Brasil, gravada na segunda-feira (19), Lula rebateu as críticas da oposição de que a iniciativa teria finalidade eleitoral. “Não vou deixar de dar benefício porque tem eleição”, declarou. O presidente afirmou que a continuidade do benefício não dependerá do resultado das eleições e defendeu a manutenção da medida para a população brasileira.

Jurista Durval Noronha alerta para ações de Trump na América Latina e aponta apoio interno
O jurista Durval Noronha, que afirma combater o fascismo desde o período em que era estudante nos Estados Unidos, alertou para as ações do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na América Latina.
“Cercaram o Brasil”, declarou Noronha, acrescentando que essas ações contam com “o apoio de agentes públicos traidores”. O jurista participou do processo de criação da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Suas declarações relacionam a atuação estadunidense na região a riscos para a soberania brasileira e levantam questionamentos sobre a participação de agentes públicos nacionais, sem que o texto-base apresente nomes ou detalhes adicionais sobre as ações mencionadas.
“Cercaram o Brasil”, declarou Noronha, acrescentando que essas ações contam com “o apoio de agentes públicos traidores”. O jurista participou do processo de criação da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Suas declarações relacionam a atuação estadunidense na região a riscos para a soberania brasileira e levantam questionamentos sobre a participação de agentes públicos nacionais, sem que o texto-base apresente nomes ou detalhes adicionais sobre as ações mencionadas.

Lula destaca mobilização popular e defende redução da jornada de trabalho em sabatina ao SBT
Em sabatina ao SBT News, transmitida na segunda-feira (19), o presidente Lula afirmou que manifestações populares fortalecem sua campanha no segundo turno contra Flávio Bolsonaro. Lula declarou que ocorreram quase 1.700 mobilizações no último fim de semana e disse: “Isso me dá certeza que eu vou ganhar as eleições.”
O presidente defendeu o fim da escala 6×1 e a adoção do modelo 5×2, destacando a sobrecarga doméstica das mulheres. Também criticou setores empresariais contrários à ampliação de direitos trabalhistas e recordou a oposição a férias mais longas durante a Constituinte de 1946.
Lula anunciou que pretende enviar ao Congresso Nacional uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para garantir transporte coletivo gratuito aos sábados e domingos, com recursos provenientes das emendas parlamentares.
O presidente defendeu o fim da escala 6×1 e a adoção do modelo 5×2, destacando a sobrecarga doméstica das mulheres. Também criticou setores empresariais contrários à ampliação de direitos trabalhistas e recordou a oposição a férias mais longas durante a Constituinte de 1946.
Lula anunciou que pretende enviar ao Congresso Nacional uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para garantir transporte coletivo gratuito aos sábados e domingos, com recursos provenientes das emendas parlamentares.

Eleições em Israel apontam impasse entre Netanyahu e oposição
Pesquisas acompanhadas pelo The New Arab indicam que os blocos ligados a Benjamin Netanyahu e à oposição liderada por Gadi Eisenkot não alcançarão a maioria de 61 cadeiras no Knesset nas eleições de 27 de outubro de 2026.
Sete levantamentos realizados na semana anterior apontam 51 assentos para o bloco pró-Netanyahu e 51 para a oposição, enquanto os partidos que representam cidadãos palestinos de Israel, incluindo a Lista Conjunta e o Ra'am, podem ampliar sua representação de dez para 14 cadeiras. Uma pesquisa divulgada pelo Canal 12 na segunda-feira atribuiu 24 assentos ao partido Yashar, de Eisenkot, e 21 ao Likud, com 55 cadeiras para o bloco oposicionista e 51 para o governista. O partido Poder Judaico, de Itamar Ben-Gvir, pode conquistar oito assentos sem integrar uma lista conjunta, após ter participado das eleições de 2022 com o Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich.
Ben-Gvir defendeu a expulsão de palestinos de Gaza e da Cisjordânia ocupada e a execução de prisioneiros palestinos. Sua campanha nas redes sociais inclui imagens da destruição de casas palestinas em Jerusalém Oriental e um vídeo gerado por inteligência artificial. No sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou apoio a Netanyahu no Truth Social.
Na segunda-feira, Benny Gantz retirou sua candidatura pelo partido Azul e Branco, que não atingia o limite eleitoral necessário para entrar no parlamento. O The New Arab informou que a saída pode levar eleitores moderados a apoiar a oposição.
Sete levantamentos realizados na semana anterior apontam 51 assentos para o bloco pró-Netanyahu e 51 para a oposição, enquanto os partidos que representam cidadãos palestinos de Israel, incluindo a Lista Conjunta e o Ra'am, podem ampliar sua representação de dez para 14 cadeiras. Uma pesquisa divulgada pelo Canal 12 na segunda-feira atribuiu 24 assentos ao partido Yashar, de Eisenkot, e 21 ao Likud, com 55 cadeiras para o bloco oposicionista e 51 para o governista. O partido Poder Judaico, de Itamar Ben-Gvir, pode conquistar oito assentos sem integrar uma lista conjunta, após ter participado das eleições de 2022 com o Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich.
Ben-Gvir defendeu a expulsão de palestinos de Gaza e da Cisjordânia ocupada e a execução de prisioneiros palestinos. Sua campanha nas redes sociais inclui imagens da destruição de casas palestinas em Jerusalém Oriental e um vídeo gerado por inteligência artificial. No sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou apoio a Netanyahu no Truth Social.
Na segunda-feira, Benny Gantz retirou sua candidatura pelo partido Azul e Branco, que não atingia o limite eleitoral necessário para entrar no parlamento. O The New Arab informou que a saída pode levar eleitores moderados a apoiar a oposição.

Kremlin espera reunião de Putin com negociadores estadunidenses
Em coletiva realizada em Moscou nesta terça-feira, 20 de outubro de 2026, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que espera a marcação de uma reunião entre Vladimir Putin e os negociadores estadunidenses Steve Witkoff e Jared Kushner.
Segundo Peskov, Moscou espera receber informações sobre as consultas dos negociadores com autoridades ucranianas e europeias e continuar a troca de mensagens com Washington. Ele declarou que a Rússia valoriza os esforços de mediação estadunidenses. Sobre a Ucrânia, afirmou que as negociações precisam envolver um representante legítimo das autoridades do país, disposto a assumir responsabilidade e tomar decisões para encerrar a guerra.
Peskov também defendeu a retomada das negociações sobre estabilidade estratégica e desarmamento nuclear, afirmando que o mundo está sem um marco jurídico nessa área e que a situação representa um risco. Segundo ele, as conversas devem começar com antecedência e considerar os arsenais nucleares do Reino Unido e da França.
Sobre a cidade de Alyoshki, na região de Kherson, disse que estão em andamento esforços para enfrentar a crise humanitária, após o tema ser tratado em conversas de Putin com o papa e com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Peskov afirmou ainda que a Rússia continuará fornecendo energia aos mercados internacionais e defendeu o Ártico como região de cooperação. Ele declarou que Moscou está aberta ao diálogo, enquanto a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, se opõe a conversas com a Rússia. A TASS divulgou as declarações.
Segundo Peskov, Moscou espera receber informações sobre as consultas dos negociadores com autoridades ucranianas e europeias e continuar a troca de mensagens com Washington. Ele declarou que a Rússia valoriza os esforços de mediação estadunidenses. Sobre a Ucrânia, afirmou que as negociações precisam envolver um representante legítimo das autoridades do país, disposto a assumir responsabilidade e tomar decisões para encerrar a guerra.
Peskov também defendeu a retomada das negociações sobre estabilidade estratégica e desarmamento nuclear, afirmando que o mundo está sem um marco jurídico nessa área e que a situação representa um risco. Segundo ele, as conversas devem começar com antecedência e considerar os arsenais nucleares do Reino Unido e da França.
Sobre a cidade de Alyoshki, na região de Kherson, disse que estão em andamento esforços para enfrentar a crise humanitária, após o tema ser tratado em conversas de Putin com o papa e com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Peskov afirmou ainda que a Rússia continuará fornecendo energia aos mercados internacionais e defendeu o Ártico como região de cooperação. Ele declarou que Moscou está aberta ao diálogo, enquanto a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, se opõe a conversas com a Rússia. A TASS divulgou as declarações.

Enviado estadunidense contradiz versão sobre Trump e guerra contra o Irã
O enviado estadunidense Tom Barrack afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não seguiu Israel ao decidir declarar guerra ao Irã. A declaração foi feita à margem do Fórum de Segurança Global, em Doha.
Segundo o relato divulgado, a posição de Barrack contrasta com declarações anteriores da secretária de Estado do governo Trump, que havia apresentado uma versão diferente sobre a decisão. O representante não teve outras declarações reproduzidas no material enviado.
Segundo o relato divulgado, a posição de Barrack contrasta com declarações anteriores da secretária de Estado do governo Trump, que havia apresentado uma versão diferente sobre a decisão. O representante não teve outras declarações reproduzidas no material enviado.

ONU alerta para mais de 250 mil deslocados no Iêmen e bloqueio de ajuda humanitária em Taiz
Mais de 250 mil pessoas fugiram dos combates retomados no Iêmen, informou a ONU em 20 de outubro de 2026.
O alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, afirmou que o fechamento, por Ansar Allah, da única rota de abastecimento entre Taiz e Aden bloqueia a ajuda e o fornecimento de itens essenciais. Segundo Türk, 32 civis morreram na província, incluindo 14 crianças e nove mulheres.
Os confrontos entre Ansar Allah e o governo reconhecido internacionalmente, sediado em Aden, foram retomados no mês anterior, após a relativa calmaria iniciada com o cessar-fogo de 2022.
O representante do UNICEF no país, Akhil Iyer, relatou falta de alimentos, água potável e saneamento, além do esgotamento dos estoques de farinha de trigo. Dez dos 16 distritos da província já enfrentavam níveis de emergência de insegurança alimentar. O UNICEF informou que alimentos terapêuticos previamente armazenados não puderam ser distribuídos às unidades de saúde porque as rotas estavam fechadas.
A Organização Mundial da Saúde relatou que 12 hospitais tinham combustível para cerca de quatro dias, que havia déficit diário de cilindros de oxigênio e que 115 dos 127 medicamentos essenciais tinham estoques para uma semana ou menos.
O ACNUR alertou ainda para as necessidades de aproximadamente 65 mil refugiados e solicitantes de asilo, em sua maioria da Somália e da Etiópia.
O alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, afirmou que o fechamento, por Ansar Allah, da única rota de abastecimento entre Taiz e Aden bloqueia a ajuda e o fornecimento de itens essenciais. Segundo Türk, 32 civis morreram na província, incluindo 14 crianças e nove mulheres.
Os confrontos entre Ansar Allah e o governo reconhecido internacionalmente, sediado em Aden, foram retomados no mês anterior, após a relativa calmaria iniciada com o cessar-fogo de 2022.
O representante do UNICEF no país, Akhil Iyer, relatou falta de alimentos, água potável e saneamento, além do esgotamento dos estoques de farinha de trigo. Dez dos 16 distritos da província já enfrentavam níveis de emergência de insegurança alimentar. O UNICEF informou que alimentos terapêuticos previamente armazenados não puderam ser distribuídos às unidades de saúde porque as rotas estavam fechadas.
A Organização Mundial da Saúde relatou que 12 hospitais tinham combustível para cerca de quatro dias, que havia déficit diário de cilindros de oxigênio e que 115 dos 127 medicamentos essenciais tinham estoques para uma semana ou menos.
O ACNUR alertou ainda para as necessidades de aproximadamente 65 mil refugiados e solicitantes de asilo, em sua maioria da Somália e da Etiópia.

R$ 50 MIL POR PUBLICAÇÃO: TSE PROÍBE NIKOLAS FERREIRA E PABLO MARÇAL DE REPUBLICAREM FAKES
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, proibiu nesta segunda-feira (19) Nikolas Ferreira (PL-MG) e Pablo Marçal de republicarem conteúdos removidos por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A multa prevista é de R$ 50 mil por publicação, incluindo reproduções substancialmente idênticas.
A decisão também suspende até o fim do segundo turno o impulsionamento pago de publicações dos dois perfis no Instagram, Facebook, WhatsApp e X, além de proibir tratamento privilegiado na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições vigoram até as 23h59 de 25 de outubro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil para cada plataforma.
Cueva atendeu a um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que acusa Nikolas e Marçal de disseminar desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. O ministro ressaltou que o recebimento da ação não confirma irregularidades nem estabelece a responsabilidade dos investigados. A decisão será submetida ao plenário do TSE.
Também nesta segunda-feira, o ministro Marco Aurélio Bellizze deu 24 horas para a Meta comprovar o cumprimento de medidas destinadas a garantir igualdade na distribuição de conteúdos políticos e na veiculação de anúncios eleitorais. Lula e Flávio acionaram a Justiça Eleitoral, alegando prejuízos à divulgação de suas campanhas nas plataformas da empresa.
A decisão também suspende até o fim do segundo turno o impulsionamento pago de publicações dos dois perfis no Instagram, Facebook, WhatsApp e X, além de proibir tratamento privilegiado na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições vigoram até as 23h59 de 25 de outubro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil para cada plataforma.
Cueva atendeu a um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que acusa Nikolas e Marçal de disseminar desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. O ministro ressaltou que o recebimento da ação não confirma irregularidades nem estabelece a responsabilidade dos investigados. A decisão será submetida ao plenário do TSE.
Também nesta segunda-feira, o ministro Marco Aurélio Bellizze deu 24 horas para a Meta comprovar o cumprimento de medidas destinadas a garantir igualdade na distribuição de conteúdos políticos e na veiculação de anúncios eleitorais. Lula e Flávio acionaram a Justiça Eleitoral, alegando prejuízos à divulgação de suas campanhas nas plataformas da empresa.

JANONES É INTERNADO NA UTI APÓS DEBATE NA BAND COM QUADRO DE ARRITMIA CARDÍACA
O deputado federal André Janones foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar um quadro de arritmia cardíaca depois do debate eleitoral promovido pela TV Bandeirantes, no domingo (18 de outubro de 2026). Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (19) pelo jornalista Matheus Leitão, do Metrópoles, o parlamentar está clinicamente estável.
Janones permanece sob monitoramento cardíaco contínuo e recebe atendimento de uma equipe médica especializada. A cardiologista Ludhmila Hajjar é responsável por acompanhar o deputado durante a internação.
A arritmia cardíaca consiste em uma alteração no ritmo dos batimentos do coração, que podem ficar acelerados, lentos ou irregulares. A gravidade depende do tipo de alteração e das condições clínicas do paciente.
Até a publicação das informações, não haviam sido divulgados detalhes sobre a natureza da arritmia, os procedimentos realizados ou a previsão de alta hospitalar.
Janones permanece sob monitoramento cardíaco contínuo e recebe atendimento de uma equipe médica especializada. A cardiologista Ludhmila Hajjar é responsável por acompanhar o deputado durante a internação.
A arritmia cardíaca consiste em uma alteração no ritmo dos batimentos do coração, que podem ficar acelerados, lentos ou irregulares. A gravidade depende do tipo de alteração e das condições clínicas do paciente.
Até a publicação das informações, não haviam sido divulgados detalhes sobre a natureza da arritmia, os procedimentos realizados ou a previsão de alta hospitalar.

PRIVATIZAÇÃO DO SUS: FLÁVIO ADMITE FRACASSO NA SAÚDE DO GOVERNO DO PAI, RESPONSÁVEL POR MAIS DE 700 MIL MORTES POR COVID
No debate presidencial da Band, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou que o médico Cláudio Lottenberg, ex-presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, será seu ministro da Saúde caso seja eleito. O senador defendeu levar o chamado “padrão Einstein” ao Sistema Único de Saúde (SUS). Lula questionou se a proposta significaria privatizar o sistema, e Flávio não respondeu.
Durante o confronto, Flávio reconheceu que a atuação na área da saúde durante o governo de seu pai, Jair Bolsonaro, foi ruim, em um contexto marcado pela pandemia de Covid-19, que deixou mais de 700 mil mortos no Brasil. A crise sanitária foi agravada pela falta de coordenação federal e pelas críticas à condução da emergência pelo governo Bolsonaro, incluindo a resistência a medidas de proteção e a demora na resposta a recomendações sanitárias.
O presidente Lula afirmou que o adversário “nunca foi ao SUS” e declarou sobre Lottenberg: “Ele já foi presidente de uma empresa de saúde e não deu certo”.
Oftalmologista, Lottenberg presidiu o Einstein e foi secretário municipal de Saúde de São Paulo em 2005, durante a gestão de José Serra, quando participou da implantação das Organizações Sociais de Saúde (OSS) na rede municipal. Em entrevistas e artigos, defendeu ampliar a participação privada na gestão e na prestação de serviços do SUS, por meio de parcerias público-privadas, OSS e contratação de empresas. Em março de 2021, criticou a condução da pandemia pelo governo Jair Bolsonaro, apontando falta de coordenação federal e de lideranças que dessem exemplo no cumprimento das medidas sanitárias, incluindo o uso de máscaras. Questionado sobre essas declarações, Flávio afirmou estar “olhando para a frente”.
Durante o confronto, Flávio reconheceu que a atuação na área da saúde durante o governo de seu pai, Jair Bolsonaro, foi ruim, em um contexto marcado pela pandemia de Covid-19, que deixou mais de 700 mil mortos no Brasil. A crise sanitária foi agravada pela falta de coordenação federal e pelas críticas à condução da emergência pelo governo Bolsonaro, incluindo a resistência a medidas de proteção e a demora na resposta a recomendações sanitárias.
O presidente Lula afirmou que o adversário “nunca foi ao SUS” e declarou sobre Lottenberg: “Ele já foi presidente de uma empresa de saúde e não deu certo”.
Oftalmologista, Lottenberg presidiu o Einstein e foi secretário municipal de Saúde de São Paulo em 2005, durante a gestão de José Serra, quando participou da implantação das Organizações Sociais de Saúde (OSS) na rede municipal. Em entrevistas e artigos, defendeu ampliar a participação privada na gestão e na prestação de serviços do SUS, por meio de parcerias público-privadas, OSS e contratação de empresas. Em março de 2021, criticou a condução da pandemia pelo governo Jair Bolsonaro, apontando falta de coordenação federal e de lideranças que dessem exemplo no cumprimento das medidas sanitárias, incluindo o uso de máscaras. Questionado sobre essas declarações, Flávio afirmou estar “olhando para a frente”.

Lula cobra Flávio Bolsonaro sobre direitos sociais, segurança pública e recursos de Daniel Vorcaro
No debate do segundo turno da Band, em 18 de outubro de 2026, Lula questionou Flávio Bolsonaro sobre o voto contrário à ampliação da licença-maternidade de servidoras estaduais, em 2009, quando o senador era deputado no Rio de Janeiro. A proposta de Marcelo Freixo previa seis meses de licença, prorrogáveis por mais três, e foi aprovada por 45 votos a um. Lula também cobrou sua posição sobre o fim da escala 6×1, a proposta de jornada flexível defendida por aliados do PL e a admiração pelo modelo econômico de Javier Milei. Flávio não detalhou os efeitos de seus planos sobre direitos sociais e serviços públicos.
Na segurança, Lula perguntou sobre a atuação do senador em defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de matar Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, atingida por um disparo de fuzil em Niterói, em 2 de fevereiro de 2021. Também questionou a posição de Flávio sobre regras de identificação de munições previstas no PL 3.723/2019. No caso do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, Lula cobrou explicações sobre os US$ 24 milhões, equivalentes a cerca de R$ 134 milhões, negociados com Daniel Vorcaro. Reportagens e documentos citados pelo PT apontaram transferências para um fundo nos Estados Unidos e lacunas na prestação de contas; a Polícia Federal investiga possíveis irregularidades. Flávio afirmou que os recursos se destinavam ao filme, sem apresentar no debate detalhamento completo dos pagamentos.
Sobre fraudes em descontos do INSS, Lula defendeu as investigações iniciadas em seu governo e o ressarcimento das vítimas. Até março de 2026, cerca de 4,3 milhões de aposentados e pensionistas haviam recebido R$ 2,9 bilhões, segundo dados do INSS. Lula declarou que eventuais irregularidades devem ser investigadas, inclusive quando envolvam familiares.
Na segurança, Lula perguntou sobre a atuação do senador em defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de matar Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, atingida por um disparo de fuzil em Niterói, em 2 de fevereiro de 2021. Também questionou a posição de Flávio sobre regras de identificação de munições previstas no PL 3.723/2019. No caso do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, Lula cobrou explicações sobre os US$ 24 milhões, equivalentes a cerca de R$ 134 milhões, negociados com Daniel Vorcaro. Reportagens e documentos citados pelo PT apontaram transferências para um fundo nos Estados Unidos e lacunas na prestação de contas; a Polícia Federal investiga possíveis irregularidades. Flávio afirmou que os recursos se destinavam ao filme, sem apresentar no debate detalhamento completo dos pagamentos.
Sobre fraudes em descontos do INSS, Lula defendeu as investigações iniciadas em seu governo e o ressarcimento das vítimas. Até março de 2026, cerca de 4,3 milhões de aposentados e pensionistas haviam recebido R$ 2,9 bilhões, segundo dados do INSS. Lula declarou que eventuais irregularidades devem ser investigadas, inclusive quando envolvam familiares.

Flávio Bolsonaro atuou na defesa de policial que matou Ana Clara, menina de 5 anos
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, integrou a defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de matar Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, em Niterói (RJ), em 2 de fevereiro de 2021.
Segundo reportagens do Brasil de Fato, CartaCapital e Agência Estado, a menina foi atingida por disparos de fuzil quando estava na porta de casa com a mãe e o irmão de dois anos. Flávio assinou, em 2024, um recurso apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que determinou que o policial fosse submetido a júri popular. O pedido foi negado, e Delaroli continuava aguardando julgamento, conforme informações publicadas em setembro de 2026.
O caso voltou ao debate público em 18 de outubro, durante o confronto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro na Band. Lula perguntou por que o senador atuou para contestar a decisão que levaria o policial ao Tribunal do Júri e cobrou explicações sobre sua participação na defesa. Flávio respondeu que Lula não deveria “criminalizar a advocacia” e afirmou: “Nem teve julgamento, você já condenou o cara”.
Segundo reportagens do Brasil de Fato, CartaCapital e Agência Estado, a menina foi atingida por disparos de fuzil quando estava na porta de casa com a mãe e o irmão de dois anos. Flávio assinou, em 2024, um recurso apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que determinou que o policial fosse submetido a júri popular. O pedido foi negado, e Delaroli continuava aguardando julgamento, conforme informações publicadas em setembro de 2026.
O caso voltou ao debate público em 18 de outubro, durante o confronto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro na Band. Lula perguntou por que o senador atuou para contestar a decisão que levaria o policial ao Tribunal do Júri e cobrou explicações sobre sua participação na defesa. Flávio respondeu que Lula não deveria “criminalizar a advocacia” e afirmou: “Nem teve julgamento, você já condenou o cara”.

Debate na Band: Lula cobra explicações de Flávio Bolsonaro sobre patrimônio, trabalho e alianças
O primeiro debate do segundo turno entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro (PL), realizado pela Band em 18 de outubro de 2026, foi marcado por perguntas sobre patrimônio, relações empresariais, políticas sociais e propostas econômicas.
Segundo reportagem de Cezar Xavier, publicada pelo Vermelho, das sete perguntas diretas feitas por Lula no primeiro bloco, seis teriam recebido respostas indiretas ou contra-ataques. Entre os temas estavam os R$ 134 milhões negociados com Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro; o voto de Flávio contra a ampliação da licença-maternidade de servidoras, em 2009; o fim da escala 6×1; a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos; o modelo econômico do presidente argentino Javier Milei; e a maioridade penal.
Questionado sobre a compra de um imóvel de R$ 10 milhões em Angra dos Reis, Flávio respondeu: “Diferentemente de você, com o meu trabalho”, sem detalhar a origem dos recursos. Sobre a jornada 6×1, afirmou que faria o trabalhador “prosperar de verdade”. Lula defendeu a participação da União na segurança pública, políticas de estímulo aos pequenos negócios e medidas para microempreendedores individuais (MEIs), além das economias digital, verde e criativa. Flávio prometeu cortes de gastos e ajuste fiscal, sem especificar quais despesas seriam reduzidas ou quais políticas públicas seriam afetadas.
Segundo reportagem de Cezar Xavier, publicada pelo Vermelho, das sete perguntas diretas feitas por Lula no primeiro bloco, seis teriam recebido respostas indiretas ou contra-ataques. Entre os temas estavam os R$ 134 milhões negociados com Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro; o voto de Flávio contra a ampliação da licença-maternidade de servidoras, em 2009; o fim da escala 6×1; a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos; o modelo econômico do presidente argentino Javier Milei; e a maioridade penal.
Questionado sobre a compra de um imóvel de R$ 10 milhões em Angra dos Reis, Flávio respondeu: “Diferentemente de você, com o meu trabalho”, sem detalhar a origem dos recursos. Sobre a jornada 6×1, afirmou que faria o trabalhador “prosperar de verdade”. Lula defendeu a participação da União na segurança pública, políticas de estímulo aos pequenos negócios e medidas para microempreendedores individuais (MEIs), além das economias digital, verde e criativa. Flávio prometeu cortes de gastos e ajuste fiscal, sem especificar quais despesas seriam reduzidas ou quais políticas públicas seriam afetadas.

Caso Banco Master domina debate entre Lula e Flávio Bolsonaro, que não detalha destino de R$ 134 milhões
No debate presidencial da Band, em 18 de outubro de 2026, Lula questionou Flávio Bolsonaro sobre os US$ 24 milhões, equivalentes a cerca de R$ 134 milhões, negociados com Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. “O que que você fez com 134 milhões?”, perguntou o presidente. Flávio afirmou que os recursos foram destinados ao filme, mas não detalhou as transferências. Também acusou o governo de usar a Polícia Federal (PF) contra adversários e mencionou supostos pagamentos ao Instituto Lula, sem apresentar provas. Lula respondeu que as acusações deveriam ser investigadas.
Documentos da PF tornados públicos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) descrevem Flávio como “interlocutor direto” de Vorcaro nas negociações. A corporação apontou uma divergência contábil de US$ 9,5 milhões, cerca de R$ 48,1 milhões, nas remessas relacionadas à produção. Mais de US$ 12,3 milhões teriam sido enviados ao fundo Havengate, no Texas, administrado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro, enquanto a entrada documentada no Brasil foi de US$ 2,8 milhões. A PF investiga a hipótese de uso do filme para ocultação e desvio de recursos e pediu a prorrogação do inquérito por 90 dias.
Documentos da PF tornados públicos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) descrevem Flávio como “interlocutor direto” de Vorcaro nas negociações. A corporação apontou uma divergência contábil de US$ 9,5 milhões, cerca de R$ 48,1 milhões, nas remessas relacionadas à produção. Mais de US$ 12,3 milhões teriam sido enviados ao fundo Havengate, no Texas, administrado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro, enquanto a entrada documentada no Brasil foi de US$ 2,8 milhões. A PF investiga a hipótese de uso do filme para ocultação e desvio de recursos e pediu a prorrogação do inquérito por 90 dias.

Lula rebate Flávio sobre Lulinha e cita investigação sobre interferência de Bolsonaro na Polícia Federal
Durante o debate da Band, em 18 de outubro de 2026, Lula respondeu às acusações de Flávio Bolsonaro sobre seu filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, mencionando a troca de comando na Polícia Federal (PF) durante o governo Jair Bolsonaro e o mandado de prisão contra Eduardo Bolsonaro. Flávio afirmou que Lulinha estaria “fugido”. Lula rebateu: “Eu não sou pai que protege o filho como você foi protegido pelo seu pai. Não escondo nem mudo diretor da PF nem mando ministro embora.”
O presidente também acusou Eduardo, que vive nos Estados Unidos desde 2025, de atuar contra o Brasil. Flávio declarou que o irmão está “exilado”. A referência à PF remete à reunião ministerial de 22 de abril de 2020, cujo vídeo foi divulgado em maio daquele ano por decisão do ministro do STF Celso de Mello. Dois dias depois, Sergio Moro deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública e acusou Bolsonaro de tentar interferir na PF. A saída coincidiu com a exoneração do diretor-geral Maurício Valeixo. Segundo a reportagem do Brasil de Fato, Fábio Luís é alvo de três inquéritos no STF, abertos a partir de julho de 2026, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção junto a órgãos federais. Ele não foi denunciado nem é réu, e sua defesa nega irregularidades.
Eduardo Bolsonaro teve mandado de prisão expedido em 8 de outubro pelo ministro Alexandre de Moraes, após condenação a quatro anos e dois meses por coação no curso do processo. A condenação está relacionada à articulação de sanções do governo de Donald Trump contra o Brasil para pressionar o STF durante o julgamento da trama golpista. Eduardo afirma ser alvo de perseguição política e diz que não pretende retornar ao país.
O presidente também acusou Eduardo, que vive nos Estados Unidos desde 2025, de atuar contra o Brasil. Flávio declarou que o irmão está “exilado”. A referência à PF remete à reunião ministerial de 22 de abril de 2020, cujo vídeo foi divulgado em maio daquele ano por decisão do ministro do STF Celso de Mello. Dois dias depois, Sergio Moro deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública e acusou Bolsonaro de tentar interferir na PF. A saída coincidiu com a exoneração do diretor-geral Maurício Valeixo. Segundo a reportagem do Brasil de Fato, Fábio Luís é alvo de três inquéritos no STF, abertos a partir de julho de 2026, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção junto a órgãos federais. Ele não foi denunciado nem é réu, e sua defesa nega irregularidades.
Eduardo Bolsonaro teve mandado de prisão expedido em 8 de outubro pelo ministro Alexandre de Moraes, após condenação a quatro anos e dois meses por coação no curso do processo. A condenação está relacionada à articulação de sanções do governo de Donald Trump contra o Brasil para pressionar o STF durante o julgamento da trama golpista. Eduardo afirma ser alvo de perseguição política e diz que não pretende retornar ao país.
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