

PUBLICADO EM:
6 ottobre 2026
POR:
...
Trabalhadores argentinos protestam contra fim de limites à compra de terras por estrangeiros

Trabalhadores argentinos entraram em greve nesta terça-feira, 6 de outubro, e marcharam em Buenos Aires contra a decisão da Suprema Corte que, na prática, retirou os limites à compra de terras rurais por estrangeiros. A decisão de 29 de setembro, assinada pelos ministros Horacio Rosatti, Carlos Rosenkrantz e Ricardo Lorenzetti, revogou sentença que havia suspendido o artigo 154 do DNU 70/2023, de Javier Milei.
A Lei de Terras Rurais de 2011 limitava a propriedade estrangeira a 15% das terras rurais e estabelecia restrições por nacionalidade e titular. A Corte não julgou a constitucionalidade da revogação, mas considerou que o Centro de Ex-Combatentes Islas Malvinas de La Plata não tinha legitimidade para apresentar a ação.
A Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) convocou a paralisação em ministérios, órgãos públicos e empresas estatais. O movimento ocorre após o avanço de um acordo de até US$ 7 bilhões entre os governos de Milei e Donald Trump para projetos de mineração, energia e infraestrutura, incluindo o Corredor Andes-Atlântico. O financiamento estadunidense prevê ferrovias, gasodutos, redes elétricas, portos e projetos de mineração e energia.
NOSSA LOJA



ÚLTIMAS HISTÓRIAS

Moraes autorizou as visitas nos mesmos horários, condições e medidas de segurança anteriores, mas manteve a proibição de finalidade político-eleitoral e da divulgação de manifestos ou declarações de Jair Bolsonaro, inclusive por terceiros e em qualquer meio.
“Autorizo a retomada do regime de visitas de Flávio Nantes Bolsonaro, nos mesmos horários, condições e medidas de segurança anteriormente fixados, estando vedada a finalidade político-eleitoral e a divulgação de quaisquer manifestos ou declarações, inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado”, afirmou o ministro.
A decisão também determinou que o fim da suspensão fosse comunicado à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e ao diretor do Núcleo de Custódia da Polícia Militar do DF. Na semana anterior, a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia se manifestado a favor da retomada, afirmando não haver fatos novos que justificassem a manutenção da medida restritiva.

O país acumulou 18 meses consecutivos de queda no número de empregadores ativos. Entre as empresas afetadas estão a fabricante de calçados Kioshi, que reduziu seu quadro de 120 para 14 funcionários, e a química Clariant. A motosserra de Milei passou por corte de subsídios para energia, gás e transporte, o aumento das tarifas, a perda de poder de compra dos salários e a abertura às importações como fatores que pressionaram o comércio e a indústria.
No primeiro semestre de 2026, as compras de bens de consumo do exterior cresceram 34,7%, enquanto a produção industrial recuou 12%. No mesmo período, a pobreza subiu de 28,2% para 32,3%, atingindo 9,7 milhões de pessoas, e a indigência chegou a 7,5%. O desemprego formal alcançou 7,9%, quase metade da força de trabalho estava na informalidade e a indústria de transformação havia perdido mais de 90 mil postos diretos desde agosto de 2023. O setor privado formal perdeu mais de 240 mil empregos com carteira assinada.
Ao comentar as dificuldades econômicas da população, Milei questionou: “Com o que eles vão viver, ar? O que eles vão comer, ar? O que eles vão beber, ar?”.
O palco argentino é exemplo ao cenário da proposta de Flávio Bolsonaro (PL), que prevê cortes de R$ 250 bilhões nas despesas públicas brasileiras, reduções dessa magnitude podem atingir programas como Bolsa Família, Farmácia Popular e Minha Casa Minha Vida, além de investimentos em universidades e institutos federais, com possíveis efeitos sobre consumo, emprego e empresas nacionais.

“O evangelho, queridos irmãos e irmãs, não nos autoriza a odiar quem pensa diferente e nem a matar os inimigos”.
A mensagem foi apresentada durante a campanha presidencial, na qual Flávio Bolsonaro (PL) sinalizou que pretende retomar a política de armas do governo de Jair Bolsonaro. Em 7 de outubro, ao ser questionado pela Folha de S.Paulo, Flávio afirmou: “Legítima defesa tem que voltar, né? Só quem tá armado é bandido”. O deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) também defendeu a revogação de decretos de controle de armas do governo Lula, incluindo mudanças nas regras sobre calibres, clubes de tiro e porte de armas, além da retirada da exigência de comprovação de efetiva necessidade para obter o porte.
Dom Mário afirmou que a fé exige aproximação das pessoas em situação de vulnerabilidade: “Amemos os pobres e anunciemos a eles a boa nova”. Ao abordar a história bíblica de Ester, declarou: “Não podemos ficar indiferentes diante das guerras, da destruição da natureza e de tantos outros males que nos afetam, que afetam a população do Brasil e do mundo”.
A celebração também ocorreu em meio à disputa pelo voto católico. Em setembro, publicações nas redes sociais associaram Flávio a um projeto de lei sobre Nossa Senhora Aparecida; Apresentado em 2007 pelo então deputado federal Professor Victório Galli, o PL 2.623/2007 previa substituir a expressão “padroeira do Brasil” por “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos” e foi arquivado em 2022. Em agosto, Flávio declarou que, se eleito, um de seus primeiros atos seria decretar que o “Brasil é do Senhor Jesus Cristo”.

Segundo informação anunciada ao vivo pelo ICL Notícias, o ministro Kassio Nunes Marques determinou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones no WhatsApp.
A medida atende a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e foi anunciada cerca de dez minutos antes da manifestação de Lula em São Paulo.
O canal reúne mais de 3 milhões de seguidores e é uma das principais ferramentas de mobilização digital dos apoiadores do presidente.

“Vocês verão, na data da posse, Flavio Nantes Bolsonaro fazendo uma oração e entregando o Brasil nas mãos de Deus, e vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidência em mim”, declarou durante uma motocarreata.
A defesa do ex-presidente apresentou pedido de revisão criminal, e a expectativa é que o ministro relator Kassio Nunes Marques submeta o caso a julgamento após o segundo turno, marcado para 25 de outubro. Flávio também prometeu o “fim da era Lula no Brasil” e criticou o governo federal, citando segurança pública, endividamento familiar e economia.
O ato contou com o deputado estadual Douglas Ruas (PL), candidato ao governo fluminense, cuja vitória em primeiro turno deveria ser confirmada após retotalização de votos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), além do prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson (PL), pai de Ruas, do deputado federal Altineu Côrtes (PL-RJ) e do senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ). Ao final, Flávio posou para fotografias com aliados e prestou continência a policiais militares que faziam a segurança do evento.

O Código Eleitoral também estabelece restrições para outros participantes do processo. Eleitores ficam protegidos contra prisão desde cinco dias antes da votação até 48 horas após o pleito, exceto em flagrante delito, por cumprimento de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto expedido pela Justiça Eleitoral. Mesários e fiscais partidários, quando exercem suas funções, também não podem ser presos ou detidos nos 15 dias anteriores à eleição, salvo em flagrante delito. As regras estabelecem períodos específicos de proteção à liberdade dos participantes e buscam assegurar a realização do processo eleitoral.
NOSSA EDITORA









































