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PUBLICADO EM:
2026年10月23日
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Pesquisa Vox Brasil aponta Lula com 50,6% dos votos válidos e Flávio Bolsonaro com 49,4%

Pesquisa Vox Brasil divulgada nesta sexta-feira (23) aponta o presidente Lula com 50,6% dos votos válidos, contra 49,4% de Flávio Bolsonaro na disputa pelo segundo turno presidencial. A dois dias da votação, Lula também aparece com 45,4% das intenções de voto total, ante 44,3% do adversário. Na rejeição, o levantamento registra 44,8% para Lula e 47,1% para Flávio. Considerando a margem de erro de 2,15 pontos percentuais, a disputa permanece tecnicamente empatada.
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ÚLTIMAS HISTÓRIAS

TSE exige explicações da Meta sobre alcance de vídeo de Nikolas Ferreira
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu 12 horas para a Meta explicar a amplificação algorítmica do perfil do deputado Nikolas Ferreira no Instagram, sob pena de multa de R$ 100 mil por hora de atraso. A cobrança ocorreu após a campanha de Lula questionar o alcance de um vídeo de Nikolas em apoio a Flávio Bolsonaro, que teria alcançado 103,2 milhões de visualizações em nove horas e ultrapassado posteriormente 160 milhões.
Segundo a ação, o conteúdo obteve 12 milhões de visualizações em 30 minutos e 50 milhões em três horas, números que, conforme a campanha, nenhuma das dez maiores contas globais do Instagram teria registrado em 2026. O TSE quer informações sobre a origem das visualizações, incluindo acessos de seguidores, não seguidores e recomendações do algoritmo. A Meta nega favorecimento e afirma que o alcance das publicações é determinado pelo engajamento, não pelo número de seguidores.
Segundo a ação, o conteúdo obteve 12 milhões de visualizações em 30 minutos e 50 milhões em três horas, números que, conforme a campanha, nenhuma das dez maiores contas globais do Instagram teria registrado em 2026. O TSE quer informações sobre a origem das visualizações, incluindo acessos de seguidores, não seguidores e recomendações do algoritmo. A Meta nega favorecimento e afirma que o alcance das publicações é determinado pelo engajamento, não pelo número de seguidores.

Pesquisa Vox Brasil aponta Lula com 50,6% dos votos válidos e Flávio Bolsonaro com 49,4%
Pesquisa Vox Brasil divulgada nesta sexta-feira (23) aponta o presidente Lula com 50,6% dos votos válidos, contra 49,4% de Flávio Bolsonaro na disputa pelo segundo turno presidencial. A dois dias da votação, Lula também aparece com 45,4% das intenções de voto total, ante 44,3% do adversário. Na rejeição, o levantamento registra 44,8% para Lula e 47,1% para Flávio. Considerando a margem de erro de 2,15 pontos percentuais, a disputa permanece tecnicamente empatada.

Madonna declara apoio a Lula e pede voto no presidente na reta final do segundo turno
A cantora Madonna declarou apoio ao presidente Lula e pediu votos para o petista no segundo turno das eleições presidenciais. Em publicação nos stories do Instagram nesta sexta-feira (23), a artista compartilhou uma mensagem em defesa da democracia, dos povos indígenas, da Amazônia, da educação, da ciência, da cultura e do combate à fome. “Pela vida e pelo nosso futuro. Vote Lula. Vote 13”, diz a publicação compartilhada por Madonna. A cantora utilizou como trilha sonora a música “Aquarela do Brasil”, na voz de Gal Costa. A manifestação ocorreu dois dias antes do segundo turno, marcado para domingo (25).

Lula alcança pico de 1 milhão de espectadores em live após cancelamento de transmissão de flávio
Flávio Bolsonaro cancelou a transmissão ao vivo que faria no YouTube às 19h de quinta-feira (22), alegando que era aniversário de sua esposa, Fernanda Bolsonaro. No mesmo horário, o presidente Lula estreou nas transmissões ao vivo na plataforma, em uma iniciativa organizada pelo deputado André Janones. A transmissão de Lula registrou pico de 1 milhão de espectadores simultâneos. A iniciativa integra a estratégia da campanha petista para ampliar sua presença digital na reta final do segundo turno e estabelecer comunicação direta com o público pelas redes sociais.

Carta assinada por 35 bispos aponta riscos democráticos em candidatura de Flávio Bolsonaro
Uma carta aberta assinada por 35 bispos católicos de diferentes regiões do Brasil afirma que a candidatura de Flávio Bolsonaro ameaça a democracia, a soberania nacional e o bem comum. Embora não cite o senador nominalmente, o documento menciona posições atribuídas a ele, como a oposição ao fim da escala 6x1, a defesa do acesso a armas e a negação de problemas relacionados à crise climática.
Os religiosos afirmam que entregar o país a essa candidatura representaria uma “contradição com os ensinamentos” da Igreja e convocam os católicos a votar no domingo “em defesa da democracia, dos valores humanitários, dos pobres e dos ensinamentos de nossa Igreja”.
A carta também menciona homenagens da família Bolsonaro ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra e afirma que um dos candidatos é filho de um ex-presidente condenado por atentar contra a democracia. Até a tarde de quinta-feira (22), o manifesto permanecia aberto a novas adesões.
As informações foram publicadas na coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.
Os religiosos afirmam que entregar o país a essa candidatura representaria uma “contradição com os ensinamentos” da Igreja e convocam os católicos a votar no domingo “em defesa da democracia, dos valores humanitários, dos pobres e dos ensinamentos de nossa Igreja”.
A carta também menciona homenagens da família Bolsonaro ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra e afirma que um dos candidatos é filho de um ex-presidente condenado por atentar contra a democracia. Até a tarde de quinta-feira (22), o manifesto permanecia aberto a novas adesões.
As informações foram publicadas na coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Camila Pitanga questiona atuação de Flávio na defesa de policial acusado pela morte de menina de 5 anos
Durante uma transmissão ao vivo com o presidente Lula e o deputado André Janones, a atriz Camila Pitanga questionou a atuação de Flávio Bolsonaro na defesa do policial militar Bruno Delaroli, acusado pela morte de Ana Clara Gomes Machado, menina de 5 anos morta durante uma ação policial em Niterói, no Rio de Janeiro. “Não dá para compreender uma pessoa que quer ser chefe de Estado defender alguém acusado de matar uma criança de 5 anos. E ele não explica nada!”, declarou a atriz.
Camila voltou a abordar o caso, que também foi tema do episódio “O Julgamento que Nunca Aconteceu”, da série Revelando, apresentado por ela. Flávio atuou como advogado na defesa de Delaroli, que ainda não foi julgado pela morte da criança.
Camila voltou a abordar o caso, que também foi tema do episódio “O Julgamento que Nunca Aconteceu”, da série Revelando, apresentado por ela. Flávio atuou como advogado na defesa de Delaroli, que ainda não foi julgado pela morte da criança.

Economista aponta risco de recessão com plano de Flávio Bolsonaro para cortar gastos públicos
A proposta de Flávio Bolsonaro de reduzir os gastos públicos em até 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) pode provocar recessão, ampliar a desigualdade e reduzir a arrecadação tributária, segundo artigo da economista Laura Carvalho, professora da Universidade de São Paulo (USP), e do Nobel de Economia Joseph E. Stiglitz, publicado no Project Syndicate. Os autores estimam que os cortes poderiam reduzir a atividade econômica em 2,7% do PIB no primeiro ano e em 3,2% em dois anos. Embora a equipe de Flávio afirme que o Bolsa Família será preservado, não especificou quais despesas seriam reduzidas. O orçamento federal inclui Previdência, benefícios vinculados ao salário mínimo, saúde e educação. A retração do consumo também afetaria trabalhadores informais, motoristas de aplicativos, vendedores ambulantes e pequenos empresários.
Carvalho e Stiglitz afirmam que cerca de 53% da dívida brasileira está vinculada à Selic e que cortar despesas não resolveria fatores como juros elevados, características do mercado financeiro e volatilidade cambial. Eles também criticam a proposta de reduzir impostos sem corrigir distorções tributárias. Em contraponto, citam o crescimento do PIB de 3,2% em 2023 e 3,4% em 2024, além da queda da pobreza durante o governo Lula.
Defendem rever benefícios tributários que favorecem os mais ricos, limitar emendas parlamentares e aumentar a tributação efetiva dos super-ricos para financiar transporte público, habitação e infraestrutura de cuidados.
Carvalho e Stiglitz afirmam que cerca de 53% da dívida brasileira está vinculada à Selic e que cortar despesas não resolveria fatores como juros elevados, características do mercado financeiro e volatilidade cambial. Eles também criticam a proposta de reduzir impostos sem corrigir distorções tributárias. Em contraponto, citam o crescimento do PIB de 3,2% em 2023 e 3,4% em 2024, além da queda da pobreza durante o governo Lula.
Defendem rever benefícios tributários que favorecem os mais ricos, limitar emendas parlamentares e aumentar a tributação efetiva dos super-ricos para financiar transporte público, habitação e infraestrutura de cuidados.

Poder de compra cresceu no governo Lula e caiu sob Bolsonaro
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicam que o poder de compra médio dos trabalhadores cresceu 5,4% ao ano entre 2023 e 2025, durante o terceiro governo Lula, após cair 1,4% ao ano entre 2019 e 2022, sob Jair Bolsonaro. O levantamento de Marcos Hecksher, publicado pelo Observatório de Geopolítica no Jornal GGN, aponta ganhos no governo Lula em todos os setores analisados, incluindo indústria, comércio, administração pública, serviços e agropecuária.
Em 2019, antes da pandemia de covid-19, o salário mínimo ficou sem ganho real e o poder de compra médio recuou 0,6%. Sob Bolsonaro, as vendas de supermercados cresceram 3,8% em quatro anos, enquanto a quantidade vendida de móveis e eletrodomésticos caiu 0,6%. No governo Lula, o comércio avançou 9,5%, e as vendas de carros, motos e peças cresceram 18,3%. Dados atribuídos ao Fundo Monetário Internacional (FMI) indicam crescimento médio anual do PIB de 1,4% no Brasil durante Bolsonaro e de 3% no governo Lula 3. A inflação média anual passou de 6,1% para 4,6%. Entre 2023 e 2025, o desemprego caiu de 8% para 6% no Brasil, enquanto subiu de 6,1% para 7,4% na Argentina. Segundo o levantamento, a pobreza caiu 8,6 pontos percentuais e a extrema pobreza, 3 pontos, entre 2023 e 2025.
O estudo também registra queda das mortes violentas e do desmatamento da Amazônia durante o governo Lula.
Em 2019, antes da pandemia de covid-19, o salário mínimo ficou sem ganho real e o poder de compra médio recuou 0,6%. Sob Bolsonaro, as vendas de supermercados cresceram 3,8% em quatro anos, enquanto a quantidade vendida de móveis e eletrodomésticos caiu 0,6%. No governo Lula, o comércio avançou 9,5%, e as vendas de carros, motos e peças cresceram 18,3%. Dados atribuídos ao Fundo Monetário Internacional (FMI) indicam crescimento médio anual do PIB de 1,4% no Brasil durante Bolsonaro e de 3% no governo Lula 3. A inflação média anual passou de 6,1% para 4,6%. Entre 2023 e 2025, o desemprego caiu de 8% para 6% no Brasil, enquanto subiu de 6,1% para 7,4% na Argentina. Segundo o levantamento, a pobreza caiu 8,6 pontos percentuais e a extrema pobreza, 3 pontos, entre 2023 e 2025.
O estudo também registra queda das mortes violentas e do desmatamento da Amazônia durante o governo Lula.

Pesquisador aponta: risco de Trump contestar eleições e impor sanções ao Brasil
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode contestar o resultado das eleições de meio de mandato, em novembro, caso seja derrotado. Pesquisa divulgada pelo The Washington Post, em parceria com a ABC News e o instituto Ipsos, aponta que 70% dos estadunidenses consultados consideram possível que ele não reconheça o resultado.
Em entrevista à Rádio Brasil de Fato, o professor e pesquisador de Relações Internacionais Ricardo Leães afirmou que Trump pode recorrer novamente à narrativa de fraude eleitoral. O presidente registra 30% de aprovação, e candidatos republicanos tentam se distanciar de seu governo. Leães avalia que os democratas podem aproveitar o desgaste para conquistar cadeiras no Senado, embora apenas um terço das vagas esteja em disputa.
Sobre a eleição brasileira, marcada pela disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o pesquisador alertou para o risco de Trump não reconhecer uma eventual vitória de Lula. Segundo ele, bolsonaristas podem questionar as urnas eletrônicas caso Flávio perca. Leães descarta uma intervenção militar estadunidense no Brasil, mas considera possíveis sanções econômicas, diplomáticas e políticas.
O pesquisador também aponta que uma derrota republicana nas eleições de meio de mandato pode levar Trump a recuar ou, em outra hipótese, intensificar a pressão contra o Brasil. Para Leães, defender a soberania brasileira exige medidas concretas, além de declarações públicas.
Em entrevista à Rádio Brasil de Fato, o professor e pesquisador de Relações Internacionais Ricardo Leães afirmou que Trump pode recorrer novamente à narrativa de fraude eleitoral. O presidente registra 30% de aprovação, e candidatos republicanos tentam se distanciar de seu governo. Leães avalia que os democratas podem aproveitar o desgaste para conquistar cadeiras no Senado, embora apenas um terço das vagas esteja em disputa.
Sobre a eleição brasileira, marcada pela disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o pesquisador alertou para o risco de Trump não reconhecer uma eventual vitória de Lula. Segundo ele, bolsonaristas podem questionar as urnas eletrônicas caso Flávio perca. Leães descarta uma intervenção militar estadunidense no Brasil, mas considera possíveis sanções econômicas, diplomáticas e políticas.
O pesquisador também aponta que uma derrota republicana nas eleições de meio de mandato pode levar Trump a recuar ou, em outra hipótese, intensificar a pressão contra o Brasil. Para Leães, defender a soberania brasileira exige medidas concretas, além de declarações públicas.

Revista piauí relata que Flávio Bolsonaro recebeu Rolex de empresário ligado à negociação da Covaxin
O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, teria recebido um relógio Rolex de Danilo Trento, diretor institucional da Precisa Medicamentos, durante um passeio de lancha em Brasília, em 17 de julho de 2020, segundo reportagem da revista piauí publicada em 21 de outubro de 2026 e reproduzida pelo Brasil de Fato.
O encontro ocorreu durante a pandemia de covid-19 e foi organizado por empresários envolvidos nas negociações para vender a vacina indiana Covaxin ao governo de Jair Bolsonaro. Segundo a revista, Trento e Francisco Maximiano, proprietário da Precisa, custearam o passeio no Lago Paranoá. O grupo viajou de São Paulo a Brasília em um jato executivo, acompanhado de três garotas de programa e do agente de viagens Raphael Barão. Flávio chegou com Alexandre Santini, seu amigo e então sócio. A reportagem afirma que o senador entrou na cabine com garotas de programa e recebeu o relógio de Trento ao final do passeio.
Naquele dia, o Brasil registrou 1.110 mortes por covid-19. O contrato da Covaxin previa R$ 80 por dose, acima dos valores de cerca de R$ 56,30 da Pfizer e R$ 18 da AstraZeneca. Após denúncias do servidor Luis Ricardo Miranda e de seu irmão, o então deputado Luis Miranda, o contrato foi cancelado sem pagamentos. O relatório final da CPI da Pandemia recomendou o indiciamento de 78 pessoas, incluindo Flávio, Trento e Maximiano.
A piauí também relatou que Flávio participou de reunião virtual para facilitar o acesso de Maximiano ao então presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em busca de financiamento para outra empresa.
O encontro ocorreu durante a pandemia de covid-19 e foi organizado por empresários envolvidos nas negociações para vender a vacina indiana Covaxin ao governo de Jair Bolsonaro. Segundo a revista, Trento e Francisco Maximiano, proprietário da Precisa, custearam o passeio no Lago Paranoá. O grupo viajou de São Paulo a Brasília em um jato executivo, acompanhado de três garotas de programa e do agente de viagens Raphael Barão. Flávio chegou com Alexandre Santini, seu amigo e então sócio. A reportagem afirma que o senador entrou na cabine com garotas de programa e recebeu o relógio de Trento ao final do passeio.
Naquele dia, o Brasil registrou 1.110 mortes por covid-19. O contrato da Covaxin previa R$ 80 por dose, acima dos valores de cerca de R$ 56,30 da Pfizer e R$ 18 da AstraZeneca. Após denúncias do servidor Luis Ricardo Miranda e de seu irmão, o então deputado Luis Miranda, o contrato foi cancelado sem pagamentos. O relatório final da CPI da Pandemia recomendou o indiciamento de 78 pessoas, incluindo Flávio, Trento e Maximiano.
A piauí também relatou que Flávio participou de reunião virtual para facilitar o acesso de Maximiano ao então presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em busca de financiamento para outra empresa.
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