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PUBLICADO EM:
11 Ekim 2026
POR:
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URGENTE! EXÉRCITO DO LULA ACABOU! A CENSURA JÁ É UMA REALIDADE NO BRASIL!

Kassio Nunes Marques suspende Exército do Lula após pedido de Flávio Bolsonaro
Segundo informação anunciada ao vivo pelo ICL Notícias, o ministro Kassio Nunes Marques determinou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones no WhatsApp.
A medida atende a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e foi anunciada cerca de dez minutos antes da manifestação de Lula em São Paulo.
O canal reúne mais de 3 milhões de seguidores e é uma das principais ferramentas de mobilização digital dos apoiadores do presidente.
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ÚLTIMAS HISTÓRIAS

Moraes libera visitas de Flávio Bolsonaro ao pai, mas mantém restrições eleitorais
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (12) a retomada das visitas do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, ao pai, Jair Bolsonaro, após o encerramento de uma suspensão de 90 dias. A decisão atende a um pedido apresentado pela defesa do ex-presidente em 5 de outubro. A restrição havia sido imposta em julho, depois que Flávio utilizou uma visita para obter uma carta do pai e publicá-la nas redes sociais, em descumprimento de medidas cautelares aplicadas a Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe. O documento divulgado continha uma manifestação de apoio do ex-presidente à candidatura do filho.
Moraes autorizou as visitas nos mesmos horários, condições e medidas de segurança anteriores, mas manteve a proibição de finalidade político-eleitoral e da divulgação de manifestos ou declarações de Jair Bolsonaro, inclusive por terceiros e em qualquer meio.
“Autorizo a retomada do regime de visitas de Flávio Nantes Bolsonaro, nos mesmos horários, condições e medidas de segurança anteriormente fixados, estando vedada a finalidade político-eleitoral e a divulgação de quaisquer manifestos ou declarações, inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado”, afirmou o ministro.
A decisão também determinou que o fim da suspensão fosse comunicado à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e ao diretor do Núcleo de Custódia da Polícia Militar do DF. Na semana anterior, a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia se manifestado a favor da retomada, afirmando não haver fatos novos que justificassem a manutenção da medida restritiva.
Moraes autorizou as visitas nos mesmos horários, condições e medidas de segurança anteriores, mas manteve a proibição de finalidade político-eleitoral e da divulgação de manifestos ou declarações de Jair Bolsonaro, inclusive por terceiros e em qualquer meio.
“Autorizo a retomada do regime de visitas de Flávio Nantes Bolsonaro, nos mesmos horários, condições e medidas de segurança anteriormente fixados, estando vedada a finalidade político-eleitoral e a divulgação de quaisquer manifestos ou declarações, inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado”, afirmou o ministro.
A decisão também determinou que o fim da suspensão fosse comunicado à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e ao diretor do Núcleo de Custódia da Polícia Militar do DF. Na semana anterior, a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia se manifestado a favor da retomada, afirmando não haver fatos novos que justificassem a manutenção da medida restritiva.

Argentina perde mais de 32 mil empresas sob Milei, enquanto Flávio Bolsonaro reproduzir o mesmo método
A Argentina registrou o fechamento de 32.290 empresas entre a posse de Javier Milei, no fim de 2023, e julho de 2026, uma redução de 6,3% no número de empregadores, segundo dados da Superintendência de Riscos do Trabalho (SRT).
O país acumulou 18 meses consecutivos de queda no número de empregadores ativos. Entre as empresas afetadas estão a fabricante de calçados Kioshi, que reduziu seu quadro de 120 para 14 funcionários, e a química Clariant. A motosserra de Milei passou por corte de subsídios para energia, gás e transporte, o aumento das tarifas, a perda de poder de compra dos salários e a abertura às importações como fatores que pressionaram o comércio e a indústria.
No primeiro semestre de 2026, as compras de bens de consumo do exterior cresceram 34,7%, enquanto a produção industrial recuou 12%. No mesmo período, a pobreza subiu de 28,2% para 32,3%, atingindo 9,7 milhões de pessoas, e a indigência chegou a 7,5%. O desemprego formal alcançou 7,9%, quase metade da força de trabalho estava na informalidade e a indústria de transformação havia perdido mais de 90 mil postos diretos desde agosto de 2023. O setor privado formal perdeu mais de 240 mil empregos com carteira assinada.
Ao comentar as dificuldades econômicas da população, Milei questionou: “Com o que eles vão viver, ar? O que eles vão comer, ar? O que eles vão beber, ar?”.
O palco argentino é exemplo ao cenário da proposta de Flávio Bolsonaro (PL), que prevê cortes de R$ 250 bilhões nas despesas públicas brasileiras, reduções dessa magnitude podem atingir programas como Bolsa Família, Farmácia Popular e Minha Casa Minha Vida, além de investimentos em universidades e institutos federais, com possíveis efeitos sobre consumo, emprego e empresas nacionais.
O país acumulou 18 meses consecutivos de queda no número de empregadores ativos. Entre as empresas afetadas estão a fabricante de calçados Kioshi, que reduziu seu quadro de 120 para 14 funcionários, e a química Clariant. A motosserra de Milei passou por corte de subsídios para energia, gás e transporte, o aumento das tarifas, a perda de poder de compra dos salários e a abertura às importações como fatores que pressionaram o comércio e a indústria.
No primeiro semestre de 2026, as compras de bens de consumo do exterior cresceram 34,7%, enquanto a produção industrial recuou 12%. No mesmo período, a pobreza subiu de 28,2% para 32,3%, atingindo 9,7 milhões de pessoas, e a indigência chegou a 7,5%. O desemprego formal alcançou 7,9%, quase metade da força de trabalho estava na informalidade e a indústria de transformação havia perdido mais de 90 mil postos diretos desde agosto de 2023. O setor privado formal perdeu mais de 240 mil empregos com carteira assinada.
Ao comentar as dificuldades econômicas da população, Milei questionou: “Com o que eles vão viver, ar? O que eles vão comer, ar? O que eles vão beber, ar?”.
O palco argentino é exemplo ao cenário da proposta de Flávio Bolsonaro (PL), que prevê cortes de R$ 250 bilhões nas despesas públicas brasileiras, reduções dessa magnitude podem atingir programas como Bolsa Família, Farmácia Popular e Minha Casa Minha Vida, além de investimentos em universidades e institutos federais, com possíveis efeitos sobre consumo, emprego e empresas nacionais.

“O evangelho, não nos autoriza a odiar quem pensa diferente e nem a matar os inimigos.” Arcebispo de Aparecida
Durante a missa do Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrada em 12 de outubro de 2026, o arcebispo dom Mário Antônio da Silva criticou a disseminação de armamentos, as guerras e a indiferença diante da fome, da pobreza e da destruição da natureza. Na homilia no Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo, defendeu uma “paz desarmada e desarmante” e declarou:
“O evangelho, queridos irmãos e irmãs, não nos autoriza a odiar quem pensa diferente e nem a matar os inimigos”.
A mensagem foi apresentada durante a campanha presidencial, na qual Flávio Bolsonaro (PL) sinalizou que pretende retomar a política de armas do governo de Jair Bolsonaro. Em 7 de outubro, ao ser questionado pela Folha de S.Paulo, Flávio afirmou: “Legítima defesa tem que voltar, né? Só quem tá armado é bandido”. O deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) também defendeu a revogação de decretos de controle de armas do governo Lula, incluindo mudanças nas regras sobre calibres, clubes de tiro e porte de armas, além da retirada da exigência de comprovação de efetiva necessidade para obter o porte.
Dom Mário afirmou que a fé exige aproximação das pessoas em situação de vulnerabilidade: “Amemos os pobres e anunciemos a eles a boa nova”. Ao abordar a história bíblica de Ester, declarou: “Não podemos ficar indiferentes diante das guerras, da destruição da natureza e de tantos outros males que nos afetam, que afetam a população do Brasil e do mundo”.
A celebração também ocorreu em meio à disputa pelo voto católico. Em setembro, publicações nas redes sociais associaram Flávio a um projeto de lei sobre Nossa Senhora Aparecida; Apresentado em 2007 pelo então deputado federal Professor Victório Galli, o PL 2.623/2007 previa substituir a expressão “padroeira do Brasil” por “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos” e foi arquivado em 2022. Em agosto, Flávio declarou que, se eleito, um de seus primeiros atos seria decretar que o “Brasil é do Senhor Jesus Cristo”.
“O evangelho, queridos irmãos e irmãs, não nos autoriza a odiar quem pensa diferente e nem a matar os inimigos”.
A mensagem foi apresentada durante a campanha presidencial, na qual Flávio Bolsonaro (PL) sinalizou que pretende retomar a política de armas do governo de Jair Bolsonaro. Em 7 de outubro, ao ser questionado pela Folha de S.Paulo, Flávio afirmou: “Legítima defesa tem que voltar, né? Só quem tá armado é bandido”. O deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) também defendeu a revogação de decretos de controle de armas do governo Lula, incluindo mudanças nas regras sobre calibres, clubes de tiro e porte de armas, além da retirada da exigência de comprovação de efetiva necessidade para obter o porte.
Dom Mário afirmou que a fé exige aproximação das pessoas em situação de vulnerabilidade: “Amemos os pobres e anunciemos a eles a boa nova”. Ao abordar a história bíblica de Ester, declarou: “Não podemos ficar indiferentes diante das guerras, da destruição da natureza e de tantos outros males que nos afetam, que afetam a população do Brasil e do mundo”.
A celebração também ocorreu em meio à disputa pelo voto católico. Em setembro, publicações nas redes sociais associaram Flávio a um projeto de lei sobre Nossa Senhora Aparecida; Apresentado em 2007 pelo então deputado federal Professor Victório Galli, o PL 2.623/2007 previa substituir a expressão “padroeira do Brasil” por “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos” e foi arquivado em 2022. Em agosto, Flávio declarou que, se eleito, um de seus primeiros atos seria decretar que o “Brasil é do Senhor Jesus Cristo”.

URGENTE! EXÉRCITO DO LULA ACABOU! A CENSURA JÁ É UMA REALIDADE NO BRASIL!
Kassio Nunes Marques suspende Exército do Lula após pedido de Flávio Bolsonaro
Segundo informação anunciada ao vivo pelo ICL Notícias, o ministro Kassio Nunes Marques determinou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones no WhatsApp.
A medida atende a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e foi anunciada cerca de dez minutos antes da manifestação de Lula em São Paulo.
O canal reúne mais de 3 milhões de seguidores e é uma das principais ferramentas de mobilização digital dos apoiadores do presidente.
Segundo informação anunciada ao vivo pelo ICL Notícias, o ministro Kassio Nunes Marques determinou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones no WhatsApp.
A medida atende a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e foi anunciada cerca de dez minutos antes da manifestação de Lula em São Paulo.
O canal reúne mais de 3 milhões de seguidores e é uma das principais ferramentas de mobilização digital dos apoiadores do presidente.

Flávio Bolsonaro promete receber faixa presidencial do pai, condenado por tentativa de golpe
Em ato de campanha realizado na manhã de 10 de outubro, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que, caso seja eleito, receberá a faixa presidencial das mãos de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado por participação na articulação para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Vocês verão, na data da posse, Flavio Nantes Bolsonaro fazendo uma oração e entregando o Brasil nas mãos de Deus, e vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidência em mim”, declarou durante uma motocarreata.
A defesa do ex-presidente apresentou pedido de revisão criminal, e a expectativa é que o ministro relator Kassio Nunes Marques submeta o caso a julgamento após o segundo turno, marcado para 25 de outubro. Flávio também prometeu o “fim da era Lula no Brasil” e criticou o governo federal, citando segurança pública, endividamento familiar e economia.
O ato contou com o deputado estadual Douglas Ruas (PL), candidato ao governo fluminense, cuja vitória em primeiro turno deveria ser confirmada após retotalização de votos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), além do prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson (PL), pai de Ruas, do deputado federal Altineu Côrtes (PL-RJ) e do senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ). Ao final, Flávio posou para fotografias com aliados e prestou continência a policiais militares que faziam a segurança do evento.
“Vocês verão, na data da posse, Flavio Nantes Bolsonaro fazendo uma oração e entregando o Brasil nas mãos de Deus, e vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidência em mim”, declarou durante uma motocarreata.
A defesa do ex-presidente apresentou pedido de revisão criminal, e a expectativa é que o ministro relator Kassio Nunes Marques submeta o caso a julgamento após o segundo turno, marcado para 25 de outubro. Flávio também prometeu o “fim da era Lula no Brasil” e criticou o governo federal, citando segurança pública, endividamento familiar e economia.
O ato contou com o deputado estadual Douglas Ruas (PL), candidato ao governo fluminense, cuja vitória em primeiro turno deveria ser confirmada após retotalização de votos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), além do prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson (PL), pai de Ruas, do deputado federal Altineu Côrtes (PL-RJ) e do senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ). Ao final, Flávio posou para fotografias com aliados e prestou continência a policiais militares que faziam a segurança do evento.

Candidatos não podem ser presos a partir deste sábado até 48 horas após o segundo turno
A partir de 10 de outubro, candidatas e candidatos que disputam o segundo turno das Eleições 2026 não podem ser presos ou detidos, conforme as regras do Código Eleitoral brasileiro. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a restrição começa 15 dias antes da votação, marcada para 25 de outubro, e permanece até 48 horas após o encerramento do pleito. A exceção é o flagrante delito, quando a pessoa é surpreendida durante a prática de um crime, logo após cometê-lo ou em circunstâncias que indiquem sua autoria. Nesses casos, a pessoa detida deve ser apresentada imediatamente a um juiz, responsável por avaliar a legalidade da prisão e determinar a soltura se identificar irregularidades.
O Código Eleitoral também estabelece restrições para outros participantes do processo. Eleitores ficam protegidos contra prisão desde cinco dias antes da votação até 48 horas após o pleito, exceto em flagrante delito, por cumprimento de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto expedido pela Justiça Eleitoral. Mesários e fiscais partidários, quando exercem suas funções, também não podem ser presos ou detidos nos 15 dias anteriores à eleição, salvo em flagrante delito. As regras estabelecem períodos específicos de proteção à liberdade dos participantes e buscam assegurar a realização do processo eleitoral.
O Código Eleitoral também estabelece restrições para outros participantes do processo. Eleitores ficam protegidos contra prisão desde cinco dias antes da votação até 48 horas após o pleito, exceto em flagrante delito, por cumprimento de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto expedido pela Justiça Eleitoral. Mesários e fiscais partidários, quando exercem suas funções, também não podem ser presos ou detidos nos 15 dias anteriores à eleição, salvo em flagrante delito. As regras estabelecem períodos específicos de proteção à liberdade dos participantes e buscam assegurar a realização do processo eleitoral.
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