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October 12, 2026
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“O evangelho, não nos autoriza a odiar quem pensa diferente e nem a matar os inimigos.” Arcebispo de Aparecida

Durante a missa do Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrada em 12 de outubro de 2026, o arcebispo dom Mário Antônio da Silva criticou a disseminação de armamentos, as guerras e a indiferença diante da fome, da pobreza e da destruição da natureza. Na homilia no Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo, defendeu uma “paz desarmada e desarmante” e declarou:
“O evangelho, queridos irmãos e irmãs, não nos autoriza a odiar quem pensa diferente e nem a matar os inimigos”.
A mensagem foi apresentada durante a campanha presidencial, na qual Flávio Bolsonaro (PL) sinalizou que pretende retomar a política de armas do governo de Jair Bolsonaro. Em 7 de outubro, ao ser questionado pela Folha de S.Paulo, Flávio afirmou: “Legítima defesa tem que voltar, né? Só quem tá armado é bandido”. O deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) também defendeu a revogação de decretos de controle de armas do governo Lula, incluindo mudanças nas regras sobre calibres, clubes de tiro e porte de armas, além da retirada da exigência de comprovação de efetiva necessidade para obter o porte.
Dom Mário afirmou que a fé exige aproximação das pessoas em situação de vulnerabilidade: “Amemos os pobres e anunciemos a eles a boa nova”. Ao abordar a história bíblica de Ester, declarou: “Não podemos ficar indiferentes diante das guerras, da destruição da natureza e de tantos outros males que nos afetam, que afetam a população do Brasil e do mundo”.
A celebração também ocorreu em meio à disputa pelo voto católico. Em setembro, publicações nas redes sociais associaram Flávio a um projeto de lei sobre Nossa Senhora Aparecida; Apresentado em 2007 pelo então deputado federal Professor Victório Galli, o PL 2.623/2007 previa substituir a expressão “padroeira do Brasil” por “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos” e foi arquivado em 2022. Em agosto, Flávio declarou que, se eleito, um de seus primeiros atos seria decretar que o “Brasil é do Senhor Jesus Cristo”.
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Moraes autorizou as visitas nos mesmos horários, condições e medidas de segurança anteriores, mas manteve a proibição de finalidade político-eleitoral e da divulgação de manifestos ou declarações de Jair Bolsonaro, inclusive por terceiros e em qualquer meio.
“Autorizo a retomada do regime de visitas de Flávio Nantes Bolsonaro, nos mesmos horários, condições e medidas de segurança anteriormente fixados, estando vedada a finalidade político-eleitoral e a divulgação de quaisquer manifestos ou declarações, inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado”, afirmou o ministro.
A decisão também determinou que o fim da suspensão fosse comunicado à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e ao diretor do Núcleo de Custódia da Polícia Militar do DF. Na semana anterior, a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia se manifestado a favor da retomada, afirmando não haver fatos novos que justificassem a manutenção da medida restritiva.

O país acumulou 18 meses consecutivos de queda no número de empregadores ativos. Entre as empresas afetadas estão a fabricante de calçados Kioshi, que reduziu seu quadro de 120 para 14 funcionários, e a química Clariant. A motosserra de Milei passou por corte de subsídios para energia, gás e transporte, o aumento das tarifas, a perda de poder de compra dos salários e a abertura às importações como fatores que pressionaram o comércio e a indústria.
No primeiro semestre de 2026, as compras de bens de consumo do exterior cresceram 34,7%, enquanto a produção industrial recuou 12%. No mesmo período, a pobreza subiu de 28,2% para 32,3%, atingindo 9,7 milhões de pessoas, e a indigência chegou a 7,5%. O desemprego formal alcançou 7,9%, quase metade da força de trabalho estava na informalidade e a indústria de transformação havia perdido mais de 90 mil postos diretos desde agosto de 2023. O setor privado formal perdeu mais de 240 mil empregos com carteira assinada.
Ao comentar as dificuldades econômicas da população, Milei questionou: “Com o que eles vão viver, ar? O que eles vão comer, ar? O que eles vão beber, ar?”.
O palco argentino é exemplo ao cenário da proposta de Flávio Bolsonaro (PL), que prevê cortes de R$ 250 bilhões nas despesas públicas brasileiras, reduções dessa magnitude podem atingir programas como Bolsa Família, Farmácia Popular e Minha Casa Minha Vida, além de investimentos em universidades e institutos federais, com possíveis efeitos sobre consumo, emprego e empresas nacionais.

“O evangelho, queridos irmãos e irmãs, não nos autoriza a odiar quem pensa diferente e nem a matar os inimigos”.
A mensagem foi apresentada durante a campanha presidencial, na qual Flávio Bolsonaro (PL) sinalizou que pretende retomar a política de armas do governo de Jair Bolsonaro. Em 7 de outubro, ao ser questionado pela Folha de S.Paulo, Flávio afirmou: “Legítima defesa tem que voltar, né? Só quem tá armado é bandido”. O deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) também defendeu a revogação de decretos de controle de armas do governo Lula, incluindo mudanças nas regras sobre calibres, clubes de tiro e porte de armas, além da retirada da exigência de comprovação de efetiva necessidade para obter o porte.
Dom Mário afirmou que a fé exige aproximação das pessoas em situação de vulnerabilidade: “Amemos os pobres e anunciemos a eles a boa nova”. Ao abordar a história bíblica de Ester, declarou: “Não podemos ficar indiferentes diante das guerras, da destruição da natureza e de tantos outros males que nos afetam, que afetam a população do Brasil e do mundo”.
A celebração também ocorreu em meio à disputa pelo voto católico. Em setembro, publicações nas redes sociais associaram Flávio a um projeto de lei sobre Nossa Senhora Aparecida; Apresentado em 2007 pelo então deputado federal Professor Victório Galli, o PL 2.623/2007 previa substituir a expressão “padroeira do Brasil” por “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos” e foi arquivado em 2022. Em agosto, Flávio declarou que, se eleito, um de seus primeiros atos seria decretar que o “Brasil é do Senhor Jesus Cristo”.

Segundo informação anunciada ao vivo pelo ICL Notícias, o ministro Kassio Nunes Marques determinou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones no WhatsApp.
A medida atende a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e foi anunciada cerca de dez minutos antes da manifestação de Lula em São Paulo.
O canal reúne mais de 3 milhões de seguidores e é uma das principais ferramentas de mobilização digital dos apoiadores do presidente.

“Vocês verão, na data da posse, Flavio Nantes Bolsonaro fazendo uma oração e entregando o Brasil nas mãos de Deus, e vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidência em mim”, declarou durante uma motocarreata.
A defesa do ex-presidente apresentou pedido de revisão criminal, e a expectativa é que o ministro relator Kassio Nunes Marques submeta o caso a julgamento após o segundo turno, marcado para 25 de outubro. Flávio também prometeu o “fim da era Lula no Brasil” e criticou o governo federal, citando segurança pública, endividamento familiar e economia.
O ato contou com o deputado estadual Douglas Ruas (PL), candidato ao governo fluminense, cuja vitória em primeiro turno deveria ser confirmada após retotalização de votos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), além do prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson (PL), pai de Ruas, do deputado federal Altineu Côrtes (PL-RJ) e do senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ). Ao final, Flávio posou para fotografias com aliados e prestou continência a policiais militares que faziam a segurança do evento.

O Código Eleitoral também estabelece restrições para outros participantes do processo. Eleitores ficam protegidos contra prisão desde cinco dias antes da votação até 48 horas após o pleito, exceto em flagrante delito, por cumprimento de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto expedido pela Justiça Eleitoral. Mesários e fiscais partidários, quando exercem suas funções, também não podem ser presos ou detidos nos 15 dias anteriores à eleição, salvo em flagrante delito. As regras estabelecem períodos específicos de proteção à liberdade dos participantes e buscam assegurar a realização do processo eleitoral.

Seu aliado, o deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP), anunciou, durante a Shot Fair Brasil, em julho, que pretende revogar os decretos do governo Lula sobre armas. Entre as propostas estão permitir novamente o calibre 9 mm para uso permitido, restabelecer o porte de trânsito, autorizar clubes de tiro a funcionar 24 horas e eliminar limites de armas e exigências de frequência para atiradores. Bilynskyj também defende retirar do Estatuto do Desarmamento a comprovação de efetiva necessidade para obter porte, afirmando que, assim, “o porte de arma vira CNH”.
Pesquisa Arsenal do Crime, do Instituto Sou da Paz, analisou 255.267 armas apreendidas entre 2018 e 2023 em Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. No período, a participação do calibre 9 mm nas apreensões subiu de 7,4% para 18,8%, enquanto as apreensões de fuzis, submetralhadoras e metralhadoras cresceram 55,8%. O instituto relaciona o afrouxamento das regras desde 2019 ao acesso de organizações criminosas a armamentos.
Auditoria do Tribunal de Contas da União identificou 5.235 pessoas em cumprimento de pena que puderam obter, renovar ou manter registros de armas entre 2019 e 2022. Dados da Polícia Federal citados pela Folha apontam 1,6 milhão de armas registradas em nome de caçadores, atiradores e colecionadores (CACs), ante 350.683 em 2018.
Outro levantamento do Sou da Paz aponta que 47% dos 3.642 homicídios de mulheres registrados em 2024 foram cometidos com armas de fogo. Em 2023, Lula editou o Decreto 11.615, que limitou a aquisição para defesa pessoal a duas armas e 50 munições por arma ao ano. Desde julho de 2025, a Polícia Federal assumiu atribuições de controle dos CACs. Em 30 de setembro de 2026, a Operação Guardiões de Fogo investigou suspeita de fraude documental para obtenção de registro em Osasco e Carapicuíba, São Paulo.

Sobre a proposta de cortes de R$ 250 bilhões a R$ 350 bilhões atribuída a Flávio, questionou quais áreas seriam afetadas. “Eles sempre cortam do povo”, declarou, argumentando que governos anteriores não reduziram despesas dos setores mais ricos. Lula citou a retomada do Farmácia Popular, do Minha Casa, Minha Vida, das creches e do Mais Médicos, além da valorização do salário mínimo acima da inflação e da criação do Pé-de-Meia. Sobre o Farmácia Popular, afirmou que 41 tipos de medicamentos de uso contínuo passaram a ser oferecidos gratuitamente. Também anunciou que o governo preparava medidas para pequenos e médios empresários, integrantes do Simples Nacional e microempreendedores individuais (MEIs).

Em nota, a campanha afirmou que problemas técnicos não explicados prejudicaram a visibilidade de publicações e o impulsionamento de conteúdos. O documento cita a retirada do ar da conta de anúncios de Lula, interrupções no registro de visualizações e alcance de publicações e o impedimento de impulsionar conteúdos no Instagram entre a tarde de 9 de outubro e a manhã do dia 10. A equipe também mencionou relatório da Secretaria Nacional de Comunicação do PT segundo o qual a página de Flávio registrou mais engajamento que a de Lula, embora tivesse menos seguidores.
A campanha declarou que os episódios levantam suspeitas de tentativa de favorecer o adversário e criticou a falta de transparência dos sistemas da empresa. As restrições, segundo a nota, afetariam a divulgação de propostas sobre o fim das apostas online, conhecidas como bets, a escala de trabalho 6x1 e o programa Pé-de-Meia. Em resposta à TV Globo, a Meta classificou as acusações como “falsas” e afirmou que os problemas técnicos citados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas. A empresa declarou cumprir as normas eleitorais brasileiras e estar comprometida com a isonomia no uso de suas plataformas.

Segundo o Ministério da Saúde, mais de 27 milhões de brasileiros foram atendidos em 2025. Padilha afirmou que as famílias beneficiadas economizam, em média, R$ 9 mil por ano, mais de R$ 700 por mês. O ministro observou que o plano de governo de Flávio, composto por 76 páginas e 11 capítulos, não menciona nominalmente o programa nem esclarece se haverá continuidade.
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