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16 de outubro de 2026
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Trump propõe negociações nucleares com Rússia e China diante da expansão do arsenal chinês

O presidente estadunidense Donald Trump afirmou que os Estados Unidos negociam com a Rússia e a China um caminho para a desnuclearização. Em entrevista à emissora estadunidense Newsmax, na quinta-feira, 15 de outubro de 2026, declarou acreditar que a China poderá alcançar os arsenais de Washington e Moscou em cinco anos. Segundo os números apresentados pela Al Jazeera, a China possui cerca de 620 ogivas nucleares, enquanto Estados Unidos e Rússia têm mais de 4 mil cada.
Trump afirmou: “Tudo isso é uma pena, porque eu adoraria desnuclearizar, se possível”, acrescentando que os diálogos com os dois países continuam. A Newsmax informou que Trump conversou com o presidente chinês Xi Jinping sobre o tema, mas não foram divulgados detalhes das negociações. De acordo com o Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (SIPRI), Rússia e Estados Unidos concentram cerca de 86% das armas nucleares do mundo.
As declarações ocorreram após o vencimento do Tratado de Redução de Armas Estratégicas, acordo bilateral entre Washington e Moscou para limitar seus arsenais. Um mês depois do término do tratado, o presidente francês Emmanuel Macron anunciou a Iniciativa de Dissuasão Avançada.
O ex-ministro australiano das Relações Exteriores Gareth Evans declarou à Al Jazeera que o mundo se tornou complacente diante dos riscos nucleares e que os acordos de controle de armas estão mortos, moribundos ou em estado terminal.
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A declaração foi divulgada nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, no segundo aniversário de seu martírio. Sinwar chefiou o gabinete político do Hamas e esteve à frente da Operação Tempestade de Al-Aqsa, iniciada em 7 de outubro de 2023. Em comunicado, o movimento descreveu Sinwar como um combatente da resistência que iniciou uma nova etapa de confronto com a ocupação israelense.
Nascido em 19 de outubro de 1962, em um campo de refugiados próximo a Khan Younis, na Faixa de Gaza, sua família foi expulsa de Al-Maydal Asqalan durante a limpeza étnica de 1948. Em 1983, participou da criação do aparato de segurança do Hamas e, em 1986, integrou a formação da Organização Jihad e Dawa, que deu origem às Brigadas Ezzedine al-Qassam. Preso em 1988, recebeu quatro penas de prisão perpétua e permaneceu 23 anos em prisões israelenses, incluindo quase quatro anos em confinamento solitário. Durante o encarceramento, liderou greves de fome em 1992, 1996, 2000 e 2004.

Trump afirmou: “Tudo isso é uma pena, porque eu adoraria desnuclearizar, se possível”, acrescentando que os diálogos com os dois países continuam. A Newsmax informou que Trump conversou com o presidente chinês Xi Jinping sobre o tema, mas não foram divulgados detalhes das negociações. De acordo com o Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (SIPRI), Rússia e Estados Unidos concentram cerca de 86% das armas nucleares do mundo.
As declarações ocorreram após o vencimento do Tratado de Redução de Armas Estratégicas, acordo bilateral entre Washington e Moscou para limitar seus arsenais. Um mês depois do término do tratado, o presidente francês Emmanuel Macron anunciou a Iniciativa de Dissuasão Avançada.
O ex-ministro australiano das Relações Exteriores Gareth Evans declarou à Al Jazeera que o mundo se tornou complacente diante dos riscos nucleares e que os acordos de controle de armas estão mortos, moribundos ou em estado terminal.

O índice recuou cerca de três pontos percentuais em relação a agosto, enquanto a desaprovação subiu de 43,2% para 44,6%. A parcela dos entrevistados que considera o governo ruim chegou a 40,4%, três pontos acima da medição anterior. Já a avaliação de seu mandato como excelente caiu de 52,8% para 47,7%. Na avaliação econômica, 55% consideram ruim a situação atual, 32% a classificam como boa e 13% não escolheram nenhuma das opções. Sobre o mercado de trabalho, 59% avaliam as condições como desfavoráveis, enquanto pouco mais de um quarto as considera boas. Regionalmente, a aprovação chega a 58% na região Central e 54% no Caribe. No Pacífico, é de 27,8%, enquanto a desaprovação atinge 63%. O levantamento ouviu 2.893 pessoas e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

Aviões de guerra atacaram Al-Mansouri e Beit Yahoun. Uma força militar israelense composta por um trator D9, dois tanques e outros veículos avançou para os arredores do sul de Kfarshouba e realizou demolições na área de Azrael, com o objetivo de destruir oliveiras. Tanques Merkava dispararam contra os arredores de Maifadoun e Ayta Al-Jabal. Bombardeios de artilharia atingiram áreas próximas a Kfar Tibnit, Hadatha e Wadi Nahla, além da região entre Shaqra e Majdal.
Um vídeo divulgado junto à reportagem mostra disparos de artilharia contra Kfar Tibnit. Paralelamente, relatos indicaram a ativação de defesas aéreas israelenses na fronteira entre o Líbano e a Palestina, com a explosão de um míssil interceptor sobre a Alta Galileia, na Palestina ocupada.
O jornal israelense Yedioth Ahronoth citou o Comando Norte de Israel, que anunciou que explosões seriam ouvidas na Galileia Ocidental e Alta nas horas seguintes, em decorrência dos ataques no sul do Líbano.

Em discurso na Conferência Europeia de Presidentes de Parlamentos, realizada em Roma, na sexta-feira, 16 de outubro de 2026, ele afirmou: “Não podemos deixar a impunidade impune”. Kurtulmus declarou que a ordem internacional baseada em regras perde legitimidade diante da catástrofe humanitária em Gaza e das violações de direitos humanos e crimes contra a humanidade contra a população palestina. “Não podemos mais fechar os olhos para a catástrofe humanitária em Gaza e em toda a região”, disse. Ele também mencionou a destruição, o deslocamento de palestinos e a violência de colonos na Cisjordânia, além das ameaças israelenses à soberania do Líbano e da Síria.
O parlamentar defendeu que os parlamentos contribuam para interromper o sofrimento da população de Gaza e as violações do direito internacional humanitário. Ao abordar a guerra entre Rússia e Ucrânia, afirmou que ela se transformou em uma guerra de desgaste que afeta toda a Europa.
Kurtulmus acrescentou que confiar apenas na Organização das Nações Unidas e em sua reforma não será suficiente para resolver as crises internacionais.

O termo BRIC foi criado por um economista do Goldman Sachs em 2001, cinco anos antes de os países começarem a se reunir à margem de encontros da ONU. A expansão fortaleceu o peso econômico do grupo, cuja participação no Produto Interno Bruto (PIB) mundial deve chegar a cerca de um terço até o fim da década, com predominância da China.
O G7 representa aproximadamente 45% da produção global, apesar de reunir menos de 10% da população mundial. Em termos per capita, o PIB estimado é de US$ 69 mil no G7 e US$ 8,5 mil no BRICS. Pela Paridade do Poder de Compra (PPC), que ajusta a produção aos preços locais, o BRICS ultrapassou o Ocidente em 2019.
O comércio interno do bloco cresceu 13 vezes desde 2003 e recebeu impulso das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Entretanto, as respostas às medidas foram nacionais, sem coordenação efetiva do grupo. As tarifas médias entre integrantes do BRICS chegam a cerca de 8%, contra 1% no comércio entre países da OCDE, excluindo os Estados Unidos.
Ormond avalia que a instabilidade tarifária estadunidense incentiva a aproximação entre países e reduz a dependência do sistema financeiro ocidental e de Bretton Woods. O artigo também aborda iniciativas do bloco para reduzir o uso internacional do dólar e seus possíveis efeitos sobre investidores australianos.

Hatami declarou que a Marinha do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica controla a seção ocidental do estreito, enquanto a Marinha do Exército supervisiona a seção oriental e o Mar de Omã. Segundo ele, embarcações que desrespeitam as regulamentações iranianas estão sujeitas a medidas que restringem o tráfego marítimo. O comandante afirmou que os Estados Unidos e Israel não alcançaram seus objetivos militares e estratégicos, tiveram bases e instalações danificadas e enfrentam desgaste de suas forças, além de precisar transportar suprimentos de distâncias superiores a 2.500 quilômetros.
Ele atribuiu o início da guerra a um erro de cálculo dos atacantes, que teriam subestimado as capacidades militares iranianas e o apoio popular ao país. Segundo dados de segurança marítima citados pelo The Cradle, dez embarcações foram atacadas dentro ou nas proximidades do estreito em poucos dias: seis em um único dia e outras quatro dois dias depois. Desde o início de outubro, foram registrados 23 ataques. O alerta ocorre enquanto Washington considera utilizar a bomba não nuclear de maior potência de seu arsenal contra o Irã. Autoridades estadunidenses admitem que a arma não garantiria vitória estratégica nem a rendição iraniana, mas poderia provocar destruição em massa e mortes de civis.

Segundo o representante da FAO no Brasil, Jorge Meza, o reconhecimento destaca a contribuição das brasileiras para os sistemas agroalimentares. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que a homenagem dá visibilidade ao trabalho das pescadoras e à defesa de seus direitos e da autonomia econômica.
Natural de Pernambuco, Joana pesca desde a infância no Canal de Santa Cruz, em Itapissuma, e foi uma das primeiras mulheres do país a obter o Registro Geral da Atividade Pesqueira. Também foi a primeira mulher a presidir uma colônia de pescadores e cofundou a Articulação Nacional das Pescadoras. Em 2024, recebeu o Prêmio Mulheres das Águas, do Ministério da Pesca e Aquicultura.
Luena preside a Associação dos Pescadores Indígenas Pataxó, em Coroa Vermelha, Santa Cruz Cabrália, na Bahia, e um comitê de pescadores que reúne oito municípios e 13 associações. Seu trabalho envolve geração de renda, segurança no mar e valorização da cultura indígena. Ela recebeu o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, com primeiro lugar estadual e terceiro nacional na categoria Produtora Rural.
A FAO informa que mulheres representam 41% da força de trabalho mundial nos sistemas agroalimentares e enfrentam condições precárias de trabalho e limitações de direitos.
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