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19 de outubro de 2026
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R$ 50 MIL POR PUBLICAÇÃO: TSE PROÍBE NIKOLAS FERREIRA E PABLO MARÇAL DE REPUBLICAREM FAKES

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, proibiu nesta segunda-feira (19) Nikolas Ferreira (PL-MG) e Pablo Marçal de republicarem conteúdos removidos por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A multa prevista é de R$ 50 mil por publicação, incluindo reproduções substancialmente idênticas.
A decisão também suspende até o fim do segundo turno o impulsionamento pago de publicações dos dois perfis no Instagram, Facebook, WhatsApp e X, além de proibir tratamento privilegiado na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições vigoram até as 23h59 de 25 de outubro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil para cada plataforma.
Cueva atendeu a um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que acusa Nikolas e Marçal de disseminar desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. O ministro ressaltou que o recebimento da ação não confirma irregularidades nem estabelece a responsabilidade dos investigados. A decisão será submetida ao plenário do TSE.
Também nesta segunda-feira, o ministro Marco Aurélio Bellizze deu 24 horas para a Meta comprovar o cumprimento de medidas destinadas a garantir igualdade na distribuição de conteúdos políticos e na veiculação de anúncios eleitorais. Lula e Flávio acionaram a Justiça Eleitoral, alegando prejuízos à divulgação de suas campanhas nas plataformas da empresa.
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A decisão também suspende até o fim do segundo turno o impulsionamento pago de publicações dos dois perfis no Instagram, Facebook, WhatsApp e X, além de proibir tratamento privilegiado na distribuição de propaganda eleitoral. As restrições vigoram até as 23h59 de 25 de outubro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil para cada plataforma.
Cueva atendeu a um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que acusa Nikolas e Marçal de disseminar desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. O ministro ressaltou que o recebimento da ação não confirma irregularidades nem estabelece a responsabilidade dos investigados. A decisão será submetida ao plenário do TSE.
Também nesta segunda-feira, o ministro Marco Aurélio Bellizze deu 24 horas para a Meta comprovar o cumprimento de medidas destinadas a garantir igualdade na distribuição de conteúdos políticos e na veiculação de anúncios eleitorais. Lula e Flávio acionaram a Justiça Eleitoral, alegando prejuízos à divulgação de suas campanhas nas plataformas da empresa.

Janones permanece sob monitoramento cardíaco contínuo e recebe atendimento de uma equipe médica especializada. A cardiologista Ludhmila Hajjar é responsável por acompanhar o deputado durante a internação.
A arritmia cardíaca consiste em uma alteração no ritmo dos batimentos do coração, que podem ficar acelerados, lentos ou irregulares. A gravidade depende do tipo de alteração e das condições clínicas do paciente.
Até a publicação das informações, não haviam sido divulgados detalhes sobre a natureza da arritmia, os procedimentos realizados ou a previsão de alta hospitalar.

Durante o confronto, Flávio reconheceu que a atuação na área da saúde durante o governo de seu pai, Jair Bolsonaro, foi ruim, em um contexto marcado pela pandemia de Covid-19, que deixou mais de 700 mil mortos no Brasil. A crise sanitária foi agravada pela falta de coordenação federal e pelas críticas à condução da emergência pelo governo Bolsonaro, incluindo a resistência a medidas de proteção e a demora na resposta a recomendações sanitárias.
O presidente Lula afirmou que o adversário “nunca foi ao SUS” e declarou sobre Lottenberg: “Ele já foi presidente de uma empresa de saúde e não deu certo”.
Oftalmologista, Lottenberg presidiu o Einstein e foi secretário municipal de Saúde de São Paulo em 2005, durante a gestão de José Serra, quando participou da implantação das Organizações Sociais de Saúde (OSS) na rede municipal. Em entrevistas e artigos, defendeu ampliar a participação privada na gestão e na prestação de serviços do SUS, por meio de parcerias público-privadas, OSS e contratação de empresas. Em março de 2021, criticou a condução da pandemia pelo governo Jair Bolsonaro, apontando falta de coordenação federal e de lideranças que dessem exemplo no cumprimento das medidas sanitárias, incluindo o uso de máscaras. Questionado sobre essas declarações, Flávio afirmou estar “olhando para a frente”.

Na segurança, Lula perguntou sobre a atuação do senador em defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de matar Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, atingida por um disparo de fuzil em Niterói, em 2 de fevereiro de 2021. Também questionou a posição de Flávio sobre regras de identificação de munições previstas no PL 3.723/2019. No caso do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, Lula cobrou explicações sobre os US$ 24 milhões, equivalentes a cerca de R$ 134 milhões, negociados com Daniel Vorcaro. Reportagens e documentos citados pelo PT apontaram transferências para um fundo nos Estados Unidos e lacunas na prestação de contas; a Polícia Federal investiga possíveis irregularidades. Flávio afirmou que os recursos se destinavam ao filme, sem apresentar no debate detalhamento completo dos pagamentos.
Sobre fraudes em descontos do INSS, Lula defendeu as investigações iniciadas em seu governo e o ressarcimento das vítimas. Até março de 2026, cerca de 4,3 milhões de aposentados e pensionistas haviam recebido R$ 2,9 bilhões, segundo dados do INSS. Lula declarou que eventuais irregularidades devem ser investigadas, inclusive quando envolvam familiares.

Segundo reportagens do Brasil de Fato, CartaCapital e Agência Estado, a menina foi atingida por disparos de fuzil quando estava na porta de casa com a mãe e o irmão de dois anos. Flávio assinou, em 2024, um recurso apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que determinou que o policial fosse submetido a júri popular. O pedido foi negado, e Delaroli continuava aguardando julgamento, conforme informações publicadas em setembro de 2026.
O caso voltou ao debate público em 18 de outubro, durante o confronto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro na Band. Lula perguntou por que o senador atuou para contestar a decisão que levaria o policial ao Tribunal do Júri e cobrou explicações sobre sua participação na defesa. Flávio respondeu que Lula não deveria “criminalizar a advocacia” e afirmou: “Nem teve julgamento, você já condenou o cara”.

Segundo reportagem de Cezar Xavier, publicada pelo Vermelho, das sete perguntas diretas feitas por Lula no primeiro bloco, seis teriam recebido respostas indiretas ou contra-ataques. Entre os temas estavam os R$ 134 milhões negociados com Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro; o voto de Flávio contra a ampliação da licença-maternidade de servidoras, em 2009; o fim da escala 6×1; a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos; o modelo econômico do presidente argentino Javier Milei; e a maioridade penal.
Questionado sobre a compra de um imóvel de R$ 10 milhões em Angra dos Reis, Flávio respondeu: “Diferentemente de você, com o meu trabalho”, sem detalhar a origem dos recursos. Sobre a jornada 6×1, afirmou que faria o trabalhador “prosperar de verdade”. Lula defendeu a participação da União na segurança pública, políticas de estímulo aos pequenos negócios e medidas para microempreendedores individuais (MEIs), além das economias digital, verde e criativa. Flávio prometeu cortes de gastos e ajuste fiscal, sem especificar quais despesas seriam reduzidas ou quais políticas públicas seriam afetadas.

Documentos da PF tornados públicos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) descrevem Flávio como “interlocutor direto” de Vorcaro nas negociações. A corporação apontou uma divergência contábil de US$ 9,5 milhões, cerca de R$ 48,1 milhões, nas remessas relacionadas à produção. Mais de US$ 12,3 milhões teriam sido enviados ao fundo Havengate, no Texas, administrado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro, enquanto a entrada documentada no Brasil foi de US$ 2,8 milhões. A PF investiga a hipótese de uso do filme para ocultação e desvio de recursos e pediu a prorrogação do inquérito por 90 dias.

O presidente também acusou Eduardo, que vive nos Estados Unidos desde 2025, de atuar contra o Brasil. Flávio declarou que o irmão está “exilado”. A referência à PF remete à reunião ministerial de 22 de abril de 2020, cujo vídeo foi divulgado em maio daquele ano por decisão do ministro do STF Celso de Mello. Dois dias depois, Sergio Moro deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública e acusou Bolsonaro de tentar interferir na PF. A saída coincidiu com a exoneração do diretor-geral Maurício Valeixo. Segundo a reportagem do Brasil de Fato, Fábio Luís é alvo de três inquéritos no STF, abertos a partir de julho de 2026, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção junto a órgãos federais. Ele não foi denunciado nem é réu, e sua defesa nega irregularidades.
Eduardo Bolsonaro teve mandado de prisão expedido em 8 de outubro pelo ministro Alexandre de Moraes, após condenação a quatro anos e dois meses por coação no curso do processo. A condenação está relacionada à articulação de sanções do governo de Donald Trump contra o Brasil para pressionar o STF durante o julgamento da trama golpista. Eduardo afirma ser alvo de perseguição política e diz que não pretende retornar ao país.
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