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23 de outubro de 2026
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Carta assinada por 35 bispos aponta riscos democráticos em candidatura de Flávio Bolsonaro

Uma carta aberta assinada por 35 bispos católicos de diferentes regiões do Brasil afirma que a candidatura de Flávio Bolsonaro ameaça a democracia, a soberania nacional e o bem comum. Embora não cite o senador nominalmente, o documento menciona posições atribuídas a ele, como a oposição ao fim da escala 6x1, a defesa do acesso a armas e a negação de problemas relacionados à crise climática.
Os religiosos afirmam que entregar o país a essa candidatura representaria uma “contradição com os ensinamentos” da Igreja e convocam os católicos a votar no domingo “em defesa da democracia, dos valores humanitários, dos pobres e dos ensinamentos de nossa Igreja”.
A carta também menciona homenagens da família Bolsonaro ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra e afirma que um dos candidatos é filho de um ex-presidente condenado por atentar contra a democracia. Até a tarde de quinta-feira (22), o manifesto permanecia aberto a novas adesões.
As informações foram publicadas na coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.
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Os religiosos afirmam que entregar o país a essa candidatura representaria uma “contradição com os ensinamentos” da Igreja e convocam os católicos a votar no domingo “em defesa da democracia, dos valores humanitários, dos pobres e dos ensinamentos de nossa Igreja”.
A carta também menciona homenagens da família Bolsonaro ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra e afirma que um dos candidatos é filho de um ex-presidente condenado por atentar contra a democracia. Até a tarde de quinta-feira (22), o manifesto permanecia aberto a novas adesões.
As informações foram publicadas na coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Carvalho e Stiglitz afirmam que cerca de 53% da dívida brasileira está vinculada à Selic e que cortar despesas não resolveria fatores como juros elevados, características do mercado financeiro e volatilidade cambial. Eles também criticam a proposta de reduzir impostos sem corrigir distorções tributárias. Em contraponto, citam o crescimento do PIB de 3,2% em 2023 e 3,4% em 2024, além da queda da pobreza durante o governo Lula.
Defendem rever benefícios tributários que favorecem os mais ricos, limitar emendas parlamentares e aumentar a tributação efetiva dos super-ricos para financiar transporte público, habitação e infraestrutura de cuidados.

Em 2019, antes da pandemia de covid-19, o salário mínimo ficou sem ganho real e o poder de compra médio recuou 0,6%. Sob Bolsonaro, as vendas de supermercados cresceram 3,8% em quatro anos, enquanto a quantidade vendida de móveis e eletrodomésticos caiu 0,6%. No governo Lula, o comércio avançou 9,5%, e as vendas de carros, motos e peças cresceram 18,3%. Dados atribuídos ao Fundo Monetário Internacional (FMI) indicam crescimento médio anual do PIB de 1,4% no Brasil durante Bolsonaro e de 3% no governo Lula 3. A inflação média anual passou de 6,1% para 4,6%. Entre 2023 e 2025, o desemprego caiu de 8% para 6% no Brasil, enquanto subiu de 6,1% para 7,4% na Argentina. Segundo o levantamento, a pobreza caiu 8,6 pontos percentuais e a extrema pobreza, 3 pontos, entre 2023 e 2025.
O estudo também registra queda das mortes violentas e do desmatamento da Amazônia durante o governo Lula.

Em entrevista à Rádio Brasil de Fato, o professor e pesquisador de Relações Internacionais Ricardo Leães afirmou que Trump pode recorrer novamente à narrativa de fraude eleitoral. O presidente registra 30% de aprovação, e candidatos republicanos tentam se distanciar de seu governo. Leães avalia que os democratas podem aproveitar o desgaste para conquistar cadeiras no Senado, embora apenas um terço das vagas esteja em disputa.
Sobre a eleição brasileira, marcada pela disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o pesquisador alertou para o risco de Trump não reconhecer uma eventual vitória de Lula. Segundo ele, bolsonaristas podem questionar as urnas eletrônicas caso Flávio perca. Leães descarta uma intervenção militar estadunidense no Brasil, mas considera possíveis sanções econômicas, diplomáticas e políticas.
O pesquisador também aponta que uma derrota republicana nas eleições de meio de mandato pode levar Trump a recuar ou, em outra hipótese, intensificar a pressão contra o Brasil. Para Leães, defender a soberania brasileira exige medidas concretas, além de declarações públicas.

O encontro ocorreu durante a pandemia de covid-19 e foi organizado por empresários envolvidos nas negociações para vender a vacina indiana Covaxin ao governo de Jair Bolsonaro. Segundo a revista, Trento e Francisco Maximiano, proprietário da Precisa, custearam o passeio no Lago Paranoá. O grupo viajou de São Paulo a Brasília em um jato executivo, acompanhado de três garotas de programa e do agente de viagens Raphael Barão. Flávio chegou com Alexandre Santini, seu amigo e então sócio. A reportagem afirma que o senador entrou na cabine com garotas de programa e recebeu o relógio de Trento ao final do passeio.
Naquele dia, o Brasil registrou 1.110 mortes por covid-19. O contrato da Covaxin previa R$ 80 por dose, acima dos valores de cerca de R$ 56,30 da Pfizer e R$ 18 da AstraZeneca. Após denúncias do servidor Luis Ricardo Miranda e de seu irmão, o então deputado Luis Miranda, o contrato foi cancelado sem pagamentos. O relatório final da CPI da Pandemia recomendou o indiciamento de 78 pessoas, incluindo Flávio, Trento e Maximiano.
A piauí também relatou que Flávio participou de reunião virtual para facilitar o acesso de Maximiano ao então presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em busca de financiamento para outra empresa.

A segunda proposta questionada por Nassif foi transformar a Caixa Econômica Federal em um banco voltado ao empreendedorismo. O jornalista afirma que já havia defendido essa ideia em artigo publicado em uma revista da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae). No artigo, Nassif propõe que os bancos públicos financiem setores com potencial para o associativismo e funcionem como portas de entrada para serviços digitais do governo. Ele argumenta que pequenas e médias empresas podem contribuir para a manutenção dos empregos e que a atuação cooperativa pode ampliar sua capacidade de negociação. Também cita a experiência da Caixa durante a pandemia, quando o banco operacionalizou o Auxílio Emergencial, abriu mais de 100 milhões de contas Poupança Social Digital, movimentou cerca de R$ 362,9 bilhões em benefícios até o fim de 2020 e contratou R$ 34,3 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas, incluindo R$ 16,4 bilhões pelo Pronampe.

As preocupações abrangem Facebook, Instagram e WhatsApp. Segundo o comunicado, observadores internacionais relataram interrupções temporárias na conta de campanha de um candidato, diferenças no alcance e no engajamento de publicações, restrições de conteúdo no Instagram e disparidades nos resultados de busca de canais do WhatsApp, nos feeds, nos Stories e em recursos de inteligência artificial. Os especialistas também mencionaram relatórios sobre milhares de contas e publicações de jornalistas, defensores de direitos humanos, integrantes da sociedade civil e criadores de conteúdo que teriam enfrentado suspensões, redução de visibilidade ou limitações de compartilhamento.
O documento não conclui que houve favorecimento deliberado a uma candidatura, mas aponta indícios de restrições desproporcionais contra um dos lados da disputa. A manifestação cita os Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos e defende que sistemas de recomendação, inteligência artificial e moderação respeitem a liberdade de expressão e ofereçam justificativas e meios de reparação.
O comunicado também informa que um juiz do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a Meta aplique as mesmas regras aos dois candidatos até o segundo turno, vedando restrições desiguais ao alcance das campanhas, às recomendações de conteúdo e aos resultados de pesquisa. Os especialistas pediram diálogo com organizações da sociedade civil e mecanismos para resolver reclamações durante o processo eleitoral.
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